quinta-feira, 7 de março de 2013

Quanto tempo esperar para retornar a vida sexual após a gravidez?


Crédito: Thinkstock
Noites em claro, troca de fraldas, adaptação à nova rotina com um bebê: todas essas novidades fazem parte de quem acabou de ter filho e podem ser bastante cansativas para a mãe. Nesse turbilhão de novas experiências, a maioria das mulheres deixa a vida sexual de lado por um bom tempo, mesmo porque o corpo ainda está se recuperando do parto.
Mas quanto tempo as novas mamães esperam para retornar ao sexo após o parto? Segundo uma nova pesquisa feita na Austrália e divulgada no Daily Mail, quase metade das participantes (41%) esperam apenas seis semanas após o nascimento da criança para voltar à atividade.
Esse índice acontece com mães mais novas (do primeiro filho) e que passaram por parto normal. Entre as mulheres mais velhas ou as que deram à luz por cesariana, o retorno à vida sexual demorou um pouco mais. O relatório mostrou ainda que existem porcentagens altas de grupos que esperam 12 semanas e alguns que esperam até seis meses.
Leia também:
O estudo mostrou que aquelas que tiveram relações sexuais após seis semanas do parto tinham menos probabilidade de ter passado por uma cirurgia, parto a fórceps ou que necessitaram de corte na região pélvica. No entanto, o estudo também afirmou que apenas cerca de 10% das mulheres que têm um primeiro bebê conseguem um parto natural sem uma lesão ou corte na área genital.
A pesquisa revelou ainda que a proporção de mães mais velhas que voltaram a ter relações dentro do período de seis semanas após o parto também é menor, sendo 40% entre as mulheres de 30 a 34 anos, em comparação a 63% entre aquelas com 18 a 24 anos de idade.
A avaliação foi realizada pelo Murdoch Children’s Research Institute, em Victoria, na Austrália e publicado na revista BJOG: An International Journal of Obstetrics and Gynaecology. De acordo com os especialistas, não existe um tempo certo de espera após o nascimento para retornar para o sexo. Ele é definido conforme os pais e mães se sintam confortáveis a retomar as relações com penetração.
A principal autora do estudo, a Professora Stephanie Brown, disse: "O achado mais importante do estudo é o intervalo de tempo mais longo que os casais levam para retomar o sexo após o parto. A maioria dos casais não retoma a vida sexual entre seis a oito semanas, eles demoram muito mais tempo. Esta é uma informação útil para que os casais saibam antes de seu bebê nascer, e pode ajudar a reduzir os sentimentos de ansiedade e culpa por não retomar a atividade sexual mais cedo", explica.

Mulheres preferem equilíbrio entre vida pessoal e profissional a altos salário


Crédito: Thinkstock
Conciliar o trabalho e a vida pessoal é um dos desafios de muitas mulheres brasileiras, principalmente aquelas que têm filhos. De acordo com uma nova pesquisa feita pelo Linkedin, chamada “O Que As Mulheres Querem No trabalho”, elas buscam esse equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, sendo que isso conta mais pontos até do que altos salários.
O estudo foi realizado em comemoração e apoio ao Dia Internacional das Mulheres, 8 de março, e divulgado nesta semana, sendo uma parceria entre a rede social de profissionais Linkedin e o Cross Tab Research. As avaliações foram realizadas com 5 mil mulheres em 13 países e os resultados mostraram que a maioria das mulheres ao redor do mundo (63%) define sucesso profissional como ter o balanço perfeito entre trabalho e vida pessoal.
Leia também:
Entre as brasileiras, o estudo revelou que elas se sentem confiantes sobre suas carreiras e também otimistas sobre suas capacidades de terem um trabalho gratificante em equilíbrio com a vida familiar. O estudo no Brasil mostrou que 88% das entrevistadas consideram sua vida profissional "bem sucedida", enquanto 85% delas acreditam que podem "ter tudo".
No entanto, quando questionadas sobre como os filhos afetarão suas ambições de carreira, as brasileiras ficam divididas. O estudo do Linkedin revelou que 68% daquelas que ainda não têm filhos acreditam que não vão desacelerar suas carreiras quando forem mães, enquanto os 32% restantes acreditam que irão.
A pesquisa mostrou uma grande mudança no significado de sucesso profissional para as mulheres de todo o mundo ao longo da última década. Há dez anos, pesquisas semelhantes mostravam que apenas 39% delas priorizavam o equilíbrio entre trabalho e vida profissional, enquanto hoje a maioria (63%) manifesta essa valorização.
A pesquisa mostrou que os altos salários não são tão essenciais quanto esse equilíbrio para as mulheres, mostrando que houve uma diminuição na importância desse quesito de 56% para 45% no período de 10 anos. Entre as profissionais brasileiras, há alguns anos ganhar um alto salário significava sucesso para 63% delas, agora, apenas 51% tem essa visão.
 
Crédito: Thinkstock
O sucesso para as mulheres trabalhadoras brasileiras atualmente é ter o equilíbrio da vida pessoal com a profissional, revelando que 71% delas fizeram essa afirmação, enquanto de cinco a dez anos atrás era apenas de 33%.
A pesquisa mostrou ainda quais são os principais desafios enfrentados pelas mulheres do mundo inteiro em relação ao trabalho. Elas desejam maior flexibilidade no ambiente de trabalho e gostariam de melhorias em planos de carreira.
No Brasil, a desigualdade de salários e a carência de investimento em desenvolvimento profissional foram também pontos relevantes destacados pelas mulheres.
"Felizmente, as mulheres executivas no Brasil vem conquistando reconhecimento no mercado de trabalho, porém, ainda há muito a ser construído. Para que isso aconteça, é fundamental que existam planos de carreira claros e que as empresas apoiem e estimulem o desenvolvimento de seus colaboradores, não apenas para gerar valor, mas para que se sintam encorajadas e valorizadas”, afirma Nadir Moreno, presidente da UPS e membro do Comitê Executivo do LIDE Mulher.

Bruno 'é o articulador' e 'estava no comando' da morte de Eliza, diz promotor


O caso Bruno em fotos200 fotos

1 / 200
6.mar.2013 - Cabisbaixo, goleiro Bruno Fernandes (centro) ouve depoimentos no Salão do Júri do fórum de Contagem (MG). Em seu 3º dia de julgamento, o jogador negou ter sido o mandante da morte de sua amante, Eliza Samudio, mas admitiu parte de responsabilidade pelo crime. "Como mandante dos fatos, eu nego, mas, de certa forma, me sinto culpado", disse, referindo-se ao sequestro e morte de Eliza, bem como o sequestro do bebê Washington Alves/UOL
Em sua explanação durante a fase de debates do júri do goleiro Bruno Fernandes, o promotor Henry Wagner de Castro sustentou que o atleta articulou e comandou o sequestro e a morte de Eliza Samudio.

O dia a dia do julgamento

Washington 

Alves/UOL
"Bruno é o articulador, ele estava no controle, no comando, na direção e na ordenação", disse o promotor, no início da tarde desta quinta-feira (7), ao Tribunal do Júri de Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte).
De acordo com Castro, Bruno trocou ligações com seu primo Jorge Luiz Rosa, menor à época dos fatos, no noite do dia 4 de junho de 2010, data em que teria começado o sequestro de Eliza. No momento das ligações, o goleiro estava concentrado para uma partida do Flamengo, que ocorreria no dia seguinte.
Segundo o promotor, após falar com Jorge, o goleiro telefonou para Elenilson Vítor da Silva, administrador do sítio de Bruno em Esmeraldas (MG), para "preparar o cativeiro" de Eliza.
Em seu interrogatório, o atleta afirmou que não trocou telefonemas com Macarrão ou Jorge no dia 4 de junho e que o seqüestro de Eliza foi iniciativa da dupla. Exaltado, o promotor qualificou Bruno como um "facínora". "Como a pessoa se diz inocente com tanta cachorrada dentro de si", afirmou Castro.

Veja fotos do apartamento onde Chorão foi encontrado morto em SP




Imagens obtidas pelo G1 mostram o estado que estava o apartamento do cantor Chorão, do Charlie Brown Jr,, encontrado morto na madrugada desta quarta-feira (6). Nas fotos é possível ver que o imóvel estava bastante danificado, além de uma grande quantidade de embalagens de bebidas alcóolicas encontradas.
Ao deixar o apartamento de Chorão, o delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que o imóvel estava muito danificado, num "processo de deterioração". Itagiba acredita que os danos tenham sido feitos pelo próprio cantor, já que o corpo foi encontrado com um dedo machucado e havia marcas de sangue no local. “Não tem nada que estivesse no lugar. Ele estava machucado no dedo, arrancou parte de uma unha, o que pode explicar as marcas de sangue na parede”, disse o delegado
O delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse nesta quarta-feira (6), que não acredita que o vocalista tenha sido vítima de um homicídio. "Aparentemente não foi homicídio. O IML é que vai dar a causa da morte. Aparentemente ou foi por uso de medicamento ou outra substância", disse o delegado.
A apresentadora Sônia Abrão, prima do cantor, disse que ele reclamava da solidão. Sônia era prima de chorão por parte de pai. Eles se encontraram pela última vez há cerca de sete meses, no velório do pai da apresentadora. Chorão, que segundo ela passava por uma depressão profunda, reclamou da solidão.
“Na última conversa que tivemos ele disse: ‘o que me derruba é que a gente nasceu sozinho e morre sozinho’. E ele morreu sozinho”, disse Sônia. “Faz um tempo que ele estava num processo de depressão muito profunda mesmo. Com o fim do casamento, as coisas pioraram muito para ele”. Chorão terminou o seu segundo casamento, que durou 15 anos, há cerca de seis meses, segundo informações da TV Globo.
A apresentadora não acredita na hipótese de suicídio. Segundo Sônia, ele era muito ligado à família e cuidava da mãe, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC). “Ele deve ter tido uma crise de desespero forte, de solidão, depressão, seja o que for. Acho que ele não teve noção de que estava numa situação limite”. Ainda segundo Sônia Abrão, o cantor não fazia terapia. “Ele dizia que a sua terapia era o palco”.
Chorão, de 42 anos, foi encontrado morto por seu motorista e segurança nesta madrugada, em seu apartamento em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Chorão, que morava em Santos, usava o apartamento esporadicamente, geralmente após shows.
O corpo de Chorão deixou o prédio por volta das 8h30 em um carro da Perícia Técnico Científica. As causas da morte serão determinadas pela perícia. Latas de bebidas alcóolicas foram recolhidas no apartamento do cantor. Perguntado se foram encontrados vestígios de drogas no apartamento, Itagiba disse que não iria comentar o assunto por enquanto. O corpo passará por exames toxicológicos.
A assessoria de imprensa da banda informou ao G1 que Chorão estava de férias e embarcaria para os Estados Unidos nos próximos dias. Ainda segundo a assessoria, o estado de saúde dele era bom.
O cantor e letrista, que faria 43 anos em 9 de abril, liderava a banda fundada por ele na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em 1992. Em 15 anos de carreira, o Charlie Brown Jr lançou nove álbuns de estúdio, dois discos ao vivo, duas coletâneas e seis DVDs. Ao todo, o grupo vendeu 5 milhões de cópias.
Além de vocalista, Chorão era responsável pelas letras do Charlie Brown Jr e pelo direcionamento artístico e executivo da banda. Em 2005, o trabalho "Tâmo aí na atividade” foi premiado com o Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro, o que se repetiu em 2010 com "Camisa 10 joga bola até na chuva".
No ano passado, o Charlie Brown Jr. lançou "Música Popular Caiçara", álbum ao vivo que marcou o retorno dos integrantes Marcão e Champignon à banda. Eles haviam deixado o grupo em 2005. As apresentações aconteceram em Curitiba e Santos. A produção do trabalho foi feita por Liminha e os shows contam com a participação de Falcão (O Rappa), Zeca Baleiro e Marcelo Nova. Das 15 faixas do CD, a única gravada em estúdio é "Céu azul".
Chorão foi o único integrante do Charlie Brown Jr que permaneceu no grupo em todas as suas fases. Paulistano, Chorão adotou a cidade de Santos desde a juventude, onde criou a banda. Seu apelido foi dado ainda na adolescência, quando ele não sabia andar de skate e ficava apenas olhando os amigos. Um deles, então, pediu que o jovem não chorasse. Segundo a GloboNews, a infância e a adolescência de Chorão foram difíceis por conta da separação dos pais, que aconteceu quando ele tinha 11 anos. O músico largou a escola na sétima na série.


quarta-feira, 6 de março de 2013

Mulheres em profissões masculinas

 Psicólogo afirma que elas possuem características benéficas ao ambiente de trabalho

O mundo das profissões não é mais como antigamente. Ao longo dos anos, as mulheres conquistaram mobilidade entre diversas áreas de atuação profissional. O ramo da engenharia, por exemplo, geralmente predominado pelos homens, tem despertado muito interesse das mulheres que querem atuar em locais como plataformas de petróleo e construções.
A psicóloga Sandra Monice acredita que a presença feminina pode agregar valores a uma equipe formada por homens, já que eles são focados na objetividade.  As mulheres apresentam maior sensibilidade e conseguem mosstrar um outro lado, muitas vezes ignorado pelo sexo masculino.
Segundo o psicólogo Maviael Filipe Lopes, o mercado atual exige requisitos predominantemente encontrados em mulheres, como sensibilidade, percepção aguçada, versatilidade, bom relacionamento interpessoal e afetividade. Segundo Maviael, essas competências permitem que as mulheres “consigam identificar as necessidades organizacionais”, ressalta.

Mulheres em profissões masculinas
Foto: Thinkstock
Trabalhando em um escritório de engenharia, Katherine Sallum teve oportunidade de atuar com uma equipe de maioria masculina. Ela conta que não sofreu preconceito: “por eu ter chegado depois na obra e ter uma visão de fora, acabei sendo mais ouvida (…) independente de ser mulher”.
Apesar de ter gostado muito da experiência, Katherine confessou que já ouviu falar que muitas empresas não contratam mulheres para trabalhar em obras: “como se as mulheres não passassem credibilidade aos colaboradores”.
O ramo das empresas de segurança também é considerado tipicamente masculino, mas Tatiane Figueira Pereira, de 29 anos, prova que as mulheres também dão conta. Tatiane trabalha como vigilante em uma empresa que faz trabalhos terceirizados.
Antes de seguir para a área da vigilância, Tatiane trabalhava como caixa de supermercado, um ramo de maioria feminino. “Fiz o curso de vigilante porque queria mudar de profissão. Cansei de ser operadora de caixa. Nunca tinha visto uma mulher nessa profissão e achei interessante”, afirma.
Em relação à aceitação da família, Tatiane confessa que “ninguém deu apoio, mas também não discriminou. Ficaram apenas preocupados com os riscos da profissão”. Sendo assim, ela continuou atuando como vigilante e afirma que gosta muito do que faz. Nos treinamentos para se formar como vigilante, Tatiane fez aulas de tiro, provas de educação física, teste psicológicos e aulas de comandos militares. “Tem que ter coragem. Na minha turma muitas mulheres foram reprovadas por não conseguirem atirar”, finaliza a vigilante.
As mulheres estão se mostrando cada vez mais “camaleoas” no mundo profissional e estão se destacando nas profissões consideradas masculinas. Nem feminismo, nem machismo, o mercado caminha para uma igualdade.

Os desafios da mulher moderna

 Veja como as mulheres devem encarar as mudanças nos relacionamentos típicas do século XXI

Muita coisa mudou desde o tempo em que as mulheres eram apenas donas de casa. Atualmente, elas desempenham diversos papéis fora e dentro do lar. Por ter uma alta carga de responsabilidade, a mulher acaba encontrando novos obstáculos ao construir ou manter um relacionamento a dois.

Os desafios da mulher moderna
Foto: Shutterstock
A psicóloga Keli Rodrigues explicou ao Papo Feminino que “o papel da mulher se ampliou, mas de algum modo não se modificou”. As mulheres continuam com tarefas similares às do século passado e ainda complementaram os espaços de suas vidas com outras responsabilidades.
O trabalho fora de casa possibilitou que as mulheres conseguissem independência, tanto financeira quanto de escolhas. Historicamente, houve um ganho de direitos e deveres. Fora do relacionamento, o homem e a mulher podem ser vistos como rivais. Keli diz que eles acabam “disputando o mesmo papel social”.
Muitas vezes os homens acreditam que estão sendo deixados de lado. A independência social da mulher pode passar “a impressão de que eles só seriam úteis para bancar as contas”, comenta a psicóloga Maria Frazon. Para evitar que isso aconteça, as psicólogas aconselham que o companheiro participe de todas as pontas do triângulo família, vida a dois e trabalho.

Os desafios da mulher moderna
Foto: Shutterstock
Keli relembra uma situação comum na qual as reações esperadas mudaram ao longo dos anos. “Há algum tempo atrás não se esperava outro comportamento de um homem num jantar que não fosse pagar a conta ao final. E hoje?”, questiona. As mulheres não esperam as mesmas atitudes e os homens também estão se adaptando à igualdade dos sexos.
Os principais dilemas do relacionamento a dois são:
Salários desiguais: quando o homem ganha mais que a mulher é comum que a sociedade aceite, mas quando a situação se inverte as opiniões mudam.
Filhos de outros relacionamentos: quando um casamento acaba, os filhos acabam ficando na responsabilidade da mãe e isso pode se tornar um empecilho na hora de encontrar um novo parceiro.
Os desafios da mulher moderna
Foto: Shutterstock
Divisão das tarefas do lar: o pensamento típico dos brasileiros designa essa responsabilidade às mulheres. Porém, o novo padrão pede que o homem seja inserido nestes deveres.
Parceiros que não são prioridades: a independência feminina e a vontade de crescer profissionalmente podem fazer com que os homens fiquem em segundo plano.
Para superar os empecilhos em um relacionamento, Maria afirma que tudo é uma questão de preparo dos parceiros. “Os mais ‘descolados’ levam a relação adiante com mais leveza e maior chance de sucesso na adaptação”, conclui.

Saúde da mulher

 Descubra quais cuidados devem ser tomados em cada fase da vida

Não é apenas a personalidade da mulher que muda ao longo dos anos. O corpo feminino também sofre diversas mudanças durante a vida. A pré-adolescência, por exemplo, é como um divisor de águas na vida de uma menina. Além do amadurecimento repentino, algumas alterações físicas como crescimento de seios e pêlos despertam curiosidade. Por isso, é importante fazer um acompanhamento com um ginecologista desde cedo.
O Papo Feminino conversou com os ginecologistas Alberto Guimarães e Flavia Fairbanks para esclarecer quais são os principais cuidados que as mulheres devem tomar em cada fase da vida.
10 aos 15 anos
“É nesta fase que alguns diagnósticos de normalidade ou de alguns transtornos já podem ser firmados”, diz Flávia. Nessa faixa etária é possível identificar alterações hormonais graves ou má-formação do aparelho reprodutor. A orientação dois pais é essencial nesta etapa. As meninas precisam saber que as mudanças são normais.
Saúde da mulher
Foto: Thinkstock
Alberto ressalta que se deve prestar atenção no contato com as outras pessoas, pois o olhar muda devido às “alterações mais evidentes”. Primeira menstruação e início da vida sexual são as questões mais frequentes nessa idade. “Orientações de proteção e cuidados com higiene íntima são o básico”, diz Alberto.
16 aos 29 anos
“É a fase na qual a mulher está na sua plenitude sexual e reprodutiva”, classifica Alberto. As doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada lideram a lista das preocupações femininas nesta etapa. Por isso, Flávia explica que os exames de sangue, o papanicolau, o exame das mamas e o ultrassom são importantíssimos.
Além disso, a vacinação contra o HPV (Humam Papiloma Vírus) pode evitar que as mulheres contraiam o vírus, que é o principal responsável pelo câncer de colo de útero. Para se certificar de que está tudo bem, “deve-se realizar os exames de rotina uma vez ao ano”, recomenda Alberto.
30 aos 40
A maioria das mulheres decide começar uma família nesta fase. Sendo assim, a gravidez se torna o foco principal. O Dr. Guimarães destaca que ter uma boa qualidade de vida é principal fator que contribui para uma gravidez tranquila. Prática de exercícios físicos regularmente e boa alimentação podem evitar o surgimento de complicações. Segundo Flávia, a primeira mamografia da mulher deve ser feita também nesta etapa!

Saúde da mulher
Foto: Thinkstock
Dos 40 em diante
O tormento das mulheres nesta fase se resume em mudanças constantes de humor e temperatura que podem ser sinais da menopausa. O corpo começa a mudar por dentro e, diferentemente do que acontecia antes, nem sempre as mudanças se refletem fisicamente.
Além das preocupações normais e das idas anuais ao ginecologista, outros problemas de saúde podem aparecer. Flávia destaca a necessidade de “checar a presença de diabetes, hipertensão arterial e osteoporose”. Ela recomenda exame proctológico, exame de fundo de olho, densitometria óssea e ultrassom pélvico. O acompanhamento é a melhor maneira de fazer a prevenção e evitar grandes problemas. Cuide-se!

feedburner do blog

Paginas mais visitadas