sábado, 16 de março de 2013

Uso de antidepressivos na gravidez pode afetar o bebê, diz estudo

Parto prematuro e baixo peso ao nascer são alguns dos problemas



Uma análise de 23 estudos feita por pesquisadores da University of British Columbia, no Canadá, descobriu que mulheres que tomam antidepressivos durante a gravidez apresentam um risco de maior de terem um parto prematuro ou acarretar outros problemas ao bebê. As conclusões foram publicadas em março no JAMA Psychiatry.

O levantamento agrupou estudos que examinaram tratamentos antidepressivos durante a gravidez, incluindo antidepressivos mais antigos e os que são comumente usados hoje. Os cientistas notaram que a exposição aos antidepressivos durante a gravidez pode levar ao parto prematuro, menor tempo de gestação (idade gestacional), menor peso do bebê ao nascer e menor pontuação no teste de Apgar (usado para verificar a saúde do bebê logo após o nascimento), em comparação com bebês que não foram expostos.

De acordo com os pesquisadores, mães com histórico de depressão não devem parar de tomar a medicação subitamente, pois isso traria riscos a elas e ao bebê. Eles afirmam que o mais correto é fazer um acompanhamento psiquiátrico desde o pré-natal para descobrir em conjunto com o médico qual o tratamento mais adequado para se fazer durante a gravidez.

Quais especialistas consultar na gravidez?
A cada fase da gestação, as exigências do seu corpo mudam e o acompanhamento médico deve ser feito desde antes da gravidez. Ficar atenta às mudanças e olhar de perto as doenças que podem aparecer evita uma série de problemas para você e o bebê. Confira o que especialistas indicam como cuidados para cada trimestre da gestação.  
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Grávida e médica dermatologista - Foto: Getty Images
No dermatologista
As mudanças na pele assustam muitas grávidas. Mas não é preciso pânico, porque a maioria delas é passageira. Escurecimento nas axilas e nas virilhas, a formação de uma linha do umbigo até o púbis e a formação de acene são algumas das queixas mais comuns. "Em geral, após o parto, tudo é normalizado sem a necessidade de intervenções médicas", afirma o dermatologista Gilvan Alves, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. De qualquer forma, se você sentir algum incômodo mais intenso, veja como agir em cada fase:

Primeiro trimestre: nenhum produto químico pode ser usado. E mesmo os hidratantes devem ser específicos para gestantes, evitando complicações. Nem mesmo os cremes à base de uréia têm passe livre, porque podem prejudicar a formação do bebê.

Segundo trimestre: o uso dos cosméticos tradicionais está liberado, um alívio para quem está acostumada a uma linha de produtos e não sente o mesmo efeito com outras marcas. As mulheres que sofrem com a acne também podem buscar um tratamento mais forte, incluindo o uso de antibióticos tópicos (e não comprimidos, capazes de prejudicar os dentes do bebê). "Mas nada de agir por conta própria ou seguindo a receita da vizinha. Qualquer tratamento precisa de orientação médica personalizada", afirma o dermatologista.

Terceiro trimestre: as restrições valem apenas para aplicações de peeling, laser e preenchimentos (proibidos, aliás, para todos os noves meses). Cremes à base de ácidos podem ser usados desde que seu dermatologista autorize (em geral, a concentração deles é bem menor do que a empregada num peeling, por exemplo). De qualquer forma o ideal é esperar a criança nascer antes de fazer tratamentos mais fortes, porque a alteração hormonal continua influenciando sua pele e seus cabelos na fase de amamentação. 

Dormir pouco te faz engordar até 1kg por semana

Dormir pouco te faz engordar até 1kg por semana


Dormir pouco engorda – e todo mundo sabe disso. Os pesquisadores só não sabiam ainda os motivos e quantos quilos uma noite mal dormida poderia render. E a notícia não é das melhores: em uma semana com poucas horas de sono você pode engordar até um quilo.

Numa pesquisa realizada pela Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, 16 adultos jovens e saudáveis passaram duas semanas no hospital universitário. As suítes de lá eram equipadas com aparelhos que controlavam os momentos de sono (ambiente silencioso ou barulhento e luzes acesas ou não). E como os quartos eram fechados, os pesquisadores puderam calcular onível de energia gasto por cada voluntário – era só medir a quantidade de oxigênio inspirado e quanto dióxido de carbono soltavam.

Enquanto metade deles teve o privilégio de dormir até nove horas por noite, o outro grupo podia descansar por apenas cinco horas. Em média, quem dormia por menos tempo queimava 5% a mais de energia. Só que, por outro lado, consumiam 6% a mais de calorias. Aí o corpo não dava conta e, em uma semana, ganhava um quilinho extra.

Isso só acontece porque quem passa mais horas acordado come mais a noite – e, geralmente, comem porcarias, tipo salgadinho ou bolacha. Segundo a pesquisa, esse pessoal toma um café da manhã menos calórico, mas exagera nas comidinhas depois do jantar. Ou seja, o problema mesmo é o ataque à geladeira. E não a falta de sono.



Super Abril

Papa Francisco diz que decidiu nome após frase de cardeal brasileiro


O Papa Francisco disse, neste sábado (16), em um encontro com a imprensa na sala Paulo VI, no Vaticano, que escolheu seu nome de líder da Igreja Católica após falar com o cardeal brasileiro Dom Claudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo, que participou do conclave que o elegeu.
"Na eleição, eu tinha ao meu lado o arcebispo emérito de São Paulo, um grande amigo. Quando a coisa começou a ficar um pouco perigosa, ele começou a me tranquilizar. E quando os votos chegaram a 2/3, aconteceu o aplauso esperado, pois, afinal, havia sido eleito o Papa. [...] Ele me abraçou, me beijou e disse: 'Não se esqueça dos pobres'. Aquilo entrou na minha cabeça. Imediatamente lembrei de São Francisco de Assis."
O Papa também relembrou que Francisco de Assis era um homem da pobreza e da paz. “Como eu queria uma Igreja pobre, e para os pobres”, afirmou.
Fonte: G1

sexta-feira, 15 de março de 2013

Lavar com chuveirinho não diminui risco de engravidar após relação

  • Algumas garotas ficam tão tensas com a possibilidade de engravidar que a menstruação atrasa Algumas garotas ficam tão tensas com a possibilidade de engravidar que a menstruação atrasa
Um dos receios mais comuns das mulheres que não adotam nenhum método anticoncepcional é o de ter engravidado após uma relação. Ou porque a camisinha estourou, ou porque o preservativo não foi usado.
"Não adianta subir e descer escada, lavar com chuveirinho, ou colocar refrigerante dentro da vagina", comenta Jairo Bouer, referindo-se a alguns mitos que são propagados por aí. "Poucos segundos após a ejaculação, os espermatozoides já estão dentro do colo do útero e aí fica impossível removê-los usando qualquer um desses recursos", esclarece o médico e colunista do UOL.
O que fazer? Ligar para o ginecologista, contar o que aconteceu e avaliar a possibilidade de usar a pílula do dia seguinte. O recurso só pode ser utilizado até 72 horas após a relação (de preferência, nas primeiras 24 horas). "Mas não tome a pílula por conta própria", avisa Bouer.
O médico também explica que muitas garotas ficam tão nervosas com o medo de uma possível gravidez, que essas alterações emocionais alteram o ciclo e a menstruação atrasa. A saída, nesses casos, também é buscar orientação do ginecologista e fazer um teste de gravidez.
O colunista reforça a importância de se prevenir uma gravidez indesejada com o uso da camisinha (desde o começo da relação), ou com um método anticoncepcional.


Usuárias de pílula proibida na França não devem se preocupar, diz médico

  • Reuters/Regis Duvignau
    A Diane 35 teve venda suspensa na França após quatro mortes associadas ao uso da pílula A Diane 35 teve venda suspensa na França após quatro mortes associadas ao uso da pílula
A agência francesa de controle de medicamentos decidiu suspender, recentemente, a venda do Diane 35, pílula que contém os hormônios acetato de ciproterona e etinilestradiol, e é usada para controle da acne em mulheres. No Brasil, a indicação também é essa, mas o produto é amplamente utilizado como anticoncepcional e também para reduzir sintomas de pacientes com ovários policísticos. Quatro mortes foram associadas ao uso do medicamento na França, o que deixou muitas mulheres preocupadas.
Para falar sobre o assunto, o médico colunista do UOL Jairo Bouer conversou com o ginecologista Luciano Pompei, representante da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia). Segundo ele, as usuárias do Diane 35 e seus similares não têm motivo para se preocupar, desde que estejam tomando a pílula com orientação médica.

@saúde: proibição de pílula na França preocupa usuárias

Pompei explica que a maior preocupação em relação às pílulas combinadas (com estrogênio e derivado da progesterona) é o risco de desenvolver trombose. Em mulheres que não usam pílula, a incidência é de aproximadamente 2 casos em cada 10 mil. Entre usuárias, são 4 casos para cada 10 mil, o que para o médico não representa um aumento tão expressivo em termos absolutos. "Em grávidas, esse número chega a 20", comenta.
O ginecologista avisa que mulheres com histórico de trombose, infarto ou AVC não podem usar pílulas hormonais. O medicamento também é contraindicado para fumantes com mais de 35 anos e pacientes hipertensas (mesmo que a doença esteja controlada).
Drospirenona
Recentemente, alguns estudos publicados apontaram um risco maior de trombose associado ao uso de outro tipo de pílula combinada - as que contém o hormônio drospirenona (como Yaz e Yasmin, no Brasil). Esses produtos têm sido bastante receitados porque, em geral, causam menos retenção de líquidos.
Pompei diz que o risco maior, em relação a pílulas de gerações mais antigas, foi detectado em pesquisas com pouca qualidade. Já estudos com qualidade superior mostram que o risco é semelhante ao das outras. "Vamos aguardar novos estudos, mas, a princípio, o conceito é de que o risco é equivalente."
O importante, frisam Pompei e Bouer, é que nenhuma mulher use anticoncepcionais por indicação de amigas ou parentes. Consultar o médico é fundamental para escolher o método contraceptivo mais adequado para cada mulher.
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Tire suas dúvidas sobre a pílula anticoncepcional9 fotos

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Pílula anticoncepcional engorda? - Para 84% das mulheres a principal razão para a troca da pílula anticoncepcional são os efeitos colaterais. Entre os mais lembrados estão aumento de peso (45%), enjoo (31%) e dores de cabeça (29%).

Segundo o ginecologista Nilson Roberto de Melo, presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, hoje existem diversas pílulas sem estes efeitos. "A ida ao médico é essencial exatamente para que ele prescreva a pílula que esteja de acordo com o perfil da mulher, proporcionando benefícios adicionais à contracepção" Getty Images

Ginástica meditativa promete mais equilíbrio e vigor para enfrentar o dia a dia

  • Leandro Moraes/UOL
    As aulas duram duas horas e são ministradas pelo professor Silvio Ricardo Rocha, criador da modalidade As aulas duram duas horas e são ministradas pelo professor Silvio Ricardo Rocha, criador da modalidade
Desenvolver uma aula que reunisse o melhor de diversas práticas orientais e ocidentais na busca do equilíbrio entre corpo e mente foi o que motivou Silvio Ricardo Rocha, formado em Educação Física pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) e especialista em ioga e ginástica holística, a criar a ginástica meditativa.

O método, ministrado pela Associação Palas Athena, em São Paulo, oferece um mix de exercícios posturais e atividades lúdicas que, aliados à prática de respiração e meditação, prometem benefícios como redução do estresse, mais consciência corporal e energia. "Pegamos a essência de cada prática, incluindo ioga, pilates, ginástica holística, meditação e tai chi chuan, e juntamos em uma só", explica Rocha.

As aulas duram duas horas e são ministradas uma vez por semana. Apesar de feitas em grupo, elas têm um enfoque individual, no problema de cada aluno. O praticante deve exercer um papel ativo para atingir os benefícios da ginástica meditativa, segundo o especialista. "Todo o trabalho é centrado na concentração. O aluno deve ficar em silêncio, prestando atenção em si mesmo. Assim, ele vai soltando o corpo e os bloqueios de tensão", fala o professor.

Isso sem deixar de lado a parte física, com o trabalho postural e muscular. "Se beneficia o corpo, beneficia a mente", acredita Rocha. Com o corpo em equilíbrio, os resultados aparecem. "Para mim o que mais resolveu foi o problema da lombar. Sentia muitas dores nesta região", conta a professora aposentada Marlou Pellegrini, 69, adepta da ginástica meditativa há mais de dois anos.
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Aprenda alguns exercícios da ginástica meditativa17 fotos

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Trabalho com bola média: deitado, apoie uma bola de tamanho médio sobre a região logo acima dos glúteos. Com as duas pernas juntas e alongadas rente ao chão, faça um movimento de sobe e desce. Faça o mesmo com a outra perna... Lenadro Moraes/UOL
Sempre antes de iniciar a atividade, é importante aquecer o corpo e movimentar as articulações. Rocha ensina: "Faça movimentos suaves com o pescoço, girando para a esquerda e para a direita. Continue com uma automassagem no pescoço, na garganta e no couro cabeludo. Gire os ombros para cima e para baixo, para frente e para trás, eleve-os e solte-os levemente. Dê pequenos tapas na cintura, quadris, barriga e peito, técnica chamada de tapotagem. Para soltar a cintura, gire-a em um movimento de bambolê. Trabalhe a flexão dos joelhos dobrando-os um pouco e retornando à posição original. Gire os tornozelos e os punhos para os dois lados. Estique e dobre os pés, em um movimento similar ao de acelerar o carro".

A aula de ginástica meditativa termina com uma sessão de meditação. "Procure ficar deitado ou sentado imóvel, prestando atenção na respiração. Se perceber algum ponto de tensão, tome consciência dele e relaxe, sempre respirando. Perceba o movimento que ocorre quando o ar entra e sai", explica o professor. Segundo ele, é importante se manter vigilante durante a meditação. "Não é indicado dormir".

Só deve usar adoçante quem realmente precisa, defendem especialistas



  • Letícia Moreira/Folhapress
    Todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados Todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados
Desde que os adoçantes foram criados, na década de 1960, várias dúvidas e polêmicas surgiram no rastro do produto colocando em dúvida não só sua eficácia, mas, principalmente, seus efeitos sobre a saúde. Embora vários estudos ainda não sejam conclusivos, convém saber mais sobre o assunto e sempre ouvir a opinião de especialistas.

A nutricionista Luciana Harfenist, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, salienta que há restrições e contraindicações ao emprego do item. "Quem tem pressão alta ou insuficiência renal, por exemplo, precisa verificar as taxas de sódio de cada marca antes de consumir." E tem mais: vários profissionais defendem que indivíduos saudáveis, que não apresentam nenhuma doença que obrigue restringir o açúcar, não deveriam inserir o adoçante na alimentação.
"Muito melhor seria adotarem uma dieta equilibrada, em quantidades adequadas para suas necessidades nutricionais", sustenta a nutricionista Ariane Machado Pereira, pós-graduada pelo Imen (Instituto de Metabolismo e Nutrição).
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Veja mitos e verdades sobre adoçantes17 fotos

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O emprego desses produtos é prejudicial à saúde. PARCIALMENTE VERDADE: conforme considera a nutricionista Ariane Machado Pereira, tudo depende da forma como o item é inserido na alimentação. "Dentro de um contexto saudável, para indivíduos que precisam se submeter a uma dieta restrita ou com quantidades reduzidas de açúcar, apresentando condições metabólicas e fisiológicas específicas, como diabetes, por exemplo, o adoçante apropriado não proporcionará malefícios", diz. Agora, se for consumido em doses excessivas, sem que se identifique o melhor produto de acordo com as necessidades, é possível que promova algum efeito maléfico para determinadas pessoas, segundo ela. A também nutricionista Luciana Harfenist concorda: "Como envolve substâncias artificiais, quando em excesso pode causar problemas a longo prazo, como alergia, enxaqueca, falta de concentração, dificuldade no controle da ingestão de carboidrato e mudança no paladar" Getty Images
Para melhorar a imagem desses produtos, a Abiad (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres) lançou uma cartilha, com informações aos consumidores, que recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O material garante que o adoçante não é prejudicial à saúde, e que "a segurança dos aditivos alimentares é feita através de inúmeros estudos científicos para comprovação da inexistência de efeitos adversos decorrentes do seu consumo".

Proibidos e liberados

Porém, nos Estados Unidos, por exemplo, o ciclamato de sódio foi relacionado ao câncer e, por isso, seu uso foi proibido. "Existem estudos que fazem um paralelo entre o câncer na bexiga e a sacarina e o ciclamato", diz Harfenist.

Pereira, no entanto, cita o Informe Técnico nº 40, de 2 de junho de 2009, disponível na página da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que diz que a decisão tomada pelo FDA, regulador de remédios e alimentos norte-americano, foi baseada em um estudo feito em ratos. A entidade já recebeu uma petição para revisar a proibição, que ainda está em análise. 
A Anvisa diz que, desde então, foram conduzidos muitos estudos sobre carcinogênese envolvendo ciclamato, sozinho ou em misturas com sacarina, não tendo sido demonstrada incidência estatisticamente significativa de tumores na bexiga dos animais testados.

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  • Divulgação/Mundo Verde Alternativas mais saudáveis ao açúcar e aos adoçantes ganham espaço no mercado
"Acredito que todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados, ricos em conservantes e aromatizantes e que, muitas vezes, já apresentam em sua composição algum edulcorante artificial", diz Pereira.
"Indivíduos saudáveis, sem necessidade de dietas especiais, não precisam aderir aos adoçantes artificiais. Basta mudar os hábitos alimentares, saborear itens in natura, como sucos de frutas, por exemplo, ou mesmo o café puro. Talvez isso demande tempo e persistência para que o organismo possa se adaptar ao sabor, mas compensará", conclui a nutricionista.
De qualquer forma, é bom ir com calma antes de começar a pingar gotinhas do dito-cujo em tudo que ingerir.

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