sábado, 13 de abril de 2013

Michel Teló dá calote e fica com fama ruim


Garçom aceita virar motorista de Michel Teló e acaba se dando mal, diz jornal

Cantor tem 32 anos (Foto: AgNews)Michel Teló, 32, deixou um garçom do Rio de Janeiro na mão. O sertanejo prometeu dar uma caixinha para que o funcionário do restaurante em que jantava o levasse até em casa, porém o garçom saiu perdendo no final. A informação é da coluna "Retratos da Vida", do jornal "Extra", publicada nesta sexta-feira (12).

O sertanejo jantava com a namorada Thaís Fersoza, na Barra da Tijuca, no Rio. Porém, como ele havia bebido algumas taças de vinho, pediu para que um garçom dirigisse o seu carro até a casa da atriz, no Recreio dos Bandeirantes. Teló prometeu pagar o táxi de volta e mais um extra para o garçom.

Segundo o jornal, quando o funcionário retornou ao restaurante, ele avisou os colegas para ficarem espertos com os pedidos do cantor, pois, ao chegar no destino, Teló deu ao rapaz uma nota de R$ 50, valor que não pagou nem o táxi de volta.

A carreira de Teló não anda mal não. No último ano, o sertanejo emplacou dois hits nas paradas internacionais, "Ai Se Eu te Pego" e "Bara Bara (Berê Berê)". Neste ano ele estreia como dublador na animação "Universidades Monstros". No dia 25 de abril concorre em sete categorias do prêmio Billboard de música latina.


Filha de Gretchen posta foto sem camisa na internet


Atriz estava bem descontraída na manhã desta sexta-feira (12)

Reprodução / Instagram
Thammy Miranda posou sem camisa e colocou foto no Instagram

Thammy Miranda estava bem descontraída e resolveu postar uma foto sem blusa no Instagram, nesta sexta-feira (12).

— Paz e boa noite ou bom dia né? Brigado meu Deus por tudo...Força, foco e fé sempre! 

A atriz passou por uma grande transformação ultimamente, teve que se vestir de maneira bem feminina para encarnar a dançarina Lohana na novela Salve Jorge (Globo).

Fique atento ao calendário de concursos para o Ceará


Entrar para o serviço público por meio de concurso é o sonho de muitos. A estabilidade, e em muitos casos os bons salários sã atrativos que fazem com que cada vez mais pessoas procurem os muitos concursos que são abertos por órgãos municipais, estaduais e federais.
Atualmente, no Ceará, há quatro concursos em andamento. Para que os interessados não percam o prazo de inscrições, o Blog Sobral em Revista traz abaixo o resumo de cada seleção com os links para quem quiser saber mais sobre os Editais.


Cagece
Vagas: 315
Remuneração: R$ 1946,49 a R$ 4.308,97
Inscrições: 11 de abril a 7 de maio
Requisito: médio/técnico e superior
Taxa: R$ 58 e R$ 84
Edital e inscrições: http://www.funcab.org
Clique aqui para ler mais
Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado
Vagas: 18
Remuneração: R$ 3.057,60 + GDAA + GT
Inscrições: 3 a 23 de abril
Requisito: Nível superior
Taxa: R$ 120
Edital e inscrições: www.uece.br
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Procuradoria Geral de Justiça
Vagas: 62
Remuneração: R$ 3.947,33 (nível superior) e R$ 2.400,96 (nível médio)
Inscrições: 8 de abril a 14 de maio
Requisito: Níveis superior e médio
Taxa: R$ 100 (nível superior) e R$ 80 (nível médio)
Clique aqui para ler mais

Ideci
Vagas: 20
Remuneração: R$ 3.747,97 a R$ 6.169,73
Inscrições: 8 a 12 de abril
Requisito: nível superior
Taxa: R$ 70
Clique aqui para ler mais

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Maioridade penal


SÃO PAULO - Como sempre ocorre quando um menor comete um homicídio bárbaro, cerca de dois terços da população erguem a voz para pedir a redução da maioridade penal. Compreendo a revolta, mas não me incluo nessa robusta maioria.
É claro que os 18 anos encerram algo de arbitrário. Se quiséssemos fugir aos caprichos do legislador e adotar uma regra informada pela ciência, teríamos, na verdade, de empurrar o limite para além dos 20 anos, que é quando amadurece o córtex pré-frontal, área do cérebro responsável por tomar decisões complexas e controlar a impulsividade.
Uma medida dessa natureza, porém, não contribuiria para manter a coesão social, o que a torna impraticável. Já que a arbitrariedade é inescapável, por que não ouvir o apelo da população e reduzir a maioridade? Se o jovem de 16 anos já pode votar e fazer sexo, por que não haveria de responder criminalmente por seus atos?
Se estivéssemos criando um corpo jurídico a partir do nada, eu não me oporia muito a estabelecer o limite mais baixo ou mesmo permitir que o tribunal determinasse a capacidade penal de cada acusado, independentemente de sua idade cronológica. A questão é que não estamos partindo do zero. Ao contrário, estamos discutindo modificações num sistema já estabelecido e, se há uma receita para piorá-lo, é ceder à tentação de legislar sob forte impacto emocional.
Já fizemos isso com a chamada Lei dos Crimes Hediondos (nº 8.072/90) e o resultado foi uma peça que se choca com os princípios mais básicos do direito penal e com a própria Constituição. O STF teve até de anular um de seus dispositivos.
Supondo que a maioridade baixe para 16, o que faremos quando um garoto de 15 matar alguém? Reduziremos o limite para 14, ou 10?
O direito moderno começa a se distinguir melhor da velha vingança quando considerações racionais passam a preponderar sobre as emoções, por mais justas que sejam.

Comissão quer impedir que patrão tenha casa penhorada

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GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA
Folhainvest Integrantes da comissão do Congresso que discute a regulamentação da emenda das domésticas querem evitar que patrões possam ter seus imóveis penhorados para pagar dívidas com empregados.
O grupo articula alterar a exceção à "impenhorabilidade", prevista pela lei 8.009, que determina a perda do imóvel do patrão quando a dívida é firmada com domésticas -mesmo que seja o único bem do empregador.
Como a emenda que ampliou os benefícios dos empregados domésticos prevê o recolhimento de FGTS, com a multa de 40% para os casos de demissões sem justa causa, os congressistas temem que os patrões não tenham condições de arcar com dívidas trabalhistas.
"Uma multa de 40% do FGTS após tantos anos de trabalho pode significar a venda do imóvel da família. Temos que discutir uma alternativa para proteger a família brasileira", disse o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).
Relator da comissão, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) vai propor a redução da multa para 10%. Ele acredita que, com a mudança no percentual, o pagamento das dívidas trabalhistas não vai pesar no orçamento familiar.
"Na empresa, 40% de multa não é problema porque ela tem lucro. A família não faz previsão, faz conta na ponta do lápis, quando não entra no cheque especial", disse.
Integrantes da comissão argumentam que a mudança no percentual da multa pode ferir a convenção internacional da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que deve ser ratificada pelo governo brasileiro.
"Essa é uma regra de todos os trabalhadores. Há outras instituições que não visam ao lucro e os empregados têm a proteção dessa regra", disse o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
Jucá prometeu encerrar a discussão sobre a regulamentação da emenda na comissão até 1º de maio. O relator pretende apresentar sua proposta final no dia 23 de abril.
No texto, o senador também vai sugerir a redução das alíquotas do INSS para 8%, tanto para os patrões quanto para os empregados, e repasse do pagamento de auxílio-creche para o governo.

Eletricista cria Farobook para reunir 'aumigos' de estimação em Santos (SP)


"Hoje eu fui dar uma voltinha no bairro depois de muito tempo", "Estou mordendo a mãe antes de ir nanar...", "Agora estou embaixo da mesa, no pé do cara que acha que é meu dono". São frases atribuídas a bichos de estimação, escritas em uma rede social criada especialmente para abordar "uma vida animal": o Farobook, nome alusivo ao faro canino.
A iniciativa surgiu de uma ideia de Marcos Roberto Rodrigues, 45, um eletricista que mora e trabalha em Santos (72 km de São Paulo) e é autodidata em informática. Apaixonado por animais e dono de "Sanny", uma poodle de cinco anos de idade, resolveu usar a internet para que pessoas manifestassem seu apreço por cães, gatos, pássaros e outros "pets". Hoje, o Farobook tem cerca de 1.700 membros.
Rodrigues alimentou o plano por quase um ano, até contá-lo para um amigo, o aposentado Mauro Jorge de Carvalho. Em meados do ano passado, decidiram montar o site, também administrado por Jassa Martins, mulher do eletricista. Mas foi nos últimos dois meses que, na divulgação boca a boca e a cada "lambida" (equivalente à opção "curtir" no Facebook), a rede social se popularizou.

Onde fica Santos

  • Santos está a 72 km de São Paulo
Com a abertura de seções no Farobook para postagem de fotos e vídeos, informações sobre animais achados e perdidos, bichos para adoção, jogos com temática animal e bate-papo entre "aumigos", os conhecimentos de Marcos Rodrigues se tornaram insuficientes para a manutenção do site. A capacidade inicial para processamento de dados também.
"Não achava que o Farobook teria essa projeção. Comecei com um servidor compartilhado para manter o site, pagando R$ 19,90 por mês. Tive que mudar para um servidor dedicado, que custa mais de R$ 400 mensais, e precisei contratar um programador, que me demanda ainda mais dinheiro", diz Rodrigues, que divide as despesas da manutenção do site com Carvalho.

Amor compartilhado

Outra preocupação consiste no conteúdo: não se permite a publicação de imagens de animais machucados. "Em vez de sensibilizar as pessoas, [as cenas] acabam chocando. As crianças também são público do site. Então, se alguém acha que deve usar uma foto dessas, precisa desfocar a imagem e colocar uma tarja nela. A ideia é compartilhar o amor entre os animais."
Depois de 30 anos como técnico em eletrônica e eletricista especializado em iluminação e decoração, Rodrigues diz sonhar em ter condições de sobreviver do trabalho do Farobook. "Com o site, estou fazendo o que gosto, compartilhando momentos e ajudando pessoas com seus animais. Uma moça já adotou um animal por aqui [o Farobook]".

Dívida bilionária e fazendas ocupadas ameaçam império de deputado mais rico do Brasil


Símbolo maior do poder político e econômico dos usineiros em Alagoas, o grupo João Lyra deixou de lado a liderança agroindustrial no Estado e enfrenta uma crise sem precedentes. Com falência já decretada, mas questionada judicialmente, o grupo tem dívida bilionária, terras invadidas e enfrenta o protesto constante de funcionários com salários atrasados.
Era uma situação tão tranquila, que o grupo obteve todos os empréstimos que quis e de que necessitou junto à rede bancária nacional e internacional
Dono de cinco usinas em Alagoas e Minas Gerais, o usineiro e presidente do grupo que leva seu nome, João Lyra (PSD), foi eleito deputado federal pelos alagoanos em 2010 e chegou à Câmara, onde cumpre mandato até 2014, com o status de parlamentar mais rico do país --seu patrimônio declarado é de R$ 240 milhões.
Mas ao longo desse período, o deputado deixou o posto de líder político para encarar problemas em seu grupo. Eleito sempre com o discurso "gestor exemplar", Lyra começou a dar sinais de que o império começava a ruir em janeiro de 2010, quando o grupo conseguiu na Justiça um despacho para "recuperação judicial".
De lá para cá a situação piorou. Segundo o Tribunal de Justiça, o grupo deve pouco mais de R$ 1,2 bilhão (cinco vezes o patrimônio declarado de seu presidente) e teve falência das usinas e empresas associadas decretada, a pedido de credores, em setembro de 2012.

Ausente no Congresso

Divulgação
O deputado João Lyra deixou a fama de mais rico para ser conhecido como o mais faltoso da Câmara. Em 2012, compareceu a apenas 29 (32%) das 91 sessões destinadas a votação, segundo levantamento do site Congresso em Foco. Nenhum projeto foi apresentado pelo parlamentar. Sua assessoria informou que problemas no ouvido o impediram de viajar a Brasília. Lyra também enfrenta uma ação por suposto trabalho escravo em suas empresas. Ele é acusado pelo MPF (Ministério Público Federal) de "submeter à condição análoga à de escravo 56 dos 3.300 trabalhadores de uma empresa de sua propriedade que trabalhavam em lavoura de cana-de-açúcar em União dos Palmares"
A maioria das dívidas é com grandes fornecedores, que cobram pagamento judicialmente. A decisão de falência foi revertida liminarmente pelo Tribunal de Justiça, que deve julgar o caso, com seu pleno, na próxima semana, quando uma posição definitiva será tomada.
A situação recente do grupo surpreende pela posição confortável que tinha até cerca de cinco anos atrás. Seus investimentos corriam dentro de uma aparente normalidade. "Era uma situação tão tranquila, que o grupo obteve todos os empréstimos que quis e de necessitou junto à rede bancária nacional e internacional", afirmou o economista Cícero Péricles.
Para o economista, de 2009 até agora foram várias as tentativas de renegociação da dívida do grupo com credores, mas todas teriam fracassado. "As constantes renegociações e a presença desse grupo no noticiário econômico, sempre em posição desconfortável, parecem indicar que, caso não ocorra uma novidade de caráter muito surpreendente, ele terá o mesmo destino de alguns grupos do Sudeste, que sofreram processos de reestruturação, de divisão ou que fecharam definitivamente."

Débitos com funcionários

As dívidas com credores não param de crescer, novos débitos se acumulam com os cerca de 26 mil trabalhadores que atuam para o grupo. Segundo a Fetag (Federação dos Trabalhadores da Agricultura em Alagoas), a maioria absoluta dos funcionários do grupo estava, até a última terça-feira (9), sem receber salários de fevereiro.
"Os trabalhadores têm fechado rodovias e feito greve. Foram dadas férias coletivas, e alguns ajuizaram ação na Justiça. Mas sempre orientamos que não adianta, porque não há como bloquear mais nada: está tudo bloqueado. Os próprios procuradores e juízes estão superlotados com isso, e a gente está sugerindo acordo com o grupo", disse Antônio Torres Guedes, secretário da Fetag.
Quase semanalmente, funcionários de alguma das três usinas fecham uma rodovia em protesto contra salários atrasados em Alagoas. Para Torres, apesar da crise, há esperança de dias melhores. "A gente tem esperança de que melhore. Eles disseram à gente que estão vendendo uma empresa e procurando um sócio para que tudo volte à normalidade", afirmou.
Outro problema trabalhista está no complexo de comunicação que o grupo detinha em Alagoas até o final do ano passado, quando anunciou o fechamento de "O Jornal", segundo maior impresso do Estado.
Desde do fechamento, os funcionários cobram o pagamento dos salários e demais direitos trabalhistas. Sem conseguir resultado das negociações, o Sindicato dos Jornalistas de Alagoas ingressou, na semana passada, com ações na Justiça pedindo providências.
"Mesmo tendo a compreensão dos trabalhadores e facilidades para saldar o compromisso, o deputado, o grupo e sua representante não cumpriram a palavra", disse a presidente do Sindicato dos Jornalistas, Valdice Gomes, citando ainda que o grupo não repassou as contribuições sindicais, nem os descontos do Imposto de Renda à Receita Federal.

Ocupações de terra

Outro problema é de ordem fundiária. Quatro movimentos sociais (Movimento Via do Trabalho, Movimento de Luta pela Terra, Movimento Unido pela Terra e Terra Livre) invadiram nove fazendas do deputado, numa série de ocupações iniciadas no final do mês passado.
Os grupos alegam que, com a paralisação da produção de boa parte do grupo, as terras nos municípios de União dos Palmares e Branquinha estão improdutivas e devem ser desapropriadas.
Se você percorrer as terras da usina Guaxuma, 90% estão improdutivas
Segundo o representante dos movimentos, Marcos Antonio da Silva, a decisão de ocupar as fazendas veio por conta das notícias da falência do grupo. "Se você percorrer as terras da usina Guaxuma, 90% estão improdutivas. A safra desse ano deu 1/3 da do ano passado. Tendo em vista isso, os quatro movimentos, juntos, ocuparam essas fazendas improdutivas", disse.
O líder sem-terra informa que a ideia é pressionar o governo para fazer a reforma agrária nas fazendas do deputado. "Exigimos a montagem de uma força-tarefa entre governos estadual e federal para fazer um levantamento nas terras do deputado", disse Silva, citando que 500 famílias ocuparam cerca de 4.000 hectares (cada hectare equivale a 10.000 m². O Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e o governo do Estado ainda não se pronunciaram sobre a questão.

Resposta

O UOL pediu, no início da semana, uma entrevista com o deputado ou mesmo resposta aos questionamentos feitos por e-mail, mas não obteve sucesso. Em uma nota curta, a assessoria do grupo João Lyra disse à reportagem que "o setor jurídico do Grupo João Lyra está buscando os meios legais para reaver as terras invadidas, já que as três unidades são produtivas." "Sobre os demais assuntos, não iremos nos pronunciar", finalizou a nota.
Segundo o site do grupo, as empresas do deputado produziam por 6,5 milhões de sacas de açúcar e 300 mil metros cúbicos de álcool (cada metro cúbico corresponde a mil litros). "O Grupo João Lyra, um dos mais tradicionais e sólidos do Norte e Nordeste do país, mantém entre suas empresas uma atuação inter-relacional amparada por modernas políticas de gestão e pelo constante investimento em avanços tecnológicos", diz o texto de apresentação do site.

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