quarta-feira, 24 de abril de 2013

Internet já abocanha nos EUA mercado da TV paga

Internet já abocanha nos EUA mercado da TV paga

Publicidade
NELSON DE SÁ
DE SÃO PAULO
O Netflix, serviço de filmes e programas via internet, de baixo custo, retomou ontem sua trajetória de principal ameaça à televisão.
Com a divulgação do balanço do primeiro trimestre, suas ações voltaram a ser negociadas em Nova York acima de US$ 200 pela primeira vez desde 2011, quando sofreu uma crise de confiança junto aos assinantes.
No balanço, o Netflix informou ter aumentado em 2 milhões o número de assinantes nos Estados Unidos, totalizando 29,2 milhões.
Segundo analistas do setor ouvidos por "Variety" e "New York Times", conseguiu deixar para trás na liderança a HBO, serviço de filmes e programas via TV paga, por cerca de 500 mil assinantes.
Fora dos EUA, o Nérolis elevou o número de assinaturas em 1 milhão, para 7,1 milhões. Nesse âmbito, porém, a HBO é 16 vezes maior.
Em entrevista à revista "GQ" de janeiro, o diretor de conteúdo do Netflix já dizia que "o objetivo é se tornar a HBO antes que a HBO possa se tornar Netflix".
NO BRASIL, AUMENTO
A única menção do relatório à operação brasileira foi quanto ao reajuste "modesto" na assinatura mensal, de R$ 15 para R$ 17, já anunciado aos clientes.
A justificativa, segundo o fundador e presidente-executivo, Reed Hastings, é recuperar a inflação acumulada desde o lançamento no país, há um ano e meio.
O balanço não detalha resultados financeiros ou de penetração no Brasil ou qualquer outro país, fora os EUA.
E o único dado de audiência foi global e aproximado: seus quase 36 milhões de assinantes digitais assistiram a um total de 4 bilhões de horas de programação via internet, no primeiro trimestre.
Além do serviço on-line, o Netflix ainda mantém nos EUA a entrega de DVDs por correio, origem do negócio, mas hoje inexpressiva. Foi justamente a tentativa frustrada de isolar os DVDs em empresa à parte que levou à crise de confiança de 2011.
CASTELO DE CARTAS
Lançada em fevereiro, com direção de David Fincher e protagonizada por Kevin Spacey, a série "House of Cards" (castelo de cartas) foi o destaque de Hastings ao apresentar o relatório.
Primeiro investimento de peso do Netflix em conteúdo, a série trouxe para todo o serviço, segundo seu fundador, "um efeito de halo" (percepção favorável) mundo afora.
"O alto nível de satisfação indica que somos capazes de usar os dados e focar a nossa audiência tão bem quanto a TV aberta e fechada", disse Reed Hastings.

Editoria de Arte/Folhapress

Funcionário vive sem folgas desde 2011 para ajudar imigrantes no Acre




No abrigo para imigrantes em Brasileia, município de 20 mil habitantes perto da fronteira do Brasil com a Bolívia e o Peru, o coordenador da secretaria de Direitos Humanos do Acre, Damião Borges, tirava dúvidas de um grupo de haitianos quando avistou uma mulher que caminhava com dificuldade.

Com as pernas inchadas e uma barriga de oito meses de gravidez, a jovem haitiana tinha acabado de atravessar a fronteira a pé, por um longo trecho de floresta amazônica. Na rota, traçada por agentes que transportam imigrantes sem vistos, buscava evitar que policiais a apanhassem.

Damião lhe assegurou que médicos da cidade a tratariam com atenção especial. Três semanas depois, quando a jovem deu à luz uma bebê saudável, ele sugeriu batizá-la de Vitória. A mãe aceitou. "Vitória porque aquele parto foi uma vitória da vida", diz Damião à BBC Brasil.

Ao narrar a história, ocorrida em 2011, ele se recorda das dificuldades enfrentadas pelos primeiros haitianos a cruzar a fronteira. Até então um funcionário da secretaria estadual de Esportes em Brasileia, município onde nasceu há 53 anos, Damião tinha uma rotina pacata só alterada pelo agito dos campeonatos estudantis que organizava anualmente.
Mas, no fim de 2010, quando centenas de haitianos passaram a chegar após o terremoto que devastou o país caribenho naquele ano, o governo estadual o incumbiu de coordenar a assistência humanitária aos imigrantes.
Sozinho, ele agia em várias frentes: recebia e cadastrava os estrangeiros, orientava-os sobre os trâmites do visto, recolhia seus documentos, comprava remédios, organizava a distribuição de comida e gerenciava o abrigo onde dormiam. "Virei cem em um."

Para se comunicar com o grupo, passou a contar com alguns imigrantes que, além de creole, também falavam espanhol. O trabalho que ele pensava ser temporário, porém, jamais foi interrompido: desde então, o fluxo de imigrantes em Brasileia só cresceu, assim como suas responsabilidades.

Sem fim de semana

Damião hoje trabalha de segunda a segunda. "Faz dois anos e meio que não sei o que é sábado, domingo, Semana Santa, nada".

Em dias calmos, inicia as atividades às 7h30 e as encerra por volta das 19h. Quando as tarefas se acumulam, chega ao abrigo por volta das 6h e só o deixa tarde da noite. Não raro, é despertado de madrugada para lidar com emergências.

Pai de um filho de 19 anos, separou-se da esposa alguns anos antes da chegada dos imigrantes. Com o ritmo de trabalho atual, diz que procurar uma namorada se tornou "praticamente impossível" e que, com frequência, passa até cinco dias sem visitar a mãe de 80 anos, que mora em frente à sua casa.

No abrigo, um antigo ginásio esportivo, é abordado o tempo todo por imigrantes, que pedem soluções aos mais diversos problemas - o visto que demora a sair, um bêbado que arranja confusão, a comida servida crua, a falta de dinheiro para telefonar à família.

Encerra boa parte dos diálogos com a mesma frase: "Tenha paciência que você vai vencer."

Às vezes, irrita-se com a insistência de alguns, enrijece os ombros e os deixa falando sozinhos, rumo à pendência seguinte.

Risco de brigas e epidemias

Na semana em que a BBC Brasil permaneceu em Brasileia, no início do mês, Damião coordenava uma reforma no abrigo para ampliá-lo e dotá-lo de mais banheiros. O alojamento, com capacidade ideal para 200 pessoas, chegou a abrigar quase 1,4 mil naqueles dias.

A superlotação, causada tanto pelo aumento no fluxo de imigrantes quanto pela redução no ritmo da emissão de vistos pela Polícia Federal, fez o governo do Acre decretar estado de emergência em Brasileia e na cidade vizinha de Epitaciolândia.

Desde então, o governo federal se comprometeu a acelerar os vistos e a cobrir os gastos com a assistência aos imigrantes. Damião torce para que as medidas ponham fim a um dos momentos mais duros que já enfrentou.

Ele temia que as condições no abrigo resultassem em uma epidemia ou em conflitos entre imigrantes de nacionalidades distintas. Diferentemente das primeiras levas de estrangeiros a chegar a Brasileia, formadas apenas por haitianos, as últimas incluem indivíduos de outros sete países.

Com 74 integrantes, o grupo de senegaleses é o segundo mais numeroso no abrigo. Damião notou que os africanos se negavam a se misturar aos haitianos, que se amontoam à espera das três quentinhas diárias. Com isso, ficavam sem comer.

Ele então separou a entrega de refeições aos dois grupos. A tensão se dissipou.

A comida - ou a falta dela - já provocara nervosismo em outro momento. De setembro de 2012 a março de 2013, o governo estadual suspendeu as refeições gratuitas por falta de verbas.

"Eu saía pedindo doações aos empresários e ia para o supermercado comprar óleo e carvão", conta. Naqueles tempos, diz Damião, quem não podia comprar comida fora do abrigo passou fome. Certo dia, ele soube que, no desespero, alguns haitianos mataram um gato. "Assaram e comeram o bicho."

Serviços de RH

Conforme notícias sobre o surto migratório na região se espalhavam, Damião passou a ser contatado por empresas de todo o país. Após contratações bem-sucedidas, algumas companhias passaram a deixar em suas mãos a seleção de novos trabalhadores.

Dos cerca de 6,5 mil haitianos que entraram no país por Brasileia, o governo estima que 4,3 mil deixaram a cidade já contratados, muitos em triagens organizadas por Damião.

Às vezes, diz ele, imigrantes espalhados pelo país lhe telefonam para reclamar dos descontos obrigatórios nos salários. Muitos contam com o ordenado para pagar as dívidas que fizeram para migrar, manter-se no país e sustentar parentes no Haiti.

Mas a maioria dos imigrantes que o procura após deixar Brasileia tem boas notícias a compartilhar. Em março de 2012, quando uma cheia deixou sua casa submersa por seis dias, uma ligação o surpreendeu.

Haitianos que ele ajudara a empregar em Rondônia souberam da enchente pela TV e fizeram uma vaquinha para cobrir seus prejuízos. "Agradeci muito, mas pedi que mandassem o dinheiro para os parentes no Haiti, que estavam mais necessitados do que eu."

O governo do Acre também expressou gratidão pelos serviços do funcionário. Num evento em Brasileia no início do mês, o secretário de Direitos Humanos do Estado, Nilson Mourão, chamou-o ao palco para uma homenagem. Logo após pegar o microfone, Damião começou a chorar.

Recomposto, disse encarar o trabalho como uma missão divina. "Todos os dias agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de ajudar essas pessoas."

Ele, que se define como um católico não-praticante, diz que sua "vida espiritual melhorou muito" nos últimos anos e que aprende muito com os imigrantes. "Tenho momentos de raiva, às vezes falo forte, mas quem diria que um dia eu ia mexer com oito culturas diferentes?"

Gravidez de risco

Em novembro de 2012, Damião outra vez se deparou com uma grávida que precisava de cuidados especiais. A haitiana viajava sozinha e não tinha ninguém para ajudá-la no abrigo. Damião acompanhou a gravidez e coletou fraldas para o bebê entre vizinhos.

"Fiz de tudo para não faltar nada para eles", conta.

Meses depois, quando ela deu à luz um menino saudável no hospital de Brasileia, Damião voltou a propor um nome para o batismo: Mateus. Dessa vez, porém, a mulher rejeitou a sugestão.

Damião conta que, rodeada por 20 haitianos que a visitavam após o parto, a mãe justificou a escolha: "Ela disse: 'Mateus, não! Ele vai se chamar Damião, porque você foi como um pai para nós'."

Surpresos, os haitianos aplaudiram a decisão, e Damião, outra vez, chorou. O pequeno Damião Oriel vive há cinco meses com a mãe em Porto Velho.

Voo da Gol sofre atraso após passageiro anunciar bomba em avião


Publicidade
DE SÃO PAULO
Atualizado às 11h11.
Um voo da Gol que saía de Brasília e seguia para Manaus e Boa Vista foi suspenso por quase três horas após um passageiro anunciar que existia uma bomba dentro do avião e que ela iria explodir.
O episódio ocorreu na noite dessa terça-feira no aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília.
O avião, que deveria ter decolado às 21h50, precisou ser trocado pela Gol. O voo 1646 foi liberado às 0h34 desta quarta-feira.
Segundo Inframérica, empresa que administra o aeroporto, o passageiro foi retirado do avião pela Polícia Federal e seguiu para interrogatório.
A aeronave foi revistada e todas as bagagens passaram novamente pelo raio-X. Nada foi encontrado. No voo havia 145 passageiros.
Em nota, a Gol informa que a troca da aeronave que faria o voo ocorreu por medida preventiva.

Tamanho do pênis atrai tanto quanto altura e corpo


Que o tamanho é documento –e faz diferença sim- a gente já sabe! Mas uma pesquisa concluiu que a dimensão do pênis chama tanto a atenção quanto a forma do corpo e a altura.
Segundo a pesquisa feita pela revista PNAS, se o homem for alto e tiver o corpo torneado ele chama mais atenção do que um baixinho e cheinho, independente do tamanho do membro dele.
Ou seja, o tamanho do pênis não é a única coisa que conta para as mulheres.
Mesmo assim, o estudo conclui que para realmente colher os benefícios de um pênis grande, o homem precisa ser atraente em primeiro lugar.
E você, qual tipo de homem prefere?
Fonte:  Pop

"Mãe, eu te amo", disse suspeito de atentado em Boston antes de morrer


Tamerlan Tsarnaev, 26, suspeito do atentado em Boston, falou com a mãe antes de ser morto por policiais durante um tiroteio em Watertown, cidade próxima a Boston, na última sexta-feira (18). Em entrevista por telefone à emissora norte-americana "ABC News" nesta segunda-feira (22), Zubeidat Tsarnaeva disse que o filho falou "Mãe, eu te amo" e a ligação foi cortada.
Tamerlan ligou para a mãe na sexta-feira alertando-a que a policia estava atrás dele e do irmão.
Os dois suspeitos apontados pelo FBI como responsáveis pelas explosões da Maratona de Boston foram identificados como sendo os irmãos Dzhokhar A. Tsarnaev, 19, e Tamerlan Tsarnaev, 26. Os dois são russos, provenientes de uma região próxima à Tchetchênia, e residentes legais nos Estados Unidos há no mínimo um ano.
"A polícia começou a atirar em nós, eles estão nos caçando", o filho teria dito a Zubeidat.
Tamerlan disse ainda que o irmão Dzhokar Tsarnaev, 19, estava junto dele. Desesperada, Zubeidat disse ter começado a chorar e a gritar. Mais tarde, uma de suas filhas ligou para avisá-la que o filho havia sido morto.
Suspeito é interrogado
Dzhokar, único suspeito das explosões na Maratona de Boston capturado, deve ser denunciado por crimes federais já nesta segunda-feira (22), enquanto permanece hospitalizado sob vigilância armada, com graves ferimentos. A imprensa americana informou na noite de domingo (21), que ele já está consciente e responde a perguntas por escrito, mas a polícia de Boston não confirma a informação.
Tsarnaev, que está internado no hospital Beth Israel Deaconess e recebe tratamento para ferimentos graves sofridos durante a perseguição, é o principal suspeito por trás das duas explosões de segunda-feira passada, (15) que deixaram três mortos e 180 feridos na linha de chegada da Maratona de Boston. Ele foi capturado com ferimentos na garganta. As autoridades esperam sua recuperação para interrogá-lo.
O canal "NBC News", que citou fontes da investigação federal, informou que, apesar de uma lesão na garganta que o impede de falar, o jovem estava começando a responder as perguntas dos investigadores.
A "ABC News" afirmou que Tsarnaev estava respondendo "esporadicamente" por escrito e que os investigadores questionam sobre outros membros potenciais de células terroristas ou outros planos de explosões.
O jornal "USA Today", que também cita autoridades, afirma que Tsarnaev está consciente e responde por escrito. Além disso, destaca que os investigadores consideram a possibilidade do ferimento no pescoço ter sido executado pelo próprio jovem.
Ed Davis, chefe de polícia de Boston, havia afirmado mais cedo que o jovem estava em condição "crítica, mas estável".
Fonte: Uol

Jovem mãe quer vender cabelo de 1,4 m para comprar enxoval de seu bebê





 
Jovem mãe quer vender cabelo de 1,4 metro para comprar enxoval de seu bebê

Os cabelos de Rosilene Rodrigues da Silva, de 21 anos, têm um metro e 40 centímetros, que saem como se fosse uma cascata sobre todo o seu corpo e chega próximo aos pés. Em dezembro do ano passado, quando casou com o apontador em uma usina de cana-de-açúcar Evando Ferreira da Silva, de 33 anos, eles tinham um metro de meio de comprimento e teve que ser abastado em um palmo para não correr o risco de pisar sobre eles durante a cerimônia matrimonial.

  Rosilene Rodrigues da Silva vem deixando seus cabelos crescerem desde quando tinha 15 anos de idade.

  Apesar de ter orgulho de seus cabelos de um metro e 40 centímetros, Rosilene Rodrigues dos Santos tomou uma decisão drástica e resolveu cortar seus cabelos para, com o dinheiro da venda, comprar o enxoval de seu bebê, que está para nascer.

  Rosilene Rodrigues quer vender os cabelos o mais rápido possível por sua filha Ana Bella, está para nascer. Rosilene dos Santos conta que sua Ana Bella deverá nascer até, no máximo, dia 10 de maio, porque está no oitavo mês de gravidez.

  Com o dinheiro que quer receber pelo cabelo, valor que imagina ficar entre R$ 3,5 mil a R$ 4 mil, Rosilene dos Santos quer comprar o enxoval da filha Ana Bella, que será composto com fraldas, bacia, berço, roupas para a criança, carrinho de bebê e produtos de higiene.

“Em já fui em União e em Teresina e procurei vender o cabelo, mas só querem dar R$ 900,00. Eu vi uma reportagem na TV de uma mulher que recebeu a proposta para vender seu cabelo por R$ 14 mil e mais um ingresso para jogo do São Paulo. Eu acho que no Piauí eu posso vender meu cabelo por R$ 3,5 mil a R$ 4 mil”, falou Rosilene dos Santos, que mora com seu marido em uma casa de taipa, feita de argila e talos de folhas de palmeiras, no povoado Sudão dos Camilos, em União (42 km de Teresina).

“Eu amo minha mulher com cabelos grandes ou cabelos curtos e dou aval para que venda o cabelo porque eu ganho R$ 678,00, o salário mínimo por mês e com os descontos só recebo R$ 618,00. A gente precisa desse dinheiro para comprar o que é preciso para a nossa criança”, declarou Evando Ferreira da Silva.

Evando Ferreira ajuda a lavar os longos e negros cabelos de sua mulher Rosilene dos Santos.

“Um shampoo acaba em uma semana quando lavo duas vezes. Antes, eu lavava três vezes por semana, mas é muita mão de obra. Para lavar meus cabelos, eu gosto até três horas e quando é para hidratar são quatro horas”, fala Rosilene dos Santos.

“Eu espero que minha Ana Bela também tenha os cabelos longos”, projeta Rosilene.
 
 
 
Fonte: meionorte

As criminosas mais bonitas do mundo


Não se deixe levar pela aparência, essas garotas são delinquentes que cometeram diversos crimes, entre eles homicídio, latrocínio e roubo a mão armada. Por trás de seus belos e encantadores rostos femininos podem esconder mulheres violentas que representam risco de vida para sociedade.






 
 
Fonte: mundolouco

feedburner do blog

Paginas mais visitadas