sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pilotos indianos deixam comissárias no comando de avião para dormir


Dois pilotos da Air India saíram da cabine de comando para cochilar e deixaram duas comissárias de bordo no comando de um avião até que elas desligaram por equívoco o piloto automático, informou nesta sexta-feira a imprensa local.

Os dois pilotos dormiram 40 minutos na primeira classe, até que acordaram abruptamente quando uma das auxiliares desligou o piloto automático e os dois precisaram correr para retomar o controle do avião, segundo o jornal "Mumbai Mirror".

O incidente ocorreu no voo AI-133 que fazia a rota Bangcoc-Nova Délhi a 10 mil metros de altura no dia 12 de abril em um Airbus-321 onde viajavam 166 passageiros, explicaram fontes anônimas da companhia aérea ao jornal.

Segundo a reportagem do "Mumbai Mirror", o copiloto Ravindra Nathel deixou a cabine de comando rumo à primeira classe, enquanto o capitão B.K. Soni explicava aos auxiliares de voo como operar a aeronave, antes de ir cochilar também.

A Air India negou que os pilotos deixaram a cabine, mas reconheceu em comunicado que as aeromoças "ficaram durante um longo período de tempo na cabine".

Segundo a versão da companhia, foi o copiloto que desligou o piloto automático "por uma distração".

A Direção-Geral de Aviação Civil da Índia confirmou que os dois pilotos e as comissárias foram demitidos e que o incidente está sendo investigado.

Em MG, alunos pagam até R$ 50 mil para fraudar vestibular de medicina


O Unipam (Centro Universitário de Patos de Minas), em Patos de Minas (393 km de Belo Horizonte), cancelou nesta sexta-feira (3) a matrícula de quatro estudantes do curso de medicina, após receber relatório da Polícia Civil de Minas Gerais apontando fraude no último vestibular da instituição.
De acordo com as investigações policiais, os estudantes Danilo Barbosa Resende, 18, de Porangatu (GO), Marcos Lázaro Donato Barbosa, 23, de Guanambi (BA), Eduardo Bodanesi Fontana, 33, de Lajes (SC), e Artur Queiróz de Oliveira, 28, de Natal (RN), pagaram entre R$ 20 mil e R$ 50 mil para que outras pessoas fizessem o processo seletivo no lugar deles, em novembro do ano passado.
"Ficou provado que não foram eles que fizeram as provas. Eles contrataram pessoas para fazerem a prova e depois se matricularam", afirmou Luís Mauro Sampaio, delegado responsável pelas investigações. Sampaio, porém, explicou que é difícil chegar aos dublês de candidatos. "São quadrilhas organizadas que agem em todo o país e são investigadas pela Polícia Federal", disse.
Além do relatório entregue nesta quinta-feira (2) para a direção do Centro Universitário, o delegado diz que vai entregar na segunda-feira (6) as conclusões das investigações para o Ministério Público, com pedido de abertura de processo penal contra os estudantes. Eles foram autuados por falsidade ideológica, falsidade documental e estelionato. As penas máximas para esses crimes chegam a 14 anos de prisão. Os estudantes não têm antecedentes criminais.
O advogado Cássio Araújo, contratado pelos estudantes, afirmou que "eles negam as provas produzidas no inquérito policial". Araújo também disse que, embora não tenha tido tempo de se aprofundar no caso, ele pretende "contradizer na Justiça as provas produzidas no inquérito policial".  O advogado ainda informou que não sabe se vai recorrer da decisão do Unipam de desligá-los do curso. "Isso depende dos meus clientes. Ainda não conversamos sobre isso".

Quem é Delfim Netto?

"Sequer cogitamos uma expulsão, após receber o relatório da polícia. Como eles não fizeram as provas de vestibular, não poderiam fazer a matrícula. Simplesmente, cancelamos a matrícula deles. No segundo semestre, temos quatro vagas de segunda chamada", disse o diretor de graduação e coordenador do vestibular do Unipam, Henrique Miranda.
O professor explica que, logo após a matrícula, houve uma denúncia anônima de fraude no vestibular. Assim, foram aplicadas redações para os 60 alunos que passaram no vestibular. Esses testes e as redações do processo seletivo foram repassados para a polícia pela Unipam, como pedido da investigação.
Após quatro meses de apuração, a polícia identificou os estudantes. Eles foram ouvidos e tiveram comparadas as letras escritas nas redações feitas em sala de aula com a tipografia da prova de redação do vestibular, assim como as assinaturas na matrícula e nos exames seletivos.
Segundo o delegado, os quatro não foram detidos porque são réus primários. Sampaio explicou que, além dos exames grafotécnicos, foram avaliados os conhecimentos desses estudantes. Nas investigações, foram mostrados aos suspeitos trechos da prova de redação do vestibular, para que eles pudessem reconhecer as frases escritas. Na prova de Danilo Barbosa Resende, por exemplo, havia a palavra "iconográfico", uma referência ao "homo sapiens" e uma citação sobre o ex-ministro Delfim Netto.
O delegado perguntou ao estudante se ele sabia o significado das expressões e se conhecia o ex-ministro citado no texto. "Quem é Delfim Netto?" O aluno não conhecia as expressões e nem sabia quem é Delfim Netto.
"A Unipam prezou pela questão futura. Esses profissionais seriam indivíduos que entraram sem nenhum mérito e se tornariam médicos. Como seria o atendimento dessas pessoas aos doentes?", questiona o delegado.
O curso de medicina da Unipam oferece 60 vagas por ano. Em média, são 30 estudantes disputando uma vaga. A matrícula e mensalidades custam em torno de R$ 4.000, dependendo do período que o aluno está cursando.

USP disponibiliza cerca de 800 vídeo aulas das áreas de Exatas, Humanas e Biológicas



Desde a semana passada, qualquer pessoa com acesso a internet poderá acessar o acervo didático da Universidade São Paulo (USP) a partir do Portal e-Aulas USP. O site contém cerca de 800 vídeo aulas que estão divididas em três categorias: Exatas, Humanas e Biológicas. O acesso é gratuito e não precisa de inscrição. No entanto, o portal não emite certificados oficiais aos usuários que acessam o site.
A ideia foi elaborada pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da instituição. O portal também possibilita que os vídeos expostos no site sejam compartilhados pelas mídias sociais.
Para acessar o site das vídeoaulas, clique AQUI

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Traição no Facebook pode ser descoberta por R$30,00



O crescimento das redes sociais vem ao longo do tempo, mudando por completo os relacionamentos das pessoas, principalmente os relacionamentos amorosos. Prova disso é de o Facebook já ter sido citado em 28 milhões de processos de divórcios, isso segundo uma estimativa da Associação de Advogados Matrimoniais dos Estados Unidos.

Diante desse cenário, a empresa brasileira Fidelidade Face viu um mercado em potencial. Apesar de não existir dados concretos sobre a influência da Rede Social nos relacionamentos amorosos dos brasileiros, o que não falta é namorados e namoradas, maridos e esposas, que reviram a vida dos parceiros na internet. Foi pensando na facilidade dessas pessoas que a Fidelidade Face foi criada. Essa empresa testa a fidelidade dos parceiros no Facebook.

Sabe aqueles testes de fidelidade que passam em alguns programas de TV? Pois então, funciona quase da mesma forma. o cliente passa a página de seu companheiro no Facebook e um atendente entra em contato com ele (a) pelo chat da própria rede social.

A ideia é que o funcionário atue como se estivesse interessado na pessoa e veja se ela responde às investidas.

Para o sim ou para o não, a empresa faz um Print Screen da conversa e envia por e-mail para o comprador.

Em seu site, a Fidelidade Face publica alguns depoimentos de usuários. "Serviu bem. Minha namorada não desconfiou de nada. O site foi bem atencioso e cumpriu com a proposta. Recebi a prova em três dias", disse LN, de 30 anos. "Ele caiu direitinho, deu maior confiança para a menina, mas eu já desconfiava dele mesmo. Ele nem acreditou quando viu a prova da conversa", diz AF, de 22 anos.

E você? Usaria um serviço desse?




Fonte: amuvuca.com

Exercícios para o cérebro podem ajudar a emagrecer, dizem médicos


  • Thinkstock
    O 'neurofitness' consiste em exercitar o cérebro para aumentar a capacidade de alcançar objetivos O 'neurofitness' consiste em exercitar o cérebro para aumentar a capacidade de alcançar objetivos
O cenário não é novo nem raro, acometendo muitas pessoas no dia a dia: mesmo fazendo todo o esforço possível, a dieta e o exercício físico não são suficientes para baixar o ponteiro da balança. De acordo com o clínico geral e fisiologista do exercício, João Pinheiro, formado em medicina pela Universidade Federal do Pará, diversos fatores podem interferir no resultado. E é aí que entra o que ele chama de neurofitness ou neuróbica:"O indivíduo que está acima do peso usa a comida para driblar frustrações, angústias, estresse. E, nesses casos, muitas vezes é preciso fazer algo a mais. Alguns exercícios mentais ajudam a ultrapassar as barreiras para a perda de peso."
A 'malhação' que mexe com a mente engloba desde manobras de equilíbrio até pulos e agachamentos (veja exemplos no fim do texto). São movimentos simples que estimulam o cérebro de alguma maneira, disparando comandos para as áreas neuronal e muscular. Indicada para todas as idades, a ideia é revigorar a habilidade cerebral e aumentar a capacidade de alcançar objetivos definidos. A modalidade dá uma força no emagrecimento e ainda minimiza problemas como insônia, perda de memória e distúrbios de atenção. "O recomendado é associar o neurofitness a alguma atividade física tradicional – dança de salão, musculação, esportes", diz Pinheiro.
Conceito novo
Embora ainda não haja comprovação científica, especialistas acreditam que a prática pode funcionar. De acordo com o neurologista Leandro Teles, formado e especializado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), médico do Hospital Oswaldo Cruz (SP), o termo neurofitness é aplicado em duas situações distintas: exercícios mentais em prol da capacidade intelectual – de concentração, memória e estratégia, por exemplo; e atividade mental para perda de peso, redução de medidas e contorno corporal. "O primeiro item já foi bastante estudado e conta com embasamento científico, enquanto o segundo se baseia em um conceito relativamente novo e, por isso, carece de pesquisas. Mas é possível que seja eficaz, sim."
Duas hipóteses, na opinião do neurologista, explicariam como a modalidade influencia na perda de peso. Para começar, ele diz, a atividade mental guiada leva a mudanças comportamentais que favorecem o emagrecimento. "O cérebro é que sente fome, faz as opções alimentares, seleciona as quantidades; e, na ginástica, define o tipo e a intensidade do exercício. Mais que isso, é a cabeça que se frustra com os resultados ruins, desanima, desiste. Nessa perspectiva, podemos dizer que um cérebro melhor treinado auxilia na perda de peso, melhorando as escolhas e o comprometimento com os resultados. Indivíduos que estabelecem metas progressivas são, de modo geral, mais bem sucedidos."
Segundo Teles, alguns exercícios poderiam, teoricamente, mudar a relação do organismo com a atividade física e a alimentação, além de transformar a imagem corporal e a forma de se encarar os desafios. "O efeito é indireto: o cérebro auxilia a melhor administração dietética e esportiva e o peso é reduzido por essa modificação comportamental."
Mudanças no organismo
A segunda hipótese que explica o sucesso do neurofitness é fisiológica: a atividade mental altera a secreção hormonal e origina uma nova ação metabólica mais favorável ao emagrecimento. "Isso tem algum embasamento científico: a produção de leptina e grelina, hormônios da saciedade, depende diretamente do estado emocional, do sono e de outros aspectos cerebrais.
Além disso, existem outras pontes entre exercício mental e alteração metabólica: pessoas ansiosas liberam mais cortisol, associado à redistribuição de gordura; a insônia crônica leva ao ganho de peso; a depressão altera o apetite", observa Leandro Teles. O neurologista acredita que há pessoas sensíveis a este tipo de prática somada a medidas tradicionais, como dieta e exercício físico convencional, enquanto em outras não funcionaria.
  • Thinkstock Exercícios de equilíbrio e de coordenação motora ajudariam a treinar o cérebro para emagrecer
Suzete Motta, médica formada pela Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) com prática ortomolecular e formação em estética médica, concorda. "De qualquer forma, sabemos que o cérebro é o responsável por tudo. Para citar um exemplo, considere que o estresse aumenta o cortisol e altera o sono, fatores que influenciam na gordura corporal. Quer dizer, muitos aspectos estão relacionados."
A médica explica que o cérebro humano é constituído por cerca de 100 milhões de células nervosas, os neurônios, que trazem uma característica especial: a neuroplasticidade, que nada mais é do que a capacidade de se modificarem e adaptarem sua estrutura e função em resposta às exigências externas e internas do organismo. "Toda demanda que desafie ou estimule o cérebro produz alterações anatômicas que geram sinapses, quer dizer, comunicação entre os neurônios. O mentalfitness, também chamado de neurofitness ou neuróbica, aciona tal mecanismo, resultando em melhora do desempenho cognitivo – raciocínio, memória, concentração – e controle do estresse e da ansiedade, que auxiliam na perda de peso", conclui Suzete Motta.
Veja, agora, alguns exercícios da modalidade:
1. Aposte no equilíbrio
Este exercício é simples e pode ser feito em casa. Fique em pé sobre uma plataforma e eleve os braços na altura dos ombros. Após manter o equilíbrio, tire o pé esquerdo por alguns minutos e depois faça o mesmo com o pé direito. Repita dez vezes com cada pé.
2. Exercite sua coordenação motora
Que tal andar de costas na esteira? Na velocidade de 1 km/h, suba no aparelho de costas e caminhe. No início, você pode apoiar os braços nas laterais para se acostumar. Pratique por cinco minutos.
3. Responda aos comandos
Peça a ajuda de uma amiga para ordenar que você pule ou agache assim que ela fizer um sinal. Elaborem uma sequência de exercícios: quando ela levantar o braço esquerdo, por exemplo, você deve pular três vezes; quando ela abaixar o mesmo, você tem que agachar. Dedique-se a essa 'aulinha' por cinco minutos, no mínimo.
4. Brinque com objetos
Em casa, disponha cinco cadeiras em um ambiente e ande entre elas, primeiro de frente e depois voltando de costas. Na sequência, pegue uma bola e a conduza com o pé esquerdo passando pelas cadeiras, depois alterne e repita com o pé direito.

Estudo garante que dinheiro traz felicidade


O dinheiro traz felicidade e ter mais dinheiro deixa as pessoas mais felizes, independentemente de já terem o suficiente para se manter, garantem cientistas especializados em economia em um estudo publicado nesta segunda-feira.

Embora o vínculo entre dinheiro e bem-estar não surpreenda, o novo estudo contradiz pesquisas anteriores que sugeriram que este efeito diminuía acima de um certo nível de renda, que permite às pessoas atenderem às suas necessidades básicas.

Os economistas da Universidade de Michigan Betsey Stevenson e Justin Wolfers afirmam em seu artigo, pulicado na edição de maio do periódico 'American Economic Review, Papers and Proceedings', que não há evidências de um ponto "de satisfação" na equação dinheiro-felicidade.

"Não encontramos evidências de um ponto de satisfação", escreveram.

"O vínculo entre renda e bem-estar que encontramos quando examinamos apenas os pobres é semelhante àquele encontrado quando examinamos apenas os ricos", destacaram.

Eles descobriram que o vínculo é válido "ao se fazer comparações cruzadas entre países ricos e pobres assim como ao se fazer comparações entre pessoas ricas e pobres de um país".

O estudo é o mais recente de um campo que rende muita discussão e parece contradizer uma teoria denominada "Paradoxo de Easterlin", desenvolvida em 1974 por Richard Easterlin, que está na Universidade do Sul da Califórnia.

A pesquisa de Easterlin, baseada em consultas feitas no Japão, sugeria um pequeno ou nenhum aumento na felicidade nacional apesar do milagre econômico que o país viveu após a Segunda Guerra Mundial.

Estudos posteriores apontaram para uma renda anual nos Estados Unidos de US$ 75.000 e em países pobres numa faixa entre US$ 8.000 e US$ 25.000, além da qual o dinheiro não impactaria mais o bem-estar.

Mas Stevenson e Wolfers afirmaram que a pesquisa demonstrou que o Paradoxo de Easterlin e teorias similares simplesmente estão equivocadas.

"Se houver um ponto de satisfação, ainda não o alcançamos", afirmaram.

"Nós não encontramos evidências de uma quebra significativa, tanto na relação felicidade-renda, quanto na relação satisfação-renda, mesmo com rendas anuais acima do meio milhão de dólares", acrescentaram.

Stevenson e Wolfers usaram dados de três diferentes estudos cruzados entre países, incluindo a consulta Pew Global Attitudes, a pesquisa Gallup World Poll e o International Social Survey Program.

"Eles demonstram uma clara relação entre o nível médio de bem estar em um país com sua renda média", escreveram.

"Enquanto os ganhos com a renda ficam mais lentos à medida que os países enriquecem, eles nunca desaparecem. Dobrar a renda de um país tem o mesmo impacto no bem estar de seus cidadãos, independente do ponto inicial", emendaram.

Stevenson e Wolfers, que também é um membro não residente da Brookings Institution, têm feito estudos nesta área há anos e a última pesquisa sustenta suas conclusões de um estudo de 2008.

"Enquanto à ideia de que há algum nível crítico de renda além do qual a renda não impacta mais o bem-estar (...) trata-se de algo em desacordo com os dados", concluíram.

Hambúrguer mais velho do mundo tem 14 anos de idade mas não aparenta


Não há o menor sinal de mofo ou emboloramento (Reprodução/YouTube
Não há o menor sinal de mofo ou emboloramento
Um homem do estado de Utah, nos EUA, manteve um hambúrguer de um fast-food por 14 longos anos e, incrível, a aparência do sanduíche se manteve inalterada! Não há o menor sinal de mofo ou emboloramento no alimento.

David Whipple, de 63 anos, guardou o hambúrguer inicialmente no bolso de um casaco, onde ficou esquecido. Dois anos mais tarde, quando se deparou com o sanduíche, decidiu examiná-lo para ver o que aconteceu.

Segundo contou ao site "Orange", Whipple, ao abrir o pacote, ouviu um festval de: "Oh, meu Deus, eu não posso acreditar que ele esteja da mesma maneira!". De acordo com especialistas do programa da televisão norte-americana "The Doctors", o formato do hambúrguer, fino e largo, ajuda na perda rápida da umidade do alimento. Sem umidade, não há bactérias decompositoras.

Agora que Whipple sabe dessa informação e passada a surpresa, ele quer manter o hambúrguer conservado por muito mais tempo, para um dia poder mostrar aos seus netos.

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