Tracey Cox é uma escritora britânica responsável por diversos livros sobre sexo e relacionamentos. Em sua coluna semanal no jornal The Daily Mail, a autora abordou um tema polêmico sobre os casais: as desculpas mais comuns que os parceiros dão para evitar o sexo.
Segundo
ela, uma boa noite de sexo não é um presente, mas sim uma conquista.
Como todas as coisas boas da vida, Cox lembra que é preciso investir no
parceiro, afinal, quando mais tempo um casal passa na cama, maiores são
as chances de aumentarem seu desejo e se sentirem mais satisfeitos.
O
problema é que, muitas vezes, somos resistentes a mudanças e acabamos
sabotando nossa própria vida sexual. Para evitar que isso aconteça no
seu relacionamento, confira quais são as desculpas mais comuns que você
ou seu parceiro podem estar usando na cama.
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“Estou muito velho para isso!”
A
especialista acredita que se ainda podemos comer, respirar e sorrir,
estamos plenamente aptos para experimentar coisas novas entre quatro
paredes. A idade, que costuma servir como justificativa para muitos, é
apenas uma questão de atitude.
Certamente, com o passar do tempo o
corpo perde a forma e habilidade para colocar certas coisas em prática.
Mas Tracey Cox defende que se negar a tentar algo diferente só porque
você acredita que seja apenas para “jovens” é bobeira.
“Estou feliz com um sexo meia-boca.”
A
especialista começa explicando que nem todo mundo busca uma noite
incrível de sexo. Algumas pessoas simplesmente têm uma libido
naturalmente baixa e não conseguem entender porque as pessoas procuram
ter momentos inesquecíveis na cama.
Relações sexuais mornas também
podem representar uma falta de comprometimento. “Sexo intenso
geralmente significa um relacionamento intenso e isso pode resultar em
uma dor intensa se tudo der errado”, explica a autora.
Tracey Cox
ainda ressalta que se o casal não sente necessidade de inovar na cama,
isso não será um problema na relação. No entanto, se esse tipo de
atitude incomoda apenas um dos parceiros, pode ser necessário rever o
que acontece entre quatro paredes. “Desencontros nas expectativas
sexuais abrem uma brecha para casos extraconjugais”, alerta a
especialista.
Crédito: Thinkstock
“Mas e as crianças?”
Considerando
que não é preciso prender as crianças no quarto para poder ter um
momento de privacidade, Tracey Cox acredita que existem várias maneiras
de driblar os filhos.
Entre as dicas que ela dá, contratar uma
babá para uma ocasião especial ou planejar rapidinhas para o horário em
que as crianças estão entretidas com a televisão costuma funcionar. A
especialista ainda recomenda fazer amizades com outros pais para que
possam revezar nos cuidados com os pequenos.
“Se as crianças
pegarem vocês no ato, não entre em pânico”, aconselha a escritora. Para
os pequenos, basta explicar calmamente que isso é uma coisa que os
adultos fazem quando são casados e se amam. Já com os mais velhos, o
flagra pode ser uma ótima oportunidade para começar um diálogo sobre o
assunto.
“Não gosto de mudanças.”
Tracey Cox
explica que pessoas extrovertidas recebem bem as mudanças, enquanto os
introvertidos procuram evitá-las. O segredo dessa atitude está na
autoconfiança e na autoestima. Se você é uma pessoa segura, maiores são
as chances de experimentar coisas novas. Afinal, se você passar
vergonha, qual é o problema?
Se
o parceiro se sentir nervoso ao tentar algo diferente, deixe claro que
vocês podem parar a qualquer momento caso ele não se agrade. Mas se você
se sentir insegura em alguma situação que desconhece, pense consigo
mesma e descubra o que realmente a incomoda. “Às vezes, somente o fato
de admitir nossos medos faz com que possamos nos dar conta de quão bobos
eles são”, explica Cox.
“Sou muito tímida e sentiria vergonha.”
A
autora comenta que ficar pensando que você soará idiota caso vocês
finjam ser outras pessoas, ficar pensando que não ficará nada sexy
naquela fantasia de enfermeira ou ter receio de que no final tudo sairá
errado são alguns exemplos de medos que todos nós temos.
“O truque
para experimentar coisas novas é começar com as coisas que causam menos
receio, até você acabar encarando novas ideias. Se você não faz o tipo
exibicionista, algumas coisas podem não agradar. Nesses casos, deixe seu
parceiro assumir o papel principal”, finaliza Cox.
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