quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Saiba como evitar as dores nas costas durante o trabalho

Quem trabalha muito tempo sentada pode terminar o dia com dores nas costas. Para que isso não aconteça, saiba escolher a cadeira correta e fique de olho na postura adotada:

1. A cadeira deve suportar a lombar e ficar em uma altura adequada para a tarefa que você desempenha. 

 
2. Mude de posição de vez em quando e caminhe pelo ambiente de trabalho de tempo em tempo ao longo do expediente.

3. Para se sentir mais confortável, coloque uma almofada ou toalha enrolada entre o encosto e a região inferior das costas.

4. Mantenha os pés sempre apoiados no chão e só fique com as pernas cruzadas em momentos necessários. As baixinhas devem colocar sob os pés um banquinho.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Saiba como usar aplicativos em favor da saúde


Tecnologia pode ser grande aliada de quem deseja se cuidar


avanços tecnológicos venham desempenhar papel fundamental na busca de soluções de um dia a dia com mais facilidades. Vemos hoje essa evolução tecnológica no universo da medicina como uma grande aliada da saúde e do bem-estar e com tendências que irão permitir o monitoramento dos pacientes pela classe médica de maneira mais personalizada e constante.
Existem diversos aplicativos disponíveis atualmente com a promessa de rastrear seu consumo calórico, monitorar o seu sono, incentivar a prática de exercícios físicos, diminuir o estresse e até ajudar na ingestão de água. Esses aplicativos, que acompanham a dieta e incentivam a prática da atividade física, por exemplo, podem ser um excelente pontapé inicial para quem deseja dedicar mais tempo à saúde.
Mas atenção! Qualquer aplicativo só irá ajudar a alcançar resultados duradouros em relação a sua qualidade de vida e em sua saúde se forem desenvolvidos de maneira individualizada, levando em conta diversos fatores clínicos, hormonais, nutricionais e físicos. Do contrário, esses aplicativos podem induzir ao erro e acabar prejudicando o indivíduo.
Se bem orientados, entretanto, os usuários desses apps se beneficiam da precisão e rapidez desses produtos, fornecendo ainda resultados compreensíveis para a classe médica, de educadores físicos, de fisioterapeutas, entre outras classes profissionais.
De acordo com um estudo realizado pela Global Mobile Health Market Report e publicado pela IDG News Services, cerca de 0,5 bilhão de pessoas usarão apps de saúde até 2015. Dá para lutar contra?

Dicas para usar melhor apps de saúde

1. Consulte um especialista antes de iniciar qualquer restrição alimentar ou praticar qualquer atividade física. Somente um profissional capacitado será capaz de lhe informar quais os prós e os contras e qual o melhor método para seu biótipo.
2. Os apps funcionam se você inserir corretamente os dados e fizer escolhas corretas. Emagrecer ou tornear seu corpo mesmo com toda a tecnologia disponível só será possível adotando um estilo de vida saudável.
3. Escolha programas reais. Nada de apelar para dietas muito restritivas. Emagrecer rápido nem sempre é sinônimo de sucesso e a quantidade ingerida de carboidratos, proteínas e gorduras deve ser equilibrada para você não se desnutrir e voltar a engordar.
4. Esforçar-se para atingir metas e estabelecer novos desafios são um grande elo na conquista da longevidade e peso saudável, mas é preciso ficar atento para não usar o programa de forma muito restritiva.

Entenda a composição da pílula anticoncepcional e acerte na escolha da sua


Cada tipo de hormônio tem indicação e ação específicas


Existem hoje diversas pílulas anticoncepcionais no mercado, cada grupo com suas particularidades. Isso permite que as mulheres possam escolher as melhores de acordo com seus objetivos. Mas lembro que algumas mulheres devem tomar cuidado antes de optar por esse método contraceptivo. Mulheres fumantes, por exemplo, devem ter cuidado redobrado, pois o tabagismo associado ao uso de pílulas anticoncepcionais aumenta significativamente o risco de formação de trombos na corrente sanguínea.
As pílulas mais utilizadas são compostas por dois tipos de hormônio, o estrogênio e a progesterona. A quantidade e o tipo de estrogênio e progesterona podem variar e é por isso que a escolha do anticoncepcional deve ser individualizada. 

Estrogênio

São dois os tipos de estrogênio usados nas pílulas: o etinilestradiol é um estrogênio sintético e o valerato de estradiol é natural. As primeiras pílulas tinham dose alta, 100 µg de etinilestradiol e por isso provocavam mais efeitos colaterais, como aumento do peso e muitos enjoos. Atualmente a dose do etinilestradiol é apenas de 15 µg, mantendo o risco de gravidez baixo. Veja abaixo os tipos e as características das pílulas anticoncepcionais e escolha o melhor para você.

Quanto à dosagem

As pílulas de etinilestradiol podem ser de ultrabaixa dosagem (15 µg), baixa dosagem (30 e 20 µg) ou média dosagem (35 µg). Nem sempre as pílulas de ultrabaixa dose são as mais indicadas, pois muitas mulheres podem ter sangramentos de escape e demorar para se adaptar. Normalmente começamos a usar essas pílulas para adolescentes e também moças que já apresentaram efeitos colaterais com outras pílulas (ganho de peso, enjoos ou vômitos, dores de cabeça, nas pernas e dores nas mamas).

Como tomar

Pílulas de ultrabaixa dosagem (15 µg) devem ser tomadas no regime 24 por quatro. Ou seja, a pílula é tomada por 24 dias e a pausa dura quatro dias. Mas, para a maior parte dos tipos de pílula, a tomada deve durar 21 dias e a pausa sete. Uma exceção é a pílula Yaz, que contém 20 µg e obedece ao regime de 24 por quatro, e a Qlara que deve ser tomada continuamente. 

Progesterona

 A progesterona é o hormônio que faz a diferença nos efeitos complementares dos anticoncepcionais, a depender do tipo utilizado na composição de cada um.

Levonorgestrel

O levonorgestrel foi uma das primeiras progesteronas usadas na composição das pílulas e está no mercado até hoje. Alguns dos produtos que levam esse tipo de produto na composição são o Microvlar, Ciclo 21 e Level. Ele tem ação androgênica, ou seja, parecida com hormônios masculinos. Pode provocar maior oleosidade da pele, acne e aumento de pelos. Em contrapartida, pode ser uma boa opção para aquelas mulheres que reclamam da queda da libido com uso de pílulas.

Gestodeno

O gestodeno tem efeito androgênico pequeno, isto é, o aumento de características masculinas - como pelos, oleosidade da pele e aumento da libido - é discreto. Também tem ação diurética. O princípio é bom para mulheres que apresentam sintomas leves de inchaço pré- menstrual e acnes. Exemplos: Micropil, Ginesse, Femiane, Diminut, Harmonet, Tamisa, Ginesse, entre outros.
"São muitos detalhes que devem ser levados em consideração na hora da escolha do melhor método anticoncepcional e se a escolhido for a pílula, ainda há muito em que se pensar até se chegar a melhor opção"

Desogestrel

Essa substância tem ação intermediária quanto ao efeito androgênico. Ela oferece  um bom controle de peso e ajuda na saúde da pele. Alguns exemplos são: mercilon, gracial, mercilon conti, minian,femina, primera e minian. Elas podem ainda estar associadas a 20 ou 30 µg de etinilestradiol. 

Acetato de ciproterona

 Este é mais antigo e está presente em várias pílulas associadas a 35 µg de etinilestradiol, como a Diane 35, a Selene, a Diclin e a Artemidis. Tem ação antiandrogênica muito potente, por isso é muito usada para o tratamento de Síndrome dos Ovários Policísticos, já que essas mulheres apresentam, em geral, muita acne, pele oleosa e pelos em excesso.

Drospirenona

Esse também tem ação antiandrogênica potente e diurética ao mesmo tempo, o que pode ser útil para aquelas mulheres que reclamam de inchaço pré-menstrual. Yasmin, Yaz e Elani ciclo contam com esse princípio, a única diferença entre elas é a dose de etinilestradiol e o regime de tomada.

Clormadinona

 Segundo o fabricante, esse tipo tem ação antiandrogênica e por isso traz benefícios para a pele sem perda do apetite sexual. Vem associada a 30 µg de etinilestradiol. A Belara contém a clormadinona.

Dienogest

Esta também tem ação antiandrogênica e é usada em associação com o valerato de estradiol. A Qlara usa o dienogest.
 O uso de qualquer pílula implicará numa amenização do fluxo menstrual e das cólicas. Algumas foram desenvolvidas pensando em tratar a Síndrome Pré-Menstrual, como a Mercilon conti, já que além dos 21 comprimidos, apresenta mais 7 comprimidos com dose baixa (10 µg) de etinilestradiol, evitando a variação hormonal brusca do período e melhorando os sintomas. A drospirenona age no organismo nos quatro dias de pausa, o que possivelmente melhora os sintomas.
Existem diferentes pílulas diferentes, com composições variáveis e efeitos muitas vezes diferentes, por isso aquela que serve para sua irmã ou amiga, provavelmente não será a melhor para você. São muitos detalhes que devem ser levados em consideração na hora da escolha do melhor método anticoncepcional e se a escolhido for a pílula, ainda há muito em que se pensar até se chegar a melhor opção. Então só a paciente, em parceria com a ginecologista, é capaz de definir isso.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Você entende a homeopatia?


Qualquer pessoa pode receber o tratamento, que não tem efeitos colaterais


O Dia da Homeopatia, comemorado em 21 de Novembro, só mostra o quanto essa ciência tem tradição: é baseada nos mesmos conceitos há mais de 200 anos. Dentro desse tratamento, há uma série de métodos, como o unicismo - que usa apenas um medicamento de cada vez - e o complexismo - baseado em uma somatória de medicamentos. "Independente da linha seguida, o medicamento homeopático é único para cada quadro e cada momento, não podendo ser receitado para pessoas diferentes", conta o médico homeopata Moises Chencinski, autor do livro Homeopatia - mais simples que parece.

Ele explica que o remédio homeopático pode ser feito de plantas, minerais e até animais: "O medicamento é muito diluído e, dessa forma, não causa danos ao doente". Para que essa terapia faça efeito, no entanto, é preciso manter alguns cuidados. Você sabe como funciona a homeopatia? Responda ao quiz e descubra. 

Elimine o inchaço com oito mudanças na alimentação


Evitar o sal e comer proteínas ajuda a acabar com o desconforto


O inchaço pode ter muitas causas e ser inclusive sintoma de muitas doenças. Mas uma das principais razões para o incômodo é manter uma rotina de maus hábitos alimentares. A causa mais comum do inchaço é a retenção de líquidos, provocada pelo acúmulo excessivo de água no organismo, o que leva ao inchaço principalmente na barriga, pés, mãos, coxas, tornozelos e mamas. "Outras causas de inchaço são a flatulência, gerada pelo acúmulo de gases no corpo, e a prisão de ventre, que pode formar aquela barriguinha indesejada", diz a nutricionista Noadia Lobão, do Rio de Janeiro. Mas com os ajustes certos no cardápio é possível eliminar o desconforto. Veja logo abaixo quais sãos mudanças simples na alimentação para eliminar o inchaço.

Evite bebidas gaseificadas

Refrigerantes e outras bebidas gaseificadas devem ser evitadas por quem sofre de inchaço. "Esse gases dilatam o estômago, causando desconforto e a sensação de que estamos cheios", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. Ela ressalva que esses gases proporcionam um inchaço temporário, que apenas agravam os sintomas que já sofrem com o problema. "No entanto, os refrigerantes são ricos em sódio, outro vilão da barriga inchada", diz. Para evitar esses efeitos, prefira sucos e água sem gás.  

Saiba como lidar com o adolescente quando o assunto é uso de drogas


Especialista Arthur Guerra tira as maiores dúvidas sobre sintomas do vício e tratamento


No início, são alguns goles de bebida alcoólica e um ou outro cigarro. Depois, desponta uma curiosidade por maconha e até pode chegar ao uso de cocaína e crack. Esse costuma ser o trajeto de adolescentes pelo mundo das drogas, que tem começado cada vez mais cedo. Um levantamento realizado pelo Portal Educacional mostrou que aos 15 anos de idade, 75% dos jovens já beberam pelo menos uma vez na vida e 31% já beberam além da conta. Os resultados são da pesquisa chamada "Este Jovem Brasileiro - Álcool", que contou com 11.846 jovens de 13 a 17 anos de todo o país. Além disso, 30% dos jovens começaram a beber com regularidade a partir de 14 ou 15 anos.
O papel dos pais na tentativa de evitar que o filho entre nesse caminho ou de ajudá-lo a sair pode fazer toda a diferença. Por isso, entrevistamos o psiquiatra Arthur Guerra, especialista do Minha Vida e Coordenador do GREA, Programa do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, para esclarecer dúvidas sobre a atitude da família com o adolescente quando o assunto é drogas. Confira: 

Por que o uso de drogas pode ser mais comum na adolescência?

O adolescente está em uma fase muito especial da vida: está deixando de ser criança para virar adulto, uma fase de mudanças e novas experiências. A curiosidade é um dos maiores motivos que o leva a experimentar alguma droga e, depois de um tempo, passar a experimentar outras cada vez mais pesadas. De cada 10 adolescentes que experimentam drogas, um acaba virando dependente.  

Como os pais podem interferir na vida do filho adolescente na tentativa de que ele fique longe das drogas?

Sem dúvida, a principal forma de prevenção é os pais darem o exemplo sadio. Acho errado pais que deixam o filho experimentar e consumir bebida alcoólica, cigarro ou outras drogas dentro de casa, junto com eles. O certo é mostrar que o consumo dessas drogas é prejudicial à saúde e não manter esse hábito.  
"De cada 10 adolescentes que experimentam drogas, um acaba virando dependente."

Nem mesmo o álcool pode ser permitido entre os adolescentes?

Exatamente. O consumo de álcool é sempre um hábito negativo, por três motivos principais: primeiro porque o adolescente não consegue ter controle sobre o uso e acaba consumindo de forma exagerada, vai pela empolgação e pelos amigos. Segundo, o cérebro do jovem onde o álcool vai agir ainda não está totalmente amadurecido, o que pode prejudicar o rendimento escolar dele. O terceiro, por fim, é o risco maior de dependência: quanto mais cedo a pessoa começar a usar, maiores serão as chances de ter problemas de saúde e de acostumar o corpo ao uso frequente de álcool. 

Quais sinais podem levar os pais a desconfiar que o filho seja usuário de drogas?

Quando o pai começa a desconfiar de mudanças de comportamento. Essa mudança é percebida principalmente aos observar os amigos do filho - ou ele muda as amizades, ou os amigos também começam a ficar com comportamentos diferentes. O adolescente ainda pode ter uma piora do rendimento escolar na escola, ficar irritável, trocar o dia pela noite e conversar menos dentro de casa.

O que precisa ser feito quando a família constata que existe uma situação de uso de drogas?

O primeiro passo é observar o comportamento e procurar conversar com o filho. É muito importante entender qual é o tipo de droga usado e a frequência, além de procurar ajuda profissional.  
Apoio da família é fundamental para o tratamento da dependência

Como identificar que o filho está dependente?

Se ele fizer um uso eventual de maconha e álcool, por exemplo, não terá o comportamento tão afetado no dia a dia. Pode ser um consumo ligado a uma situação de festa e eventos esporádicos, mas que mesmo assim é perigoso e precisa de atenção. Já quando o adolescente está dependente, ele precisa usar a droga sempre para não ter abstinência. Se os pais observarem o comportamento e a rotina do filho e mantiverem sempre um diálogo, conseguirão perceber com facilidade essas diferenças. 

O tratamento do adolescente é diferente do tratamento adulto?

Sim. O tratamento em todas as faixas etárias costuma ser multifacetado, ou seja, com várias áreas envolvidas (psiquiatra, psicólogo e outros). O adolescente, porém, precisa ainda mais do ambiente familiar e de um grande suporte dos amigos. É difícil você chegar a esse jovem e simplesmente dizer "você nunca mais vai usar álcool na sua vida". Ele precisa de apoio para entender o motivo dessa proibição, pois está em uma fase cheia de mudanças e dúvidas. Muitas vezes, o jovem está na busca até de respostas para o seu vício e encontra conforto em grupos de apoio.  

Quando é necessário internação, o jovem deve ir por livre e espontânea vontade ou pode ser forçado a isso?

Em casos em que o jovem não consegue separar as coisas, está em um grau de dependência que perdeu a liberdade de escolher, pode ser até utilizada uma interação involuntária. Mas ela é ruim porque afasta o familiar e o médico do paciente, o que pode aumentar o risco de suicídio. Por isso, o melhor é contar com ajuda médica para tomar qualquer atitude. 
"Quanto mais cedo a pessoa começar a usar drogas, maiores serão as chances de ter problemas de saúde."

A internação é garantia de sucesso da reabilitação?

Não. Ela é uma forma de tratamento que o médico especializado pode indicar, mas não garante que o paciente nunca mais tenha recaídas. As chances de sucesso são bem maiores quando a internação é bem aceita pela pessoa que usa drogas. Por isso, a família e o médico têm de apoiar e incentivar o paciente, mostrando a importância do tratamento. 

Qual deve ser a postura dos pais e da família durante o tratamento?

A família deve sempre buscar orientação e seguir todas as condutas que a equipe de saúde recomenda. Por exemplo: se a equipe fala "não pode usar drogas", a família não pode permitir uma única vez sequer que o filho use drogas. É difícil, porque muitos pais ficam com dó de ver o filho sofrendo com a abstinência e permitem, achando que usar apenas uma vez não terá problemas. Se a equipe também orienta que o adolescente volte aos estudos, a família precisa incentivar isso. É uma medida para que ele volte à vida normal e se distraia. Há pais que deixam o filho ficar em casa, com medo de que ele se irrite demais ao forçá-lo a ir à escola. 
É fundamental, portanto, tanto dar apoio e carinho quanto ser mais rígido em alguns momentos. Quando o tratamento é mais difícil por conta do comportamento e da dependência do adolescente, os pais podem atrapalhar se forem flexíveis demais com o filho. 

Como as drogas ilícitas mais comuns agem no organismo do adolescente?

Maconha causa taquicardia, dilatação das veias oculares, euforia seguida por um momento de sonolência ou depressão, boca seca, ansiedade, pânico, alucinações, diminuição da atenção, dificuldade de coordenação motora, entre outros. Em longo prazo, pode causar dependência - irritabilidade, insônia e ansiedade ao não fumar -, prejuízo da memória (déficit de atenção), tristeza, câncer no trato respiratório, câncer de cabeça e pescoço, bronquite, enfisema e tosse crônica. 
Cocaína e crack causam euforia, diminuição de apetite e sono, taquicardia, aumento da pressão arterial, irritabilidade, paranoia, entre outros. Em longo prazo, a droga provoca alterações de humor, psicose, ataques cardíacos, dores no peito, tontura, convulsões, AVC, perda do olfato, náuseas, dor abdominal, alergias, perda de peso e outros problemas. 
Ecstasy causa agitação, náusea, sudorese, batimento dos dentes, visão borrada, câibras, desidratação, infarto, insuficiência renal. Após o uso da droga, há um prejuízo nas funções mentais, principalmente na memória, que pode durar até uma semana. A intoxicação por esse tipo pode causar aumento da pressão arterial, ataques de pânico, perda da consciência e convulsões. Já o LSD causa taquicardia, aumento da pressão arterial, tontura, perda de apetite, boca seca, náusea e tremores.

sábado, 17 de novembro de 2012

Light e diet são mesmo a melhor opção na dieta?

Eles também possuem calorias e precisam ser consumidos com cuidado



É só começar a dieta que muita gente não hesita em encher o carrinho de compras com produtos light. Só para ter uma ideia do peso dessa turma no cardápio dos brasileiros, um levantamento feito pela Indústria Brasileira de Alimentos Dietéticos (Abiad) mostrou que esses produtos estão presentes em mais de 35% dos lares da população. A grande preferência por eles está relacionada à ideia de que eles aumentam as chances de perder peso ao fazer dieta para emagrecer.

É aí que muita gente erra a mão, ignorando até mesmo as quantidades das porções. Os "lights" também têm calorias e, quando ingeridos em excesso, contribuem tanto quanto a versão convencional para o ganho de peso. Conversamos com as nutricionistas Camila Abreu e Ana Paula Souza que esclarecem as dúvidas a respeito desses alimentos.

É light ou diet?

Os termos ainda confundem, mas a diferença entre os dois é grande. Entretanto, diet é aquele produto que indica em sua embalagem a ausência total de algum nutriente ou ingrediente, que pode ser o açúcar, o sal, a gordura, a lactose, entre outros. Segundo a nutricionista Camila Abreu, a escolha do "diet" deve variar conforme a necessidade de cada pessoa. "Produtos específicos para diabéticos devem ser totalmente isentos de açúcar, por exemplo.

Para pessoas com problemas cardiovasculares, a restrição deve ser de gordura e assim por diante", completa a profissional. Já os alimentos classificados como "light" têm uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado elemento de sua composição em relação ao alimento tradicional. "São aqueles com baixo teor de componentes - sódio, açúcares, gorduras, colesterol - e/ou calorias, ou seja, não são isentos totalmente como os diet", explica Camila.

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