quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

10 cuidados ao escolher o presente de Natal das crianças


Pediatras pedem atenção às informações da embalagem para garantir segurança


Brinquedos são os presentes ideias para a criançada no Natal: divertem, educam, aprimoram o desenvolvimento intelectual e físico e melhoram até a relação afetiva com os pais. Mas eles jamais podem oferecer riscos à saúde dos pequenos. Apesar de o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) fornecer um selo garantindo que o produto é seguro, há muitos brinquedos vendidos em lojas que não são certificados ou que não são adequados à faixa etária da criança. Para acertar na escolha, fique atento aos cuidados que pediatras recomendam. 

Ruídos excessivos

Brinquedos que emitem sons muito altos podem causar danos à audição da criança. "Às vezes, os pais estão em uma loja no shopping com muito barulho externo e não conseguem perceber que o brinquedo é muito alto", diz o pediatra Marcelo Otsuka, do Hospital Estadual Darcy Vargas, em São Paulo. O cuidado vale tanto para carrinhos e celulares de brinquedo como para jogos de videogame. Este último exemplo, aliás, pede uma atenção ainda maior na escolha: "Além de regular o som da televisão, é preciso evitar games de luta e morte, que podem induzir a criança a ter um comportamento mais agressivo", alerta o médico. 

Seis receitas leves para não engordar no Natal


Pavê, manjar e até farofa tem espaço na ceia e na sua dieta


Estar de dieta na época do Natal é realmente muito difícil. São tantas as tentações que muitas vezes deixamos o plano de emagrecer de lado para aproveitar as delícias do feriado. Há também aqueles que estão cansados das mesmas receitas e estão à procura de inovações na cozinha. Pensando nisso, a equipe do programa de emagrecimento online Dieta e Saúde separou seis receitas leves e diferentes para você passar pela ceia de Natal economizando calorias, mas sem deixar de consumir comidas muito saborosas. Confira!

Arroz natalino

Prato é prático e leva uvas passas e amêndoas em lascas. Confira a receita.

Conheça o café da manhã que elimina 10 Kg em três meses

Uma das estratégias mais eficientes para perder peso é começar o dia comendo bem. Isso porque os alimentos despertam o corpo e o metabolismo, evitando que o organismo estoque gorduras. Confira um cardápios 10 kg!
Foto: Shutterstock
Está cheio de gente por aí que, na esperança de perder peso mais rápido, economiza nas calorias da primeira refeição do dia, ou pior, pula o café da manhã, usando a desculpa de que acorda sem fome. Porém, segundo os especialistas, esse é um dos maiores erros que se pode cometer quando o objetivo é afinar.
Em primeiro lugar, o café da manhã literalmente acorda o nosso corpo, que reduz o ritmo de funcionamento enquanto dormimos. Ao iniciar o dia com uma alimentação balanceada fornecemos ao organismo o combustível de que ele precisa para funcionar a mil. O metabolismo acelera, aumenta a queima de calorias e a perda de peso passa a ser uma consequência natural, explica a nutricionista Beatriz Fialdini (SP).
“Quando acordamos, os níveis de açúcar no sangue estão mais baixos por causa do jejum prolongado. Se não tomamos o café da manhã, eles caem ainda mais. O resultado é que começamos reservar energia, ou depositar gordura. E isso é o que devemos evitar, se quisermos emagrecer ”, pondera a nutricionista Liliam Teixeira Francisco (RJ).

Na hora certa

A falta dos nutrientes fornecidos no café também diminui o pique, deixando a gente mais preguiçosa para encarar as atividades da rotina. “Iniciar o dia sem uma refeição adequada, em questão de qualidade e quantidade, pode promover uma redução de até 30% no rendimento”, alerta Liliam. Por fim, o café da manhã também nos prepara para uma alimentação mais saudável nas demais refeições. “Pessoas que pulam o desjejum ficam com deficiência de nutrientes, o que faz com que no restante do dia optem por alimentos mais calóricos. Além disso, a tendência é que também exagerem na quantidade. E, nessas condições, a perda de peso fica mais difícil”, completa a nutricionista Paula Castilho (SP).
Um estudo realizado nos EUA e publicado no Journal of Obesity Research mostrou que o café da manhã é um dos principais hábitos incorporados pelas pessoas que emagreceram. Segundo a pesquisa, 80% dos pacientes que perderam pelo menos 13 kg e mantiveram o peso por mais de um ano afirmaram ter aderido à refeição matinal.
Para usufruir de tantos benefícios, o ideal é se alimentar até uma hora depois de acordar. De maneira geral, nutricionistas sugerem que se consuma uma fonte de carboidratos integrais, como pães ou biscoitos, combinados com fontes de proteínas, como leite desnatado, clara de ovo, peito de peru ou queijo magro. As proteínas retardam a digestão do carboidrato, prolongando a sensação de saciedade. No mais, o interessante é que o desjejum seja turbinado com frutas que conferem vitaminas e sais minerais.

Basta simplificar

Se a sua vida é corrida e a justificativa para não fazer um café da manhã adequado é a falta de tempo, a dica é planejar antes a refeição. “Deixe a mesa posta e organize o que for gelado numa prateleira na noite anterior. O cuidado é simples, mas facilita a vida”, garante a nutricionista Liliam. A seguir, ela dá algumas sugestões de menus que podem ser seguidos por quem quer perder peso.
Escolha a sua!

Cardápio que enxuga 10 kg em 3 meses


Opção 1
1 pote (200 g) de iogurte light
1 col. (sopa) de aveia
½ mamão papaia
Opção 2
1 copo (200 ml) de leite de soja light
1 col. (sopa) de linhaça
1 fatia de melão
Opção 3
1 pote (80 g) de leite fermentado
1 col. (sobremesa) de mel
1 banana-prata
Opção 4
Mingau feito com 1 copo (200 ml) de leite desnatado,
1 col. (sopa) de aveia e uma pitadinha de canela
½ maçã
Opção 5
1 copo (200 ml) de leite desnatado
1 xícara (chá) de cereal matinal sem açúcar
5 morangos
Opção 6
1 pote (200 g) de iogurte natural desnatado
1 col. (sobremesa) de mel
1 banana-prata
Opção 7
½ mamão papaia
2 col. (sopa) granola light

Carlos Alberto de Nóbrega diz sentir dores no banco da "Praça é Nossa" e ter pena de Silvio Santos

O humorista Carlos Alberto de Nóbrega falou no programa "A Máquina", que foi ao ar na noite desta terça-feira (18) na TV Gazeta, que tem pena de Silvio Santos, sente dores com o banco do "A Praça é Nossa" e que o primeiro programa que fez sem o comediante Golias foi o mais triste de sua vida.
"Eu tenho 58 anos de carreira, de carteira assinada. Minha cabeça está jovem, mas meu corpo não", disse Carlos Alberto ao apresentador Fabrício Carpinejar. "Tenho hérnia de disco e saio sempre com dor do banco da praça. Se você perceber, eu sento sempre na ponta por conta disso".

Sobre Silvio Santos

Um cara que precisa viajar pra Miami pra comer um sanduíche de rua não é feliz. Ele é uma pessoa muito sozinha
Carlos Alberto de Nóbrega
 
O humorista também contou que sua estreia no SBT foi o dia mais feliz de sua vida. "Eu fiquei 11 anos sem falar com o Silvio [Santos] por uma burrice, uma infantilidade minha, e na estreia do programa ele apareceu", contou.
"Eu tinha perdido os meus pais aos 40 anos. Nessa época as pessoas puseram na minha cabeça que o Silvio tinha tirado as ações do meu pai [Manoel de Nóbrega] e eu acreditei. Eu estava odiando o mundo, minha cabeça estava louca. E eu tive uma discussão tola com o Silvio por causa disso", disse Carlos Alberto. "Onze anos depois eu fui saber que isso não era verdade. O Sílvio jamais fez isso, pelo contrário. O meu pai foi o culpado de esconder de mim essa verdade".
"Eu não culpo o Silvio por nada, eu o entendo. Eu tenho pena dele porque sou mais feliz que ele", continuou. "Um cara que precisa viajar pra Miami pra comer um sanduíche de rua não é feliz. Eu como um sanduíche a hora que eu quero. Ele é uma pessoa muito sozinha. Quanto mais você sobe na pirâmide do poder, mais sozinho você fica".
 
Golias, Didi e "Casseta & Planeta"
  •  
Carlos Alberto lamentou a morte do humorista Ronald Golias, amigo e companheiro de trabalho que o acompanhou por mais de 40 anos. "O primeiro programa sem ele foi o dia mais triste da minha vida. Éramos muito amigos, nunca brigamos nesse tempo todo e tínhamos uma afinidade muito grande".
"O Didi sair da TV, isso é um crime, uma maldade. É algo que me dói", disse Carlos Alberto. "O que gostei de ter acabado foi o ‘Casseta & Planeta’, que só o pessoal da Globo achava engraçado".
"Nós que trabalhamos na televisão somos como uma laranja. A televisão te espreme, espreme, e no final você vira um bagaço e te jogam fora. Um dia eu também vou ser bagaço", lamentou.

IBGE: Quase metade da população com 25 anos ou mais não tem o fundamental completo

Quase metade da população brasileira (49,25%) com 25 anos ou mais não tem o ensino fundamental completo, segundo dados do Censo 2010 divulgados nesta quarta-feira (19) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O percentual representa 54,5 milhões de brasileiros.

O índice é mais alto em áreas rurais, onde 79,6% dos brasileiros nessa faixa etária não terminaram o ensino fundamental. Entre a população urbana, a taxa é de 44,2%.
Outras 16 milhões (14,65%) de pessoas com 25 anos ou mais concluíram o fundamental, mas não chegaram ao fim do ensino médio.  Nessa faixa etária, 35,8% da população concluiu, ao menos, o ensino médio – 11,26% têm nível superior completo.
Apesar do alto índice de habitantes que não terminaram o ensino fundamental, o índice demonstra avanço na escolaridade da população se comparada aos números do censo demográfico de 2000, quando 64% dos brasileiros não tinham concluído o fundamental.

Atraso

Um quarto da população entre 20 e 24 anos não concluiu o ensino fundamental, enquanto 22,57% dos brasileiros nessa faixa etária não concluíram o ensino médio – o que representa 3,9 milhões de habitantes.
Entre os jovens de 18 a 24 anos, 36,5% haviam abandonado o estudo antes de completar o ensino médio em 2010. Desses, a maioria (52,9%) deixou a escola antes de terminar o ensino fundamental, enquanto 21,2% abandonou o estudo logo após ingressar no ensino médio.

Confira a escolaridade da população acima dos 20 anos

  20 a 24 anos 25 anos ou mais
Sem instrução e fundamental incompleto 25,37% 49,25%
Fundamental completo e médio incompleto 22,57% 14,65%
Médio completo e superior incompleto 45,82% 24,56%
Superior completo 5,46% 11,27%
Não determinado 0,77% 0,27%
  • Censo 2010 - IBGE

Tempo de estudo

De acordo com dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios)  2011, divulgados este ano pelo IBGE, o brasileiro com mais de 15 anos estudou em média durante 7,7 anos. O tempo médio de estudo não é suficiente para completar o ensino fundamental, que dura nove anos.
Se considerada a população acima dos 10 anos de idade, o tempo médio de estudo é de 7,3 anos. Os melhores resultados estão entre as pessoas entre 20 e 24 anos (9,8 anos de estudo) e aqueles entre 25 e 29 anos (9,7 anos). E os piores, entre a população com mais de 60 anos (4,4 anos) e de 10 a 14 anos (4,2 anos).

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Quando optar pela terapia de casal?


Descubra em que casos ela pode trazer benefícios e como ela ajuda no relacionamento


"Tentar ser feliz é obrigatório. Realizar é uma sorte."
Jorge Forbes

A procura pela terapia de casal aumenta anualmente nos consultórios, mesmo assim o tema ainda permanece obscuro para muitos. Tentarei, primeiramente, responder brevemente às perguntas que me são feitas com maior frequência e, na sequência, esclarecerei também o porquê acredito que o trabalho feito com os dois membros do casal traz alento a inquietações e questões próprias dos relacionamentos contemporâneos.
 1. Uma terapia de casal serve só para casados ou também para namorados?

A terapia de casal é útil tanto para casais formalizados quanto para namorados que moram juntos, ou seja, não precisa da formalização do estado civil.

2. É melhor fazer a terapia de casal no início do relacionamento, como um trabalho preventivo, ou só quando o relacionamento já esta se desgastando?

Quando tudo esta bem não tem porque fazer terapia de casal. Porém, se um dos membros tem um histórico de relacionamentos que acabam naufragando sempre pelo mesmo motivo é importante que busque uma terapia individual para entender quais mecanismos inconscientes o impediram de dar outro destino aos relacionamentos anteriores e obter maior compreensão e consequente liberdade de escolha em relação ao atual.

3. Casais homossexuais também podem se beneficiar da terapia de casal?

Obviamente que sim. Os mecanismos psíquicos dos relacionamentos amorosos são os mesmos, independentemente da orientação sexual.

Estruturas que moldam um relacionamento

Não é fácil estabelecer um padrão geral de comportamento nem abstrair um protótipo estrutural das relações de casal de nossa época. Mas é indubitável que as mudanças nos pactos entre homens e mulheres trazem ao vínculo uma sensação de fragilidade desconhecida em décadas passadas.
 Cada um espera encontrar no outro um colo, uma pessoa com maturidade emocional suficiente para atender suas carências afetivas. Paradoxalmente na atualidade tanto o homem quanto a mulher estão sujeitos a elevados níveis de tensão: a competição no trabalho, a ameaça de desemprego, o trânsito - estresse em geral.
 Em tal contexto, sem dar-se conta, esperam encontrar no casamento uma espécie de oásis, uma fonte de conforto, um parceiro atento, meigo e compreensivo além do sexo cinematográfico... Deseja-se apoio, proteção, reconhecimento.
 A necessidade de muito receber do outro entra em confronto com a pouca disponibilidade para dar.

Os parceiros se revezam num eterno conflito: quem recebe sente que recebe pouco e quem dá acha que dá demais.

Nesse panorama, a procura por terapia de casal cresce ano a ano.
 Acrescido ao dito acima, os mitos que definiam os relacionamentos nos casamentos tradicionais tais como o mito de que "só se ama uma vez" e o mito do "amor eterno" foram dando lugar a mitos modernos, mais complexos e "confusos" no sentido do que se pode ou não esperar do parceiro amoroso.
 Se os mitos modernos contribuíssem para o crescimento individual ou para o desenvolvimento do casal seria maravilhoso, no entanto o que vemos são casais cada vez mais inseguros, cobradores, "grudados" e ciumentos.
" Não há garantias no amor, amar é um projeto arriscado. Mais arriscado ainda é riscar da vida o amor"

Mitos modernos

Para melhor elucidar, citarei alguns dos mitos dos casamentos modernos que foram substituindo os mitos tradicionais: o mito da "Verdade Total", que compreende em contar tudo ao parceiro (pacto que muitas vezes chega às raias da crueldade); o "Mito da Liberdade": nesse ideal cada um tem a liberdade de fazer o que quiser, quando quiser e como quiser. Algo muito "moderninho", mas que no fundo não passa de uma falsa noção de independência que acaba ferindo o outro; o mito da "paixão avassaladora": aqui passado o arrefecimento da paixão, o furor do sexo, parece que há um "erro" no relacionamento; mito da "perfeição eterna do parceiro": nada mais falso, ou seja, ao se perceber que o parceiro tem imperfeiçoes, percebe-se também que é chegado o momento de romper. Reina a fantasia de que só pessoas perfeitas se relacionam.

Uma chance

 As estatísticas não mentem: quando um casal chega ao consultório é porque a via de comunicação entre os dois já se esgotou. Mas, obviamente, ainda há o que ser dito senão não estariam procurando ajuda para alguém interpretar o que não estão conseguindo dizer um ao outro.
 A terapia de casal geralmente é procurada em meio a uma crise suficientemente grave para ter levado ao menos um dos parceiros a falar em separação. Separação é um processo doloroso, mesmo para o parceiro que se diz decidido.
 A suspeita de traição ou a traição confirmada por um dos parceiros é a causa que traz mais casais ao consultório, além de questões ligadas à sexualidade, filhos, falta de amor estariam entre as outras queixas mais frequentes.
 A terapia de casal dura em média de três a quatro meses, um trabalho breve para os padrões da psicanálise e o rumo que o relacionamento vai tomar a partir do processo analítico não pode ser defindo a priori.
 O terapeuta ajuda o casal a desvendar o que está encoberto por trás das brigas repetitivas e aparentemente fúteis que normalmente impedem que o casal consiga ter uma conversa minimamente civilizada.
 Os dois membros do casal terão clareza dos processos inconscientes que os levaram a se escolherem como parceiros e como chegaram ao ponto de desencontro. Essa consciência proporciona uma clareza dos mecanismos em jogo nas tramas da relação. Haverá a consciência de que num casal não existe um único culpado nem um único santo. Há sempre dois em jogo...
Não há garantias no amor, amar é um projeto arriscado. Mais arriscado ainda é riscar da vida o amor.  
 Concordo com Jorge Forbes quando diz que a felicidade amorosa não tem garantia. Ele acredita que buscá-la é obrigação de todos. Mesmo sabendo o risco de se machucar no caminho.

Você sabe como evitar infecção urinária?


Entenda como a relação sexual favorece o problema e saiba como fazer a higiene íntima


Ela já fez vítima quase 50% das mulheres adultas, então, mesmo que você nunca tenha sofrido um episódio de infecção urinária, certamente conhece alguém que se encaixa nesse perfil. O problema tem, como sintomas clássicos, ardência e dor na hora de urinar, além de urgência frequente para ir ao banheiro. Embora não seja uma doença exclusivamente feminina, afeta muito mais esse público. "Isso acontece por razões anatômicas, já que a uretra feminina é mais curta que a do homem, facilitando a ascensão de bactérias até a bexiga", explica a ginecologista Maria Rita de Souza Mesquita, diretora da Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo (SOGESP).

Com tantas pessoas afetadas pela infecção urinária, surgiram inúmeras recomendações de como se prevenir do problema, mas, muitas vezes, a mulher se vê diante de informações contraditórias. Para esclarecê-las, conversamos com especialistas. Veja o que é realmente eficaz para evitar esse incômodo.

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