segunda-feira, 25 de março de 2013

Localização do Coração Humano


O coração é um dos órgãos vitais no corpo humano. Muitas vezes encontramos médicos aconselham-nos sobre a manutenção da saúde cardíaca adequada, mantendo a pressão arterial sob controle, ter uma dieta adequada, mantendo peso adequado, etc Então, você deve estar se perguntando quais são as funções do coração? Qual é a localização exata do coração humano no corpo? Vamos ter um breve panorama sobre o coração antes de encontrar respostas para estas perguntas.

Resumo do Coração Humano

O coração humano é um órgão pequeno, de forma semelhante a uma pêra de cabeça para baixo. Grosso modo, o tamanho do coração humano é aproximadamente o tamanho do punho da pessoa. O peso do coração humano pode ser qualquer coisa entre 200-400 gramas. O coração humano é dividido em 4 câmaras ou partes: os dois ventrículos (parte inferior) e dois átrios (parte superior). O coração desempenha um papel importante na circulação sanguínea, por bombeamento sangue desoxigenado para os pulmões, e fornecimento de sangue oxigenado dos pulmões para outras partes do corpo. Se você der uma olhada no diagrama do coração, você vai descobrir que existem caminhos diferentes, como a válvula tricúspide, a válvula mitral, a válvula aórtica e da válvula pulmonar através do qual o sangue flui para a purificação. Vamos dar uma olhada em informações sobre a localização do coração humano no corpo.

Localização Coração Humano

Em termos mais simples, se deseja saber onde está localizado o seu coração, em seguida, notar que ele está localizado na parte superior do corpo, do lado esquerdo do peito. O coração humano é colocada em ligeiramente para a esquerda ou meio do peito, mesmo atrás do esterno e em frente da coluna vertebral. Em suma, o coração humano está localizado anterior à coluna vertebral nas costas, e posterior ao esterno no peito. Portanto, em termos científicos pode-se dizer que o coração está localizado sub-esternal centro, torácica, e superior para o estômago. Se você der uma olhada na anatomia do coração humano e do corpo humano, você vai descobrir que o coração está localizado entre os dois pulmões. Sabendo o local do coração humano também irá ajudar na compreensão apropriada do sistema circulatório e da função dos pulmões.

Em 99% dos casos, o coração está localizado no lado esquerdo do peito. No entanto, de acordo com fatos cardíacas humanas, em casos raros, o coração pode também ser encontrado no lado direito do peito. Esta condição é conhecida como dextrocardia. Dextrocardia é dividido em dois tipos: dextrocardia de prisão embrionário, e dextrocardia com situs inversus. No primeiro tipo, o coração está localizado no extremo direito do peito, na posição semelhante à encontrada no lado esquerdo. Considerando que, no outro tipo, isto é, no caso de dextrocardia com situs inversus, o coração no direito é a imagem de espelho da estrutura do coração no lado esquerdo. Juntamente com a localização anormal de coração, existem vários outros defeitos encontrados nestas pessoas. No entanto, deve notar-se que a possibilidade de o coração a ser localizado no lado direito é muito raro.

Os batimentos cardíacos ou bombas 72 vezes / min, que é conhecido como o ritmo cardíaco normal. Frequência cardíaca anormalmente rápida, ie, mais de 100 batimentos por minuto, é conhecido como taquicardia. Pelo contrário, a frequência cardíaca anormalmente lenta é conhecido como bradicardia. Heartbeats ou até mesmo palpitações pode ser sentida no peito, pescoço e garganta.

Espero que você tenha obtido informações satisfatórias sobre a localização do coração humano. Você também pode dar uma olhada no diagrama marcado do coração humano para saber mais sobre a anatomia do coração humano local, e as funções. Por último, lembre-se que seguir uma dieta adequada, fazer exercícios regularmente e manter um estilo de vida adequado ajuda a manter as doenças cardíacas na baía. Tome cuidado!

Anatomia Geral do Coração


A base do coração é formada pelos átrios D/E que ficam separados dos ventrículos por um sulco coronário circundante, que contém os principais troncos dos vasos coronários.
Os átrios unem-se em uma formação em U que envolve a origem da Aorta, a formação é interrompida onde cada átrio termina em um apêndice livre, a aurícula.
Os ventrículos constituem uma parte muito maior do coração e possuem as paredes mais firmes devido a sua maior espessura, possuem sulcos internos que seguem em direção ao ápice (sulco paraconal e sulco subsinuoso), ambos conduzem vasos que acompanham as bordas do septo interventricular.
Os vasos coronários estendem-se por uma certa distância sobre a superfície ventricular.
Coração
O Átrio Direito
Forma uma câmara (seio venoso), onde desembocam as principais veias sistêmicas. A Veia Cava Caudal entra na parte caudodorsal desta câmara acima da veio muito menor (seio coronário) que drena o coração. A Veia Cava Cranial abre-se craniodorsalmente na crista terminal. O interior do átrio é liso entre as entradas venosas, seu teto penetra entra as aberturas das cavas, sendo denteado pela passagem de veias pulmonares que retornam sobre o átrio direito e entram no átrio esquerdo. No interior da aurícula teremos uma série de cristas (músculos pectinados), que se ramificam da crista terminal, marcando o limite entre a aurícula e o principal compartimento.
O Átrio Esquerdo
Possui forma semelhante, recebe as veias pulmonares que entram, separadamente ou em grupos, em dois ou três locais. A aurícula é semelhante à do lado direito.
O Ventrículo Direito
Tem forma de meia lua em corte transversal. É dividido por um feixe muscular (crista supraventricular), que se projeta do teto cranial ao óstio atrioventricular. A principal parte da câmara situa-se sob esta grande abertura alongada, enquanto o prolongamento à esquerda, o cone arterial, leva diretamente à saída circular muito menos no tronco pulmonar. A valva atrioventricular direita (tricúspide) é compostas de três abas ou cúspides que se unem a um anel fibroso que circunda a abertura.
As cúspides fundem-se em sua fixação, mas separam-se ao centro da abertura, onde suas bordas livres são espessas e irregulares. Cada cúspide é unida por estrias (cordas tendíneas) que descem pela cavidade ventricular e inserem-se em projeções das paredes (músculos papilares). Este arranjo impede a eversão das cúspides para o átrio durante a contração ventricular (sístole). A luz do ventrículo é atravessada por uma faixa fina de músculo (trabécula septomarginal) que liga a parede septal a parede externa. Proporciona um caminho mais curto para um feixe de tecido condutor, assegurando assim uma contração simultânea de todas as partes do ventrículo. Uma posterior modificação do músculo é produzida pelas muitas cristas irregulares (trabéculas cárneas), que conferem a parte inferior da parede um aspecto esponjoso. Essas trabéculas reduzem a turbulência sangüínea. A abertura no tronco pulmonar situa-se em um nível mais dorsal que o óstio atrioventricular e é cranial a origem da aorta. É fechada durante o relaxamento ventricular (diástole) pelo refluxo sangüíneo, forçando simultaneamente as três cúspides que constituem a valva pulmonar. As cúspides são semilunares e côncavas no lado arterial ajustando-se quando a valva se fecha.
O Ventrículo Esquerdo
Coração
( clique para ampliar )
É circular ao corte e forma o ápice do coração como um todo. Sua parede á muito mais espessa com relação ao Ventrículo Direito, de acordo com o trabalho maior que desempenha. A valva atrioventricular esquerda (bicúspide ou mitral), eu fecha o óstio atrioventricular, possui duas cúspides principais comparável à do lado direito.
A saída para a Aorta assume uma posição mais central no coração. A valva aórtica, geralmente semelhante à valva pulmonar, apresenta uma orientação diferente de suas cúspides. Os espessamentos nodulares nas bordas livres das cúspides aórticas são conspícuos.
Luiz Bolfer
Fonte: br.geocities.com
Coração

Localização do Coração

Antes de descrever a anatomia do coração, é desejável rever brevemente algumas das características anatômicas da cavidade torácica a os órgãos nela contidos. O tórax constitui-se na porção mais superior do tronco e é dividido da porção inferior, que é o abdome, por uma camada muscular chamada diafragma.
As costelas são a proteção óssea que resguarda tanto o coração como os pulmões de possíveis traumas físicos externos. As costelas originam-se a partir das vértebras torácicas unindo-se anteriormente ao osso esterno. Este osso tem características especiais, pois permite a mobilidade das costelas e a expansão torácica durante a inspiração.
Os órgãos e estruturas contidas no interior da cavidade torácica, além do coração, são os seguintes:
Os pulmões - são em número de dois, o direito contém três lobos e o esquerdo dois. Sua função é realizar a troca de gases (respiração), função essencial para a sobrevivência.
O timo - é uma glândula de importância para o sistema imunológico e que praticamente desaparece depois dos 12 anos de idade, ficando em seu lugar uma pequena camada fina de tecido gorduroso. Localiza-se anteriormente aos grandes vasos que deriva do coração.
Os grandes vasos: são os vasos de maior calibre que deixam ou levam o sangue do coração. Os principais são: veias subclávias direita e esquerda. veias cavas superior e inferior, artéria pulmonar, aorta, tronco braqui-cefálico (crista aórtica), artérias subclávias direita e esquerda e artérias carótidas direita e esquerda.
Coração
(clique para ampliar)
Posteriormente ao coração, no centro do tórax, no sentido longitudinal, passa o esôfago. O espaço existente centralmente entre os pulmões é chamado mediastino.
O coração é um órgão muscular oco em forma de cone, contendo quatro câmaras internas e que fica posicionado dentro do saco pericárdico e abrigado bilateralmente pelos pulmões. Normalmente sua posição é inclinada a mais ou menos 30 graus para a esquerda e para baixo. É envolvido externamente pelo pericárdio e dentro deste envoltório é secretado um fluido que tem a finalidade de evitar o atrito do coração dentro do saco pericárdico, assim que o coração trabalha.
O coração recebe o sangue venoso através das veias cavas inferior e superior, e ejeta o sangue oxigenado através da aorta.

Miocárdio

O miocárdio é o nome do músculo que forma o coração. Trata-se de um tecido composto de células musculares estriadas especializadas que o diferem do tecido muscular esquelético, por exemplo. Esta diferença está na capacidade de contrair-se e relaxar-se rapidamente, algo que não acontece nos músculos esqueléticos. Cada célula do miocárdio possui um núcleo central, uma membrana plasmática chamada de sarcolema, e numerosas fibras musculares (miofibrilas) que são separadas por variáveis quantidades de sarcoplasma. A unidade miocárdica funcional é chamada de sarcômero.
É nesta unidade funcional de contração que reside a diferença entre uma fibra muscular miocárdica e uma esquelética. Para que aconteça o fenômeno da contração, é preciso existir condições favoráveis, como uma ótima irrigação e aporte eletrolítico adequado. Estas condições são providas através de uma irrigação otimizada, o que verifica-se pela alta capilarização entre as inúmeras fibras miocárdicas.
Coração
Abertura do Ventrículo Esquerdo
A camada mais externa do miocárdio é chamada de epicárdio. Sua função é revestir o miocárdio, delimitando-o como se fosse uma bainha, ou capa. Internamente, a camada que delimita o miocárdio, é chamada de endocárdio. A característica deste tecido é semelhante ao endotélio que reveste os vasos sanguíneos.

Os Átrios

Os átrios são as câmaras cardíacas superiores. Ambos os átrios são constituídos por uma camada miocárdica de espessura fina. Uma camada muscular chamada de septo, divide o átrio direito do átrio esquerdo. O átrio direito comunica-se lateralmente com as veias cavas inferior e superior. Inferiormente, comunica-se com o ventrículo direito, sendo separado pela válvula tricúspide. Na porção posterior superior do átrio direito está localizado o nodo sino-atrial que é o marca-passo natural, estrutura que rege os batimentos normais do coração.
Coração
(clique para ampliar)
O átrio esquerdo comunica-se posteriormente com as quatro veias pulmonares e inferiormente com o ventrículo esquerdo, sendo separado pela válvula mitral. A função dos átrios é receber o sangue e conduzí-lo para os ventrículos.

Ventrículos

Os ventrículos são as câmaras cardíacas inferiores. Como os átrios, são em número de dois. No lado direito, o ventrículo se comunica com o átrio direito através da válvula tricúspide e com o tronco da artéria pulmonar através da válvula pulmonar.
A parede muscular no ventrículo direito (VD) é mais espessa do que a parede dos átrios. Isso se deve ao esforço que o ventrículo realiza durante a contração. A cada contração o VD tem que vencer a resistência apresentada pela artéria pulmonar; essa resistência é traduzida por uma pressão. Um camada muscular chamada de septo interventricular separa os dois ventrículos.
Coração
O ventrículo esquerdo (VE) se comunica com o átrio esquerdo através da válvula mitral e com a aorta através da válvula aórtica. A parede do VE é duas vezes mais espessa que a parede do VD porque a pressão de resistência encontrada pelo VE na aorta é muito mais alta. O trabalho ventricular é diferente em cada lado. No lado direito, o VD irriga os pulmões e no lado esquerdo, o VE irriga todos os órgãos.
De dentro dos ventrículos surgem as fibras tendinosas onde se inserem as cordoalhas das válvulas de entrada, do lado direito a válvula tricúspide e do lado esquerdo a válvula mitral. Durante a contração ventricular estas fibras se distendem e dão a sustentação necessária para segurar os folhetos das válvulas, evitando o retorno do sangue para os átrios.

Válvulas Cardíacas

As válvulas cardíacas são estruturas de material fibroso posicionadas na entrada e saída de ambos os ventrículos. As válvulas cardíacas são assim denominadas:

Válvula Tricúspide

É uma válvula posicionada entre o átrio e o ventrículo direito. Possui três folhetos que se fecham no início da contração ventricular, evitando que o sangue retorne do ventrículo ao átrio direito. Os folhetos são sustentados em forma de um guarda-chuva pelas cordoalhas tendinosas. As cordoalhas são fibras miocárdicas altamente resistentes que se originam do interior do VD.

Válvula Pulmonar

É a válvula posicionada na saída do fluxo sanguíneo do VD para o tronco da artéria pulmonar. Seus folhetos se fecham no final da contração ventricular, evitando que o sangue que atingiu a AP retorne para o VD. O diâmetro dessa válvula é menor do que a válvula tricúspide.

Vávula Mitral

É a válvula posicionada entre o átrio e o ventrículo esquerdo. Sua função é a de evitar o refluxo de sangue do ventrículo para o átrio esquerdo. Como acontece no lado direito com a válvula tricúspide, a válvula mitral se fecha no início da contração ventricular. A sustentação dos folhetos se dá graças às cordoalhas tendinosas que se originam no interior do VE.

Válvula Aórtica

É a válvula posicionada na saída do VE para a aorta. O fechamento dos folhetos desta válvula ocorre no final da contração ventricular com a função de evitar que o sangue que foi para a aorta retorne para o VE.
Corte transversal expondo as válvulas cardíacas. Válvulas de entrada em posição aberta e válvulas de saída em posição fechada.
1. Válvula Trícúspide
2. Válvula Pulmonar
3. Válvula Mitral
4. Válvula Aórtica
É importante notar que tanto as válvulas de entrada, bem como as de saída, em condições normais, se fecham em perfeita sincronia a cada batimento cardíaco.

Sistema de Condução

O sistema de condução elétrica do coração é uma das mais maravilhosas estruturas do corpo humano. Enquanto dormimos, conversamos, caminhamos, corremos ou realizamos qualquer atividade, o nosso coração não pára de funcionar. Para entender a grandiosidade deste fenômeno, que ocorre a cada segundo de nossa vida, é preciso parar e refletir no quanto dependemos do mesmo para nos mantermos vivos.

Estruturas do Sistema de Condução

1. Nodo Sinoatrial - fica localizado na região superior do átrio direito, tem a função de marca-passo do coração, isto é, comanda o ritmo e frequência do coração.
2. Feixes Internodais - são ramificações que derivam do nodo sino-atrial que têm a finalidade de conduzir o estímulo elétrico até o nodo átrio-ventricular. Para o átrio esquerdo existe o ramo de Bachman que faz com que o estímulo se dissipe nesta região, fazendo com que os dois átrios se contraiam simultaneamente.
3. Nodo Átrio-Ventricular - fica localizado no assoalho do átrio direito.
Fonte: www.unifesp.br

Coração - anatomia e fisiologia

Aspecto e localização

O coração é um órgão oco de paredes musculosas, situado no centro do tórax, entre os dois pulmões e por trás do osso esterno, num espaço denominado mediastino. Tem a forma de um cone irregular e encontra-se numa posição oblíqua. A base está direccionada para cima e para a direita, enquanto que o vértice aponta para baixo e para a esquerda. A face inferior está apoiada sobre o diafragma, músculo que separa a cavidade torácica da cavidade abdominal.O tamanho do coração corresponde aproximadamente ao da mão fechada da própria pessoa - porém, pode variar segundo a idade, o sexo, as características físicas e até os hábitos de vida de cada um, sendo um pouco maior nos homens, especialmente nos que têm uma constituição física forte e nos que praticam desporto, e mais pequeno nas mulheres, em particular nas que apresentam uma constituição mais fraca e nas que levam uma vida mais sedentária. Em média, o coração pesa cerca de 280 g nos homens e cerca de 230 g nas mulheres.

Estrutura interna

No interior do coração existem dois septos de tecido muscular e membranoso, um vertical e um horizontal, os quais determinam quatro compartimentos cardíacos diferentes. O septo vertical atravessa o coração desde a sua base até cima e divide-o em duas metades, a direita e a esquerda, normalmente incomunicáveis entre si. O septo horizontal, por seu lado, separa as duas cavidades superiores, denominadas aurículas, dos compartimentos inferiores, designados ventrículos, mas apresenta orifícios que permitem a comunicação das aurículas com o ventrículo do seu lado.Aurículas. As duas aurículas ocupam apenas uma pequena porção do coração e estão situadas na parte superior do órgão. Estão separadas entre si pelo septo vertical, designado de septo interauricular, e dos respectivos ventrículos pelo septo horizontal, denominado septo auriculoventricular. A sua missão é acolher o sangue que lhes chega através das veias, desde os pulmões e restante organismo, para imediatamente impulsioná-lo para os respectivos ventrículos.A aurícula direita apresenta dois orifícios por onde entram a veia cava superior e a veia cava inferior, que conduzem o sangue pobre em oxigénio, proveniente de todo o organismo, para o coração. A parte inferior comunica com o ventrículo direito através de um orifício composto por uma válvula que apenas deixa passar o sangue em direcção ao ventrículo.A aurícula esquerda apresenta quatro pequenos orifícios, por onde entram as quatro veias pulmonares que trazem para o coração o sangue já oxigenado nos pulmões. A parte inferior comunica com o ventrículo esquerdo através de um orifício igualmente composto por uma válvula unidireccional.Ventrículos. Os dois ventrículos constituem grande parte do coração e estão situados na parte inferior do órgão, separados entre si pelo septo vertical, que aqui se designa septo interventricular. A sua missão é receber o sangue das respectivas aurículas, de modo a impulsioná-lo imediatamente para as artérias que o levarão até aos pulmões e a todo o organismo. Cada um dos ventrículos está separado da aurícula do seu lado pelo septo horizontal, comunicando entre si pela correspondente válvula.O ventrículo direito apresenta um orifício de saída que comunica com a artéria pulmonar, a qual pouco depois de abandonar o coração se divide em duas ramificações, encarregues de transportar o sangue pobre em oxigénio até aos dois pulmões para que se abasteça deste precioso gás.O ventrículo esquerdo, o maior e com paredes mais musculosas, apresenta um orifício de saída que comunica com a artéria aorta, na qual entra o sangue previamente oxigenado nos pulmões para, então, ser levado a todo o organismo.

Parede cardíaca

As paredes do coração são formadas por três camadas:• A camada mais interna denomina-se endocárdio, uma fina e delicada túnica de tecido epitelial que reveste por completo as aurículas, os ventrículos e as válvulas cardíacas.• A camada intermédia é o miocárdio, ou seja, o músculo cardíaco a que corresponde a maioria da espessura da parede do coração. Este tecido é formado por inúmeras estruturas de fibras musculares estriadas, semelhantes às que constituem os músculos esqueléticos, mas que ao contrário destas não são controladas pela vontade. • A camada externa é o epicárdio, uma fina membrana serosa que reveste exteriormente todo o órgão e que faz parte do saco que envolve o coração, fixando-o no seu sítio, denominado pericárdio

Válvulas cardíacas

O sangue circula pelo interior do coração num único sentido, ou seja, desde cada aurícula até ao respectivo ventrículo e daí até à artéria correspondente, quer seja a pulmonar, no lado direito, ou a aorta, no esquerdo. Esta circulação unidireccional, indispensável para o bom funcionamento cardíaco, é garantida por um sistema de válvulas que permite a passagem do sangue de um sector para o outro, impedindo ao mesmo tempo o seu refluxo.Válvulas auriculoventriculares. A passagem do sangue da aurícula para o ventrículo de cada lado é regulada por um sofisticado aparelho valvular. Cada uma destas válvulas é formada por pequenos folhetos de forma trapezoidal ou triangular, denominados valvas, cuja base é inserida num anel fibroso que rodeia o orifício de comunicação auriculoventricular. As bordas livres destas valvas projectam-se para o centro do orifício, para que fiquem sobrepostas, cobrindo-o por completo. De modo a assegurar a sua função, pende da parte inferior uma série de longas fibras resistentes, denominadas cordas tendinosas, que se inserem nos músculos papilares das paredes do ventrículo. Quando a aurícula se contrai, as valvas projectam-se para o ventrículo, desbloqueando o orifício e permitindo, assim, a passagem da corrente sanguínea até à cavidade ventricular. Uma vez o ventrículo cheio, as valvas regressam à sua posição anterior, fechando hermeticamente o orifício, ao mesmo tempo que os músculos papilares se contraem e esticam as cordas tendinosas, de modo a impedir que se projectem até ao interior da aurícula, evitando o refluxo durante a contracção ventricular.Existem duas válvulas aurículoventriculares, uma em cada lado do coração:• A válvula auriculoventricular direita ou válvula tricúspide, assim denominada por conter três valvas.• A válvula auriculoventricular esquerda ou válvula mitral, assim designada por ser formada por duas valvas principais e pelo seu aspecto recordar a mitra que cobre a cabeça de certas dignidades eclesiásticas.Válvulas aórtica e pulmonar. Estas duas válvulas, denominadas em conjunto válvulas semilunares ou sigmóides, encontram-se nos orifícios que permitem a comunicação entre o ventrículo esquerdo e a artéria aorta e o ventrículo direito e a artéria pulmonar, respectivamente, deixando passar apenas o fluxo sanguíneo do ventrículo para a correspondente artéria. Cada válvula é formada por três pequenas valvas de forma semiesférica, com a convexidade orientada para o ventrículo, cuja base está fixada à parede arterial e cujo bordo livre é móvel. Por cima da inserção de cada uma das duas válvulas existem pequenas dilatações, conhecidas como seios aórticos e seios pulmonares, respectivamente, cuja função é muito importante, pois quando o ventrículo se contrai impulsiona o sangue com força até às valvas, fazendo com que estas o projectem até à artéria, o que permite a passagem da corrente sanguínea; então, o sangue acumula-se nos seios, impedindo que adiram às paredes arteriais, e quando a contracção acaba o próprio peso do sangue acumulado nos seios faz com que as valvas regressem à sua posição original, de modo a obstruirem a passagem do sangue na direcção contrária. Além disso, é nos seios aórticos que se encontram os orifícios de saída das artérias coronárias, as artérias que irrigam o coração.

Pericárdio

O pericárdio é um saco fibroso, ou seja, uma espécie de bolsa resistente que envolve todo o coração e que constitui a base dos grandes vasos que saem do órgão, protegendo o conjunto e mantendo-o no seu sítio através de fixações que o unem ao diafragma e à parede anterior do tórax. Na verdade, trata-se de um saco duplo, pois é formado por duas camadas bem distintas. A camada externa é constituída por um tecido fibroso duro, denominado pericárdio fibroso. Por outro lado, a camada interna é uma membrana delgada, transparente e mole, denominada pericárdio seroso, que reveste completamente o interior da camada externa e logo se reflecte para recobrir o exterior do coração, ao qual está intimamente unida, pois constitui a sua camada externa, o epicárdio. O conjunto formado pelo pericárdio fibroso e pelo folheto de pericárdio seroso, que reveste o seu interior, denomina-se pericárdio parietal, enquanto que o folheto de pericárdio seroso que reveste o exterior do coração se designa pericárdio visceral.É possível detectar entre as duas camadas um espaço fechado, a cavidade pericárdica, onde existe uma delgada camada de líquido lubrificante, o líquido pericárdico, segregado pelo pericárdio seroso. A função deste líquido é evitar os atritos e as fricções das paredes do coração com o saco duro que o envolve durante as suas contínuas dilatações e contracções. Existem diversas patologias inflamatórias e infecciosas que podem provocar um aumento da quantidade de líquido pericárdico, ou seja, um derrame pericárdico, originando alguma dificuldade nos movimentos do coração, o que pode colocar em perigo o seu funcionamento. Nestes casos, uma das soluções é drenar o excesso através de uma punção efectuada pela parede do tórax.

Automatismo cardíaco

Ao contrário do resto dos músculos estriados do corpo, pertencentes ao aparelho locomotor, a actividade do tecido miocárdico não é controlada pela vontade, pois os estímulos eléctricos responsáveis pelo funcionamento do músculo cardíaco geram-se espontânea e ritmicamente em algumas das suas próprias fibras, propagando-se aos restantes de maneira a garantir a contracção e a dilatação sequencial dos diferentes compartimentos. O sistema nervoso, embora possa acelerar ou reduzir a actividade cardíaca, devido à sua influência, não pode desencadeá-la, pois o coração é um órgão funcionalmente autónomo.Na verdade, as fibras musculares do coração são muito específicas, pois têm uma membrana capaz de modificar a sua permeabilidade consoante os diferentes iões, ou seja, as moléculas carregadas electricamente, como o sódio (Na+), o potássio (K+) ou o cálcio (Ca++). Devido à progressiva concentração destas partículas nos dois lados da membrana (polarização), produz-se uma diferença da carga eléctrica entre o interior e o exterior da célula (potencial da membrana). Quando essa diferença alcança um determinado limiar é desencadeada uma verdadeira corrente eléctrica (potencial de acção), que avança ao longo de toda a fibra muscular, determinando a sua contracção, a qual se propaga inclusivamente às fibras adjacentes. Após o cessar do impulso eléctrico, o potencial da membrana regressa ao seu nível anterior (repolarização) e a fibra relaxa-se, ficando à espera de um novo estímulo que provoque a contracção seguinte.De qualquer forma, nem todas as células miocárdicas são capazes, em condições normais, de gerar estes estímulos, apesar de existirem algumas especializadas na produção de impulsos eléctricos rítmicos a uma determinada frequência, embora variável segundo as necessidades. Em princípio, o centro que comanda a actividade cardíaca é o nódulo sinusal, localizado na aurícula direita, onde em condições normais se produzem cerca de 60 a 100 estímulos por minuto.Estes estímulos propagam-se ao resto da aurícula direita e também à esquerda, provocando a contracção de ambas as câmaras, em direcção aos ventrículos, sobretudo através de três estruturas de fibras de condução especializadas que constituem os denominados feixes auriculares internodais. Estes fazem parte do nódulo sinusal e chegam a outro centro específico, o nódulo auriculoventricular (ou nódulo de Aschoff-Tavara), localizado junto ao orifício auriculoventricular do lado direito. Neste local, o impulso eléctrico sofre um pequeno atraso antes de prosseguir o seu caminho através de outro grupo de fibras de condução, o feixe de His, que por sua vez se dirige para o septo interventricular. Depois de chegar a este septo, o feixe de His divide-se em dois ramos, o direito e o esquerdo, que finalmente se subdividem em inúmeras ramificações que se expandem pelas paredes de ambos os ventrículos, formando a designada rede de Purkinje. A partir do momento em que surge o impulso no nódulo sinusal, um verdadeiro pacemaker cardíaco, desencadeia-se a contracção de ambas as aurículas e, depois, a contracção dos ventrículos, sendo as últimas fibras ventriculares activadas ao fim de aproximadamente 0.22 segundos. Caso o nódulo sinusal não seja activado, por algum motivo, o nódulo auriculoventricular é encarregue da função cardíaca, mas fá-lo com cerca de 40 a 60 estímulos por minuto. Se este também permanecer inactivo, é igualmente possível que seja a rede de Purkinje a coordenar este processo, embora seja numa frequência inferior. De qualquer forma, pode acontecer que uma zona específica desencadeie impulsos atípicos, irregulares ou mais frequentes do que o normal, provocando as denominadas arritmias cardíacas.

Ciclo cardíaco

As sucessivas dilatações e contracções das diversas câmaras cardíacas determinam a passagem do sangue de cada aurícula para o ventrículo do seu lado e deste para a artéria correspondente. Este ciclo repete-se incessantemente ao longo de toda a vida e sempre com o mesmo ritmo sincrónico de dilatações e contracções dos diferentes compartimentos cardíacos. A fase de dilatação, quando o coração se enche de sangue, denomina-se diástole; por sua vez, a fase de contracção, quando o coração expulsa o seu conteúdo, designa-se sístole. Considera-se que um ciclo cardíaco começa no final de uma contracção e termina no final da seguinte, abrangendo uma diástole e uma sístole.Diástole. As aurículas relaxam-se e recebem o sangue proveniente das veias, enchendo-se progressivamente. As válvulas auriculoventriculares abrem-se e deixam passar o sangue de cada aurícula para o ventrículo correspondente. Por fim, as aurículas, que se vão esvaziando à medida que os ventrículos se enchem, contraem-se com força, o que se denomina sístole auricular, impulsionando o resto do seu conteúdo para os ventrículos.Sístole. Após os ventrículos se encherem, as válvulas auriculoventriculares fecham-se, impedindo o refluxo de sangue até às aurículas. As paredes dos ventrículos distendem-se, o que aumenta a pressão no seu interior - a força é tal que o sangue acaba por forçar a abertura das válvulas arteriais. Então, as paredes ventriculares contraem-se e impulsionam o sangue para as artérias da seguinte forma: do ventrículo direito para a artéria pulmonar e do ventrículo esquerdo para a aorta.
Informações adicionais

Coração de atleta


O  coração é formado basicamente por tecido muscular e, como todos os músculos, responde ao treino intenso e regular que provoca um aumento da espessura das suas paredes. Desta forma, o coração consegue expulsar, cada vez que se contrai, uma maior quantidade de sangue, não tendo que aumentar exageradamente a frequência dos batimentos cardíacos, sempre que o organismo necessite, devido a exigências físicas pontuais, de uma maior oxigenação dos seus tecidos. É por este motivo que o coração de um desportista profissional costuma ser maior do que o normal - embora trabalhe, em condições normais, a um ritmo mais lento do que o comum -, já que assim o moderado aumento da frequência dos batimentos, em plena competição, consegue cobrir todas as necessidades orgânicas. De qualquer forma, o "coração de atleta" não é problemático e é importante que se diferencie esta situação daquelas em que o coração se dilata ou as suas paredes se engrossam em consequência de uma doença.

Sinais e sintomas de doença cardíaca


• Palpitações.

• Sensação de dificuldade respiratória (dispneia).

• Dor torácica.

• Coloração arroxeada da pele e das mucosas (cianose).

• Retenção de líquidos nos tecidos (edemas).

Os grandes vasos


Esta denominação é atribuída aos vasos que saem e chegam ao coração, pois como têm que acolher um considerável volume sanguíneo são evidentemente os maiores e os que têm maior diâmetro no organismo. Estes grandes vasos são:

• A artéria aorta, que surge do ventrículo esquerdo e para onde o coração envia todo o sangue oxigenado.

• A artéria pulmonar, que surge do ventrículo direito e se divide nas duas artérias pulmonares que conduzem o sangue pobre em oxigénio até cada um dos pulmões.

• A veia cava superior e a veia cava inferior, que conduzem até à aurícula direita o sangue pobre em oxigénio proveniente, respectivamente, da parte superior e da parte inferior do organismo.

• As veias pulmonares, duas provenientes do pulmão direito e outras duas provenientes do pulmão esquerdo, conduzem até à aurícula esquerda o sangue oxigenado nos pulmões.

Inervação do coração


O coração é inervado pelo sistema nervoso autónomo ou vegetativo, ou seja, a parte do sistema nervoso central que controla automaticamente o funcionamento dos órgãos internos. Ao coração chegam fibras provenientes das duas partes do sistema nervoso autónomo, nomeadamente do sistema simpático, através de nervos provenientes das cadeias ganglionares situadas junto à medula espinal torácica, e do sistema parassimpático, através do nervo vago. Ambos os tipos de fibras reúnem-se na base do coração, formando o plexo cardíaco, onde são largamente distribuídos a todo o órgão. Os seus estímulos são opostos: o simpático pode, por exemplo, activar o aumento da frequência cardíaca, enquanto que o parassimpático predomina em situações de repouso e em estados de acalmia, determinando uma diminuição dos batimentos.

O débito cardíaco

Denomina-se de "débito cardíaco" o volume de sangue que o coração bombeia num minuto, sendo um parâmetro muito útil para avaliar a eficiência funcional do órgão. Este débito cardíaco depende de dois factores: do volume sistólico, ou seja, da quantidade de sangue expulsa pelo coração em cada batimento, e da frequência cardíaca, ou seja, da quantidade de batimentos que se produzem por minuto.

O volume sistólico, ou seja, a quantidade de sangue que o coração expulsa até às artérias em cada batimento, equivale à capacidade do ventrículo esquerdo. Por exemplo, num homem adulto de peso médio, cada contracção do ventrículo esquerdo transporta para a aorta cerca de 70 ml de sangue. Este volume é, logicamente, inferior nas crianças, sendo também menor nas mulheres, e é reduzido como é óbvio, em casos de doença. Pelo contrário, é maior nos praticantes regulares de uma actividade física intensa (como, por exemplo, os desportistas), cujo coração chega a alcançar dimensões bem consideráveis; por outro lado, praticamente não aumenta em quem sofre de uma dilatação cardíaca, devido a uma falha funcional do coração.

A frequência cardíaca, ou seja, o número de batimentos que se sucedem ao longo de um minuto, corresponde ao número de vezes que o nódulo sinusal é activado neste período, precisamente entre 60 a 100 vezes por minuto em condições de repouso. Este ritmo é um pouco mais elevado nas crianças e tende a diminuir na velhice. Além disso, pode aumentar consideravelmente sempre que seja realizado um esforço físico ou em situações de stress. E, como é óbvio, também podem surgir modificações mais ou menos graves em diversas situações patológicas, desde um simples estado febril a uma grave doença cardíaca. Ainda assim, num adulto saudável e em condições de repouso, o débito cardíaco situa-se entre os 5 e os 6 1 de sangue por minuto, aproximadamente a quantidade total de sangue presente no aparelho cardiovascular. Em caso de necessidade, como acontece quando se pratica um exercício físico muito intenso, o débito cardíaco pode chegar aos 25 1 por minuto, assegurando assim a adequada perfusão de todos os tecidos.

Coração


No homem, a circulação é feita através de um sistema fechado de vasos sanguíneos, cujo centro funcional é o coração.
O coração é um órgão musculoso oco, o miocárdio, com fibras estriadas, revestido externamente pelo pericárdio (serosa). O coração é do tamanho aproximado de um punho fechado e com peso em média de 400 g, tem cerca de 12 cm de comprimento por 8 a 9 cm de largura. O coração quase sempre continua a crescer em massa e tamanho até um período avançado da vida; este aumento pode ser patológico.

Localização e funcionamento

O coração se localiza no meio do peito, sob o osso esterno, ligeiramente deslocado para a esquerda. Ocupa no tórax, a região conhecida como mediastino médio. O coração funciona como uma bomba, recebendo o sangue das veias e impulsionando-o para as artérias.

Divisão do coração

O coração é dividido por um septo vertical em duas metades. Cada metade é formada de duas câmaras; uma aurícula superior e um ventrículo inferior. Entre cada câmara há uma válvula, a tricúspide do lado direito, e a bicúspide do lado esquerdo. Estas válvulas abrem-se em direção dos ventrículos, durante a contração das aurículas. Na aurícula direita chegam as veias cava superior e inferior, e na aurícula esquerda, as quatro veias pulmonares. Do ventrículo direito sai a artéria pulmonar e do ventrículo esquerdo sai a artéria aorta.
Coração.

Estrutura e funções

A atividade do coração consiste na alternância da contração (sístole) e do relaxamento (diástole) das paredes musculares das aurículas e ventrículos. Durante o período de relaxamento, o sangue flui das veias para as duas aurículas, dilatando-as de forma gradual. Ao final deste período, suas paredes se contraem e impulsionam todo o seu conteúdo para os ventrículos.
A sístole ventricular segue-se imediatamente a sístole auricular. A contração ventricular é mais lenta e mais energética. As cavidades ventriculares se esvaziam quase que por completo com cada sístole, depois, o coração fica em um completo repouso durante um breve espaço de tempo. A freqüência cardíaca normal é de 72 batimentos por minuto, em situação de repouso.
Para evitar que o sangue, impulsionado dos ventrículos durante a sístole, reflua durante a diástole, há válvulas localizadas junto aos orifícios de abertura da artéria aorta e da artéria pulmonar, chamadas válvulas semilunares. Outras válvulas que impedem o refluxo do sangue são a válvula tricúspide, situada entre a aurícula e o ventrículo direito, e a válvula bicúspide ou mitral, entre a aurícula e o ventrículo esquerdo.
A freqüência das batidas do coração é controlada pelo sistema nervoso vegetativo, de modo que o simpático aacelera e o sistema parassimpático a retarda.

Doenças do coração

Doenças do Coração. As doenças cardíacas são as principais causas de mortalidade nos países desenvolvidos. Podem ocorrer em conseqüência de defeitos congênitos, infecções, estreitamento das artérias coronárias, hipertensão ou alterações no ritmo cardíaco.
A principal forma de doença cardíaca nos países ocidentais é a arteriosclerose. O acúmulo de depósito de material lipídico - colesterol - pode causar uma obstrução que tampa as artérias (trombose). Esta é a causa mais importante de um ataque cardíaco, ou infarto do miocárdio, que tem conseqüências mortais com freqüência.
A alteração do ritmo cardíaco normal (arritmia) é a causa imediata de morte em muitos infartos do miocárdio.
O problema mais grave é o bloqueio cardíaco completo. Este pode ser corrigido pela implantação de um marcapasso artificial (um dispositivo que emite descargas elétricas rítmicas), para provocar a contração regular do músculo cardíaco.

Eletrocardiograma

Doar é humano. Um Eletrocardiograma (ECG) registra a atividade elétrica do coração. Um impulso elétrico, gerado no nódulo sino-auricular, precede cada contração do músculo cardíaco; as ondas desenhadas em um ECG traçam o trajeto desses impulsos tal como se propagam no coração. As irregularidades do ECG refletem afecções no músculo, no fornecimento de sangue ou no controle neural do coração.

Varizes: entenda o problema, veja causas e aprenda a tratar


Veja também quais os exercícios físicos ajudam e quais não são recomendados para o tratamento e prevenção das varizes Foto: Getty Images
Veja também quais os exercícios físicos ajudam e quais não são recomendados para o tratamento e prevenção das varizes
Foto: Getty Images
O comum problema das varizes, veias dilatadas das pernas e pés, atingem 70% das pessoas com até 70 anos e, além de prejuízos estéticos, podem causar dor, desconforto, inchaço e demandar cirurgia. Por isso, fique atento aos sinais na pele e aprenda a cuidar deste quadro.
O que é?
As varizes são aquelas veias que se dilatam e deixam de ser retas, ficando tortas e saltadas na pele. Segundo o secretário-geral da Sociedade Brasileira de Angeologia e de Cirurgia Vascular, Dr. Celso Bregalda Neves, “varizes são veias que nós vemos”. Ele destaca que o que é popularmente chamado de “varizes internas” não existe, as veias comprometidas que ficam mais profundas nos músculos são tratadas como outra condição venosa chamada de doença das veias profundas.
Os vasinhos se diferenciam das varizes apenas em calibre e posição, já que ficam na camada mais superficial da pele e tem 1mm de diâmetro, enquanto as varizes apresentam 3mm. As causas e os tratamentos também são bem similares.
Conheça as causas
O principal fator é a predisposição familiar, ou seja, a doença é passada de geração em geração, caso pais, avós e tios apresentem os mesmo sintomas.
Em seguida, as mulheres são as mais prejudicadas. Segundo o Dr. Celso Bregalda, são registrados entre 2,5 e 3 casos de mulher com varizes para cada homem com a doença. O motivo são os hormônios femininos que diminuem a força das paredes das veias, deixando os vasos mais fracos. Por isso, reposição hormonal e métodos anticoncepcionais podem ajudar com que as varizes apareçam antes da hora. Pela mesma razão, durante a gravidez, as chances também crescem e, aumentam a cada nova gestação.
A idade é outro fator de risco. Varizes não são nada comuns em bebês e normalmente começam a aparecer na puberdade, quando os homens esticam no tamanho e, as mulheres, recebem maior carga de hormônio. Além disso, o colágeno das veias começa a diminuir com a idade, por isso elas tendem a dilatar mais facilmente.
Além destes fatores naturais, hábitos incorretos também são grandes motivos. Ficar muito tempo na mesma posição, seja em pé ou sentado, prejudica a circulação do sangue nos membros inferiores.
Além da obesidade e sedentarismo, a longo prazo, pessoas com intestino preguiçoso, que por vários anos, fazem força para evacuar acabam pressionando as veias nas pernas, aumentando as chances das varizes aparecerem.
Salto alto, piora?
“Existe um certo conflito na literatura médica sobre o uso do salto alto”, comentou o Dr. Celso Bregalda . Ele explica que por causa do salto alto, o sangue pode ficar mais facilmente preso na região da panturrilha pela dificuldade que a posição da babata da perna causa. No entanto, o pé reto também exige mais esforço dos músculos para bombearem o sangue de volta ao coração. “O ideal é um saltinho pequeno, com um ou dois centímetros, para que a perna fique em posição confortável”, explicou.
“A panturrilha é o coração da perna”. Cuide bem dela!
O Dr. Celso Bregalda explica que, depois de bombeado, o sangue precisa voltar para o coração e, para isso, depende da panturrilha. “É preciso fazer o ciclo completo da movimentação do sangue e, quando as veias das pernas estão comprimidas e os membros parados, o sangue fica represado nas batatas das pernas, o que prejudica a circulação e, entre outros fatores, causa varizes. A panturrilha é o coração da perna”, explicou.
Por isso, durante o período de trabalho, é preciso ter cuidados com os hábitos. Para quem fica o dia todo sentado, por exemplo, os males serão maiores do que para um carteiro que, apesar de ficar em pé boa parte do tempo, ele apresenta menos problemas já que está se movimentando e não parado na mesma posição. “O importante é o movimento, não a posição”, explica o Dr. Celso Bregalda.
Como melhorar a circulação do sangue nas pernas
Levantar a cada uma ou duas horas para movimentar os músculos é a melhor alternativa. Mas fazer exercícios com as pernas, mesmo sentado, também ajuda. Uma das dicas é levantar e abaixar os pés, como se estivesse acelerando um carro, por cinco vezes a cada meia hora.
Outra maneira, menos agradável e menos estética, é o uso das meias elásticas de compressão graduada. Elas fazem pressão nos pés e tornozelo ajudando o sangue a subir em direção ao coração. Além do clássico tamanho 3x4, que vai até abaixo do joelho, há ainda a 7x8, até a coxa e a meia-calça convencional.
Atualmente, as marcas investem em cores como preto, branco e com brilho para sair do bege. Tecidos mais leves também têm sido experimentados para diminuir o desconforto. “Além de não ser muito estético, no calor também esquenta, mas é muito recomendado o uso da meia”, informou o Dr. Celso Bregalda.
Como tratar?
Os vasinhos – manchinhas nas pernas que parecem riscos de caneta - podem ser  tratados com aplicação, nas quais substâncias são injetadas com agulha e causam a inflamação da veia, sendo depois absorvida pelo organismo. O laser também é outra opção, procedimento no qual o sangue da veia é esquentado até queimar o vaso. No entanto, ao contrário do que se pensa, lazer dói tanto quanto as aplicações com agulha e, cada nova emissão de luz, dá a sensação de uma picada de agulha.
No caso das varizes, o método mais comum é a retirada das veias dilatadas com procedimento cirúrgico. “Este método ainda tem o melhor custo benefício estético”, informou o Dr. Celso Bregalda.
A aplicação de espumas segue o mesmo princípio da aplicação dos vasinhos. No entanto, uma desvantagem é a possibilidade de ficar manchas na pele, já que como a extensão da veia danificada é extensa, pode acontecer de o corpo não conseguir absorvê-la por completo.
Ao contrário do laser nos vasinhos (que é um disparo), no caso das varizes, é injetado uma fibra que vai queimando as veias internamente. A desvantagem também é a possibilidade de ficarem manchas.
Há também o método da radiofrequência, um instrumento que esquenta a ponta e queima a veia por dentro da pele, diminuindo a extensão e podendo eliminar o vaso comprometido.
Saiba como escolher o exercício perfeito para evitar e tratar as varizes
Todos os tipos de atividades físicas são benéficas, no entanto, para ter melhores resultados no tratamento e prevenção das varizes é preciso apenas ter atenção aos resultados e escolher a melhor opção.
Segundo a Dra. Tais Tinucci, nefrologista e professora na Escola de Educação Física e Esporte da USP, devem ser priorizados os exercícios aeróbicos e evitados aqueles que precisam de grande explosão muscular. “É comprovado que o exercício aeróbico como caminhada, bicicleta e natação, tem aspecto preventivo e de melhora das varizes porque melhora a função da panturrilha”, explicou.
“Mas os exercícios de força que aumentam a pressão dentro da cavidade abdominal e exigem prender a respiração podem ter um caráter de piora para quem tem predisposição ao problema”, informou a Dra. Tais. Segundo ela, levantamento de peso e musculação, por exemplo, não são totalmente contraindicados, mas podem atrapalhar o quadro.
Fique atento às complicações
As varizes mais simples e fáceis de serem tratadas são os vasinhos. Com a complicação da situação das veias, pode haver inchaço das pernas e pés, dor e desconforto. Caso esta situação se prolongue por muitos anos, pode aparecer manchas na pele, chamadas de dermatite ocre e que acontece entre 2% e 3% dos pacientes.
Em seguida, a forma mais grave de varizes é quando surgem úlceras, que são feridas na pele. Comum em pessoas de idade mais avançada, este tipo demanda um tratamento mais difícil para eliminar a dor e as possíveis infecções.
Como prevenir
A melhor maneira de prevenir os vasinhos e varizes é adotar um estilo de vida saudável. Evitar o excesso de peso, fazer exercício aeróbico com frequência , ter uma alimentação balanceada para evitar a síndrome do intestino preguiçoso, manter a hidratação e usar a meia elástica.
“Não existe remédio para evitar o surgimento das varizes. Existem apenas remédios que melhoram os sintomas, como inchaço, dor e cãibra, que podem ser usados via oral ou em cremes, e são receitados em situações bem especificas”, comentou o Dr. Celso Bregalda.

O Exercício Cardiovascular.


Exercício Cardiovascular + Musculação + Dieta: A trilogia indispensável para uma boa forma física. Estes três factores devem estar presentes no seu a dia, sendo todos eles de elevada importância. Não querendo menosprezar o exercício físico, não há desporto que lhe valha sem uma alimentação saudável. É impossível emagrecer se ingere mais calorias do que aquelas que o seu corpo queima. Para emagrecer, tem de estar em défice calórico; depois, é necessário ensinar o corpo a utilizar a gordura corporal como fonte de energia. É aqui que entra a importância do exercício cardiovascular.


O que é o exercício cardivascular?

É o tipo de exercício físico que mantém a pulsação cardíaca e a respiração elevadas de forma constante durante a sua prática - correr, nadar, andar rápido, andar de bicicleta, remo, etc. A prática destes exercícios vai fazer com que o corpo aprenda a utilizar a gordura como fonte de energia, aumentando significativamente o metabolismo.
Estes excercícios físicos têm uma importância que vai muito para além da forma física, sendo também indispensáveis para a saúde e coração. A não-prática de exercício físico está associada a inúmeras doenças e morte prematura. Quer melhor razão para calçar um par de ténis?

«Se fizer exercício cardiovascular, emagreço?»
Seguindo a trilogia da Heavy Health, emagrecerá de forma correcta e saudável. O exercício físico vai naturalmente acelerar o metabolismo, mas isso não é desculpa para comer mais do que devia. Qualquer excesso será convertido em gordura. A ideia é que o corpo vá buscar energia à gordura corporal, não aos seus excessos na alimentação.
Não espere, naturalmente, resultados do dia para a noite. O emagrecimento de forma saudável é um processo lento, que requer muita dedicação e força de vontade.


Conselho Heavy Health: não acredite, nem se deixe entusiasmar por revistas que apresentam dietas ou planos de treino de "como emagrecer 6 kilos num mês." Esses títulos são apelativos e os autores sabem disso. A sua intenção é vender, nada mais que isso. Lembre-se que cada corpo, metabolismo e organismo são diferentes. Os resultados variam de pessoa para pessoa, indepentemente do treino e alimentação serem iguais. Treine apenas com um compromisso consigo mesmo, não com promessas de marketing. Escusado será dizer que os aparelhos abdominais comercializados na Televendas não devem merecer a nossa consideração.

«O exercício cardiovascular é suficiente?»
Tecnicamente é suficiente... mas não para aquilo que consideramos um bom corpo. A prática de exercício cardiovascular, infelizmente, não ataca apenas os depósitos de gordura; parte da nossa massa magra (músculo) também é desgastada. Se não realizar exercícios de tonificação muscular, o seu corpo ficará flácido. Por isso, é importante conjugar o exercício cardiovascular com musculação, bem como uma alimentação rica em proteínas. Não se preocupe, porque não é por levantar alguns pesos que vai ficar como o Schwarzenegger. Como poderá ver em postagens futuras, para isso seriam necessários anos de trabalho e toneladas e peso levantadas. Flexões, elevações, exercícios abdominais, agachamentos, são exercícios que pode realizar sem recorrer a um ginásio. Fique atento aos próximos posts.

Começe já hoje a correr... e a trabalhar os músculos!

O exercício cardiovascular deve ser realizado 3 a 5 vezes por semana num período nunca inferior a 50 minutos. Se não costuma fazer exercício, comece com uma corridas ligeiras, uns passeios rápidos, etc. A melhor maneira para emagrecer é realizar o trabalho muscular primeiro e o exercício cardiovascular depois. Na musculação é necessário um esforço muito maior do que, por exemplo, na corrida. O ideal é fazer com que a sua refeição antes do treino sirva de energia para os músculos. Assim, quando for correr, o seu corpo estará apenas a trabalhar nos depósitos de gordura. Se ainda tiver glicogénio (energia sob a forma de calorias ingeridas) no organismo, o seu corpo estará a queimar os alimentos que ingeriu antes de começar a queimar a gordura corporal.

Desta forma, o ideal é realizar primeiro um trabalho muscular de 30/45 minutos, seguido de uma corrida de 30 minutos. Pode optar por correr durante toda a sessão de treino, mas com a musculação tem o bónus de ganhar músculo. Além disso, a musculação eleva o metabolismo basal (utilização de calorias durante a fase de repouso) muito mais do que o exercício cardiovascular. Conjugue os 2 e consiga uma excelente forma física!

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COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
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