quinta-feira, 28 de março de 2013

"Salve Jorge": Théo revela para Helô que transou com Lívia por vingança


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Helô (Giovanna Antonelli) vai descobrir nos próximos capítulos de "Salve Jorge" que Théo (Rodrigo Lombardi) se envolveu com Lívia (Claudia Raia).

A descoberta acontece durante a festa de casamento de Aída (Natália do Valle). A delegada comenta com o capitão que percebeu as estranhas reações de Lívia quando ela falou dele.

Ela vai perguntar a vilã o assediou e ele diz: "Ela está louca". Helô insiste e pergunta se eles transaram.

Théo então confirma: "Transei por vingança. Queria arrancar informações. Estava movido por aquela raiva. Sei que fui cafajeste, mas também sou humano".

"Salve Jorge" vai ao ar logo após o "Jorn

"Salve": Morena mente e diz para Théo que perdeu bebê; saiba motivo

 

 
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Morena (Nanda Costa) vai descobrir que Érica (Flavia Alessandra) está grávida, em "Salve Jorge". Com a notícia, ela não vai contar para Théo (Rodrigo Lombardi) sobre a filha que tem dele.

Tudo acontece quando Helô (Giovanna Antonelli) marca um novo encontro para o casal. Conversando, o capitão pede para a filha de Lucimar (Dira Paes) pegar sua mochila e uma mamadeira vai cair.

Morena pergunta de quem é a mamadeira e ele diz que é do seu filho com Érica. Triste e frustrada com a revelação, a jovem vai contar que também engravidou dele, mas que perdeu a filha, deixando Théo arrasado.

"Salve Jorge" vai ao ar logo após o "Jornal Nacional".

MEC prorroga prazo de renovação dos contratos do Fies até 30 de junho

O FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) prorrogou até 30 de junho o prazo para renovação semestral dos contratos do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) feitos entre o segundo semestre de 2010 e o primeiro semestre de 2013. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28).
Segundo o texto, os estudante têm até a mesma data para a realização de transferência integral de curso ou de instituição de ensino e para solicitação de dilatação do prazo de utilização do financiamento. 
Os pedidos deverão ser realizados via internet, por meio do SisFIES (Sistema Informatizado do Fies)

Como participar

O Fies permite ao universitário financiar de 50% a 100% das mensalidades de acordo com a renda familiar do estudante e o comprometimento desse valor com os encargos educacionais.
Os juros são de 3,4% ao ano, para todos os cursos, e o pagamento começa 18 meses após a formatura. Durante o curso, o estudante paga, a cada trimestre, o valor máximo de R$ 50, referente a juros incidente sobre o financiamento
A inscrição para o Fies pode ser feita pela internet em qualquer época do ano. Os dados do estudante são analisados por uma comissão da própria faculdade ou universidade escolhida. 
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Como é a vida de um estudante "padrão" do ensino superior do Brasil?24 fotos

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Carolina Cabrelli, 21, é estudante de nutrição na Uninove, em São Paulo. Ela é o "modelo" do aluno brasileiro de ensino superior: mulher, estuda em instituição privada e está fazendo bacharelado no turno noturno. Em um dia normal, Carolina acorda às 6h e sai de casa por volta das 7h 

De 'barracos' a superexposição, web mudou o comportamento humano

  • Thinkstock
    Agressividade ao emitir opiniões é uma das características mais marcantes do comportamento na internet Agressividade ao emitir opiniões é uma das características mais marcantes do comportamento na internet
Você está em um restaurante maravilhoso e pediu o prato mais suculento do cardápio. Quando ele chega, saca o smartphone, fotografa a iguaria e imediatamente compartilha em redes sociais diversas esperando pelas "curtidas" dos amigos.

Hoje, as redes sociais influenciam das relações amorosas e entre amigos às escolhas profissionais; das maneiras de estudar para uma prova às formas de reivindicar direitos; da produção acadêmica à exibição artística. E, claro, principalmente, na forma de se comunicar. As mídias sociais são tão importantes que acabaram motivando o surgimento de profissionais especializados em prestar consultoria sobre elas.
Um deles é o jornalista Alexandre Inagaki, 39, que é consultor em comunicação e marketing digital e mantém o blog "Pensar Enlouquece" há dez anos. Ele resume: "São como mesas de bar virtuais onipresentes, nas quais qualquer um pode, a qualquer momento, puxar uma cadeira e participar dos papos que estão rolando.

Neste "happy hour", que dura 24 horas por dia, todos os aspectos da vida estão presentes. E você pode trocar ideias sobre os mais diferentes assuntos, paquerar, desabafar, fazer novas amizades, incrementar sua rede de contatos profissionais ou simplesmente ficar falando abobrinhas". 
 

Fla-Flu virtual

 
Falar abobrinhas é, por sinal, uma das maiores diferenças entre o comportamento das pessoas online e o que elas costumam adotar na vida offline. Augusto de Franco, um dos criadores da Escola-de-Redes, consultor e teórico das redes sociais explica como isso acontece: "As pessoas têm atitudes diferentes diante de mídias diferentes. Escrevendo, você se coloca de um jeito diferente -por exemplo, tem coragem de dizer o que não diria ao telefone".
 
 
Uma das características mais marcantes da forma de se comunicar nas redes sociais é a exaltação. "Boa parte dos usuários de redes sociais costuma deixar o superego (consciência moral) de lado, especialmente quando emitem opiniões e debatem, de forma raramente ponderada, assuntos ligados a futebol, religião, política e 'BBB'. É por isso que se costuma dizer que, em sites como Twitter e Facebook, todo embate de ideias vira um Fla-Flu de opiniões acaloradas", diz Alexandre Inagaki.
 
O anonimato ajuda a tornar os espaços virtuais nesses "territórios sem lei", nas palavras de Bianca Furtado, especialista em marketing digital com ênfase em mídias sociais. "Mas hoje os próprios usuários das redes rejeitam quem faz algo que não esteja de acordo com os termos de uso e certas normas de convivência em geral".
 

"Bigbrotherização"

 
Outra característica muito marcante das redes é a vontade de compartilhar tudo o tempo todo. Inagaki atribui isso a dois fatores: à carência e ao fato de as fronteiras entre o online e o offline estarem cada vez mais dissipadas. "Nesse comportamento há uma certa 'bigbrotherização' de nossas vidas", diz. O jornalista explica que, ao publicar um conteúdo, você espera que outras pessoas curtam, compartilhem, comentem a sua postagem. "E quanto mais coisas você posta em redes sociais, maior é a possibilidade de que você ganhe mais amigos e seguidores, aumentando seu status online", conclui.
 
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Veja o que a foto do seu perfil no Facebook pode revelar sobre você17 fotos

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Foto de campanha: para trocar sua foto de perfil para o símbolo de um partido ou movimento político é preciso ser alguém militante, que quer influenciar os colegas, segundo a psicóloga Miriam Barros. "É uma pessoa que é politicamente engajada e ativa, defende o ponto de vista com veemência e tem orgulho disso", diz a diretora de certificação profissional da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) Andrea Huggard-Caine. Para o consultor de etiqueta e marketing pessoal Cláudio Pelizari, defender seus pontos de vista é interessante, mas fazer campanha nas redes sociais demonstra que a pessoa não tem ponderação. Stefan Pastorek/UOL
Bianca lembra que o uso arraigado de smartphones é fator essencial nessa divulgação detalhada. "As pessoas conseguem ter informações e notícias de forma dinâmica, pessoas comuns são alçadas a "celebridades", alguns "memes" são criados nas redes e acabam nas rodinhas de amigos".

Espelho, espelho meu

 
Outro comportamento comum nas redes sociais é a autopropaganda. Cada usuário aprende logo a selecionar as informações que prefere transmitir ao mundo. O resultado é que as pessoas sempre parecem mais felizes, ricas, satisfeitas e bem dispostas no mundo virtual. "Em vez de "instagramarem" café da manhã com pão requentado, preferem exibir para seus seguidores fotos da viagem que fizeram ao exterior ou do jantar no restaurante da moda", afirma Alexandre.
 
Mas, para ele, esse comportamento mais exacerbado ou exibicionista nada mais é do que uma "lente de aumento da vida offline". "Todas as qualidades e defeitos da sociedade aparecem de forma mais nítida nas redes sociais. Uma pessoa pode até tentar escamotear seus defeitos, como alguém que se produz todo para um primeiro encontro ou uma festa, mas, mais cedo ou mais tarde, eles aparecem".
 
 
 

Os relacionamentos

 
O relacionamento entre as pessoas foi o mais atingido pelo advento das redes sociais, na opinião de todos os especialistas consultados por UOL Comportamento. Segundo Augusto de Franco, "Elas proporcionam uma ampliação dos contatos como jamais se viu antes". Em  consequência, aumentaram os graus de liberdade e de cooperação entre pessoas que antes nem se conheciam.
 
A maior vantagem é o encurtamento de distâncias (com ajuda da webcam, microfone e mensagens instantâneas) entre pessoas com o mesmo gosto ou senso de humor, por exemplo.
 

Aja bem na rede
 

Por serem importantes em tantas áreas da vida, é preciso saber usar bem as redes sociais. Por isso, guarde as seguintes dicas:

- Não conte mentiras na internet;

- Tenha cuidado com a linguagem que você usa e preocupe-se em escrever corretamente;

- Evite expor demais a vida por meio de fotos ou detalhes dos lugares que frequenta;

- Mantenha a privacidade de posts em redes sociais pessoais;

- Tenha postura profissional em redes profissionais;

- Mantenha contato com quem se conhece ou ao menos tem amigos e interesses em comum;

- Não faça online o que não faria na vida offline, como xingar pessoas por discordar de suas ideias, exibir fotos de animais atropelados, se expor nu etc.;

- Não use as redes sociais depois de ter bebido.
Claro que, por isso, também acabam ampliando as possibilidades de namoro. Alexandre Inagaki defende que a possibilidade de pesquisar sobre a vida e os gostos do pretendente antes da aproximação inicial ajuda muito na abordagem. Mas a web também pode causar transtornos, diz ele, por fomentar o ciúme.
 

Relações de trabalho

Antes de contratar alguém para um posto, os recrutadores das empresas já verificam o perfil da pessoa na internet, tanto em redes profissionais, como o LinkedIn, quanto nas pessoais, como o Facebook, Twitter, Orkut. Os contratantes querem saber se a pessoa tem uma postura condizente com o cargo a que almeja, se consegue se articular bem e de modo original, se compartilha conteúdos interessantes e os contatos em comum que possuem.
 
"Algo que todo profissional deve ter em mente é que tudo que ele posta em redes sociais pode ser usado contra ele. Erros de português, críticas feitas a chefes e empresas em que trabalham ou trabalharam e comentários preconceituosos são atitudes que certamente atrapalharão as aspirações profissionais de uma pessoa", diz Alexandre.

MÚSCULOS DO MEMBRO INFERIOR


JOGOS

MEMBROS INFERIORES

OSSOS DOS MEMBROS INFERIORES
São maiores e mais compactos, adaptados para sustentar o peso do corpo e para caminhar e correr. Composto por coxa, perna, tornozelo e pé.
A coxa só tem um osso - o fêmur - que se articula com a bacia pela cavidade catilóide. O fêmur tem volumosa cabeça arredondada, presa a diáfise por uma porção estreitada - o colo anatômico. A extremidade inferior do fêmur apresenta para diante uma porção articular - a tróclea - que trás dois côndilos separados pela chanfradura inter-condiliana. O fêmur é o maior de todos os ossos do esqueleto.
A perna e composta por dois ossos: a tíbia e a fíbula (perônio). A tíbia é o osso mais interno e a fíbula é o osso situado ao lado da tíbia.
Os dedos são prolongamentos articulados que terminam nos pés. O pé é composto pelos ossos tarso, metatarso e os ossos dos dedos. O metatarso é a parte do pé situada entre o tarso e os dedos. O tarso é a porção de ossos posterior do esqueleto do pé.
Cintura Pélvica
Ou bacia, conecta os membros inferiores ao tronco. Podem distinguir o homem da mulher. Nas mulheres é mais larga, o que representa adaptação ao parto.

Musculos do tronco

MÚSCULOS DA CABEÇA

Para fins de estudo, os músculos da cabeça podem ser divididos em músculos da mastigação e músculos da mímica facial.

Músculos da Mastigação

Músculo Temporal

Músculo Masseter
Músculo Pterigóideo Medial
Músculo Pterigóideo Lateral


Músculos da Mímica Facial
Como o próprio nome já diz, os músculos da mímica facial são responsáveis pelas expressões faciais. São delgados músculos cutâneos que de um modo geral se originam ou da fáscia ou dos ossos da face e se fixam à derme, desta forma sua contração é capaz de mexer a pele e mudar a expressões faciais, fechar os olhos ou dilatar as narinas entre outros movimentos. É importante lembrarmos que todos os músculos faciais são inervados pelo VII par craniano, o nervo facial.

Músculo Epicrânio
- Músculo Occiptofrontal
- Músculo Temporoparietal
-Gálea Aponeurótica ou Aponeurose Epicrânica
Músculo Auricular Anterior
Músculo Auricular Superior
Músculo Auricular Posterior
Músculo Orbicular do Olho
Músculo Abaixador do Supercílio
Músculo Corrugador do Supercílio
Músculo Prócero
Músculo Nasal
Músculo abaixador do septo do nariz
Músculo Levantador do Lábio Superior
Músculo Levantador do Lábio Superior e da Asa do Nariz
Músculo Levantador do Ângulo da Boca
Músculo Zigomático Menor
Músculo Zigomático Maior
Músculo Risório
Músculo Abaixador do Lábio Inferior
Músculo Abaixador do Ângulo da Boca
Músculo Mentual
Músculo Transverso do Mento
Músculo Orbicular da Boca
Músculo Bucinador

Tipos de contrações musculares

Classificação dos Músculos

Classificação das Articulaçoes e Graus de liberdade



Articulações ou junturas são as uniões funcionais entre os diferentes ossos do esqueleto. São divididas nos seguintes grupos, de acordo com sua estrutura e mobilidade:

Articulações Fibrosas (Sinartroses) ou imóveis;
Articulações Cartilagíneas (Anfiartroses) ou com movimentos limitados;
Articulações Sinoviais (Diartroses) ou articulações de movimentos amplos.

ARTICULAÇÕES FIBROSAS (SINARTROSES)
nAs articulações fibrosas incluem todas as articulações onde as superfícies dos ossos estão quase em contato direto, como nas articulações entre os ossos do crânio (exceto a ATM).
Há três tipos principais de articulações fibrosas:

Suturas: Nas suturas as extremidades dos ossos têm interdigitações ou sulcos, que os mantêm íntima e firmemente unidos. Conseqüentemente, as fibras de conexão são muito curtas preenchendo uma pequena fenda entre os ossos. Este tipo de articulação é encontrado somente entre os ossos planos do crânio. Na maturidade, as fibras da sutura começam a ser substituídas completamente, os de ambos os lados da sutura tornam-se firmemente unidos/fundidos. Esta condição é chamada de sinostose.

Sindesmoses: Nestas suturas o tecido interposto é também o conjuntivo fibroso, mas não ocorre nos ossos do crânio. Na verdade, a Nomenclatura Anatômica só registra dois exemplos: sindesmose tíbio-fibular e sindesmose radio-ulnar.

Gonfoses: Também chamada de articulação em cavilha, é uma articulação fibrosa especializada à fixação dos dentes nas cavidades alveolares na mandíbula e maxilas. O colágeno do periodonto une o cemento dentário com o osso alveolar.

ARTICULAÇÕES CARTILAGÍNEAS (ANFIARTROSES)
Nas articulações cartilaginosas, os ossos são unidos por cartilagem pelo fato de pequenos movimentos serem possíveis nestas articulações, elas também são chamadas de anfiartroses. Existem dois tipos de articulações cartilagíneas:
Sincondroses: Os ossos de uma articulação do tipo sincondrose estão unidos por uma cartilagem hialina. Muitas sincondroses são articulações temporárias, com a cartilagem sendo substituída por osso com o passar do tempo (isso ocorre em ossos longos e entre alguns ossos do crânio). As articulações entre as dez primeiras costelas e as cartilagens costais são sincondroses permanentes.
Sínfises: As superfícies articulares dos ossos unidos por sínfises estão cobertas por uma camada de cartilagem hialina. Entre os ossos da articulação, há um disco fibrocartilaginoso, sendo essa a característica distintiva da sínfise. Esses discos por serem compressíveis permitem que a sínfise absorva impactos. A articulação entre os ossos púbicos e a articulação entre os corpos vertebrais são exemplos de sínfises. Durante o desenvolvimento as duas metades da mandíbula estão unidas por uma sínfise mediana, mas essa articulação torna-se completamente ossificada na idade adulta.

ARTICULAÇÕES SINOVIAIS, (DIARTROSES)
As articulações sinoviais incluem a maioria das articulações do corpo. As superfícies ósseas são recobertas por cartilagem articular e unidas por ligamentos revestidos por membrana sinovial. A articulação pode ser dividida completamente ou incompletamente por um disco ou menisco articular cuja periferia se continua com a cápsula fibrosa, enquanto que suas faces livres são recobertas por membrana sinovial.

Classificação Funcional das Articulações

O movimento das articulações depende, essencialmente da forma das superfícies que entram em contato e dos meios de união que podem limitá-lo. Na dependência destes fatores as articulações podem realizar movimentos de um, dois ou três eixos. Este é o critério adotado para classificá-las funcionalmente.

Articulação Monoaxial
- Quando uma articulação realiza movimentos apenas em torno de um eixo (1 grau de liberdade). As articulações que só permitem a flexão e extensão, como a do cotovelo, são monoaxiais. Há duas variedades nas quais o movimento é uniaxial:

Gínglimo ou Articulação em Dobradiça: as superfícies articulares permitem movimento em um só plano. As articulações são mantidas por fortes ligamentos colaterais. Exemplos: Articulações interfalangeanas e articulação úmero-ulnar.

Trocóide ou Articulação em Pivô: Quando o movimento é exclusivamente de rotação. A articulação é formada por um processo em forma de pivô rodando dentro de um anel ou um anel sobre um pivô. Exemplos: Articulação rádio-ulnar proximal e atlanto-axial.

Articulação BiaxialQuando uma articulação realiza movimentos em torno de dois eixos (2 graus de liberdade). As articulações que realizam extensão, flexão, adução e abdução, como a rádio-cárpica (articulação do punho) são biaxiais. Há duas variedades de articulações biaxiais:

Articulação Condilar:Nesse tipo de articulação, uma superfície articular ovóide ou condilar é recebida em uma cavidade elíptica de modo a permitir os movimentos de flexão e extensão, adução e abdução e circundução, ou seja, todos os movimentos articulares, menos rotação axial. Exemplo: Articulação do pulso.

Articulação Selar: Nestas articulações as faces ósseas são reciprocamente côncavo-convexas. Permitem os mesmos movimentos das articulações condilares. Exemplo: Carpometatársicas do polegar.

Articulação TriaxialQuando uma articulação realiza movimentos em torno de três eixos (3 graus de liberdade). As articulações que além de flexão, extensão, abdução e adução, permitem também a rotação, são ditas triaxiais, cujos exemplos típicos são as articulações do ombro e do quadril. Há uma variedade onde o movimento é poliaxial, chamada articulação esferóide ou enartrose.

Articulação Esferóide ou Enartrose: É uma forma de articulação na qual o osso distal é capaz de movimentar-se em torno de vários eixos, que tem um centro comum. Exemplos: Articulações do quadril e ombro.

Articulações Sinoviais presentes no corpo humano.
ATM
Coluna
Vertebral
Ombro
Cotovelo
Punho
Quadril
Joelho
Tornozelo

Elementos das Articulaçoes Sinoviais:
Constantes:
-Superfícies ósseas articulares
-Cartilagens articulares
-Cápsula articular:
a)Membrana fibrosa
b)Membrana sinovial
-Cavidade articular

Inconstantes:Discos
Meniscos
Orlas
Ligamentos

Saiba Mais:
Cinesiologia Articulações

Nomenclatura e direção dos movimentos

Termos de Relação:


* Anterior / Ventral / Frontal: na direção da frente do corpo.

* Posterior / Dorsal: na direção das costas (traseiro).

Exemplo:
O osso esterno e as cartilagens costais encontram-se anteriormente em relação ao coração. Já os grandes vasos e a coluna vertebral localizam-se posteriormente em relação ao coração.


* Inferior / Caudal: na direção da parte inferior do corpo.

* Superior / Cranial: na direção da parte superior do corpo.

Exemplo:
Os grandes vasos localizam-se superiormente ao coração enquanto que o diafragma localiza-se inferiormente ao coração.


* Medial: mais próximo do plano sagital mediano (linha sagital mediana.

* Lateral: mais afastado do plano sagital mediano (linha sagital mediana).

Exemplo:
Os ligamentos colaterais do joelho. O ligamento colateral fibular está localizado lateralmente enquanto que o ligamento colateral tibial está localizado medialmente, ou seja, mais próximo à linha sagital mediana.

* Mediano Intermédio Médio
Exatamente sobre o eixo sagital mediano. Entre medial e lateral. Estrutura ou órgão interposto entre um superior e um inferior ou entre anterior e posterior.

Termos de Comparação:

* Proximal: próximo da raiz do membro. Na direção do tronco.

* Distal: afastado da raiz do membro. Longe do tronco ou do ponto de inserção.

Exemplo:
O braço é considerado proximal quando comparado ao antebraço (distal), pois está mais próximo da raíz de implantação do membro (cintura escapular).
* Superficial: significa mais perto da superfície do corpo.

* Profundo: significa mais afastado da superfície do corpo.

Exemplo:
A pele é uma estrutura superficial comparada às arterias ou os ossos que estão localizados mais profundamente. No sistema venoso é comum utilizarmos esses termos para diferenciar o sistema venoso superficial (mais próximo à superfície) do sistema venoso profundo (passa mais profundamente junto com o sistema arterial).
* Homolateral / Ipsilateral: do mesmo lado do corpo ou de outra estrutura.

* Contralateral: do lado oposto do corpo ou de outra estrutura.

Exemplo:
Se considerarmos a mão direita como referência, o membro inferior direito é considerado homo/ipsilateral, pois está localizado do mesmo lado. Já o membro inferior esquerdo é considerado contralateral, pois está localizado no lado oposto à mão de referência (mão direita).
Termos de Movimento:

* Flexão: curvatura ou diminuição do ângulo entre os ossos ou partes do corpo.

* Extensão: endireitar ou aumentar o ângulo entre os ossos ou partes do corpo.

* Adução: movimento na direção do plano mediano em um plano coronal.

* Abdução: afastar-se do plano mediano no plano coronal.

* Rotação Medial: traz a face anterior de um membro para mais perto do plano mediano.
* Rotação Lateral: leva a face anterior para longe do plano mediano.

* Retrusão: movimento de retração (para trás) como ocorre na retrusão da mandíbula e no ombro.

* Protrusão: movimento dianteiro (para frente) como ocorre na protrusão da mandíbula e no ombro.

* Oclusão: movimento em que ocorre o contato da arcada dentário superior com a arcada dentária inferior.

* Abertura: movimento em que ocorre o afastamento dos dentes no sentido súpero-inferior.

* Rotação Inferior da Escápula: movimento em torno de um eixo sagital no qual o ângulo inferior da escápula move-se medialmente e a cavidade glenóide move-se caudalmente.

* Rotação Superior da Escápula: movimento em torno de um eixo sagital no qual o ângulo inferior da escápula move-se lateralmente e a cavidade glenóide move-se cranialmente.

* Elevação: elevar ou mover uma parte para cima, como elevar os ombros.

* Abaixamento: abaixar ou mover uma parte para baixo, como baixar os ombros.

* Retroversão: posição da pelve na qual o plano vertical através das espinhas ântero-superiores é posterior ao plano vertical através da sínfise púbica.

* Anteroversão: posição da pelve na qual o plano vertical através das espinhas ântero-superiores é anterior ao plano vertical através da sínfise púbica.

* Pronação: movimento do antebraço e mão que gira o rádio medialmente em torno de seu eixo longitudinal de modo que a palma da mão olha posteriormente. e no ombro.

* Supinação: movimento do antebraço e mão que gira o rádio lateralmente em torno de seu eixo longitudinal de modo que a palma da mão olha anteriormente. e no ombro.

* Inversão: movimento da sola do pé em direção ao plano mediano. Quando o pé está totalmente invertido, ele também está plantifletido.

* Eversão: movimento da sola do pé para longe do plano mediano. Quando o pé está totalmente evertido, ele também está dorsifletido.

* Dorsi-flexão (flexão dorsal): movimento de flexão na articulação do tornozelo, como acontece quando se caminha morro acima ou se levantam os dedos do solo.

* Planti-flexão (flexão plantar): dobra o pé ou dedos em direção à face plantar, quando se fica em pé na ponta dos dedos.

Classificação das Articulaçoes e Graus de liberdade




Articulações ou junturas são as uniões funcionais entre os diferentes ossos do esqueleto. São divididas nos seguintes grupos, de acordo com sua estrutura e mobilidade:

Articulações Fibrosas (Sinartroses) ou imóveis;
Articulações Cartilagíneas (Anfiartroses) ou com movimentos limitados;
Articulações Sinoviais (Diartroses) ou articulações de movimentos amplos.

ARTICULAÇÕES FIBROSAS (SINARTROSES)
nAs articulações fibrosas incluem todas as articulações onde as superfícies dos ossos estão quase em contato direto, como nas articulações entre os ossos do crânio (exceto a ATM).
Há três tipos principais de articulações fibrosas:

Suturas: Nas suturas as extremidades dos ossos têm interdigitações ou sulcos, que os mantêm íntima e firmemente unidos. Conseqüentemente, as fibras de conexão são muito curtas preenchendo uma pequena fenda entre os ossos. Este tipo de articulação é encontrado somente entre os ossos planos do crânio. Na maturidade, as fibras da sutura começam a ser substituídas completamente, os de ambos os lados da sutura tornam-se firmemente unidos/fundidos. Esta condição é chamada de sinostose.

Sindesmoses: Nestas suturas o tecido interposto é também o conjuntivo fibroso, mas não ocorre nos ossos do crânio. Na verdade, a Nomenclatura Anatômica só registra dois exemplos: sindesmose tíbio-fibular e sindesmose radio-ulnar.

Gonfoses: Também chamada de articulação em cavilha, é uma articulação fibrosa especializada à fixação dos dentes nas cavidades alveolares na mandíbula e maxilas. O colágeno do periodonto une o cemento dentário com o osso alveolar.

ARTICULAÇÕES CARTILAGÍNEAS (ANFIARTROSES)
Nas articulações cartilaginosas, os ossos são unidos por cartilagem pelo fato de pequenos movimentos serem possíveis nestas articulações, elas também são chamadas de anfiartroses. Existem dois tipos de articulações cartilagíneas:
Sincondroses: Os ossos de uma articulação do tipo sincondrose estão unidos por uma cartilagem hialina. Muitas sincondroses são articulações temporárias, com a cartilagem sendo substituída por osso com o passar do tempo (isso ocorre em ossos longos e entre alguns ossos do crânio). As articulações entre as dez primeiras costelas e as cartilagens costais são sincondroses permanentes.
Sínfises: As superfícies articulares dos ossos unidos por sínfises estão cobertas por uma camada de cartilagem hialina. Entre os ossos da articulação, há um disco fibrocartilaginoso, sendo essa a característica distintiva da sínfise. Esses discos por serem compressíveis permitem que a sínfise absorva impactos. A articulação entre os ossos púbicos e a articulação entre os corpos vertebrais são exemplos de sínfises. Durante o desenvolvimento as duas metades da mandíbula estão unidas por uma sínfise mediana, mas essa articulação torna-se completamente ossificada na idade adulta.

ARTICULAÇÕES SINOVIAIS, (DIARTROSES)
As articulações sinoviais incluem a maioria das articulações do corpo. As superfícies ósseas são recobertas por cartilagem articular e unidas por ligamentos revestidos por membrana sinovial. A articulação pode ser dividida completamente ou incompletamente por um disco ou menisco articular cuja periferia se continua com a cápsula fibrosa, enquanto que suas faces livres são recobertas por membrana sinovial.

Classificação Funcional das Articulações

O movimento das articulações depende, essencialmente da forma das superfícies que entram em contato e dos meios de união que podem limitá-lo. Na dependência destes fatores as articulações podem realizar movimentos de um, dois ou três eixos. Este é o critério adotado para classificá-las funcionalmente.

Articulação Monoaxial
- Quando uma articulação realiza movimentos apenas em torno de um eixo (1 grau de liberdade). As articulações que só permitem a flexão e extensão, como a do cotovelo, são monoaxiais. Há duas variedades nas quais o movimento é uniaxial:

Gínglimo ou Articulação em Dobradiça: as superfícies articulares permitem movimento em um só plano. As articulações são mantidas por fortes ligamentos colaterais. Exemplos: Articulações interfalangeanas e articulação úmero-ulnar.

Trocóide ou Articulação em Pivô: Quando o movimento é exclusivamente de rotação. A articulação é formada por um processo em forma de pivô rodando dentro de um anel ou um anel sobre um pivô. Exemplos: Articulação rádio-ulnar proximal e atlanto-axial.

Articulação BiaxialQuando uma articulação realiza movimentos em torno de dois eixos (2 graus de liberdade). As articulações que realizam extensão, flexão, adução e abdução, como a rádio-cárpica (articulação do punho) são biaxiais. Há duas variedades de articulações biaxiais:

Articulação Condilar:Nesse tipo de articulação, uma superfície articular ovóide ou condilar é recebida em uma cavidade elíptica de modo a permitir os movimentos de flexão e extensão, adução e abdução e circundução, ou seja, todos os movimentos articulares, menos rotação axial. Exemplo: Articulação do pulso.

Articulação Selar: Nestas articulações as faces ósseas são reciprocamente côncavo-convexas. Permitem os mesmos movimentos das articulações condilares. Exemplo: Carpometatársicas do polegar.

Articulação TriaxialQuando uma articulação realiza movimentos em torno de três eixos (3 graus de liberdade). As articulações que além de flexão, extensão, abdução e adução, permitem também a rotação, são ditas triaxiais, cujos exemplos típicos são as articulações do ombro e do quadril. Há uma variedade onde o movimento é poliaxial, chamada articulação esferóide ou enartrose.

Articulação Esferóide ou Enartrose: É uma forma de articulação na qual o osso distal é capaz de movimentar-se em torno de vários eixos, que tem um centro comum. Exemplos: Articulações do quadril e ombro.

Articulações Sinoviais presentes no corpo humano.
ATM
Coluna
Vertebral
Ombro
Cotovelo
Punho
Quadril
Joelho
Tornozelo

Elementos das Articulaçoes Sinoviais:
Constantes:
-Superfícies ósseas articulares
-Cartilagens articulares
-Cápsula articular:
a)Membrana fibrosa
b)Membrana sinovial
-Cavidade articular

Inconstantes:Discos
Meniscos
Orlas
Ligamentos

COLUNA VERTEBRAL

COLUNA  VERTEBRAL
Sistema Articular - Articulações Sinoviais (Diartroses)





Articulações dos Corpos Vertebrais
Os corpos vertebrais estão unidos pelos ligamentos longitudinais anterior e posterior e pelos discos intervertebrais.
Ligamento Longitudinal Anterior - extenso e resistente feixe de fibras longitudinais que se estendem ao longo das faces anteriores dos corpos das vértebras do áxis (C2) até o sacro. Continua-se superiormente com o ligamento atlantoaxial anterior.
Ligamento Longitudinal Anterior
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Ligamento Longitudinal Posterior - localizado no canal vertebral, nas faces posteriores dos corpos vertebrais de áxis (C2) até o sacro. Continua-se superiormente com a membrana tectória.
Ligamento Longitudinal Posterior
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Disco Intervertebral

Localizam-se entre as faces adjacentes dos corpos das vértebras, do áxis (C2) até o osso sacro. Variam em forma, tamanho e espessura no trajeto da coluna vertebral. Os discos vertebrais constituem cerca de 1/4 do comprimento da coluna vertebral. Cada disco é constituido por um disco fibroso periférico composto por tecido fibrocartilaginoso, chamado ANEL FIBROSO; e uma substância interna, elástica e macia, chamada NÚCLEO PULPOSO. Os discos formam fortes articulações, permitem vários movimentos da coluna vertebral e absorvem os impactos.





Articulações dos Arcos Vertebrais
Cápsulas Articulares - são finas e frouxas e inseridas nas facetas articulares dos processos articulares adjacentes.
Ligamentos Amarelos - são ligamentos que unem as lâminas das vértebras adjacentes no canal vertebral de áxis (C2) até o primeiro segmento do sacro. Possui certa elasticidade que serve para preservar a postura vertical.
Ligamentos Amarelos
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Ligamento Nucal - é uma membrana fibrosa que estende-se da protuberância occipital externa até a 7ª vértebra cervical (C7).
Ligamento Nucal
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Ligamento Supra-espinhal - corda fibrosa e resistente que une os ápices dos processos espinhosos a partir da 7ª vértebra cervical (C7) até o sacro. É considerado uma continuação do ligamento nucal.
Ligamentos Interespinhais - finos e quase membranáceos, unem os processos espinhosos adjacentes.
Ligamentos Supra-espinhal e Interespinhal
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Ligamentos Intertransversários - estão interpostos entre os processos transversos.
Ligamento Intertransversal e Longitudinal Anterior
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Articulações Atlanto-Occipitais (C0 - C1)
Essa articulação é formada pelas seguintes estruturas:
Cápsulas Articulares - circundam os côndilos do occipital e as facetas articulares das massas laterais do atlas.
Membrana Atlanto-occipital Anterior - larga e de fibras densamente entrelaçadas une a margem anterior do forame magno com a borda superior do arco anterior do atlas.
Membrana Atlanto-occipital Posterior - é ampla e fina e está fixada na margem posterior do forame magno e à borda superior do arco posterior de atlas.
Ligamentos Atlanto-occipitais Laterais - são porções espessadas das cápsulas articulares reforçados por feixes de tecido fibroso e obliquamente dirigidos superior e medialmente. Inserem-se no processo jugular do osso occipital e na base do processo transverso do atlas.
Ligamentos Atlanto-Occipitais (C0 - C1)
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Ligamentos Occipito-Axiais (C0 - C2)
Essa articulação é formada pelas seguintes estruturas:
Membrana Tectórica - é uma faixa extensa e resistente que recobre o dente e seus ligamentos dentro do canal vertebral. É considerado o prolongamento do ligamento longitudinal posterior. Está inserido no corpo do áxis e superiormente no sulco basilar do occipital.
Ligamentos Alares - começam de cada lado do ápice do dente do áxis e inserem-se na parte medial rugosa dos côndilos do occipital.
Ligamento Apical do Dente - estende-se do ápice do dente do áxis até a margem posterior do forame magno, entre os ligamentos alares.
Ligamentos Occipito-Axiais (C0 - C2)
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Articulações Atlanto-Axiais (C1 - C2)
A articulação do atlas com o áxis compreende as seguintes estruturas:
Cápsulas Articulares - são delgadas e frouxas e unem as margens das massas laterais do atlas às da face articular posterior do áxis.
Ligamento Atlanto-axial Anterior - é uma membrana resistente, fixada na margem inferior do arco posterior do atlas e à face ventral do corpo do áxis.
Ligamento Atlanto-axial Posterior - é uma membrana fina e larga inserida na borda inferior do arco posterior do atlas e na margem superior das lâminas do áxis.
Ligamento Transverso do Atlas - é uma faixa espessa, resistente e arqueada que mantém o dente em contato com o arco anterior. Insere-se na parte basilar do occipital e na face posterior do corpo do áxis. O ligamento transverso do atlas junto com os fascículos longitudinais superior e inferior formam o ligamento cruciforme.
Ligamentos da Região Cervical Alta
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Articulações Costovertebrais
Essas articulações são divididas em duas partes:
 Articulação da cabeça da costela com o corpo vertebral;
 Articulação costotransversárica, onde o colo da costela articula com o processo transverso das vértebras torácicas.
Articulação da Cabeça da Costela – é uma articulação plana formada pela articulação da cabeça da costela com o corpo vertebral das vértebras torácicas. Os ligamentos dessa articulação são:
Cápsula Articular - é constituído por curtas e resistentes fibras unindo as cabeças das costelas às cavidades articulares formados pelas vértebras e discos intervertebrais.
Ligamento Radiado da Cabeça da Costela - une as partes anteriores das cabeças das costelas aos corpos de duas vértebras e seus discos intervertebrais. Consta de três fascículos achatados que se inserem na parte anterior da cabeça das costela.
Ligamento Intra-articular da Cabeça da Costela - é um feixe curto, achatado, inserido lateralmente na crista entre as facetas articulares e, medialmente, no disco intervertebral, dividindo a articulação (cada uma com sua membrana sinovial própria).
Ligamento Radiado
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Articulação Costotransversais - é a articulação entre a faceta articular do tubérculo da costela e o processo transverso da vértebra correspondente. É formada pelas seguintes estruturas:
Cápsula Articular - é fina e inserida na circunferência articular com um revestimento sinovial.
Ligamento Costotransversário Superior - insere-se na borda superior do colo da costela e no processo transverso da vértebra acima.
Ligamento Costotransversário Posterior - são fibras que se inserem no colo da costela e na base do processo transverso e borda lateral do processo articular da vértebra acima.
Ligamento do Colo da Costela - são curtas e resistentes fibras que unem o dorso do colo da costela com o processo transverso adjacente.
Ligamento do Tubérculo da Costela - é um fascículo curto, espesso e resistente que se dirige do ápice do processo transverso para a porção não articular do tubérculo da costela.
Ligamentos Costotransversários
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Articulações Esternocostais - as articulações das cartilagens das costelas verdadeiras com o esterno são articulações planas, com excessão da primeira que é uma sincondrose. Os elementos de conexão são:
Cápsula Articular - são fibras muito finas que circundam as articulações das cartilagens costais das costelas verdadeiras com o esterno.
Ligamento Esternocostal Radiado - feixes finos e radiados que se irradiam adas faces anterior e posterior das extremidades esternais das cartilagens das costelas verdadeiras.
Ligamento Esternocostal Intra-articular - constante apenas na segunda costela. Estende-se a partir da cartilagem da costela até a fibro cartilagem que une o manúbrio ao corpo do esterno.
Ligamento Costoxifóide - ligam as faces anterior e posterior da sétima costela às mesmas no processo xifóide.
Articulações Esternocostais
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Articulações Intercondrais - articulações entre as cartilagens costais.
Articulações Costocondrais - articulações entre as costelas e as cartilagens costais.
Articulações esternais:
 Manúbrio-esternal - entre o manúbrio e o corpo do esterno, é geralmente uma sínfise.
 Xifoesternal - entre o processo xifóide e o corpo do esterno, é geralmente uma sínfise.
Articulações Lombossacrais
São as articulações entre a 5ª vértebra lombar e o osso sacro. Seus corpos são unidos por uma sínfise, incluindo um disco intervertebral.
Ligamento Ileolombar – inserido na face ântero-inferior da 5ª vértebra lombar e irradia na pelve por meio de dois feixes: um inferior, o ligamento lombossacral que insere-se na face ântero-superior do sacro e um feixe superior, a inserção parcial do músculo quadrado do lombo, passando para a crista ilíaca anterior à articulação sacroilíaca, continuando acima com a fáscia toracolombar.
Ligamento Ileolombar
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Articulação Sacrococcígea
Esta é uma sínfise entre o ápice do sacro e a base do cóccix, unidos por um disco fibrocartilagíneo.
Ligamento Sacrococcígeo anterior - fibras irregulares que descem sobre as faces pélvicas tanto do sacro como do cóccix.
Ligamento Sacrococcígeo posterior - superficial passa da parte posterior da Quinta vértebra sacral par o dorso do cóccix.
Ligamento Sacrococcígeo lateral – liga um processo transverso do cóccix ao ângulo ínfero-lateral do osso sacro.
Ligamentos Intercornais – unem os cornos do sacro e do cóccix.
Articulação Sacrococcígea
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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