segunda-feira, 15 de abril de 2013

Pânico exibe cena polêmica de Gerald Thomas e Nicole Bahls e critica "sensacionalismo da imprensa"


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Gerald Thomas tenta levantar saia de Nicole Bahls durante lançamento de livro20 fotos

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10.abr.2013 - Diretor teatral Gerald Thomas tenta levantar vestido de Nicole Bahls durante lançamento de novo livro e a deixa constrangida. Nicole, que já foi panicat, retornou ao "Pânico na Band" como repórter e o evento foi seu primeiro dia de gravação. No Twitter, ela comentou o caso, em resposta a um seguidor: "Fiquei muito triste com isso. Obrigada de coração [pelo apoio], amanhã é outro dia, vai passar" Anderson Borde/AgNews
O programa "Pânico na Band" transmitiu neste domingo (15) a polêmica cena em que o diretor teatral Gerald Thomas coloca a mão por baixo do vestido da repórter Nicole Bahls. Durante e logo após a reportagem, os integrantes do dominical e o diretor atacaram a imprensa e disseram que tudo não passou de uma brincadeira.

"Essa imprensa careta de um sensacionalismo careta. A gente leva tudo da brincadeira e eles não", disse Gerald em uma entrevista dada ao programa sobre a repercussão dada ao caso. O apresentador Emílio Surita declarou que o programa não quis incitar nenhum tipo de violência. "Não queremos violência alguma. Estamos em um programa de humor e vamos fazer brincadeiras", disse.

Diretor diz que imprensa é careta

Nicole Bahls concordou com Eduardo Sterblitch e disse que Gerald é um "cara polêmico". "Assistindo a matéria percebemos que não foi bem assim [como foi divulgado pela imprensa]. Ele é polêmico", disse ela insinuando que a cena não passou de uma brincadeira. No entanto, no mesmo dia da gravação, a repórter respondeu a um dos seus fãs na rede social Twitter lamentando o episódio: "Fiquei muito triste com isso", e acrescentou: "Obrigada de coração. Amanhã é outro dia. Vai passar."
Durante a reportagem, o programa mostrou a cena, que ocorreu na sessão de autógrafos do último livro do diretor, "Arranhando a Superfície", e mesclou com uma entrevista dada pelo diretor depois do episódio. Segundo ele, não houve uma tentativa de abuso. "Eu compro essa brincadeira o tempo todo. No Rio eu riu. Em São Paulo, não. Ai veio essa menina que tem o sobrenome Bahls, que é saco em inglês. Eu fui na brincadeira, achava que era uma brincadeira", disse.
No entanto, na cena, ele pede para descobrir a sexualidade de Nicole ao colocar a mão por baixo do vestido: "Deixa eu ver o sexo dela". E, no final, Daniel Zukerman provoca Gerald novamente pedindo um conselho à ela para a sua reestreia no Pânico. "Chupe bem um p***. Três vezes ao dia e gargarejo depois", concluiu o diretor. 

Nicole diz que por Gerald ser gay, o ato não foi agressivo

Entenda o caso
Acompanhada dos humoristas Ceará e Daniel Zukerman, Nicole Bahls gravou entrevista com Gerald Thomas para o "Pânico na Band". Durante as gravações, o diretor teatral tentou colocar a mão por baixo do vestido da ex-panicat. As imagens geraram burburinho nas redes sociais e Nicole chegou a lamentar: "Fiquei muito triste com isso".
Não acho que foi uma situação constrangedora
Bola sobre "brincadeira" com Nicole Bahls
O humorista do "Pânico" Bola encarou com naturalidade o episódio. "As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem, porque nós também brincamos com elas", disse ele. Alan Rapp, diretor da atração, amenizou o fato. "Foi uma brincadeira. O Gerald é dos nossos. Não acho que foi uma situação constrangedora".
A única com uma opinião diferente dos colegas foi a repórter Amanda Ramalho, que condenou a atitude do diretor de teatro. "Eu vi as fotos e acho que ele passou dos limites. Prefiro não falar porque não sei o que aconteceu direito, mas não foi legal. Nunca deixaria acontecer isso comigo. Adoro a Nicole, não sei qual foi a reação dela, mas comigo não aconteceria, até porque não dou liberdade pra isso".
Assuntos: Nicole Bahls

Clipe de "Gentleman" de Psy ultrapassa 58 milhões de visualizações no Youtube



O novo trabalho do rapper sul-coreano, cujas visualizações continuam subindo subindo após passar de 58 milhões, apresenta uma sátira sobre um homem vulgar que se define como um "gentleman" (cavalheiro).
Desde que na sexta-feira passada foi lançada em 120 países, Gentleman ficou no primeiro lugar na lista de downloads de iTunes de 16 mercados nacionais, como a Bélgica, a Tailândia e Cingapura.
O novo single, que aposta mais nos termos em inglês e menos em coreano em comparação com Gangnam Style, tem ritmo e bases eletrônicas parecidos com os da música com que o sul-coreano, antes um músico desconhecido no exterior e com uma modesta popularidade em seu próprio país, foi alçado à fama mundial.
O cantor sul-coreano começará em breve uma turnê internacional para promover seu novo vídeo, e deu uma amostra em Seul no sábado passado, com um show assistido por 50 mil pessoas.
Psy, cujo nome real é Park Jae-sang, se tornou um ídolo nacional na Coreia do Sul depois que Gangnam Style alcançou o maior número de reproduções da história do Youtube, algo até então impensável para uma música em coreano.
Após dar a volta ao mundo através da rede com o hit-chiclete e divertidas imagens, o clipe de Gangnam Style bateu em dezembro do ano passado a marca de 1 bilhão de reproduções - e hoje já passa de 1,52 bilhão.

Gol estabelece bônus polêmico para pilotos por economia de combustível

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RICARDO GALLO
DE SÃO PAULO
Com um prejuízo de R$ 1,5 bilhão em 2012, a Gol encontrou um maneira polêmica para tentar reduzir gastos: a empresa decidiu pagar um bônus salarial para pilotos e comissários de bordo se eles economizarem combustível.
Entre analistas de segurança de voo, não há consenso. Alguns afirmam que o bônus abre um precedente que, no limite, pode levar um piloto a tomar decisões baseadas não só na segurança mas também no que ganhará se poupar combustível.
Outros especialistas, mais a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), dizem não haver risco se os procedimentos de segurança forem seguidos.
A Gol nega risco. Diz que os pilotos são bem treinados e que monitora os voos para detectar eventuais desvios.
Afirma também que, entre economia e segurança, a prioridade será sempre a segurança. E diz que as metas não são individuais (leia abaixo).
comunicado
A política de bônus foi divulgada por meio de um informe que a Folha obteve.
Datado de 27 de fevereiro, ele diz que a meta é economizar 700 t de combustível por mês. Para isso, seria preciso reduzir em 40 segundos o tempo de cada voo e manter 55,1% dos voos sem atraso.
Se a meta for atingida, a Gol economizará R$ 1,9 milhão por mês, dos quais R$ 820 mil serão divididos entre pilotos e comissários. Isso dá 3,3% a mais no salário mensal, para os pilotos; o primeiro pagamento será em julho.
O combustível é o maior gasto de uma linha aérea. Na Gol, são 43% das despesas.
O resultado, segundo a Gol, poderá ser obtido com algumas medidas, como não acionar o reverso (dispositivo que ajuda a frear) em aeroportos com pistas mais longas, como Cumbica (Guarulhos), se elas estiverem secas.
Um avião é preparado para pousar sem o reverso. Em Congonhas e no Santos Dumont, de pistas mais curtas, o procedimento é proibido.
Os pilotos foram encorajados também a pedir ao controle de tráfego aéreo rotas mais diretas entre um destino e outro, o que acelera a viagem. Nem sempre é possível, em razão do movimento.
Outra ação foi incentivar que o avião desça de maneira mais direta possível da altitude de cruzeiro (12 mil metros) até o pouso. Era comum o avião descer em degraus.
lá fora
Essas ações de economia são aplicadas em outras empresas do mundo todo, como a Lufthansa --sem o bônus.
A empresa alemã disse que não recorre à bonificação por questões de segurança --para não envolver o piloto em uma questão econômica.
As companhias dos EUA tampouco pagam bônus. A Folha consultou a American Airlines, a United, a US Airways e a Southwest.
A Continental, hoje incorporada à United, chegou a fazê-lo entre os anos 1980 e 1990. Abandonou a ideia, entre outras razões, por constatar o mau uso da medida pelos pilotos, como voar mais lentamente ou desligar o ar-condicionado da cabine.

Editoria de arte/Folhapress

Dilma foge de polêmica para manter paz com evangélicos


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NATUZA NERY
DE BRASÍLIA
A presidente Dilma Rousseff pretende manter intocadas as legislações sobre aborto e casamento gay, como prometeu em 2010. Mas o governo também não quer se vincular à pauta dos evangélicos, que considera conservadora. No Palácio do Planalto, a tônica na relação com as denominações pentecostais e neopentecostais é uma só: manter uma "união estável".
De olho nessa estabilidade, Dilma mandou sua equipe tomar distância da polêmica em torno do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano (PSC-SP). Críticas, se forem inevitáveis, devem ser feitas ao deputado e pastor, jamais aos evangélicos.
Durante os dois primeiros anos de governo Dilma, a relação do Planalto com as igrejas evangélicas e católica tem sido pulverizada e distante. O diálogo é melhor com as denominações protestantes tradicionais, como luterana, metodista e presbiteriana.
Nas pentecostais, caso da Assembleia de Deus (12,3 milhões de fiéis em 2010), e neopentecostais, como a Universal do Reino de Deus (1,8 milhão), a relação é mais difícil e vista por setores do Executivo como mais utilitarista.
Embora com um rebanho muito menor, a Universal conquistou o Ministério da Pesca em 2012. Motivo: ajudar o PT na eleição municipal. Titular da pasta, Marcelo Crivella tem sido um dos interlocutores, ao lado do colega Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República), responsável formal pela ponte entre Planalto e igrejas em geral.
A nomeação despertou o interesse de outras denominações. Há algumas semanas, a Assembleia de Deus tentou emplacar um fiel congressista do PR no Ministério dos Transportes. Dilma, porém, optou por outro nome do partido, o ex-governador baiano César Borges.
No legislativo, a bancada evangélica costuma se unir em torno de temas caros à religião, como casamento gay e aborto. Atrai, com isso, alas católicas e congressistas de linha mais conservadora.
Também há outra pauta comum, mas de reivindicação individual: a cobrança por patrocínio público para eventos gospel, concessões de rádio e televisão e pedidos de mais propaganda oficial nos veículos evangélicos.
Nas demais demandas, como cargos, a negociação segue a liturgia tradicional dos deputados e senadores da base do governo, o varejo.
Um dos principais expoentes da bancada evangélica é o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), embora seja da Sara Nossa Terra, muito menor que as outras igrejas.
Em 2010, ele foi um dos que ajudou Dilma a desarmar boatos de que a petista liberaria, se eleita, o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, discussão explorada à época por seu adversário tucano, José Serra.
Dilma já se posicionou a favor da descriminalização do aborto, mas mudou de ideia na campanha eleitoral.
O Palácio do Planalto espera que os dois temas não sejam centrais na disputa por 2014, o que diminuiria o peso das demandas evangélicas na corrida eleitoral.
Entre os líderes com maior interlocução com o Planalto estão Manuel Ferreira e Paulo Freire, ambos da Assembleia de Deus, e o próprio Marcelo Crivella.

Editoria de Arte/Folhapress

Vacinação contra gripe começa em todo o país nesta segunda-feira (15)


  • Rivaldo Gomes/Folha Imagem
    A vacina é segura e a única contraindicação é para as pessoas que têm alergia severa a ovo A vacina é segura e a única contraindicação é para as pessoas que têm alergia severa a ovo
Cerca de 65 mil postos de saúde em todo o país iniciam nesta segunda-feira (15) a campanha de vacinação contra a gripe. A meta é imunizar 31,3 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários – gestantes, idosos com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, profissionais de saúde, índios, população carcerária e doentes crônicos. A campanha segue até o dia 26 de abril. 
Este ano, mulheres em período de puerpério (até 45 dias após o parto) também vão receber a dose. Outra novidade é que pacientes com doenças crônicas podem ser imunizados nos postos de saúde e não apenas nos centros de referência. Basta apresentar uma prescrição médica no ato da vacinação.

Pacientes cujas doenças crônicas tem indicação para a vacina

Doença respiratória crônica Asma em uso de corticoides inalatório ou sistêmico (moderada ou grave); DPOC; bronquioectasia; fibrose cística; doenças intersticiais do pulmão; displasia broncopulmonar; hipertensão arterial pulmonar; crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade
Doença cardíaca crônica Doença cardíaca congênita; hipertensão arterial sistêmica com comorbidade; doença cardíaca isquêmica; insuficiência cardíaca
Doença renal crônica Doença renal nos estágios 3,4 e 5; síndrome nefrótica; paciente em diálise
Doença hepática crônica Atresia biliar; hepatites crônicas; cirrose
Doença neurológica crônica Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica; considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla e condições similares; doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular; deficiência neurológica grave
Diabetes Diabetes Mellitus tipo 1 e tipo 2 em uso de medicamentos
Imunossupressão Imunodeficiência congênita ou adquirida; imunossupressão por doenças ou medicamentos
Obesos Obesidade grau III
Transplantados Órgãos sólidos; medula óssea
Foram distribuídas cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1) ou gripe suína, A (H3N2) e B. Quem foi vacinado no ano passado, precisa tomar a dose novamente. Depois de vacinadas, as pessoas estarão protegidas a partir de 15 dias. Feita com o vírus inativado, a vacina é segura e a única contraindicação é para as pessoas que têm alergia severa a ovo.
A vacinação é feita com objetivo de diminuir o risco de ter a doença grave. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações causadas pelo vírus influenza.
O Ministério da Saúde ressalta que as pessoas que apresentarem os sintomas da gripe devem procurar o posto de saúde, pois há tratamento.

Confira dicas para não cair na malha fina do IR 2013



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FELIPE PERONI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Especial Imposto de Renda 2013 Na reta final para a entrega da declaração de IR (Imposto de Renda), que vai até o dia 30, é preciso ter cautela para evitar a malha fina. Esquecer de declarar algum rendimento obtido é o erro mais comum. Segundo a Receita, cerca de 60% das declarações barradas contêm esse tipo de pendência.
Os contribuintes costumam incluir dependentes como filhos adultos ou pais aposentados de olho nas deduções, mas esquecem de declarar os rendimentos obtidos por esses dependentes.
Universidades dão auxílio gratuito para preencher IR
Doação de última hora a ONG permite abater até 3% do IR
"Mesmo uma bolsa de estágio recebida pelo filho pode levar a declaração a ficar retida na malha fina", diz Edino Garcia, coordenador editorial do IOB Folhamatic.
"É comum entre profissionais liberais deixar de declarar algum honorário recebido durante o ano", afirma Joaquim Adir, supervisor do IR na Receita Federal.
Ele acrescenta que, no ano passado, muitos contribuintes tiveram sua declaração barrada por esquecer de declarar resgates no plano de previdência privada.
MÉDICOS
No lado das deduções, a maior frequência de erro surge no campo de despesas médicas. A Receita encontra as inconsistências ao cruzar os dados com a Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed), que é preenchida por prestadores de serviços. Para não errar, a recomendação é guardar todos os recibos de gastos médicos.
Segundo Juliana Fernandes, especialista da MG Contécnica, a nota fiscal paulista pode gerar confusão. Os créditos sacados pelo programa são isentos, mas os prêmios recebidos são considerados rendimentos tributados na fonte.
Outro item que passa despercebido é o ganho obtido com vendas de imóveis. Se o imóvel for vendido por um valor superior ao da aquisição, a diferença deve ser informada à Receita. "Nesse caso é preciso preencher um programa específico, chamado Ganhos de Capital. É um programa auxiliar obtido no site da Receita", diz Juliana.
A crescente informatização na receita e o cruzamento de informações elevou o número de pessoas que apresenta alguma pendência. Segundo Adir, em uma primeira triagem, perto de três milhões de declarações ficam com algum erro.
Por outro lado, a própria pessoa pode acompanhar o processamento de sua declaração pelo site da Receita Federal, o que agiliza a regularização.
"Não basta entregar e esquecer, é preciso acompanhar o processamento pelo site da Receita. Se tiver algum problema é possível corrigir", diz Garcia.

29 homens são presos por estupro de menina de 13 anos na Turquia


O caso foi descoberto graças a uma professora da criança, já que a menina não queria falar com os pais sobre as violações sofridas
 

Crimes sexuais na Turquia aumentaram 400% nos últimos dez anos Reprodução/habermonitor.com

Uma operação policial prendeu 29 pessoas na cidade de Golcuk, no oeste da Turquia, acusadas de estuprar uma menina de 13 anos.

O caso foi descoberto graças a uma professora da criança, já que a menina não queria falar com os pais sobre as violências sofridas porque fora ameaçada pelos estupradores.

Recentemente outro caso de estupro envolvendo uma menor de idade provocou grande indignação no país. Uma menina de 12 anos foi violentada por 26 homens na cidade de Mardin.

Após serem acusados de estupro, 23 dos 26 acusados foram presos, mas todos foram libertados na primeira audiência do julgamento. A menina, então, escreveu para o ministro da Justiça perguntando: "O senhor não tem uma filha? O que você faria se a sua filha tivesse sofrido tudo isso? Todos os acusados estão soltos agora. O que aconteceu com a minha vida?".

Um tribunal de primeira instância de Mardin havia condenado os 23 réus a penas entre um e seis anos de prisão, aceitando em parte as argumentações da defesa de que a criança havia consentido o ato sexual. A decisão foi revogada pelo Supremo Tribunal, que ordenou um novo julgamento.

A violência contra as mulheres e os crimes sexuais continuam a ser muito frequentes na Turquia. Os crimes sexuais reportados às autoridades aumentaram cerca de 400% no país nos últimos dez anos. Em 2011, 33 mil queixas foram registradas contra 8.000 em 2002. 
 
 
 
R7

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