quarta-feira, 24 de abril de 2013

Plano de saúde que negar atendimento será suspenso


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, nesta quarta-feira, critérios mais rigorosos para monitoramento...


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, nesta quarta-feira, critérios mais rigorosos para monitoramento e suspensão temporária de planos de saúde. Agora, as empresas que tiverem contra si reclamação de negativa de atendimento estarão sujeitas a multa ou até suspensão de novas vendas. Até então a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluía apenas queixas em relação a descumprimento de prazos para marcação de consultas, exames e cirurgias.
"A negativa de atendimento dentro do rol de procedimentos obrigatórios que o plano deve cumprir, negativa no período de carência, não oferecer ou negar exame, não garantir o reembolso, passam a ser reclamações monitoradas para suspensão do direito de venda", explicou o ministro durante audiência pública no Senado. As operadoras de planos de saúde passam a ser obrigadas também a justificar, por escrito, em até 48 horas, o motivo de ter negado autorização para algum procedimento médico.
As suspensões começam a ser feitas, de acordo com os novos critérios, em junho. Isso porque, para receber essa punição, é necessário haver reincidência nas reclamações, ou seja, a empresa precisa ter, contra si, a mesma reclamação em dois ciclos seguidos - a avaliação é feita a cada três meses.
Reclamações
Entre dezembro de 2012 e março deste ano, a ANS recebeu 13,3 mil reclamações sobre garantias de atendimento, envolvendo 509 operadoras de planos. Nenhum plano foi suspenso, porque esse foi o primeiro ciclo em que os novos critérios de punição começaram a ser medidos. A avaliação teve um decréscimo na comparação com o período anterior, quando foi registrado um total de 13,6 mil queixas - no ciclo de setembro a dezembro de 2012, a regra de negativa de reclamação ainda não estavam valendo. Nesse ciclo, 29 operadoras haviam sido suspensas.
A multa a que os planos de saúde que não cumprem os critérios de garantia de atendimento definidos pela ANS varia de R$ 80 mil a R$ 100 mil. Em caso de reincidência podem sofrer medidas administrativas como suspensão de comercialização de parte ou da totalidade dos seus planos de saúde e a decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento de seus dirigentes. As empresas que deixarem de informar a cláusula do contrato que explique a negativa serão penalizadas em R$ 30 mil.
Das 29 operadoras suspensas de setembro a dezembro de 2012, 12 recuperaram a situação assistencial no primeiro trimestre de 2013. Das 17 restantes que permanecem suspensas, oito foram encaminhadas para a saída de mercado - duas em liquidação extrajudicial, seus em portabilidade especial.
Relatórios
Desde que a ANS começou a monitorar os planos de saúde, em 2011, cinco relatórios de monitoramento já foram apresentados. No período, três planos tiveram a comercialização suspensa em definitivo. Ao todo, 396 planos, de 56 operadoras, foram punidas com suspensão temporária, 16 delas com reincidência nos quatro primeiros ciclos. A negativa de cobertura é a principal reclamação de usuários - corresponde a 75,7% das mais de 75,9 mil reclamações recebidas em 2012.
Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 48,6 milhões de pessoas têm planos de saúde com cobertura de assistência médica e outros 18,4 milhões, exclusivamente odontológicos. O ministro destacou a necessidade de denunciar as operadoras. "O que queremos é estimular a reclamação, que o usuário comunique a ANS. A queixa registrada pelo usuário é decisiva para o controle de qualidade que é preciso ser feito nos planos de saúde", afirmou. O cliente pode registrar a queixa pelo Disque ANS (0800 701 9656), a Central de Relacionamento no site da ANS ou um dos 12 núcleos.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Consumir batatas chips diariamente equivale a beber 5 litros de óleo por ano

Especialistas alertam para os riscos que esse simples hábito pode representar para a saúde Por Fabrizia Ribeiro em 17/04/2013 09:50, em Nutrição e Saúde
Crédito: Thinkstock
Consumir uma pequena quantidade de batata chips por dia pode parecer uma opção prática para um lanche. No entanto, especialistas alertam que esse simples hábito pode trazer mais consequências para a saúde do que podemos imaginar.
Os pesquisadores afirmam que dentro daquele pequeno pacote se escondem doenças do coração, risco de obesidade, problemas no desenvolvimento de fetos, hiperatividade nas crianças e câncer em adultos. Os responsáveis pelos estudos defendem que é preciso ressaltar na embalagem os males que esse tipo de alimento pode causar.
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De acordo com o jornal The Daily Mail, a situação não seria tão alarmante se o consumo de batatas chips na Inglaterra não tivesse aumentado nos últimos anos. Na semana passada, um levantamento apontou que um terço das crianças britânicas consomem batatas chips todos os dias. E os outros dois terços ingerem o alimento algumas vezes por semana.
No total, o consumo dos britânicos soma 6 bilhões de pacotes por ano, o que equivale a uma tonelada de batatas chips a cada 3 minutos ou quase 100 pacotes por pessoa. No prazo de um ano, esse consumo exagerado representa o mesmo que beber 5 litros de óleo de cozinha, além de altas quantidades de gorduras, sódio e açúcar ingeridas.
Produtos que são feitos para conquistar
Crédito: Thinkstock
Não é à toa que o consumo desse tipo de produto seja tão frequente na Inglaterra e no restante do mundo. Desde a propaganda, a embalagem, a textura e o sabor das batatas chips – tudo foi pensado para que consumo do produto cause prazer e, em grande medida, dependência.
Michael Moss, autor do livro “Salt, Sugar, Fat: How The Food Giants Hooked Us” (Sal, Açúcar e Gordura: Como os Grandes Alimentos nos Fisgaram, em tradução livre), conta que todos os elementos foram desenvolvidos especialmente para nos conquistar.
O especialista explica que quando colocamos uma batata na boca, o sabor do sal é notado imediatamente. Esse efeito é chamado pela indústria de “explosão de sabor”. Além disso, as grandes concentrações de gordura são responsáveis por uma sensação de saciedade ao se mastigar o alimento. Todos esses fatores foram pensados para causar o mesmo prazer de saborear um prato refinado e saboroso.
Para finalizar a mistura, as batatas contêm açúcar que está naturalmente presente no amido do alimento. Segundo Moss, essa é a combinação de sabores – sal, açúcar e gordura – necessária para que o nosso cérebro sinta necessidade de consumir cada vez mais.

Ana Maria Braga é derrubada por carro no "Mais Você"


  • Reprodução/Youtube
    Ana Maria é derrubada ao vivo no "Mais Você" por carro que anda sozinho Ana Maria é derrubada ao vivo no "Mais Você" por carro que anda sozinho
A apresentadora Ana Maria Braga foi derrubada por um carro no "Mais Você" desta segunda-feira (22).
Ela apresentava ao vivo uma matéria sobre um carro inteligente que dirige sozinho, quando o veículo deu ré e ela foi atingida pela porta.

Após a queda de Ana Maria, a transmissão da matéria externa que ela fazia foi cortada e o "Mais Você" passou a ser apresentado pelo Louro José.

O Louro disse que Ana Maria havia levado "um tombo", mas estava bem e já iria retornar ao programa.

Após o intervalo comercial, a apresentadora retornou e brincou com o caso: "Esse é o típico chamado acidente". Em seguida, ela disse que o professor responsável pelo desenvolvimento do veículo o desligou e convidou a ele e seus alunos para sentarem com ela.

No encerramento do "Mais Você", o Louro José voltou a falar do caso e deu uma bronca em Ana Maria: "Tome tento, Ana Maria. Daqui a pouco vai querer pular de para-quedas", brincou.Hospital
Mesmo tendo apresentado o programa normalmente, Ana Maria irá ao hospital para verificar se houve algum problema. A assessora da apresentadora, Silvia Pacolla, disse ao UOL que ela será levada para tirar um raio-x da mão.

"Ela sofreu algumas escoriações na mão e vai para o hospital daqui a pouco para fazer alguns exames e tirar um raio-x", explicou Silvia, acrescentando que Ana Maria está bem e movimenta normalmente a mão.
De acordo com a assessora, Ana Maria teve ainda escoriações no rosto devido à queda, mas já foi atendida pela equipe médica da Globo.
Silvia ainda garantiu que a apresentadora estará no "Mais Você" na próxima terça. "Ela vai estar no prograna normalmente. Hoje ela foi atropelada e voltou", afirmou.
Redes sociais
O caso repercutiu nas redes sociais e o termo "Ana Maria Braga" chegou a entrar na lista dos assuntos mais comentados do Twitter no mundo.
Famosos como Mariana Belém, filha de Fafá de Belém, também comentaram o caso. "Dormi até um pouco mais tarde, o Louro tá apresentando o Mais Você porque a Ana foi atropelada pelo carro que anda sozinho????????", escreveu ela.

90% de chance que Ronaldinho e Kaká não joguem juntos, diz Felipão a Tostão


DE SÃO PAULO
Folha na CopaSeleção Brasileira Leia abaixo quatro perguntas feitas por colunistas da Folha ao técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari.
O Brasil volta a campo nesta quarta-feira em amistoso contra o Chile, no Mineirão, mas apenas com atletas que atuam em território nacional, já que a partida não está dentro da chamada data Fifa.
Tostão - Ronaldinho e Kaká não podem jogar juntos?
Não, 90% de chance que não. Dei chances aos dois, vou dar mais uma ao Ronaldinho agora. Minha ideia é que não joguem juntos, não. Não tive como testar os dois juntos nos amistosos por causa dos momentos diferentes que viviam. É provável que eu leve um e não leve o outro.
Juca Kfouri - Quem pode ser o seu Rivaldo hoje?
Hoje, não tenho. Não tem nenhum jogador de pé esquerdo com a velocidade que o Rivaldo tinha.
PVC - O que você incorporou do futebol europeu ao seu trabalho na seleção?
Os trabalhos em campo reduzido, com marcação por pressão. Eu já fazia, mas lá se faz mais, com mais intensidade, por mais tempo.
Lúcio Ribeiro - A base do Brasil errou ao apostar mais em porte físico do que na técnica dos garotos?
Não acho que tenha acontecido isso. Os maus resultados são uma coincidência, um ciclo. Mas os jogadores sobem muito rápido, queimam etapas. Os clubes erram ao pensar mais em vencer do que em formar jogadores.

Bradesco tem lucro líquido de R$ 2,919 bi no 1º trimestre


O Bradesco anunciou nesta segunda-feira (22) que teve lucro líquido de R$ 2,919 bilhões entre janeiro e março, crescimento de 4,5% sobre o mesmo período de 2012.
Em bases recorrentes, o lucro do segundo maior banco privado do país foi de R$ 2,943 bilhões no período, avanço anual de 3,4%.
O fator que impediu um crescimento maior do lucro do Bradesco foi a margem financeira, que ficou em R$ 10,706 bilhões. Em 12 meses, a alta foi de apenas 0,1%.

Outros itens, no entanto, colaboraram para a elevação do resultado. Em 12 meses, a carteira de crédito do banco, pelo critério do Banco Central (BC), cresceu 10,43%, para R$ 297,883 bilhões. Em relação ao quarto trimestre de 2012, a alta foi de 2,38%.

Além disso, a inadimplência acima de 90 dias ficou em 4%, com queda de 0,1 ponto percentual ante o trimestre anterior. A provisão para devedores duvidosos (PDD) ficou em R$ 21,359 bilhões, com alta de 6,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2012 e de 0,3% sobre o último trimestre.

Os ativos totais alcançaram R$ 894,467 bilhões, o que representou uma alta de 13,3% ante o primeiro trimestre de 2012. O índice de Basileia ficou em 15,6%, com crescimento de 0,6 ponto percentual na comparação com igual trimestre de 2012 e queda de 0,5 ponto percentual ante o período de outubro a dezembro

TCC sobre reciclagem de lâmpada rende R$ 60 mil por mês a engenheiro


Um TCC (trabalho de conclusão de curso) para a pós-graduação em gestão de negócios foi transformado na empresa que hoje é fonte de renda do engenheiro eletrônico Rodolfo Ferraz, 42.
  • Divulgação Rodolfo Ferraz trabalha com reciclagem de lâmpadas
O trabalho, apresentado na Universidade Presbiteriana Mackenzie, era um plano de negócios para a criação da companhia fictícia Green Company, de reciclagem de lâmpadas. A tese foi elogiada pelo professor, que recomendou que o projeto saísse do papel. E foi o que fez  Ferraz em 2009.
A ideia de tirar o trabalho acadêmico do papel surgiu depois que o engenheiro fez uma análise detalhada de mercado e viu que poucas empresas atuavam na área de descarte e destinação correta dos componentes de lâmpadas.
Hoje, a empresa que é de São Paulo fatura R$ 60 mil por mês. Entre os clientes da companhia estão universidades, hospitais, hotéis, shopping centers e grandes redes varejistas. A companhia atua somente na capital e na grande São Paulo.
A empresa processa a média de 80 mil lâmpadas por mês. O custo do serviço é de R$ 0,75 por unidade. As grandes companhias pagam por esse serviço porque são obrigadas, por lei, a descartar de forma correta todo o tipo de resíduo (industrial, eletroeletrônico, lâmpadas de vapores de mercúrio etc.).
A coleta das lâmpadas é feita quando o cliente tem, no mínimo, 500 unidades para descartar, segundo Ferraz. "Mas geralmente eles pedem para retirarmos quando acumulam aproximadamente  2.000", diz.
O serviço é feito com um equipamento móvel, que é levado até o cliente e faz a trituração do vidro e a separação do alumínio, do fósforo e do mercúrio, substância tóxica presente nas lâmpadas. Cada componente é enviado para a destinação correta, diz Ferraz.
"O alumínio vai para cooperativas de reciclagem, o fósforo e o mercúrio vão para aterros sanitários classe 1 (específico para o descarte de resíduos perigosos) e o vidro vai para uma empresa que o utiliza na fabricação de tinta reflexiva, usada no asfalto para refletir as luzes dos veículos", explica o engenheiro.
De acordo com a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), órgão vinculado à Secretaria do Meio de São Paulo, que regulamenta e fiscaliza o setor, os aterros sanitários de classe 1, para resíduos industriais perigosos, são totalmente diferentes dos aterros sanitários de lixo orgânico comum e não contaminam o ambiente.
Atualmente, o equipamento utilizado pela Green Company tem capacidade para processar 3.000 lâmpadas por dia. Mas a companhia já tem planos para adquirir outro e dobrar sua operação em breve. 
Além de Ferraz, a empresa possui uma secretaria, um vendedor interno e outro externo, um motorista de caminhão para o transporte do equipamento, um profissional que faz o processamento do material e um que cuida do faturamento. Dois engenheiros ambientais atuam como consultores do negócio.
O investimento inicial foi de R$ 150 mil, incluindo o equipamento, o escritório, o caminhão e a licença da Cetesb. O retorno do investimento ocorreu depois de dois anos.
Em quatro anos, a Green Company já prestou serviço para 1.100 empresas, segundo Ferraz. Atualmente, conta o engenheiro eletrônico, a empresa tem 250 clientes fixos e, por conta do grande volume de trabalho, há uma média de 40 dias de espera para marcar o serviço.

Setor oferece oportunidade para micros e pequenas empresas 

oportunidade de negócio para as micros e pequenas empresas no ramo da reciclagem, segundo Ferraz. "Para se dar bem nesse mercado, no entanto, é preciso oferecer um serviço especializado, atuar em um nicho específico. Só assim o empreendedor terá um diferencial", diz.
Trabalhar diretamente com as grandes empresas pode ser uma chance de entrar nesse mercado, na opinião de Maurício Mirra, consultor de projetos em sustentabilidade da Machado Design e Consultoria.
"A cadeia é muito grande porque essas companhias são obrigadas a descartar corretamente cada resíduo que viraria lixo. Por isso, precisam contratar uma empresa especializada na reciclagem de cada componente."
Um hospital, por exemplo, precisa contratar empresas especializadas no processamento de diferentes componentes: lixo infectado, lâmpadas, vidros, alumínio, papéis etc.
O consultor diz que a reciclagem de lâmpadas é uma pequena ponta de um segmento ainda pouco explorado: a logística reversa de eletroeletrônicos, ou seja, devolver ao processo produtivo um item descartado, dando uma nova finalidade para cada um de seus componentes.
Segundo Mirra, a gestão de resíduos tende a crescer e as micros e pequenas empresas têm vantagem diante das grandes.
"As inovações na área de reciclagem e gestão ambiental exigem agilidade, o que dá vantagem às pequenas empresas, que são mais flexíveis", declara.

Sem ajuda, avô de Justin Bieber vive em condições precárias


Sem ajuda, avô de Justin Bieber vive em condições precárias

Enquanto Bieber faz shows pelo mundo, avô sofre com telhado esburacado

O cantor Justin Bieber não parece se preocupar com sua família  - ao menos é o que o jornal "The Sun" deixa parecer. De acordo com o tabloide britânico, George Bieber vive em condições precárias, apesar da fortuna de 70 milhões de libras (R$ 214 milhões) do neto famoso

Com 61 anos e incapaz de trabalhar, George dorme em um colchão sujo na casa de madeira na qual mora há 40 anos, devido a uma árvore que caiu no telhado, abrindo um buraco. O avô do cantor não tem condições financeiras nem físicas para consertar o estrago.




Fonte: Pop

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