terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Castanha na dieta, fertilidade em alta

Castanha na dieta, fertilidade em alta

Boa notícia para a ala feminina: o selênio, mineral presente nos cereais integrais, nas leguminosas e na castanha-do-pará, é um aliado e tanto da mulher que deseja engravidar. Quem afirma é a pesquisadora Melanie Ceko, da Universidade de Adelaide, na Austrália. Ela demonstrou que a substância participa da formação de folículos no ovário, o que, por sua vez, auxilia na produção de óvulos saudáveis. Portanto, quando o sonho é se tornar mãe, caprichar no selênio parece ser uma boa pedida – e basta só uma castanha-do-pará para suprir a demanda diária.

Foto: Castanha na dieta, fertilidade em alta 

Boa notícia para a ala feminina: o selênio, mineral presente nos cereais integrais, nas leguminosas e na castanha-do-pará, é um aliado e tanto da mulher que deseja engravidar. Quem afirma é a pesquisadora Melanie Ceko, da Universidade de Adelaide, na Austrália. Ela demonstrou que a substância participa da formação de folículos no ovário, o que, por sua vez, auxilia na produção de óvulos saudáveis. Portanto, quando o sonho é se tornar mãe, caprichar no selênio parece ser uma boa pedida – e basta só uma castanha-do-pará para suprir a demanda diária.

Um brinde ao suco de laranja!

Um brinde ao suco de laranja!

A bebida, que não raro aparece na mesa dos brasileiros, ganhou pontos extras entre os cientistas. Isso porque experts da Universidade de Granada, na Espanha, descobriram que ela carrega muito mais antioxidantes – aquelas substâncias que dão um chega pra lá nos perigosos radicais livres – do que se imaginava. Para isso, eles simularam em laboratório o processo de digestão e, em vez de limitar a análise à parte líquida do que consumimos, que é absorvida pelo intestino delgado, ampliaram a checagem para a parte sólida, representada pelas famosas fibras. E olha que curioso: ao chegar ao intestino grosso, as tais fibras são fermentadas pelas bactérias boas presentes ali, gerando ainda mais antioxidantes. Graças a esse novo método de análise, os estudiosos concluíram, então, que o nível desses componentes valiosos no suco de laranja seria dez vezes maior do que o esperado. Um reforço e tanto na proteção contra diversas doenças.

E não é só isso. Segundo uma pesquisa brasileiríssima, o suco de laranja ainda é parceiro de quem deseja perder uns quilinhos. Como assim? Bem, para saber detalhes sobre esse benefício você terá que conferir a nova edição da revista SAÚDE, que traz uma reportagem sobre a bebida. É só ir até à banca mais próxima!

Foto: Um brinde ao suco de laranja!

A bebida, que não raro aparece na mesa dos brasileiros, ganhou pontos extras entre os cientistas. Isso porque experts da Universidade de Granada, na Espanha, descobriram que ela carrega muito mais antioxidantes – aquelas substâncias que dão um chega pra lá nos perigosos radicais livres – do que se imaginava. Para isso, eles simularam em laboratório o processo de digestão e, em vez de limitar a análise à parte líquida do que consumimos, que é absorvida pelo intestino delgado, ampliaram a checagem para a parte sólida, representada pelas famosas fibras. E olha que curioso: ao chegar ao intestino grosso, as tais fibras são fermentadas pelas bactérias boas presentes ali, gerando ainda mais antioxidantes. Graças a esse novo método de análise, os estudiosos concluíram, então, que o nível desses componentes valiosos no suco de laranja seria dez vezes maior do que o esperado. Um reforço e tanto na proteção contra diversas doenças. 

E não é só isso. Segundo uma pesquisa brasileiríssima, o suco de laranja ainda é parceiro de quem deseja perder uns quilinhos. Como assim? Bem, para saber detalhes sobre esse benefício você terá que conferir a nova edição da revista SAÚDE, que traz uma reportagem sobre a bebida. É só ir até à banca mais próxima!

Que tal olhar seu e-mail apenas três vezes ao dia?

Que tal olhar seu e-mail apenas três vezes ao dia?

Segundo pesquisadores da Universidade de British Columbia, no Canadá, essa frequência seria a mais adequada para nosso bem-estar mental permanecer em alta. Isso foi observado em um estudo com 124 indivíduos, entre estudantes, analistas financeiros, médicos e outros profissionais. Enquanto uma parte foi instruída a averiguar a caixa de entrada três vezes por dia, durante uma semana, o restante deveria checar suas mensagens eletrônicas o máximo que pudessem – inclusive, percebeu-se que isso era prática rotineira para quase todos. Na semana seguinte, as orientações se inverteram. Em paralelo, os voluntários responderam questionários sobre seus níveis de estresse. O resultado foi claro: o descontrole emocional era proporcional à quantidade de vezes que o e-mail era aberto. Para o bem geral da nação, os autores da investigação sugerem que as empresas orientem seus funcionários a estipularem um limite de acesso diário à caixa de e-mails, bem como evitarem o envio de respostas imediatas – segundo eles, isso pode diminuir o estresse.

Agora, queremos saber: você acha que a proposta dos cientistas é viável?

Foto: Que tal olhar seu e-mail apenas três vezes ao dia?

Segundo pesquisadores da Universidade de British Columbia, no Canadá, essa frequência seria a mais adequada para nosso bem-estar mental permanecer em alta. Isso foi observado em um estudo com 124 indivíduos, entre estudantes, analistas financeiros, médicos e outros profissionais. Enquanto uma parte foi instruída a averiguar a caixa de entrada três vezes por dia, durante uma semana, o restante deveria checar suas mensagens eletrônicas o máximo que pudessem – inclusive, percebeu-se que isso era prática rotineira para quase todos. Na semana seguinte, as orientações se inverteram. Em paralelo, os voluntários responderam questionários sobre seus níveis de estresse. O resultado foi claro: o descontrole emocional era proporcional à quantidade de vezes que o e-mail era aberto. Para o bem geral da nação, os autores da investigação sugerem que as empresas orientem seus funcionários a estipularem um limite de acesso diário à caixa de e-mails, bem como evitarem o envio de respostas imediatas – segundo eles, isso pode diminuir o estresse. 

Agora, queremos saber: você acha que a proposta dos cientistas é viável?

Folhas verdes fazem bem para o coração, afastam o obesidade e evitam o diabete

Folhas verdes fazem bem para o coração, afastam o obesidade e evitam o diabete

Cientistas das universidades de Southampton e Cambridge, ambas na Inglaterra, descobriram por que sua mãe sempre esteve certa quando dizia que comer esses vegetais faz bem à saúde. Segundo eles, uma substância chamada nitrato faz com que células do corpo tenham oxigênio suficiente para funcionar sem a necessidade de fabricar glóbulos vermelhos aos montes. Mas, afinal, qual é o problema de uma superprodução dessas células do sangue? Ora, apesar de vitais para a oxigenação do organismo, elas, em excesso, tornam o líquido vermelho viscoso, o que aumenta o risco de formação de coágulos e, assim, de derrames e infartos.

Além disso, eles constataram que o nitrato tem potencial para transformar a gordura corporal branca, considerada ruim, em bege, que ajuda a queimar calorias. E a gordura bege tem sido associada a uma redução na probabilidade de o indivíduo vir a sofrer com obesidade ou diabete. Mais um ponto a favor das folhas verdes, como alface, espinafre e afins. Que tal, então, apreciá-las mais vezes?

Foto: Folhas verdes fazem bem para o coração, afastam o obesidade e evitam o diabete

Cientistas das universidades de Southampton e Cambridge, ambas na Inglaterra, descobriram por que sua mãe sempre esteve certa quando dizia que comer esses vegetais faz bem à saúde. Segundo eles, uma substância chamada nitrato faz com que células do corpo tenham oxigênio suficiente para funcionar sem a necessidade de fabricar glóbulos vermelhos aos montes. Mas, afinal, qual é o problema de uma superprodução dessas células do sangue? Ora, apesar de vitais para a oxigenação do organismo, elas, em excesso, tornam o líquido vermelho viscoso, o que aumenta o risco de formação de coágulos e, assim, de derrames e infartos. 

Além disso, eles constataram que o nitrato tem potencial para transformar a gordura corporal branca, considerada ruim, em bege, que ajuda a queimar calorias. E a gordura bege tem sido associada a uma redução na probabilidade de o indivíduo vir a sofrer com obesidade ou diabete. Mais um ponto a favor das folhas verdes, como alface, espinafre e afins. Que tal, então, apreciá-las mais vezes?

O que você sabe sobre a disfunção erétil?

O que você sabe sobre a disfunção erétil?

O distúrbio, que já atinge 25 milhões de brasileiros e abala pra valer a qualidade de vida, na maioria das vezes não recebe a atenção devida. De acordo com um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia, 72% dos 1 506 entrevistados (que incluíam mulheres) desconhecem que existem três estágios do problema: leve, moderado e completo. E não para por aí. Ainda que 52% dos marmanjos admitam que já falharam na hora agá, 34% deles não sabem dos tratamentos disponíveis, que vão de medicamentos a próteses. Essa encrenca, que dá as caras devido a diversos fatores (do estresse ao tabagismo), requer uma análise detalhada por parte do médico, que indica a melhor forma de contorná-la. O ideal é quebrar o gelo e procurar orientação aos primeiros sinais do problema.

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O distúrbio, que já atinge 25 milhões de brasileiros e abala pra valer a qualidade de vida, na maioria das vezes não recebe a atenção devida. De acordo com um levantamento da Sociedade Brasileira de Urologia, 72% dos 1 506 entrevistados (que incluíam mulheres) desconhecem que existem três estágios do problema: leve, moderado e completo. E não para por aí. Ainda que 52% dos marmanjos admitam que já falharam na hora agá, 34% deles não sabem dos tratamentos disponíveis, que vão de medicamentos a próteses. Essa encrenca, que dá as caras devido a diversos fatores (do estresse ao tabagismo), requer uma análise detalhada por parte do médico, que indica a melhor forma de contorná-la. O ideal é quebrar o gelo e procurar orientação aos primeiros sinais do problema.

Dentista: um parceiro e tanto no combate ao tabagismo

Dentista: um parceiro e tanto no combate ao tabagismo

Em seu trabalho de doutorado, a dentista Ecinele Francisca Rosa, da Faculdade de Odontologia Universidade de São Paulo, resolveu averiguar como cuidar dos dentes poderia auxiliar quem pretende largar o cigarro. Além disso, ela queria entender se abandonar o vício otimizaria o tratamento da periodontite, uma doença causada por bactérias que atacam a gengiva. Para isso, ela recrutou 116 pacientes para receber um atendimento multidisciplinar de dois anos – fora os dentistas, o time contava com médicos, psicólogos e outros profissionais de saúde. Ao final do estudo, restaram somente 61 voluntários no projeto. Desse total, 29,5%, ainda bem, deixaram de compor o grupo dos adeptos do tabagismo. Com um contato bem próximo aos pacientes, a equipe conseguiu incentivá-los a deixar o cigarro, mostrando todos os danos que o hábito causa no organismo. Ao mesmo tempo, os especialistas apresentaram as melhoras visíveis nos dentes das pessoas – livres das tragadas, elas se poupavam também dos prejuízos causados pela tal periodontite, já que a doença tende a se agravar na boca dos fumantes.

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Em seu trabalho de doutorado, a dentista Ecinele Francisca Rosa, da Faculdade de Odontologia Universidade de São Paulo, resolveu averiguar como cuidar dos dentes poderia auxiliar quem pretende largar o cigarro. Além disso, ela queria entender se abandonar o vício otimizaria o tratamento da periodontite, uma doença causada por bactérias que atacam a gengiva. Para isso, ela recrutou 116 pacientes para receber um atendimento multidisciplinar de dois anos – fora os dentistas, o time contava com médicos, psicólogos e outros profissionais de saúde. Ao final do estudo, restaram somente 61 voluntários no projeto. Desse total, 29,5%, ainda bem, deixaram de compor o grupo dos adeptos do tabagismo. Com um contato bem próximo aos pacientes, a equipe conseguiu incentivá-los a deixar o cigarro, mostrando todos os danos que o hábito causa no organismo. Ao mesmo tempo, os especialistas apresentaram as melhoras visíveis nos dentes das pessoas – livres das tragadas, elas se poupavam também dos prejuízos causados pela tal periodontite, já que a doença tende a se agravar na boca dos fumantes.

Perigo na latinha: ela pode fazer mal ao coração

Perigo na latinha: ela pode fazer mal ao coração

E a culpa, segundo pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coréia do Sul, é do bisfenol. A substância, utilizada na fabricação de embalagens tanto de alumínio como de plástico, é velha suspeita de provocar sérios danos ao organismo. Para checar se ela prejudicaria o peito, os cientistas recrutaram para o estudo 60 participantes, todos sexagenários. A recomendação era que tomassem leite de soja – a bebida foi entregue a eles dentro de uma lata de alumínio ou garrafa de vidro. Cabe ressaltar que o leite de soja foi escolhido porque não apresenta ingredientes que elevem a pressão. Pois bem: duas horas depois de engolirem o líquido, os voluntários se submeteram a uma série de testes. E os resultados foram surpreendentes. Para ter ideia, quem consumiu a bebida na latinha viu a concentração de bisfenol aumentar em até 1600% e a pressão arterial subir cerca de 4,5 mmHg em comparação àqueles que ingeriram o alimento das garrafas de vidro. Embora os autores da investigação peçam cautela, talvez seja melhor evitar certos recipientes, principalmente se estiverem amassados, arranhados ou danificados.

Quer saber outros problemas que o bisfenol pode causar? Então não deixe de conferir a reportagem “Desreguladores endócrinos: a química do mal”, na nova edição de SAÚDE, que já está nas bancas. Nela, há um monte de evidências científicas capazes de colocar no banco dos réus produtos e equipamentos que fazem parte da nossa vida, a exemplo de celulares, tintas e garrafas de plástico. Suspeita-se de que eles sejam responsáveis pela aumento nos casos de obesidade, transtornos mentais e outros tantos chabus.
Foto: Perigo na latinha: ela pode fazer mal ao coração

E a culpa, segundo pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coréia do Sul, é do bisfenol. A substância, utilizada na fabricação de embalagens tanto de alumínio como de plástico, é velha suspeita de provocar sérios danos ao organismo. Para checar se ela prejudicaria o peito, os cientistas recrutaram para o estudo 60 participantes, todos sexagenários. A recomendação era que tomassem leite de soja – a bebida foi entregue a eles dentro de uma lata de alumínio ou garrafa de vidro. Cabe ressaltar que o leite de soja foi escolhido porque não apresenta ingredientes que elevem a pressão. Pois bem: duas horas depois de engolirem o líquido, os voluntários se submeteram a uma série de testes. E os resultados foram surpreendentes. Para ter ideia, quem consumiu a bebida na latinha viu a concentração de bisfenol aumentar em até 1600% e a pressão arterial subir cerca de 4,5 mmHg em comparação àqueles que ingeriram o alimento das garrafas de vidro. Embora os autores da investigação peçam cautela, talvez seja melhor evitar certos recipientes, principalmente se estiverem amassados, arranhados ou danificados. 

Quer saber outros problemas que o bisfenol pode causar? Então não deixe de conferir a reportagem “Desreguladores endócrinos: a química do mal”, na nova edição de SAÚDE, que já está nas bancas. Nela, há um monte de evidências científicas capazes de colocar no banco dos réus produtos e equipamentos que fazem parte da nossa vida, a exemplo de celulares, tintas e garrafas de plástico. Suspeita-se de que eles sejam responsáveis pela aumento nos casos de obesidade, transtornos mentais e outros tantos chabus.

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