Flávio Ricco
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Reprodução
Rede Record
Funcionários da TV Record no Recnov, complexo de estúdios da emissora
no Rio de Janeiro, classificaram como "dia terrível" a última
quinta-feira (2), quando inicialmente 114 pessoas foram demitidas dos
seus mais diferentes setores.
O clima na fila do RH era de desespero e choradeira.
Um momento muito desagradável. Artistas das novelas e séries, em um
gesto muito bonito, não esconderam a solidariedade, publicando inclusive
mensagens de apoio aos colegas que deixaram a casa. Isso é uma coisa. A
Record, como qualquer outra empresa, tem todo o direito de contratar,
de demitir.
Agora, há casos de profissionais que foram tirados dos estúdios enquanto trabalhavam.
Aí já fica esquisito. Antes de tudo, tem que existir o respeito.
O clima nos corredores é de luto.
Falam que na semana que vem, novo corte será realizado, quando alguns funcionários voltarem das folgas por horas acumuladas.
Para justificar essa onda de demissão em massa, dizem que o problema é
de administração e logística. A estrutura, tanto de equipamentos quanto
de pessoal, é muito maior que a demanda de trabalho atualmente.
Sobre o assunto, a Record foi chamada a se manifestar.
*Colaboração de José Carlos Nery
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