sábado, 2 de março de 2013

Ejaculação feminina não precisa ser motivo de preocupação


O líquido também não tem relação com a lubrificação vaginal


O orgasmo feminino é cercado de mistérios. Um deles está em dizer que as mulheres que ejaculam sentem mais prazer. Mas também mulheres ejaculam? Sim. A ejaculação é consequência: algumas mulheres, quando têm um orgasmo muito intenso, podem ejacular. Entretanto, as mulheres que não expelem o líquido pela uretra não sentem necessariamente menos prazer do que as que ejaculam.

"Ao ser estimulada sexualmente, as glândulas de Skene, podem ser forçadas pelas contrações musculares da vagina, que pode expelir pela uretra um líquido viscoso, assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina", explica a ginecologista Carolina Ambrogini, da Unifesp.

O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que esta acontece antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é liberado através do canal da uretra.  
Ejaculação
A lubrificação vaginal é a produção de um líquido viscoso na vulva, que reduz o atrito durante a penetração. "A lubrificação vaginal é uma das primeiras respostas à excitação sexual na mulher. Sua ausência pode trazer grandes incômodos na penetração", explica Carolina Ambrogini.

Essas glândulas de Skene são também conhecidas como próstata feminina. Elas são resquícios da formação fetal. Quando o feto está se formando, meninos e meninas desenvolvem-se da mesma forma. Depois de um tempo é que se desenvolvem órgãos específicos para cada sexo. No caso dos homens, forma-se a próstata, e nas mulheres, as glândulas de Skene.  

Será que é urina?

Outra dúvida frequente surge quando algumas mulheres confundem o produto da ejaculação com a urina, uma vez que a sensação que antecede a essa ejaculação é parecida com a vontade de urinar. "É importante saber diferenciar o líquido que sai pela uretra na ejaculação, da urina. Em geral, esse líquido é incolor e inodoro, bem diferente do xixi e sai em menor quantidade."

A atenção é importante, pois pessoas que tem problemas na bexiga, tais como bexiga hiperativa e incontinência urinária, podem urinar na hora do orgasmo, por conta da contração de diversos músculos. Nesse caso, é importante buscar um especialista.

Oito benefícios do sexo para a saúde


Vida sexual ativa alivia dores, melhora o sono e estimula a longevidade


No Dia do Sexo (6 de Setembro), todo mundo lembra o quanto ele é bom para a saúde. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:  
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dor de cabeça - foto Getty Images
Alivia as crises de enxaqueca
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma. 

obstáculos que te impedem de chegar ao orgasmo


Ansiedade, baixa autoestima e até o ciclo menstrual atrapalham o clímax da mulher


Você tem certeza de que já chegou a um orgasmo? Parece uma pergunta óbvia, mas muitas mulheres não sabem se realmente alcançaram o clímax: uma pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade (Prosex), da Universidade de São Paulo, revelou que 34,6% das brasileiras sofrem com a falta de desejo sexual e 29,3% delas têm vida sexual sem orgasmo. Além disso, 92% das mulheres não costumam se masturbar.

De acordo com a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, durante o orgasmo a mulher tem uma grande sensação de prazer físico. "A lubrificação da vagina e a musculatura da pélvis apresentam contrações rítmicas e involuntárias - algumas mulheres sentem contrações fortes e outras, mais suaves", explica. Esse momento não dura mais do que alguns segundos, mas é arrebatador e dá para saber que aconteceu - o corpo ficará relaxado depois, como se estivesse anestesiado. Se você tem dificuldades de chegar a esse clímax, confira a seguir dez dos principais motivos apontados por especialistas.  
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Ficar dispersa durante o sexo - Getty Images

Ficar dispersa durante o sexo

Pode até parecer que você não está interessada no momento, mas há grandes chances de a culpa ser do excesso de estresse e preocupações que bloqueiam o relaxamento. A ginecologista e obstetra Erica Mantelli conta que os fatores psicológicos que interferem na relação são até mais importantes que os físicos para a mulher. "Ela precisa estar 100% focada na relação sexual para conseguir identificar em seu corpo os locais onde mais sente prazer", afirma a médica. "A mulher depende de estímulos sonoros e táteis, diferente do homem que é excitado mais facilmente - muitas vezes apenas com estímulo visual", afirma. Procure tomar um banho, ouvir uma música ou fazer uma massagem para ficar mais relaxada. 

Relação estável diminui o desejo sexual feminino

Depois de 4 anos de relacionamento, menos da metade das mulheres desejam sexo regular



Um recente estudo realizado pela Universidade de Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, sugere que mulheres que se sentem em um relacionamento muito seguro apresentam uma queda no desejo sexual.

A pesquisa aconteceu com 530 voluntárias e de acordo com os cientistas, a diminuição da libido acontece em média depois de quatro anos de relacionamento. Os cientistas explicam que no começo da relação 60% das mulheres esperam que o sexo seja realizado regularmente, mas depois de quatro anos o número cai para 50%, e depois de 20 anos para apenas 20%.

Apesar do resultado, a pesquisa sugere que o desejo por carinho não diminui diante do tempo de relação. Aproximadamente 90% das voluntárias disseram receber carinho, durante todo o período de relacionamento.

O estudo também analisou voluntários do sexo masculino e o resultado comprovou que, para eles, o desejo por sexo não diminui consideravelmente diante de uma relação estável. Os números variam entre 60% e 80%, durante todo o relacionamento.

COMENTARIOS DE ALGUNS LEITORE DO BLOG:

Com o tempo o desejo sexual feminino diminui sim, e em alguns casos até no homem. Mas há varias maneiras para aumentar, e trazer de volta akele fogo do inicio do casamento. Isso não quer dizer q é o fim da relação sexual no casamento, mas apenas q ela precisa de ajustes. Começa pelo dialogo, e dai vem a alimentação, exercicios, novidades nas preliminares e na hora "H" etc. Em todas as fases do casamento, a relaçao intima deve ser zelada, trabalhada com cuidado, para q o casal mantenha a vida sexual ativa e prazerosa para os dois. Pois, acredito q o futuro de um casamento feliz esta na cama. O casal pode ser feliz sexualmente sim até as bodas de diamante, não significa q vai ter q separar, procurar pessoas fora do casamento quando o desejo sexual da mulher diminuir. Nada ver isso, com amor e cuidado os casados podem sim ser realizados e satisfeitos sexualmente. Um casamento nunca deve ser desfeito, mas sim renovado, ajustado em todas as areas, e principalmente na area sexual q é a base do casamento.

Consumo de álcool aumenta as chances de sexo sem camisinha



Fonte: Thinkstock
 Pesquisa aponta que a substância afeta as decisões pessoais e favorece os riscos

Quanto mais uma pessoa bebe, mais ela está propensa a fazer sexo sem camisinha, aponta um estudo publicado recentemente. De acordo com os especialistas, qualquer aumento no consumo de álcool é suficiente para que uma pessoa esteja mais favorável a se envolver em uma relação sem proteção.
A pesquisa foi feita na Universidade de Toronto e contou com a análise de outros 12 estudos que sondaram o comportamento de homens e mulheres com relação ao sexo sem camisinha e o consumo de bebidas alcoólicas. Depois de cruzar os resultados, eles notaram que o álcool tem influência direta sobre as decisões pessoais e aumenta proporcionalmente os riscos de acordo com a quantidade de bebida ingerida.
Em números, os pesquisadores concluíram que o aumento de 0,1 mg/mL de álcool no sangue resulta em 5% a mais de chances da pessoa se envolver em sexo desprotegido. Esse resultado explica porque mesmo as pessoas informadas sobre os riscos do sexo sem camisinha acabam se envolvendo nesse tipo de relação – o álcool age diretamente sobre suas decisões pessoais e favorece as atitudes de risco.
As conclusões da pesquisa foram publicadas no periódico Addiction, onde os pesquisadores declararam que é possível afirmar que o álcool é um dos responsáveis por levar as pessoas a demonstrarem intenções de ter relações sexuais de risco. Muitas vezes, tais intenções são concretizadas e então passam a representar um risco real à saúde das pessoas.
Sendo assim, o consumo de álcool pode estar ligado à transmissão do vírus do HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. Por esse motivo, a partir de agora os pesquisadores apontam que o foco deve ser a conscientização das pessoas para prevenir que essas doenças se espalhem e garantir a saúde das pessoas.

Casais que bebem com moderação têm menos chance de divórcio

 
Crédito: Thinkstock

Pesquisa revela que, quanto mais álcool as partes do relacionamento ingerem, maior é o risco de se separarem 

Se você gosta de beber doses generosas de cerveja, fique atenta: o costume de ingerir muito álcool pode prejudicar o seu relacionamento. Uma pesquisa do Instituto Norueguês de Saúde Pública divulgada nesta semana descobriu que quanto mais bebida alcoólica o casal consome, maior a chance de divórcio.
Para não favorecer a separação, os dois devem beber moderadamente e em quantidades compatíveis. A conclusão surgiu depois da análise do comportamento de 20 mil casais que bebiam com moderação e tiveram a menor taxa de divórcio: apenas 5,8% deles passaram a viver sozinhos depois de um tempo.
A maior taxa de separação (26,8%) ficou com os casais em que a mulher bebia excessivamente e o homem quase não ingeria álcool. Na situação contrária (o homem que bebe mais que a parceira), a taxa cai aproximadamente pela metade (13,1%), mostrando que neste aspecto elas podem ser mais tolerantes.
Em entrevista ao Daily Mail, os pesquisadores explicaram ainda outros motivos para o fato de a mulher beber em excesso ser tão prejudicial para o casamento. Segundo eles, o sexo feminino é mais afetado pela bebida, fazendo com que elas passem por situações mais constrangedoras quando estão sob o efeito do álcool.
As outras causas apontadas soam até machistas. Para os especialistas, o hábito de beber entre mulheres é menos aceito pela sociedade e interfere mais na vida familiar, já que elas acumulam o papel de mãe, que envolve a educação dos filhos.
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Deixando os aspectos sociais de lado, a pesquisa constatou ainda que quando ambos bebem em excesso a chance de divórcio também é alta (17,2%). Assim, para evitar a separação, o melhor seria beber menos, sempre em quantias parecidas.
O estudo será divulgado oficialmente na edição de maio de 2013 da revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research. Vale lembrar que essa não é a primeira pesquisa que tenta desvendar a influência do álcool nos relacionamentos. Em 2011, especialistas da Universidade de Missouri revelaram que casais que bebem juntos têm mais intimidade e brigam menos. 

Mistura de vodca e refrigerante diet embriaga mais rápido

 


Crédito: Thinkstock

Cortar calorias no drink pode fazer você sentir os efeitos do álcool com mais facilidade

Quem não deixa a dieta de lado nem no happy hour e tenta cortar calorias escolhendo o refrigerante diet para misturar com a vodca precisa ficar alerta para seu estado de embriaguez. Uma pesquisa da Universidade Northern Kentucky descobriu que a versão light da bebida, quando combinada ao álcool, embriaga mais rápido que a versão tradicional, que tem mais calorias e açúcares.
O estudo, divulgado pelo Science Daily no começo de fevereiro, contou a participação de oito homens e oito mulheres jovens, que revelaram beber socialmente. Eles foram convidados a participar de três sessões: em uma beberam placebo, na outra ingeriram vodca com refrigerante normal e, por fim, consumiram a mistura da versão light da bebida também com vodca.
Após ingerir a quantidade de álcool indicada para seu biótipo, os participantes tinham que relatar suas reações em relação à fadiga e à vontade de dirigir. Seus atos também foram gravados pelos pesquisadores, que analisaram o tempo de reação a um estímulo e os erros cometidos durante a realização de uma tarefa no computador.
Entre os voluntários, aqueles que beberam vodca com refrigerante diet ficaram mais embriagados do que os que consumiram o drink com açúcar.
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Para os pesquisadores, o resultado é simples de ser explicado: como o estômago reage a bebidas açucaradas como se elas fossem comida, ele trabalha para digerir as calorias e mantém o álcool no estômago por um tempo maior, fazendo com que ele chegue mais tarde à corrente sanguínea.
Por outro lado, quando o açúcar é retirado da combinação com o álcool, o estômago não reconhece a digestão da bebida, fazendo com que ela vá direto para o intestino delgado. De lá, o álcool ingerido chega rapidamente à corrente sanguínea. Por isso, a sensação de embriaguez é potencializada.
Assim, fica a dica para o fim de semana: se for beber, não poupe calorias e misture a vodka com bebidas açucaradas. Assim, a chance de escapar da ressaca no dia seguinte poderá ser menor.

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