quinta-feira, 7 de março de 2013

Mel é menos calórico que açúcar, combate o estresse e previne osteoporose


Ideal é consumir com frutas, cereais integrais e iogurte

por Redação
Mel é menos calórico que açúcar, combate o estresse e previne osteoporose title=Foto: SHUTTERSTOCK
O mel é uma rica fonte de carboidratos, vitaminas do complexo B e sais minerais, cálcio, ferro, fósforo, potássio, proteínas e vitamina C. E além de todos esses benefícios, é menos calórico que o açúcar (possui cerca de 290 calorias/100g, enquanto o açúcar possui cerca de 394 calorias/100g). “O mel é mais indicado que o açúcar para adoçar alimentos. Ele pode ser consumido com frutas, com leite, iogurte ou até mesmo com pães e cereais integrais. Pode ser tomado puro também”, afirma o endocrinologista Alfredo Cury, diretor do SPA Posse do Corpo.
Outros benefícios do mel é que ele desintoxica o organismo, favorece a digestão, neutraliza a ação de agentes tóxicos nocivos, combate o estresse e o cansaço, previne a osteoporose, aumentando a fixação de cálcio nos tecidos, e possui ação prebiótica, agindo beneficamente sobre a flora intestinal. “O mel contém uma substância chamada inibina, que age como um antibiótico natural. Tem ação anti-séptica, antiinflamatória, antioxidante, antimicrobiana. É imunoestimulante, sendo eficaz contra os sintomas de gripes e resfriados, e um bom coadjuvante no tratamento de problemas pulmonares e da garganta. Ele pode ser incluído também numa dieta para dar mais energia, com sucos de frutas, alimentos leves e saudáveis”, recomenda.
Apesar de todos esses pontos positivos, o médico recomenda moderação no consumo. Afinal, como todo alimento que possui calorias, o mel pode engordar. “Uma pessoa que tem taxas de glicose altas ou que sofre de diabetes não deve consumir o mel sem orientação médica, apesar de 100% natural é rico em açúcares. Para pessoas que não tem nenhum tipo de problema, indico um consumo moderado para não obter aumento do peso. Consuma no máximo duas vezes ao dia, 2 colheres de sopa por dia. Uma dica é consumir com alimentos de baixa caloria”, orienta.

As 5 desculpas que os casais dão para não fazer sexo


Crédito: Thinkstock
Tracey Cox é uma escritora britânica responsável por diversos livros sobre sexo e relacionamentos. Em sua coluna semanal no jornal The Daily Mail, a autora abordou um tema polêmico sobre os casais: as desculpas mais comuns que os parceiros dão para evitar o sexo.
Segundo ela, uma boa noite de sexo não é um presente, mas sim uma conquista. Como todas as coisas boas da vida, Cox lembra que é preciso investir no parceiro, afinal, quando mais tempo um casal passa na cama, maiores são as chances de aumentarem seu desejo e se sentirem mais satisfeitos.
O problema é que, muitas vezes, somos resistentes a mudanças e acabamos sabotando nossa própria vida sexual. Para evitar que isso aconteça no seu relacionamento, confira quais são as desculpas mais comuns que você ou seu parceiro podem estar usando na cama.
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“Estou muito velho para isso!”

A especialista acredita que se ainda podemos comer, respirar e sorrir, estamos plenamente aptos para experimentar coisas novas entre quatro paredes. A idade, que costuma servir como justificativa para muitos, é apenas uma questão de atitude.
Certamente, com o passar do tempo o corpo perde a forma e habilidade para colocar certas coisas em prática. Mas Tracey Cox defende que se negar a tentar algo diferente só porque você acredita que seja apenas para “jovens” é bobeira.

“Estou feliz com um sexo meia-boca.”

A especialista começa explicando que nem todo mundo busca uma noite incrível de sexo. Algumas pessoas simplesmente têm uma libido naturalmente baixa e não conseguem entender porque as pessoas procuram ter momentos inesquecíveis na cama.
Relações sexuais mornas também podem representar uma falta de comprometimento. “Sexo intenso geralmente significa um relacionamento intenso e isso pode resultar em uma dor intensa se tudo der errado”, explica a autora.
Tracey Cox ainda ressalta que se o casal não sente necessidade de inovar na cama, isso não será um problema na relação. No entanto, se esse tipo de atitude incomoda apenas um dos parceiros, pode ser necessário rever o que acontece entre quatro paredes. “Desencontros nas expectativas sexuais abrem uma brecha para casos extraconjugais”, alerta a especialista.
 
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“Mas e as crianças?”

Considerando que não é preciso prender as crianças no quarto para poder ter um momento de privacidade, Tracey Cox acredita que existem várias maneiras de driblar os filhos.
Entre as dicas que ela dá, contratar uma babá para uma ocasião especial ou planejar rapidinhas para o horário em que as crianças estão entretidas com a televisão costuma funcionar. A especialista ainda recomenda fazer amizades com outros pais para que possam revezar nos cuidados com os pequenos.
“Se as crianças pegarem vocês no ato, não entre em pânico”, aconselha a escritora. Para os pequenos, basta explicar calmamente que isso é uma coisa que os adultos fazem quando são casados e se amam. Já com os mais velhos, o flagra pode ser uma ótima oportunidade para começar um diálogo sobre o assunto.

“Não gosto de mudanças.”

Tracey Cox explica que pessoas extrovertidas recebem bem as mudanças, enquanto os introvertidos procuram evitá-las. O segredo dessa atitude está na autoconfiança e na autoestima. Se você é uma pessoa segura, maiores são as chances de experimentar coisas novas. Afinal, se você passar vergonha, qual é o problema?


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Se o parceiro se sentir nervoso ao tentar algo diferente, deixe claro que vocês podem parar a qualquer momento caso ele não se agrade. Mas se você se sentir insegura em alguma situação que desconhece, pense consigo mesma e descubra o que realmente a incomoda. “Às vezes, somente o fato de admitir nossos medos faz com que possamos nos dar conta de quão bobos eles são”, explica Cox.

“Sou muito tímida e sentiria vergonha.”

A autora comenta que ficar pensando que você soará idiota caso vocês finjam ser outras pessoas, ficar pensando que não ficará nada sexy naquela fantasia de enfermeira ou ter receio de que no final tudo sairá errado são alguns exemplos de medos que todos nós temos.
“O truque para experimentar coisas novas é começar com as coisas que causam menos receio, até você acabar encarando novas ideias. Se você não faz o tipo exibicionista, algumas coisas podem não agradar. Nesses casos, deixe seu parceiro assumir o papel principal”, finaliza Cox.

Quanto tempo esperar para retornar a vida sexual após a gravidez?


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Noites em claro, troca de fraldas, adaptação à nova rotina com um bebê: todas essas novidades fazem parte de quem acabou de ter filho e podem ser bastante cansativas para a mãe. Nesse turbilhão de novas experiências, a maioria das mulheres deixa a vida sexual de lado por um bom tempo, mesmo porque o corpo ainda está se recuperando do parto.
Mas quanto tempo as novas mamães esperam para retornar ao sexo após o parto? Segundo uma nova pesquisa feita na Austrália e divulgada no Daily Mail, quase metade das participantes (41%) esperam apenas seis semanas após o nascimento da criança para voltar à atividade.
Esse índice acontece com mães mais novas (do primeiro filho) e que passaram por parto normal. Entre as mulheres mais velhas ou as que deram à luz por cesariana, o retorno à vida sexual demorou um pouco mais. O relatório mostrou ainda que existem porcentagens altas de grupos que esperam 12 semanas e alguns que esperam até seis meses.
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O estudo mostrou que aquelas que tiveram relações sexuais após seis semanas do parto tinham menos probabilidade de ter passado por uma cirurgia, parto a fórceps ou que necessitaram de corte na região pélvica. No entanto, o estudo também afirmou que apenas cerca de 10% das mulheres que têm um primeiro bebê conseguem um parto natural sem uma lesão ou corte na área genital.
A pesquisa revelou ainda que a proporção de mães mais velhas que voltaram a ter relações dentro do período de seis semanas após o parto também é menor, sendo 40% entre as mulheres de 30 a 34 anos, em comparação a 63% entre aquelas com 18 a 24 anos de idade.
A avaliação foi realizada pelo Murdoch Children’s Research Institute, em Victoria, na Austrália e publicado na revista BJOG: An International Journal of Obstetrics and Gynaecology. De acordo com os especialistas, não existe um tempo certo de espera após o nascimento para retornar para o sexo. Ele é definido conforme os pais e mães se sintam confortáveis a retomar as relações com penetração.
A principal autora do estudo, a Professora Stephanie Brown, disse: "O achado mais importante do estudo é o intervalo de tempo mais longo que os casais levam para retomar o sexo após o parto. A maioria dos casais não retoma a vida sexual entre seis a oito semanas, eles demoram muito mais tempo. Esta é uma informação útil para que os casais saibam antes de seu bebê nascer, e pode ajudar a reduzir os sentimentos de ansiedade e culpa por não retomar a atividade sexual mais cedo", explica.

Mulheres preferem equilíbrio entre vida pessoal e profissional a altos salário


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Conciliar o trabalho e a vida pessoal é um dos desafios de muitas mulheres brasileiras, principalmente aquelas que têm filhos. De acordo com uma nova pesquisa feita pelo Linkedin, chamada “O Que As Mulheres Querem No trabalho”, elas buscam esse equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, sendo que isso conta mais pontos até do que altos salários.
O estudo foi realizado em comemoração e apoio ao Dia Internacional das Mulheres, 8 de março, e divulgado nesta semana, sendo uma parceria entre a rede social de profissionais Linkedin e o Cross Tab Research. As avaliações foram realizadas com 5 mil mulheres em 13 países e os resultados mostraram que a maioria das mulheres ao redor do mundo (63%) define sucesso profissional como ter o balanço perfeito entre trabalho e vida pessoal.
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Entre as brasileiras, o estudo revelou que elas se sentem confiantes sobre suas carreiras e também otimistas sobre suas capacidades de terem um trabalho gratificante em equilíbrio com a vida familiar. O estudo no Brasil mostrou que 88% das entrevistadas consideram sua vida profissional "bem sucedida", enquanto 85% delas acreditam que podem "ter tudo".
No entanto, quando questionadas sobre como os filhos afetarão suas ambições de carreira, as brasileiras ficam divididas. O estudo do Linkedin revelou que 68% daquelas que ainda não têm filhos acreditam que não vão desacelerar suas carreiras quando forem mães, enquanto os 32% restantes acreditam que irão.
A pesquisa mostrou uma grande mudança no significado de sucesso profissional para as mulheres de todo o mundo ao longo da última década. Há dez anos, pesquisas semelhantes mostravam que apenas 39% delas priorizavam o equilíbrio entre trabalho e vida profissional, enquanto hoje a maioria (63%) manifesta essa valorização.
A pesquisa mostrou que os altos salários não são tão essenciais quanto esse equilíbrio para as mulheres, mostrando que houve uma diminuição na importância desse quesito de 56% para 45% no período de 10 anos. Entre as profissionais brasileiras, há alguns anos ganhar um alto salário significava sucesso para 63% delas, agora, apenas 51% tem essa visão.
 
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O sucesso para as mulheres trabalhadoras brasileiras atualmente é ter o equilíbrio da vida pessoal com a profissional, revelando que 71% delas fizeram essa afirmação, enquanto de cinco a dez anos atrás era apenas de 33%.
A pesquisa mostrou ainda quais são os principais desafios enfrentados pelas mulheres do mundo inteiro em relação ao trabalho. Elas desejam maior flexibilidade no ambiente de trabalho e gostariam de melhorias em planos de carreira.
No Brasil, a desigualdade de salários e a carência de investimento em desenvolvimento profissional foram também pontos relevantes destacados pelas mulheres.
"Felizmente, as mulheres executivas no Brasil vem conquistando reconhecimento no mercado de trabalho, porém, ainda há muito a ser construído. Para que isso aconteça, é fundamental que existam planos de carreira claros e que as empresas apoiem e estimulem o desenvolvimento de seus colaboradores, não apenas para gerar valor, mas para que se sintam encorajadas e valorizadas”, afirma Nadir Moreno, presidente da UPS e membro do Comitê Executivo do LIDE Mulher.

Bruno 'é o articulador' e 'estava no comando' da morte de Eliza, diz promotor


O caso Bruno em fotos200 fotos

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6.mar.2013 - Cabisbaixo, goleiro Bruno Fernandes (centro) ouve depoimentos no Salão do Júri do fórum de Contagem (MG). Em seu 3º dia de julgamento, o jogador negou ter sido o mandante da morte de sua amante, Eliza Samudio, mas admitiu parte de responsabilidade pelo crime. "Como mandante dos fatos, eu nego, mas, de certa forma, me sinto culpado", disse, referindo-se ao sequestro e morte de Eliza, bem como o sequestro do bebê Washington Alves/UOL
Em sua explanação durante a fase de debates do júri do goleiro Bruno Fernandes, o promotor Henry Wagner de Castro sustentou que o atleta articulou e comandou o sequestro e a morte de Eliza Samudio.

O dia a dia do julgamento

Washington 

Alves/UOL
"Bruno é o articulador, ele estava no controle, no comando, na direção e na ordenação", disse o promotor, no início da tarde desta quinta-feira (7), ao Tribunal do Júri de Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte).
De acordo com Castro, Bruno trocou ligações com seu primo Jorge Luiz Rosa, menor à época dos fatos, no noite do dia 4 de junho de 2010, data em que teria começado o sequestro de Eliza. No momento das ligações, o goleiro estava concentrado para uma partida do Flamengo, que ocorreria no dia seguinte.
Segundo o promotor, após falar com Jorge, o goleiro telefonou para Elenilson Vítor da Silva, administrador do sítio de Bruno em Esmeraldas (MG), para "preparar o cativeiro" de Eliza.
Em seu interrogatório, o atleta afirmou que não trocou telefonemas com Macarrão ou Jorge no dia 4 de junho e que o seqüestro de Eliza foi iniciativa da dupla. Exaltado, o promotor qualificou Bruno como um "facínora". "Como a pessoa se diz inocente com tanta cachorrada dentro de si", afirmou Castro.

Veja fotos do apartamento onde Chorão foi encontrado morto em SP




Imagens obtidas pelo G1 mostram o estado que estava o apartamento do cantor Chorão, do Charlie Brown Jr,, encontrado morto na madrugada desta quarta-feira (6). Nas fotos é possível ver que o imóvel estava bastante danificado, além de uma grande quantidade de embalagens de bebidas alcóolicas encontradas.
Ao deixar o apartamento de Chorão, o delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que o imóvel estava muito danificado, num "processo de deterioração". Itagiba acredita que os danos tenham sido feitos pelo próprio cantor, já que o corpo foi encontrado com um dedo machucado e havia marcas de sangue no local. “Não tem nada que estivesse no lugar. Ele estava machucado no dedo, arrancou parte de uma unha, o que pode explicar as marcas de sangue na parede”, disse o delegado
O delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse nesta quarta-feira (6), que não acredita que o vocalista tenha sido vítima de um homicídio. "Aparentemente não foi homicídio. O IML é que vai dar a causa da morte. Aparentemente ou foi por uso de medicamento ou outra substância", disse o delegado.
A apresentadora Sônia Abrão, prima do cantor, disse que ele reclamava da solidão. Sônia era prima de chorão por parte de pai. Eles se encontraram pela última vez há cerca de sete meses, no velório do pai da apresentadora. Chorão, que segundo ela passava por uma depressão profunda, reclamou da solidão.
“Na última conversa que tivemos ele disse: ‘o que me derruba é que a gente nasceu sozinho e morre sozinho’. E ele morreu sozinho”, disse Sônia. “Faz um tempo que ele estava num processo de depressão muito profunda mesmo. Com o fim do casamento, as coisas pioraram muito para ele”. Chorão terminou o seu segundo casamento, que durou 15 anos, há cerca de seis meses, segundo informações da TV Globo.
A apresentadora não acredita na hipótese de suicídio. Segundo Sônia, ele era muito ligado à família e cuidava da mãe, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC). “Ele deve ter tido uma crise de desespero forte, de solidão, depressão, seja o que for. Acho que ele não teve noção de que estava numa situação limite”. Ainda segundo Sônia Abrão, o cantor não fazia terapia. “Ele dizia que a sua terapia era o palco”.
Chorão, de 42 anos, foi encontrado morto por seu motorista e segurança nesta madrugada, em seu apartamento em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Chorão, que morava em Santos, usava o apartamento esporadicamente, geralmente após shows.
O corpo de Chorão deixou o prédio por volta das 8h30 em um carro da Perícia Técnico Científica. As causas da morte serão determinadas pela perícia. Latas de bebidas alcóolicas foram recolhidas no apartamento do cantor. Perguntado se foram encontrados vestígios de drogas no apartamento, Itagiba disse que não iria comentar o assunto por enquanto. O corpo passará por exames toxicológicos.
A assessoria de imprensa da banda informou ao G1 que Chorão estava de férias e embarcaria para os Estados Unidos nos próximos dias. Ainda segundo a assessoria, o estado de saúde dele era bom.
O cantor e letrista, que faria 43 anos em 9 de abril, liderava a banda fundada por ele na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em 1992. Em 15 anos de carreira, o Charlie Brown Jr lançou nove álbuns de estúdio, dois discos ao vivo, duas coletâneas e seis DVDs. Ao todo, o grupo vendeu 5 milhões de cópias.
Além de vocalista, Chorão era responsável pelas letras do Charlie Brown Jr e pelo direcionamento artístico e executivo da banda. Em 2005, o trabalho "Tâmo aí na atividade” foi premiado com o Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro, o que se repetiu em 2010 com "Camisa 10 joga bola até na chuva".
No ano passado, o Charlie Brown Jr. lançou "Música Popular Caiçara", álbum ao vivo que marcou o retorno dos integrantes Marcão e Champignon à banda. Eles haviam deixado o grupo em 2005. As apresentações aconteceram em Curitiba e Santos. A produção do trabalho foi feita por Liminha e os shows contam com a participação de Falcão (O Rappa), Zeca Baleiro e Marcelo Nova. Das 15 faixas do CD, a única gravada em estúdio é "Céu azul".
Chorão foi o único integrante do Charlie Brown Jr que permaneceu no grupo em todas as suas fases. Paulistano, Chorão adotou a cidade de Santos desde a juventude, onde criou a banda. Seu apelido foi dado ainda na adolescência, quando ele não sabia andar de skate e ficava apenas olhando os amigos. Um deles, então, pediu que o jovem não chorasse. Segundo a GloboNews, a infância e a adolescência de Chorão foram difíceis por conta da separação dos pais, que aconteceu quando ele tinha 11 anos. O músico largou a escola na sétima na série.


quarta-feira, 6 de março de 2013

Mulheres em profissões masculinas

 Psicólogo afirma que elas possuem características benéficas ao ambiente de trabalho

O mundo das profissões não é mais como antigamente. Ao longo dos anos, as mulheres conquistaram mobilidade entre diversas áreas de atuação profissional. O ramo da engenharia, por exemplo, geralmente predominado pelos homens, tem despertado muito interesse das mulheres que querem atuar em locais como plataformas de petróleo e construções.
A psicóloga Sandra Monice acredita que a presença feminina pode agregar valores a uma equipe formada por homens, já que eles são focados na objetividade.  As mulheres apresentam maior sensibilidade e conseguem mosstrar um outro lado, muitas vezes ignorado pelo sexo masculino.
Segundo o psicólogo Maviael Filipe Lopes, o mercado atual exige requisitos predominantemente encontrados em mulheres, como sensibilidade, percepção aguçada, versatilidade, bom relacionamento interpessoal e afetividade. Segundo Maviael, essas competências permitem que as mulheres “consigam identificar as necessidades organizacionais”, ressalta.

Mulheres em profissões masculinas
Foto: Thinkstock
Trabalhando em um escritório de engenharia, Katherine Sallum teve oportunidade de atuar com uma equipe de maioria masculina. Ela conta que não sofreu preconceito: “por eu ter chegado depois na obra e ter uma visão de fora, acabei sendo mais ouvida (…) independente de ser mulher”.
Apesar de ter gostado muito da experiência, Katherine confessou que já ouviu falar que muitas empresas não contratam mulheres para trabalhar em obras: “como se as mulheres não passassem credibilidade aos colaboradores”.
O ramo das empresas de segurança também é considerado tipicamente masculino, mas Tatiane Figueira Pereira, de 29 anos, prova que as mulheres também dão conta. Tatiane trabalha como vigilante em uma empresa que faz trabalhos terceirizados.
Antes de seguir para a área da vigilância, Tatiane trabalhava como caixa de supermercado, um ramo de maioria feminino. “Fiz o curso de vigilante porque queria mudar de profissão. Cansei de ser operadora de caixa. Nunca tinha visto uma mulher nessa profissão e achei interessante”, afirma.
Em relação à aceitação da família, Tatiane confessa que “ninguém deu apoio, mas também não discriminou. Ficaram apenas preocupados com os riscos da profissão”. Sendo assim, ela continuou atuando como vigilante e afirma que gosta muito do que faz. Nos treinamentos para se formar como vigilante, Tatiane fez aulas de tiro, provas de educação física, teste psicológicos e aulas de comandos militares. “Tem que ter coragem. Na minha turma muitas mulheres foram reprovadas por não conseguirem atirar”, finaliza a vigilante.
As mulheres estão se mostrando cada vez mais “camaleoas” no mundo profissional e estão se destacando nas profissões consideradas masculinas. Nem feminismo, nem machismo, o mercado caminha para uma igualdade.

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