segunda-feira, 11 de março de 2013

Irmão de Mércia bate boca com advogado de Mizael durante depoimento

No momento mais tenso do júri popular do ex-policial militar Mizael Bispo da Silva, nesta segunda-feira (11), em Guarulhos (Grande SP), o irmão de Mercia Nakashima, Márcio Nakashima, bateu boca com o advogado de Mizael Bispo de Souza, Ivon Ribeiro.
Segundo Márcio, o advogado tentou denegrir a honra de Mércia ao questionar um colchonete que foi encontrado dentro do carro da advogada.
Ribeiro tomou a palavra e disse parar Márcio provar o que estava dizendo.
"Traga provas. Me processa", disse o advogado. O irmão de Mércia ficou ainda mais nervoso e começou a fazer mais acusações --citou inclusive insinuações de que o advogado chamara Mércia de "garota de programa".
O juiz Leandro Jorge Bittencourt Cano interrompeu a discussão, pediu silêncio aos advogados de defesa e advertiu Marcio. "Creio que seja muito difícil para o senhor estar aqui, mas peço para não denegrir a imagem de ninguém", falou.
Cano também ordenou a interrupção momentânea da transmissão ao vivo. Após cerca de cinco minutos, a sessão foi retomada.

Irmão da vítima é primeira testemunha

Márcio Nakashima é a primeira testemunha ouvida no julgamento de Mizael Bispo de Souza, acusado de ter assassinado Mércia em 2010. Segundo Márcio, a partir do segundo ano do relacionamento de sua irmã, Mizael "se transformou".
"Mizael era muito ciumento, possessivo e se transformou. Ele ligava várias vezes para a Mercia", afirmou.
O irmão da advogada contou que, ao contrário do que a defesa alega, Mizael, que foi o único namorado de Mércia, foi muito bem recebido pela família Nakashima.
"Eu jogava bola com ele. Mizael dizia que nunca tinha tido uma festa de aniversário. Organizamos uma na casa da minha vó", disse. Márcio chegou a chorar ao dizer que ajudou a montar o escritório em que Mizael e Mercia trabalhavam juntos.
"Posso dizer que eu incentivei os dois", contou, aos prantos. O irmão de Mércia também disse que a sociedade terminou antes do relacionamento.
"A Mércia cobrava honorários dele. Isso ajudou para o fim da relação entre os dois", explicou. Para Márcio, era Mizael quem hostilizava a própria família. "Ele sempre dizia que os irmãos deles eram vagabundos", falou.
O irmão de Mercia acabou brigando com Mizael e deixou de falar com ele em um incidente ocorrido na casa de praia e Márcio. O réu teria deixado um revólver sobre uma mesinha.
"Meu filho pequeno estava lá e eu não gostei. Mizael disse que o menino mexeria se fosse enxerido", falou.
Alegando medo, Márcio pediu para que Mizael fosse retirado do plenário durante o depoimento. Como é advogado e trabalha em sua própria defesa, o réu pediu para continuar na sala, mas o juiz negou.
"Mizael queria ficar não para constranger, mas para nos auxiliar nas perguntas", disse o advogado Samir Haddad Jr. Mizael saiu escoltado por policiais militares.

"Achei que fosse sequestro"

Em outro momento do depoimento, Márcio Nakashima  afirmou que procurou Mizael quando sua irmã desapareceu, já que acreditava que se tratava de um sequestro.
Márcio é a primeira testemunha a ser ouvida no julgamento de Mizael, acusado de ter assassinado Mércia em 2010.

Relembre o caso Mércia

"Mizael não me atendeu, mas achei isso normal já que estávamos brigados", disse.
Até o momento em que o corpo de Mércia foi encontrado em uma represa na cidade de Nazaré Paulista, na Grande São Paulo, Márcio tinha certeza de que acharia a irmã ainda viva. Segundo o irmão da advogada morta, a família ainda não cogitava a participação de Mizael.
"Achamos outras coisas estranhas. Um tio meu, advogado e amigo do Mizael, também foi atrás dele, mas ele mandou dizer que não estava", contou. "Fizemos cartazes e nós vimos Mizael retirando estes cartazes. Achei isso estranho, mas não achava que ele tinha matado ela."
Outro fato estranho, segundo Márcio, foi o fato de Mizael ter dito a um amigo que estaria sendo considerado suspeito em um boletim de ocorrência feito pela família após o desaparecimento de Mércia.
Durante todo o depoimento de Márcio, a mãe de Mércia, Janete Nakashima, balançou a cabeça, chorou e chegou a fechar os olhos e apertar as mãos, como se fizesse uma oração.

Júri de cinco mulheres e dois homens

O júri do julgamento do ex-policial é composto por cinco mulheres e dois homens. A defesa do  acusado recusou outras três mulheres, sem justificativa. A acusação não recusou ninguém.
Antes da escolha dos jurados, o juiz Leandro Jorge Bittencourt Cano pediu para que os jurados fossem imparciais durante todo o julgamento.
"O caso tomou uma repercussão monstruosa, e meu temor era de que isso influenciasse os jurados. Mas, aqueles que se sentarem ao meu lado, serão os mais imparciais", disse.
Por pedido dos próprios jurados, os rostos dos sete escolhidos não serão mostrados durante toda a transmissão ao vivo.

Ejaculações durante o sono podem afetar a vida sexual? Jairo Bouer responde

  • Thinkstock
    Desgaste na relação, sobrecarga de tarefas, depressão e uso de alguns tipos de medicamento são fatores que podem ter impacto no desejo sexual Desgaste na relação, sobrecarga de tarefas, depressão e uso de alguns tipos de medicamento são fatores que podem ter impacto no desejo sexual
Desgaste na relação com o parceiro ou parceira, sobrecarga de tarefas, depressão e uso de alguns tipos de medicamento são fatores que podem interferir na vontade de fazer sexo. É o que explica o colunista do UOL Jairo Bouer, ao responder a um internauta que questiona se a falta de desejo que tem atrapalhado seu relacionamento pode ter relação com a ocorrência de polução noturna (ejaculações involuntárias durante o sono).
Segundo Jairo Bouer, a polução noturna não deve ser a causa da ausência de desejo mencionada pelo internauta. Porém, a falta de sexo decorrente dessa falta de libido pode explicar as ejaculações frequentes durante o sono, que em geral são mais comuns durante a adolescência, e em geral ocorrem quando há algum sonho erótico.
A recomendação do psiquiatra é que o internauta investigue as causas da falta de desejo. Resolvido o problema, é possível que a polução noturna também diminua.


Preocupar-se demais pode trazer problemas de saúde; faça o teste e saiba se é o seu caso

  • Getty Images
    A ausência de preocupação, assim como o excesso, pode ser prejudicial; o ideal é manter o equilíbrio A ausência de preocupação, assim como o excesso, pode ser prejudicial; o ideal é manter o equilíbrio
É quase impossível não sentir um mínimo de tensão. Ter alguma adrenalina circulando é até benéfico para nos impulsionar a agir, tomar decisões ou virar o jogo quando necessário. O problema é quando a preocupação é excessiva e compromete o bem-estar e a saúde.

"Algumas pessoas não aceitam as incertezas do dia a dia, acham que têm responsabilidade sobre qualquer coisa de ruim que possa acontecer. Os pensamentos negativos são supervalorizados e tudo é tratado como emergência. Viver assim é desgastante", analisa Rafael Higino Wagner, coaching e psicólogo pelas Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI).
Tal característica de personalidade, em geral, está associada a outras como negativismo, insegurança e, principalmente, ansiedade. "Persiste a ideia, na mente dessas pessoas, de que é preciso se prevenir de algum acontecimento adverso que, a qualquer momento, pode surgir. Então, elas se sentem responsáveis e obrigadas a se antecipar. Há a necessidade de controlar tudo e dificuldade de aceitar ou admitir erros", ressalta a psicóloga Regiane Machado, com experiência em atendimento de crianças, adultos, adolescentes e terceira idade.Importante: o estado de preocupação persistente e elevado pode ocasionar problemas de saúde físicos e psicológicos. No primeiro caso, provocando males cardiovasculares, por exemplo; e, no segundo, servindo como gatilho para patologias como o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). E é bom ficar alerta porque, segundo estudos, quem tem o problema leva cerca de 15 anos para pedir ajuda porque acha que é normal ser supervigilante. "Tal distúrbio é mental e fisicamente desgastante. Drena totalmente a energia", diz Wagner.

Haja ou não TAG, a agonia de viver pensando que algo de ruim vai acontecer gera problemas: de relacionamento, baixa autoestima, falta de concentração e insônia, segundo a psicóloga. Os sintomas mais comuns do transtorno são dificuldade para relaxar e dormir, tensão e contraturas musculares, fadiga, palpitações, tremores, falta de ar e náuseas. Dentre os males resultantes, destacam-se os cardiovasculares, estresse e depressão. Neste último caso, aliás, muitas vezes há associações: estima-se que quatro de cada cinco indivíduos deprimidos evoluam para quadros de ansiedade não tratados.

Equilíbrio é fundamental

Mas será que, em se tratando da preocupação não patológica – e descartada a possibilidade de se ter o Transtorno de Ansiedade Generalizada –, é bom ser minimamente apreensivo? De acordo com  Machado, sim. "Este sentimento, se normal, serve para nos prevenir de possíveis acontecimentos, fazendo com que nos antecipemos em algumas situações. A pessoa fica mais ligada e se cuida melhor, digamos assim. Tal estado de alerta, aliás, é inerente ao homem até por questões de sobrevivência. A ausência de preocupação, assim como o excesso, pode ser prejudicial. O ideal é manter o equilíbrio", aconselha a psicóloga.

Rafael Wagner concorda. "Quem se preocupa tende a ser mais precavido, consegue enxergar a resolução do problema com mais rapidez. Só é preciso distinguir entre inquietação produtiva e improdutiva, e aprender a tratar fracassos como oportunidades." O segredo é, então, ficar no meio do caminho, sem bancar o neurótico, com apreensão exacerbada, ou o "desencanado", sossegado demais!

Principais concursos públicos somam 35 mil vagas com remuneração de até R$ 24.057


Nesta segunda-feira (11), os 20 principais concursos públicos oferecem 35.328 vagas em várias regiões do país. Existem oportunidades em diversos cargos destinados a candidatos de todos os níveis escolares. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 24.057, dependendo da função desejada.

Confira os 20 principais concursos:

Órgão Vagas Escolaridade Salário Inscrição  
Banco do Brasil CR* Nível médio R$ 1.892 14/3 a 12/4 Edital
Serpro 360 Níveis médio e superior R$ 2.399 a R$ 5.203 Até 27/3 Edital
Polícia Civil (SP) 113 Nível fundamental R$ 3.015 a R$ 3.200 Até 12/4 Edital
Aeronáutica 241 Níveis médio e superior Até R$ 9.490 Até 23/4 Edital
Marinha 1.620 Nível fundamental R$ 1.250 18/3  a 18/4 Edital
Marinha 2.200 Nível fundamental --- Até 15/3 Edital
Justiça Militar 9 Nível superior R$ 24.057 Até 20/3 Edital
Polícia Militar (DF) 1.000 Nível superior R$ 3.322 a R$ 4.306 Até 11/3 Edital
Iceam 432 Todos os níveis R$ 1.017 a R$ 3.051 Até 22/3 Edital
Guimarânia (MG) 220 Todos os níveis R$ 665 a R$ 7.645 Até 19/3 Edital
Fuabc 2.068 Todos os níveis R$ 899 a R$ 3.874 Até 22/3 Edital
UFRGS 189 Todos os níveis R$ 1.473 a R$ 2.989 Até 11/3 Edital
Hemominas (MG) 398 Níveis médio e superior R$ 887 a R$ 11.050 Até 19/3 Edital
Polícia Militar (MG) 1.300 Nível médio R$ 1.123 28/4 a 28/5 Edital
Ciuenp (PR) 377 Todos os níveis R$ 709 a R$ 6.109 Até 1/4 Edital
Sudesb (BA) 108 Nível superior R$ 900 a R$ 2.400 Até 15/3 Edital
Seplag (CE) 92 Nível superior R$ 3.542 a R$ 7.580 Até 20/3 Edital
Seduc (RS) 10.000 Níveis médio e superior R$ 783 a R$ 1.465 Até 13/3 Edital
Educação (PR) 13.771 Nível superior R$ 1.348 Até 9/4 Edital
Bombeiros (MG) 830 Nível médio R$ 2.152 a R$ 3.541 27/3 Edita


sábado, 9 de março de 2013

Se houver consenso, Brasil deve saber nome do novo papa por volta das 15h de terça


O Vaticano informou neste sábado (9) que os fiéis e a imprensa devem prestar atenção à chaminé da Capela Sistina em busca da fumaça que indicará o resultado das votações para a escolha do sucessor de Bento 16 por volta das 19h no horário local (15h em Brasília) de terça-feira (12), dia em que começa o conclave. A fumaça preta indicará que ainda não há consenso entre os cardeais eleitores. A fumaça branca, por sua vez, confirmará que há um vencedor na eleição. Será feita apenas uma votação na terça-feira.
A partir do segundo dia de votação, serão dois escrutínios pela manhã e dois à tarde. Segundo o Vaticano, o esquema é o mesmo: pode-se esperar fumaça por volta das 12h e depois, às 19h no horário local. Mas, se houver definição no primeiro escrutínio da manhã, a fumaça branca poderá ser vista entre as 10h30 e as 11h no horário local. Caso a escolha seja após o primeiro escrutínio da tarde, a fumaça branca poderá ser vista entre as 17h30 e as 18h. No entanto, mantido o impasse, só haverá fumaça depois dos dois escrutínios.
A partir das 7h da manhã de terça, os cardeais que participarão da eleição poderão ocupar os seus respectivos quartos na Casa Santa Marta, onde ficarão instalados durante o conclave. Para preservar o sigilo do processo, os cardeais não terão contato com ninguém de fora nem acesso aos meios de comunicação.
Antes de se confinarem na Capela Sistina, onde acontecem as votações, será celebrada às 10h da manhã uma missa ("Pro eligendo Romano Pontifice") na Basílica de São Pedro. O evento, aberto ao público, marca o início do processo.
O porta-voz da Igreja, padre Federico Lombardi, afirmou que a data divulgada foi a primeira proposta considerando o tempo necessário para terminar a preparação da Capela Sistina e da Casa Santa Marta. Na manhã deste sábado, foi instalada no telhado da Capela Sistina a chaminé por onde sairá a fumaça que indicará se o papa tiver sido eleito. 

Escolha do novo papa

  • Veja todos os passos do conclave
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  • Duração dos últimos conclaves
  • Papas da ficção

Crise

 
A eleição acontece em meio a uma crise de credibilidade que afetou parte da Cúria Romana. Até a definição da data do conclave, passaram-se oito dias desde a saída oficial de Bento 16, em 28 de fevereiro.
 
O agora papa emérito justificou a sua renúncia alegando estar com a saúde fragilizada. No entanto, um dossiê, elaborado a pedido de Bento 16 para investigar casos de corrupção e nepotismo no Vaticano, teria tido influência na decisão dele. O relatório também identificou os diferentes grupos que disputam poder na cúpula católica e um esquema de chantagem contra clérigos homossexuais.
 
A demora, então, para definir a data do conclave a exigência por parte de alguns grupos de cardeais em ter acesso ao dossiê. O Vaticano, porém, negou com veemência. Nas coletivas de imprensa, Lombardi afirmou diversas vezes que os cardeais não estavam com pressa por se tratar de um processo que exigia reflexão.
 
Na terça-feira, haverá apenas votação à tarde. Nos demais dias, estão previstos dois escrutínios pela manhã e outros dois à tarde. Se não houver definição após quatro dias, no quinto é feita uma pausa para orações. A votação é retomada com uma nova rodada no dia seguinte e segue até o 12º, com pausas no sétimo e no décimo dias. Após 12 dias e 34 votações, o sistema muda e a escolha passa a ser entre os dois mais votados.
 

Como é a votação

 
Não há uma previsão de quanto tempo o conclave poderá durar até sair o novo nome que liderará a Igreja Católica. Em 2005, o conclave que escolheu Bento 16 foi bastante rápido: em apenas dois dias, chegou-se a um consenso sobre o novo pontífice.
 
O Colégio de Cardeais, composto por aqueles com menos de 80 anos, tem 115 integrantes. Para ser eleito, é necessário receber dois terços mais um dos votos, equivalente, neste caso, a 77 votos favoráveis.
 
Entre os eleitores estão cinco brasileiros: dom Odilo Scherer, dom Raymundo Damasceno, dom Cláudio Hummes, dom João Braz Aviz e dom Geraldo Majella.
 
Se nenhum cardeal receber os dois terços dos votos, as cédulas são queimadas, uma fumaça preta sai da chaminé da basílica e a votação é retomada.
 

Veja vídeos sobre escolha do novo papa - 9 vídeos

10 profissões que tiveram o maior aumento de salário nos últimos 10 anos



De acordo com a Pesquisa Salarial e de Benefícios Online do siteCatho, essas foram as profissões com os maiores aumentos salariais nos últimos dez anos no Brasil. Confira as dez mais: 
Média mensal Brasil 2012 - Porcentagem de aumento em 10 anos 


Administrador Hospitalar: R$ 6.758,13 - 190%

Atuário/Estatístico: R$ 5.162,24 - 181,4%

Engenheiro Civil Júnior: R$ 6.324,10 - 153,6%

Químico: R$ 4.179,51 - 142,2%

Consultor Interno: R$ 8.435,85 - 139,5%

Projetista Mecânico: R$ 3.733,16 - 129,6%

Presidente de Empresa: R$ 60.397,54 - 128,3%

Coordenador de Engenharia de Produção: R$ 9.797,86 - 122,3%

Coordenador de Medicina Clínica: R$ 11.011,18 - 119,4%

Coord. de Eng. Geológica/Cartográfica: R$ 10.385,68 - 114,7%


Fonte: Catho

quinta-feira, 7 de março de 2013

Falta de libido é a principal queixa de 65% das mulheres, aponta levantamento


Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Hospital das Clínicas da FMUSP, chama atenção para um tema que, ainda considerado tabu, é o responsável pelo maior número de queixas registradas no Ambulatório de Sexualidade da Ginecologia: a falta de libido feminina.
Levantamento feito pelo HC mostra que 65% das mulheres que procuram o ambulatório se queixam de falta de libido. Por mês, o HC registra entre 150 e 200 pacientes no ambulatório, sempre encaminhados por outras unidades de saúde. Dessas, além das 65% que reclamam da falta de libido, 23% sofrem de anorgasmia (ausência de orgasmo) e 13% se queixam de "vaginismo" (contração involuntária de músculos próximos da vagina).
Elsa Gay, sexóloga do HC, explica que são mulheres que procuram a clínica em busca de um medicamento, uma fórmula mágica para o problema, cuja prevalência independe da idade e do extrato social.
Na maioria dos casos, o desinteresse pelo sexo está ligado a fatores emocionais, sendo um dos motivos mais reclamados a monotonia conjugal.  A diminuição do desejo pode acontecer já no segundo ano de casamento.
No ambulatório do HC, as pacientes são submetidas à terapia cognitiva comportamental em grupo. O tratamento leva oito semanas e os resultados dependem de como a mulher vivencia a sua sexualidade, como ela lida com o seu desejo, com o seu medo, com o seu corpo e com as suas fantasias.
Segundo a sexóloga, durante o tratamento a mulher aprende a investir no relacionamento e a trabalhar a sexualidade, hoje relegada em último plano, em função dos diferentes papéis que desempenha no seu dia-a-dia. A partir daí, a paciente passa a conhecer o corpo, comunicar e negociar com o parceiro para evitar, inclusive, o sexo por obrigação.
A sexóloga afirma que a menopausa também não é justificativa para perda de libido.
De acordo com Elsa, descobrir o seu próprio erotismo, imaginar e estimular a fantasia são fatores que tornam a vida sexual mais prazerosa, em qualquer idade.

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Hospital das Clínicas da FMUSP, chama atenção para um tema que, ainda considerado tabu, é o responsável pelo maior número de queixas registradas no Ambulatório de Sexualidade da Ginecologia: a falta de libido feminina.
Levantamento feito pelo HC mostra que 65% das mulheres que procuram o ambulatório se queixam de falta de libido. Por mês, o HC registra entre 150 e 200 pacientes no ambulatório, sempre encaminhados por outras unidades de saúde. Dessas, além das 65% que reclamam da falta de libido, 23% sofrem de anorgasmia (ausência de orgasmo) e 13% se queixam de "vaginismo" (contração involuntária de músculos próximos da vagina).
Elsa Gay, sexóloga do HC, explica que são mulheres que procuram a clínica em busca de um medicamento, uma fórmula mágica para o problema, cuja prevalência independe da idade e do extrato social.
Na maioria dos casos, o desinteresse pelo sexo está ligado a fatores emocionais, sendo um dos motivos mais reclamados a monotonia conjugal.  A diminuição do desejo pode acontecer já no segundo ano de casamento.
No ambulatório do HC, as pacientes são submetidas à terapia cognitiva comportamental em grupo. O tratamento leva oito semanas e os resultados dependem de como a mulher vivencia a sua sexualidade, como ela lida com o seu desejo, com o seu medo, com o seu corpo e com as suas fantasias.
Segundo a sexóloga, durante o tratamento a mulher aprende a investir no relacionamento e a trabalhar a sexualidade, hoje relegada em último plano, em função dos diferentes papéis que desempenha no seu dia-a-dia. A partir daí, a paciente passa a conhecer o corpo, comunicar e negociar com o parceiro para evitar, inclusive, o sexo por obrigação.
A sexóloga afirma que a menopausa também não é justificativa para perda de libido.
De acordo com Elsa, descobrir o seu próprio erotismo, imaginar e estimular a fantasia são fatores que tornam a vida sexual mais prazerosa, em qualquer idade.

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