sexta-feira, 26 de abril de 2013

Menor identifica suspeito de ter matado dentista

Um menor apreendido na madrugada desta sexta-feira, 26, por suposta participação no assassinato da dentista Cinthya...


Um menor apreendido na madrugada desta sexta-feira, 26, por suposta participação no assassinato da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, afirmou à Polícia Civil que um dos principais suspeitos de cometer o crime, Jonatas Cassiano Araújo, de 21 anos, lhe ligou confessando o homicídio. Cinthya morreu após ser queimada viva dentro de seu consultório, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, na tarde dessa quinta-feira, 25.
O menor foi pego em casa, também em São Bernardo, por volta das 2h30 da madrugada, após uma denúncia anônima feita à Polícia Militar. A corporação disse inicialmente em nota que ele próprio havia confessado o crime. No entanto, acabou liberado do 2º DP da cidade depois que seu envolvimento foi descartado.
Segundo o delegado seccional de São Bernardo, Waldomiro Bueno Filho, o menor contou que chegou a ser convidado para o roubo, mas não pôde ir - o motivo não foi esclarecido. Também afirmou que um dos suspeitos ligou para ele depois do assassinato contanto. "O colega telefonou dizendo que tinha dado m.", afirmou o delegado. A mãe de Araújo foi identificada pela PM na noite de quinta e reconheceu o filho em imagens de uma câmera de segurança mostradas na delegacia. Ela foi encontrada porque seu carro, um Audi preto, foi usado na ação pelos bandidos.
De acordo com as investigações, ao menos três homens participaram do crime. Segundo o delegado seccional de São Bernardo, Waldomiro Bueno Filho, a polícia acredita que um quarto bandido aguardava na frente do consultório, dentro de um Audi preto. Ele desconfia que uma quadrilha especializada em assaltos a consultórios esteja agindo na região. "Temos investigações em andamento, já temos imagens de um dos bandidos e em pouco espaço de tempo vamos tirá-los de circulação", afirmou.
O assalto. Os criminosos invadiram a clínica odontológica a Cinthya e dois deles roubaram-lhe o cartão de crédito para fazer um saque em um caixa eletrônico. Após constatarem que a dentista só tinha R$ 30 na conta, eles retornaram ao consultório, atearam fogo na vítima e fugiram.
Cinthya atendia uma paciente - cujo nome não foi divulgado - quando os criminosos apertaram a campainha. Um dos bandidos disse que precisava de atendimento odontológico e a dentista abriu o portão, momento em que mais dois criminosos invadiram a casa. A paciente ficou com os olhos vendados durante todo o assalto e teve a bolsa, o celular e dinheiro roubados. Segundo o delegado seccional, a paciente - que não ficou ferida - conseguia ouvir a dentista gritando "não faz isso" e pedindo socorro. "Ela tentou apagar o fogo quando os bandidos fugiram, mas não foi possível. A dentista morreu em menos de três minutos."
Vizinha de Cinthya, Lindacim de Olivera, de 54 anos, sentiu o cheiro de queimado e ouviu os gritos da dentista. Foi ela quem chamou o Corpo de Bombeiros. "Ouvi alguém pedindo socorro e fui até o portão do consultório ver o que estava acontecendo."
O consultório de Cinthya funcionava nos fundos de sua casa. Ela morava com os pais e uma irmã, que tem deficiência mental. O pai dela, Viriato Gomes de Souza, de 70 anos, afirmou que ela não costumava ficar sozinha em casa no horário do almoço. "Ela ia buscar a irmã na escola, mas, como tinha uma paciente, eu fui com a minha mulher." Quando o pai chegou à rua, viu a movimentação na frente de casa. Foi avisado pelos vizinhos da morte da filha. "Quis entrar, tentei reanimá-la, mas já não dava para fazer nada."
Emocionado, ele diz não saber o motivo de tamanha brutalidade. "Ela era uma pessoa boa, sem inimigos. Agora, a gente não sabe o que vai fazer da vida, se continuará morando lá. Espero que ninguém precise passar pela dor que estou passando." O enterro da dentista está marcado para as 13h no Cemitério Vila Euclides, em São Bernardo do Campo.

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Via weblol

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Dilma é a nova estrela do "The Voice Brasil"


Em Brasília não se fala de outra coisa. Dilma Rousseff é a nova contratada da segunda edição do "The Voice Brasil".
Cansou de passar os dias presidenciando. Ainda mais porque, como Dilma mesmo diz, ela não presidencia. Ela "dirige" o Brasil. E dirigir o Brasil em tempos de Lei Seca, imagine o tamanho do porre.
Para a estreia, a ex-presidenta-to-be escolheu cantar o Hino Nacional. Por isso, entre uma criação de Ministério e uma adoção de medida paliativa para conter a inflação, Dilma já estaria treinando com afinco com seu mentor Carlinhos Brown para não correr o risco de vanusar na hora agá e chamar as margens do Ipiranga de flácidas.

Roberto Stuckert Filho/Reprodução/ PR
Dilma e seu mentor musical #chupaaecio
Dilma e seu mentor musical #chupaaecio
No entanto, antes de deixar a Presidência, Dilma vai lançar um último programa de governo.
A inspiração veio das cavernas da Capadócia-de-Glória-Perez, que têm uma conexão de internet que deixa a 4G brasileira no chinelo. Além disso, não pagam Impostos Territoriais. A alegação do governo turco é de que não dá para calcular área construída de caverna. Afinal, não foram construídas por ninguém. Nem demarcadas, já que não dá pra saber onde uma caverna acaba. Assim, com moradias 100% tax free, nasce o "Minha caverna, minha vida".
Neste exato momento, enquanto você lê esse texto, equipes do governo esfolam seus joanetes do Oiapoque ao Chuí mapeando cavernas habitáveis.
Com a campanha agressiva de marketing que acompanhará o "Minha caverna, minha vida", Dilma pretende transformar as atuais favelas numa coisa demodé, totalmente século 20.
Além de atrair os pobres de todo o País, o Programa ainda vai agradar em cheio as classes altas, já que o ocultamento da gentinha brasílica, adepta dos desodorantes com fragâncias doces customizadoras do cecê, deve acontecer de uma forma gradual e espontânea.
De um só golpe, Dilma sai da Presidência para entrar na História com a higienopolização do Brasil e ainda samba na cara da oposição --literalmente, ao vivo, no "The Voice Brasil".

Sentir-se poderoso ajuda a conseguir emprego dos sonhos

Adotar "posturas de poder" afeta a forma como os entrevistadores veem os candidatos

  • Adotar "posturas de poder" afeta a forma como os entrevistadores veem os candidatos
Candidatos investem recursos consideráveis em forma de tempo ou dinheiro para se prepararem para entrevistas que podem dar acesso à faculdade ou ao emprego dos sonhos. Nessas situações, os candidatos costumam ficar tentados a imaginar como a entrevista vai se desenrolar e o que dirão: por que meu currículo é interessante para este trabalho? Como posso contribuir com a empresa? Por que quero trabalhar nesse setor?
Embora seja importante pensar em respostas para essas perguntas, pesquisas recentes sugerem que os entrevistadores estão em busca de uma mentalidade específica. Na verdade, o que irá convencê-los a contratá-lo é a forma como você comunica uma mentalidade poderosa, pois esse é um dos sinais de um ótimo recruta. Em meio à crise, você sabe como tomar a decisão correta? Na hora de vender um produto, você passará entusiasmo suficiente para o cliente?
Afinal de contas, o que é essa mentalidade "poderosa" e como podemos adquiri-la? A seguir, duas dicas para candidatos que querem fazer a diferença durante as entrevistas: pense e aja de forma poderosa.
Candidatos a vagas de emprego raramente estão em uma posição de poder, uma vez que os entrevistadores decidem o destino de suas carreiras. Entretanto, a estratégia vencedora nessas situações é pensar que temos o poder, a despeito de nossa real posição.
Enquanto candidato, como é possível formar uma mentalidade poderosa? Uma estratégia simples é lembrar pouco antes da entrevista de uma situação em que esteve no controle e evocar os sentimentos associados a essa memória --sentimentos de confiança e competência, bem como de determinação na hora de tomar uma decisão.
Um dos meus projetos de pesquisa recentes, o artigo "Power Gets the Job: Priming Power Improves Interview Outcomes" --publicado em coautoria com Joris Lammers, da Universidade de Colônia, na Alemanha, Derek D. Rucker, da Universidade Northwestern, em Evanston, Illinois, e Adam Galinsky, da Universidade Columbia, em Nova York, para a revista "The Journal of Experimental Social Psychology"-- colocou essa ideia à prova.
Como parte de uma sessão de entrevistas fictícias, dividimos candidatos a vagas em escolas de negócios em três grupos. No primeiro, os candidatos escreviam uma dissertação pouco antes da entrevista, contando sobre um momento em que estiveram no poder. No segundo, os participantes também escreveram um ensaio, sobre um momento em que não tiveram poder. O último grupo não precisou escrever.
Então, perguntamos aos entrevistadores qual seria a probabilidade de aceitarem o candidato a uma escola de negócios. Quando os candidatos eram entrevistados sem precisarem escrever, eram aceitos em 47,1% dos casos. Contudo, o nível de aceitação passava a 68% no caso de pessoas que escreviam ensaios sobre um momento em que estiveram no poder, mas caía para 26% no caso das pessoas que escreveram ensaios sobre quando não tiveram poder.
Os entrevistadores não sabiam da manipulação feita com os candidatos. Sendo assim, a mera lembrança de uma experiência de poder aumentou em 81% a chance dos candidatos serem admitidos em comparação com a linha de base e em 162% em relação às pessoas que se lembraram de um momento de impotência.
Naturalmente existem outras formas de lidar com os sentimentos de poder. Por exemplo, os candidatos podem usar objetos que os façam se sentir poderosos, tais como um relógio ou uma determinada bolsa --qualquer coisa que remeta a um sentimento de poder.
O poder não é apenas uma mentalidade, mas também um comportamento. Movimentos pequenos e praticamente inconscientes também transmitem sinais de poder ao público e podem mudar significativamente o rumo de uma entrevista.
Em sua recente palestra para o TED, Amy Cuddy, da Universidade Harvard, em Cambridge, Massachusetts, fornece um excelente resumo de como a linguagem não verbal pode ter um efeito profundo na forma como as pessoas são julgadas em contextos que vão da contratação à promoção, passando por telefonemas de vendas e até mesmo por encontros românticos. Posturas físicas tais como cruzar as pernas, ficar curvado ou gesticular demais são alguns dos sinais de impotência que levantam dúvidas sobre aquilo que o candidato diz, independentemente do conteúdo da conversa.
Curiosamente, adotar "posturas de poder" não apenas afeta a forma como os entrevistadores veem os candidatos, mas, ironicamente, reforçam o sentimento de poder dos próprios candidatos. Em uma pesquisa recente, Li Huang, da escola internacional de negócios Insead, e seus colegas fizeram com que os participantes assumissem posturas de poder ou de impotência --posturas efusivas e constritas, respectivamente-- e descobriram que os efusivos se comportavam de forma mais poderosa, chamando a ação para si e pensando de forma mais abstrata, duas características conhecidas do poder.
Portanto, comportar-se de forma poderosa é importante para a forma como os entrevistadores percebem os candidatos, mas também é parte fundamental do comportamento dos candidatos.
A história é cheia de exemplos que sugerem que o que realmente conta para o destinatário de uma mensagem é a mentalidade do enunciador, e não seus recursos reais. Durante o início da Segunda Guerra Mundial, por exemplo, Charles de Gaulle era um general isolado com algumas centenas de soldados que o seguiam, recusavam-se a reconhecer a legitimidade do governo de Vichy e fugiram para Londres após a invasão alemã para formar um governo no exílio.
Durante uma famosa negociação com o primeiro ministro Winston Churchill, o inglês lembrou de Gaulle de sua situação de impotência, destacando que sua organização só sobrevivia em função da boa vontade e da ajuda financeira das forças aliadas: "Afinal, quem é você para representar a França? Você nem tem um exército!".
De Gaulle se manteve firme e direto e respondeu calmamente: "Se eu não sou a França, por que é que você está falando comigo?".
Churchill foi obrigado a se sentar e continuar a negociação. Quando se está sendo entrevistado, vale a pena adotar a mentalidade "de Gaulle".
*David Dubois é professor assistente de marketing na escola internacional de negócios Insead.

Dupla de jovens fatura R$ 2 milhões com aluguel de tablets

Guto Ramos (em pé) e Rony Breuel (sentado), sócios da BR Mobile, empresa de aluguel de tablets

  • Guto Ramos (em pé) e Rony Breuel (sentado), sócios da BR Mobile, empresa de aluguel de tablets
O que, para muitos, é um objeto de desejo virou o negócio de Guto Ramos e Rony Breuel, ambos de 26 anos, sócios da BR Mobile. Com um investimento inicial de R$ 12 mil, a dupla comprou seis tablets e começou a alugar os equipamentos para turistas, restaurantes e eventos corporativos.
Criada em maio de 2011, a empresa vai completar seu segundo ano de atividade com um faturamento anual de R$ 2 milhões. O número de tablets também cresceu e, hoje, já passa dos 400, segundo os sócios.
De acordo com Ramos, a locação de um tablet custa, em média, R$ 14,90 a diária. A maioria dos equipamentos permanece alugada todos os dias, segundo Ramos.
Para tornar a oferta mais atrativa para os clientes, diz  Ramos, a empresa também desenvolve aplicativos como cardápios digitais para bares e restaurantes.
No início, segundo o empresário, o foco do negócio era a locação de tablets para turistas. Mas a dupla percebeu que poderia lucrar mais se direcionasse os esforços para o setor de eventos corporativos.
Atualmente, a maior parte dos clientes da BR Mobile –entre eles Bradesco, Itaú, Renault e Vale–  aluga o equipamento para utilizar em congressos, seminários e lançamentos de produtos.
"Antes, as empresas tinham de comprar um ou mais tablets para usar em eventos que, às vezes, duravam um dia. Com a possibilidade de alugar, o custo para elas é bem menor", afirma Ramos.
Para se prevenir contra danos e furtos, a empresa contrata uma apólice de seguro para os aparelhos. Segundo o sócio Rony Breuel, no contrato com o cliente também é estipulada uma multa de R$ 500, caso o equipamento seja danificado ou roubado durante a locação. O valor é utilizado para pagar a franquia da seguradora, conta Ramos.
"Quando dói no bolso, o cliente fica mais cuidadoso. Ele não vai sair e deixar o equipamento jogado em qualquer lugar", afirma.
O negócio, sediado em São Paulo (SP), está em expansão. De acordo com os sócios, até o fim do primeiro semestre a empresa pretende inaugurar duas filiais, uma em Belo Horizonte (MG) e outra em Porto Alegre (RS).

Empresa do Paraná fatura R$ 15 mil por mês

Já os sócios Victor Coelho, 25, e Fernando Baggetti, 22, investiram R$ 50 mil para comprar os primeiros tablets e montar o escritório da Implement, em junho do ano passado.
A empresa curitibana aluga os aparelhos e desenvolve aplicativos para turistas, hotéis, restaurantes e também para eventos corporativos. Por mês, o negócio fatura R$ 15 mil e conta com 30 tablets. A diária de um equipamento custa R$ 17,90.
Segundo Coelho, o alto valor dos tablets é uma dificuldade para quem atua no setor. O preço de um iPad (referência de mercado) no site da Apple no Brasil varia de R$ 1.749 a R$ 2.499, dependendo da configuração.
  • Divulgação Victor Coelho, sócio da Implement, empresa de aluguel de tablets em Curitiba (PR)
O empreendedor que deseja iniciar um negócio no setor precisa de, no mínimo, cinco equipamentos, de acordo com o coordenador do curso de administração com foco em tecnologia da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista), Cláudio Carvajal.
"Essa quantidade possibilita que o empresário comece o negócio com pouco investimento e com equipamentos suficientes para prestar o serviço até sentir que os pedidos estão aumentando e precisa comprar mais tablets", diz Carvajal.
Para conseguir investir e ter lucro, Coelho diz que é preciso manter a maior parte dos aparelhos nas mãos dos clientes e não na sede da empresa. "Equipamento parado não gera lucro, por isso procuramos manter os tablets alugados todos os dias", diz.
O cálculo da diária, segundo Coelho, também é determinante para o bom andamento do negócio.  "O preço tem de estar adequado à realidade do cliente. Se for caro, ninguém aluga. Se for barato demais, não temos lucro", afirma.

Clientes precisam de softwares personalizados

Focar o negócio apenas no aluguel do tablet não torna a operação lucrativa, de acordo com Carvajal. Na opinião dele, a grande sacada dessas empresas foi desenvolver soluções personalizadas para os clientes, como cardápios digitais para restaurantes ou aplicativos para demonstração de produtos em eventos.
"O tablet é apenas o equipamento que permite que o cliente utilize o software. Se ele precisar do aparelho sem o programa, ele provavelmente optará por comprar e não por alugar", diz.
Segundo Carvajal, o empreendedor pode contratar uma apólice de seguro para os equipamentos e reduzir as perdas com danos e furtos. O seguro de um tablet, normalmente, tem cobertura de um ano e custa em torno de 20% do valor do aparelho.
"Os tablets são caros e muito sensíveis, por isso é interessante para o empresário ter a cobertura de uma seguradora", declara.

O UOL colocou à disposição de todos os internautas o DeclareCerto, um simulador gratuito de preparação e preenchimento da declaração do Imposto de Renda com o objetivo de orientar o contribuinte para evitar erros e conseguir obter todos os descontos possíveis, pagando menos imposto ou ganhando mais restituição, quando possível.
O sistema guia passo a passo o preenchimento da declaração, reduzindo o risco de se perder qualquer oportunidade de dedução (como gastos com empregada doméstica).

O serviço é feito a partir da visão do usuário. Por exemplo, em vez de preencher os rendimentos tributáveis, o contribuinte apenas informa se recebeu salário com carteira assinada, se tem empresa própria ou é autônomo. O sistema automaticamente separa o que é rendimento tributável ou não.

O programa da Receita Federal orienta os passos básicos apenas, como escolher entre o modelo simplificado e o completo de declaração. Mas há muito mais opções do que isso. Se as oportunidades de dedução não são preenchidas, de nada vale a simulação da Receita.

Para casais, por exemplo, há a opção de declaração em conjunto ou separada. Quem tem dependentes pode optar por incluí-los em sua declaração ou não.
Há casos em que é mais interessante que o dependente faça sua declaração separadamente, como no caso de um menor que recebe pensão judicial devido ao divórcio dos pais.

Casais com rendimentos de bens comuns (como aluguel de imóvel ou atividade rural em propriedade comum) podem dividir tais rendimentos ou têm a opção de colocá-los integralmente na declaração de um dos cônjuges.

Rendimentos atrasados, trabalhistas ou previdenciários, podem ser tributados na fonte ou não. Despesas médicas de fertilização, gravidez e parto podem ser lançadas tanto pela futura mãe quanto pelo futuro pai. As opções de declaração podem chegar a mais de 200.

O DeclareCerto analisa todas essas combinações  e apresenta o melhor jeito de fazer,  com o objetivo de conseguir o máximo possível de restituição do Imposto de Renda.

Além disso, como a legislação do Imposto de Renda é complexa, muitas pessoas caem na malha fina por desconhecimento, e não por terem tentado enganar a Receita.

O DeclareCerto faz essas simulações automaticamente. Depois, os dados preenchidos podem ser tranferidos para o programa da Receita e transmitidos pela internet.
O simulador é produzido pela DeclareCerto, fornecedora desse conteúdo para o UOL.

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