sexta-feira, 6 de julho de 2012

Umidificar o ar previne crises de alergia

Tosse seca, chiado no peito, olhos irritados, dificuldade para respirar e piora de alergias entre quem já sofre com o problema rotineiramente. Esses são os sintomas mais comuns decorrentes da baixa umidade do ar, situação agravada em cidades muito poluídas. "Crianças e idosos, que têm o aparelho respiratório mais sensível e reagem mais devagar às mudanças no clima, sofrem mais e acabam indo parar nos prontos-socorros", afirma a pneumologista Sandra Aparecida Ribeiro, do Hospital São Luís.

 


Compare sete métodos, incluindo aparelho elétrico, vaso de planta e toalha úmida

Quando a umidade está entre 20 e 30%, surge o estado de atenção; entre 12 e 20%, estado de alerta e abaixo de 12%, surge o estado de emergência. "Quem sofre com problemas respiratórios deve ficar atento a esta variação, aumentando os cuidados conforme a umidade diminui", afirma a médica. Outra medida importante nesses dias é hidratar o corpo. "Perdemos água na respiração e na transpiração", explica Valéria Martins, diretora da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT). "Precisamos beber água o dia inteiro, além de lavar as vias respiratórias com soro fisiológico pela manhã e à noite".

Enquanto a chuva não vem para resolver de vez a secura, o uso de aparelhos umidificadores ou de métodos caseiros, como espalhar bacias de água pela casa, é a alternativa ideal em favor da saúde. Compare as soluções e escolha a melhor delas para a sua família.Umidificador a vapor

Prós: O sistema é simples. Basta colocar água no recipiente plástico até a medida indicada, encaixar o aparelho responsável por aquecer a água e ligar na tomada. Em poucos minutos já é possível observar gotículas nas paredes internas do equipamento e o vapor saindo dele. Além disso, não há necessidade de manutenção em curto prazo e o reservatório de água dispensa a reposição durante uma noite de sono, por exemplo.

Contras: "Como o aparelho funciona por meio do aquecimento da água, ele acaba aumentando a temperatura do ambiente", aponta Valéria Martins. Este, entretanto, é o menor de seus problemas. A grande preocupação dos pneumologistas surge quando o ambiente fica úmido demais, proliferando o mofo - grande inimigo de quem sofre de problemas respiratórios. Outra característica que atenta contra o seu uso é o gasto de energia elétrica e o perigo de queimaduras, principalmente em locais com crianças.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

você sabe como prevenir ataques de asma?


Derrube mitos que podem atrapalhar o controle da doença


Um vento gelado ou uma situação estressante do dia já pode ser suficiente para a tão temida crise de asma atacar. De acordo com dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 16 milhões de brasileiros sofrem com essa inflamação crônica, que dificulta a passagem do ar pelas vias respiratórias e provoca tosse, chiado no peito e sensação de falta de ar.

Apesar de ainda não ter cura, é possível controlar as crises e levar uma rotina mais tranquila - basta adotar tratamento e hábitos adequados. Alguns mitos sobre asma, entretanto, podem atrapalhar esse controle e muitas vezes tornam as crises mais frequentes. Você sabe identificá-los? 

O que é Asma?

Sinônimos: Asma brônquica, bronquite asmática
A asma é uma doença que causa inchaço e estreitamento das vias aéreas dos pulmões, causando dificuldade respiratória, falta de ar, aperto no peito e tosse.
ADAM Bronquíolos são subdivisões dos brônquios que realizam trocas gasosas no organismo

Causas

A asma é causada por inflamação nas vias respiratórias. Quando ocorre um ataque de asma, os músculos ao redor das vias respiratórias ficam apertados e a parte interna das passagens de ar incha. Isso reduz a quantidade de ar que pode passar.
Em pessoas sensíveis, os sintomas da asma podem ser desencadeados pela inalação de substâncias que causam alergia (chamadas alérgenos ou desencadeadores).
Os desencadeadores comuns da asma incluem:
  • Animais (pelo ou caspa de animais domésticos)
  • Poeira
  • Mudanças climáticas (com mais frequência em clima frio)
  • Produtos químicos no ar ou nos alimentos
  • Exercícios intensos
  • Mofo
  • Pólen
  • Infecções respiratórias como o resfriado comum
  • Emoções fortes (estresse)
  • Fumo
Aspirina e outros anti-inflamatórios não esteroides (AINE) provocam asma em alguns pacientes.
Várias pessoas com asma têm um histórico pessoal ou familiar de alergias, como febre do feno (rinite alérgica) ou eczema. Outros não têm nenhum histórico de alergias.

Exames

O teste de alergia pode ser útil para identificar alérgenos em pessoas com asma persistente. Alérgenos comuns incluem:
  • Alérgenos de barata
  • Ácaros
  • Mofos
  • Pelo de animais domésticos
  • Polens
Os irritantes respiratórios comuns incluem:
  • Fumaças da queima de madeira ou gás
  • Poluição
  • Fumo
O médico usará um estetoscópio para auscultar os pulmões. Sons relacionados à asma podem ser auscultados. No entanto, os sons do pulmão geralmente são normais entre episódios de asma.
Os testes para diagnosticar a asma podem incluir:
  • Gás no sangue arterial
  • Teste de sangue para medir quantidade de eosinófilo (um tipo de glóbulo branco) e IgE (um tipo de proteína do sistema imunológico chamado imunoglobulina)
  • Raio X torácico
  • Testes de funcionamento dos pulmões
  • Medições de pico de fluxo
ADAM O medidor de pico de fluxo avalia a capacidade pulmonar do paciente
 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Pratique esportes com amigos e faça o treino render mais


Veja como a amizade estimula frequência e a competitividade sadia


É segunda-feira. Você está com sono, o tempo está fechado e já dá para sentir aquele friozinho fora das cobertas. Quais são as chances de você ir para a academia? Poucas? Pois saiba que fazendo a atividade com um ou mais amigos o desfecho pode ser completamente diferente. Apenas a ideia de encontrá-los no local já funciona como um incentivo. Além disso, as vantagens geradas pelo encontro, como a possibilidade de conversar, diminuem a imagem negativa que algumas pessoas têm da prática de exercícios. Conheça a seguir outros benefícios que a amizade proporciona a alguns esportes:Corrida e caminhada: como, em geral, essas atividades não estão associadas a qualquer despesa - exceto em eventos patrocinados -, a decisão de deixá-las para outro dia é sempre muito tentadora. A motivação gerada por um grupo de amigos, portanto, pode ser um fator determinante quanto a manter ou não a frequência do treino.

Segundo a personal trainer Camila Lopes Souza, um dos principais estímulos gerados pela caminhada ou corrida em equipe é a possibilidade de conversar. Após um dia estressante de trabalho e/ ou estudo, o exercício se torna não só uma prática fisicamente saudável, mas terapêutica. Além disso, fazer a atividade com pelo menos uma pessoa torna mais fácil manter um ritmo, pois, vendo que seu colega está se distanciando, você retoma a sua velocidade.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

prevenir as estrias sem precisar de tratamento



Quem se interessa pelo assunto, normalmente, já mostra marcas vermelhas ou esbranquiçadas na pele. As estrias não avisam que estão chegando, nem dão sinal de que cansaram de surgir e, para a piorar a situação, são difíceis de tratar. "Existem tratamentos capazes de melhorar o aspecto das lesões, mas não as estrias em si", afirma o dermatologista Mario Chaves, da clínica Derma Gávea. "O ideal é investir em hábitos saudáveis, fortalecendo a pele e prevenindo o surgimento de novas cicatrizes."

Pode parecer estranho, mas as estrias são lesões - a pele se rompe quando há um estiramento muito intenso. O problema é muito comum na adolescência se o crescimento acontece rapidamente, e não de forma gradual, ou na gravidez, por causa do ganho de peso. Se você quer evitar o problema, em vez de se preocupar com ele mais tarde, veja as dicas dos especialistas.  Exercícios físicos
De acordo com o dermatologista Mario Chaves, da clínica Derma Gávea, a prática de exercícios físicos e a manutenção do peso evita o estiramento da pele - o que causa as estrias. "A atividade física mantém a pele firme, evitando as estrias. Só é preciso tomar cuidado com exercícios muito intensos, que podem levar ao ganho rápido de massa muscular e à hipertrofia, esticando demais a pele", afirma o dermatologista Mario Chaves. 

sábado, 30 de junho de 2012

Você sabe separar o trabalho das férias?


Algumas pessoas não conseguem se livrar da rotina profissional. Você é uma delas?


Conseguir uma folga nos compromissos para tirar férias já não costuma ser algo tão fácil. Mas algumas pessoas são tão presas à rotina que, quando tiram férias, pensam no trabalho o tempo inteiro ou, pior, fazem atividades do serviço durante as horas que deveriam ser de lazer e descanso. O resultado desse hábito pode ser a falta de um descanso adequado, acumulando estresse e até prejudicando a saúde.

Será que você faz parte desse grupo que vive grudado ao trabalho? Faça o teste a seguir - elaborado com ajuda das psicólogas Adriana de Araújo e Marina Vasconcellos - e descubra se você realmente consegue separar as horas de lazer da sua profissão. 
1) Você tira alguns dias de folga do trabalho, mas o seu chefe não para de ligar. O que você faz?
2) Chegando em casa depois do trabalho, qual é a sua rotina?
3) Surge a chance de tirar umas férias. Como você reage?
4) Você planejou uma viagem de uma semana, porém, dois dias antes de ir surge um imprevisto no trabalho. O que você faz?
5) Seu relacionamento está em crise. Qual é a sua postura?
6) Quando perguntam por que você trabalha tanto e nunca sai de férias, qual é a sua resposta?

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Expectativa de vida do brasileiro aumenta 25 anos entre 1960 e 2010

Dados do Censo 2010, divulgados nesta sexta-feira (29), mostram que a expectativa de vida do brasileiro aumentou 25,4 anos no período entre 1960 e 2010, passando de 48 para 73,4 anos.
Por outro lado, o número médio de filhos por mulher caiu de 6,3 filhos para 1,9 nesse período, valor abaixo do nível de reposição da população.
Os técnicos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) constataram que a redução nos níveis de fecundidade acarretou na diminuição de 42,7% (1960) para 24,1% (2010) de participação da população entre 0 e 14 anos de idade no total.
A diminuição da mortalidade foi outro fator que proporcionou um aumento de 54,6% para 68,5%, nesse período, da participação da população em idade ativa (15 a 64 anos de idade). Já o crescimento da participação da população de 65 anos ou mais, no período entre 1960 e 2010, saltou de 2,7% para 7,4%.
"A maior participação da população de 65 anos ou mais de idade na área rural em relação à área urbana, é em função também dos movimentos migratórios, já que as saídas daquela área normalmente se dão nas idades mais jovens, permanecendo as pessoas mais velhas", explica o IBGE.
Essas mudanças alteraram a pirâmide etária, com estreitamento da base e o alargamento do topo, refletindo a estrutura de população mais envelhecida, característica dos países mais desenvolvidos, de acordo com o instituto.
"O estreitamento da base e o alargamento do topo da pirâmide etária é o caminho para uma estrutura mais envelhecida, características dos países mais desenvolvidos, que apresentam uma estrutura mais cilíndrica. O contingente populacional das crianças menores de 1 ano de idade [pouco mais de dois milhões], que representava 3,1% da população total, passou, em 2010, para uma participação de 1,4%, representando um volume de 2,7 milhões de crianças menores de 1 ano de idade", explica o órgão.

Os dados coletados para o Censo Demográfico 2010 mostram ainda que, ao longo de cinco décadas, a razão de sexo passou de 99,8 (1960) homens para cada 100 mulheres para 96 homens. O resultado decorre da superioridade da mortalidade masculina em relação à feminina.

População evangélica passa de 15,4% para 22,2% em 10 anos e alcança 42,3 milhões de fiéis em 2010

Dados do Censo Demográfico 2010, divulgados nesta sexta-feira (29), mostram que a população evangélica no Brasil passou de 15,4% da população brasileira para 22,2%, o que dá um crescimento de 6,8 pontos percentuais nos últimos dez anos, e atualmente representa 42,3 milhões de pessoas --sendo esta a segunda religião com o maior número de adeptos no país.
A pesquisa também indica aumento da população espírita, que hoje é de 3,8 milhões, e das pessoas que se declararam sem religião (aproximadamente 15 milhões).
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o aumento no número de evangélicos é proporcional ao crescente declínio da religião católica, que perdeu 9,4% de fiéis em relação ao Censo de 1991.
Ainda assim, o catolicismo é predominante no país: são mais de 123 milhões de pessoas (64,6% da população brasileira; até 2000 eram 73,6%). O Brasil é considerado o maior país do mundo em números de católicos nominais.
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Até o início da década de 90, os evangélicos representavam apenas 9% do contingente populacional, dos quais a maioria de origem pentecostal. Com a expansão das igrejas evangélicas pelo país e a veiculação de programas religiosos nas emissoras de televisão, tal índice subiu 44,16%.
  • A maior concentração de evangélicos foi registrada em Rondônia (33,8%), e a menor no Piauí (9,7%). A pesquisa mostra ainda que 60% são de origem pentecostal, 18,5%, evangélicos de missão e 21,8 %, evangélicos não determinados. Os religiosos consideram que o Brasil possui a maior concentração mundial de evangélicos de origem pentecostal.
    Já em relação aos evangélicos em geral --o que inclui o protestantismo--, o primeiro lugar do ranking é ocupado pelos Estados Unidos, onde mais da metade da população é adepta da religião (mais de 155 milhões de pessoas). 

    Espíritas e pessoas sem religião

    Os espíritas, por sua vez, que passaram de 1,3% da população, em 2000, para 2%, em 2010 --um aumento de cerca de 1,5 milhão de pessoas. O  aumento mais expressivo foi observado na região Sudeste, cuja proporção passou de 2% para 3,1% nos últimos dez anos.
    Segundo os dados do IBGE, o Rio de Janeiro é o Estado com o maior índice de pessoas que se declararam espíritas, com 4%, seguido de São Paulo (3,3%), Minas Gerais (2,1%) e Espírito Santo (1%).
    O Censo 2010 também registrou aumento entre a população que se declarou sem religião. Em 2000 eram quase 12,5 milhões (7,3%), ultrapassando os 15 milhões em 2010 (8,0%). Os adeptos da umbanda (407 mil) e do candomblé (167 mil) mantiveram-se em 0,3% em 2010.

    Declínio do catolicismo

    Embora o perfil religioso da população brasileira mantenha, em 2010, a histórica maioria católica, esta religião vem perdendo adeptos desde o primeiro Censo, realizado em 1872.
    Em aproximadamente um século, a proporção de católicos na população brasileira variou 7,9 pontos percentuais, reduzindo de 99,7%, em 1872, para 91,8% em 1970. Desde então, os dados censitários do IBGE mostram que a religião passa por uma fase de declínio: nos últimos dez anos, os católicos passaram de 73,6% para 64,6%.
    Esta redução no percentual de católicos ocorreu em todas as regiões, mantendo-se mais elevada no Nordeste (de 79,9% para 72,2% entre 2000 e 2010) e no Sul (de 77,4% para 70,1%). A maior redução ocorreu no Norte, de 71,3% para 60,6%, ao passo que os evangélicos, nessa região, aumentaram sua representatividade de 19,8% para 28,5%.
    O menor percentual de católicos foi encontrado no Estado do Rio de Janeiro: 45,8% em 2010. O maior percentual pertence ao Piauí, com 85,1%..

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