terça-feira, 24 de julho de 2012

Conheça sete benefícios do chocolate para a saúde


Além de gostoso, ele pode ser um aliado da dieta e do raciocínio


Bem dosado e do tipo certo, o chocolate pode até ajudar a emagrecer. "O melhor é o amargo, que tem maiores quantidades de cacau e, por isso, mais benefícios", explica a nutróloga Sylvana Braga, especialista em prática ortomolecular, São Paulo. A quantidade não deve ultrapassar 30 gramas por dia - o equivalente a uma barra pequena ou dois bombons. Ao utilizá-lo no preparo de ovos, trufas, bolos e outros doces, é preciso uma atenção maior: além de aumentar o número de gorduras e calorias da sobremesa, o chocolate pode perder os nutrientes quando muito aquecido. Confira a seguir sete motivos para manter essa delícia no cardápio. Dá saciedade

O chocolate pode ajudar você a sentir-se mais satisfeito e não exagerar na comida. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Chung Hsing, em Taiwan, mostrou que os ácidos fenólicos presentes no cacau podem aumentar a produção do hormônio leptina, que aumenta a sensação de saciedade.

A nutricionista Raquel Maranhão, da Clínica BeSlim, do Rio de Janeiro, lembra que outros fatores podem interferir na produção de leptina, como a menor concentração de insulina que diminui o nível do hormônio. Por isso, não adianta apenas consumir chocolate sem atentar para os outros fatores envolvidos.  

sábado, 21 de julho de 2012

Transforme o seu banho de chuveiro em um Spa revigorante


Ervas aromáticas, máscaras e hidratação relaxam e refrescam


Um dos maiores prazeres do verão é tomar banho. A água, de preferência geladinha, é refrescante e te ajuda a recuperar as energias que você gastou durante todo o dia. Que tal fazer o seu banho de chuveiro um verdadeiro Spa relaxante e revigorante? Banho de banheira? Que nada! Para os dias de calor, o chuveiro é a melhor opção. Ele também pode ser mais demorado - e sem desperdício de água. Hidratação nos cabelos, máscaras faciais, esfoliação das mãos e dos pés, escalda-pés... Antes de tudo, adquira um banquinho de plástico para pode sentar na hora de fazer tudo isso (e não esqueça de desligar a torneira nessa hora, claro). A seguir, confira todas as dicas e faça do seu banho de chuveiro um verdadeiro ritual de bem-estar.

Hidrate as madeixas

Aproveite a hora do banho para hidratar os cabelos e atravessar o verão imune das agressões da estação. De acordo com o cabeleireiro Antônio Carlos de Araújo, do salão MAC Hair & Co, para os cabelos quebradiços ou sensibilizados por tinturas e alisamentos, as máscaras mais indicadas são as que contêm queratina, bálsamo ou aloe vera. Já os cabelos lisos, naturalmente mais oleosos, têm um efeito melhor com os produtos à base de jaborandi ou ativos de frutas. "Não utilize água muito quente para lavar os cabelos, pois ela superaquece o couro cabeludo, provocando oleosidade. A temperatura deve ser morna ou fria", adverte o especialista. Ele explica que a hidratação deve começar pelas pontas, passando uma pequena quantidade do produto. Em seguida, deve-se massagear mecha por mecha com o creme, de cima para baixo, sem encostar o creme na raiz, que já é naturalmente oleosa. Antônio ressalta que não é necessária uma touca térmica, pois os novos produtos são termoativados e o próprio vapor do banho já faz o creme penetrar nos fios. Deixe entre cinco e 20 minutos (depende do creme) e enxágue com água em abundância.

Cuide dos cabelos masculinos com hábitos simples


Combata caspa e calvície com produtos e cuidados adequados
O cabelo do homem não é igual ao da mulher - é mais espesso e tem camadas mais compactas e firmes, sendo menos poroso e frágil do que o cabelo feminino. Os fios também são mais oleosos, o que aumenta a necessidade de cuidados para não desenvolver caspa, calvície, dermatite seborreica e outros problemas. Siga estes oito passos indicados por dermatologistas e mantenha os seus cabelos sempre saudáveis e com boa aparência. Lavar todos os dias
É muito importante lavar os fios todos os dias para controlar a oleosidade do cabelo, segundo o dermatologista Claudio Mutti, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia. Ele também alerta sobre a temperatura da água, que não deve ser muito quente. "A temperatura muito elevada provoca o aumento da produção da glândula sebácea, o que auxilia no aumento da indesejável caspa e da oleosidade dos fios", explica.  

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Alimentos integrais: você sabe tudo sobre eles?


Rico em fibras, eles aceleram a dieta e fazem bem à saúde


Conhecidos por seu potencial fibroso, os alimentos integrais ajudam a manter em ordem a saúde do organismo e para dar um empurrão à dieta. "As fibras estão relacionadas ao bom funcionamento do intestino e à redução de colesterol sanguíneo. Além disso, são capazes de retardar a fome, tornando-se aliadas de quem está controlando o ponteiro da balança", explica a nutricionista do Dieta e Saúde, Roberta Stella.

Porém, como para tudo na vida deve haver equilíbrio, recentemente descobriu-se que o consumo de produtos integrais em excesso pode trazer prejuízos à saúde. Isso porque, se as fibras desses alimentos possuem vitaminas e minerais, elas também carregam uma substância chamada fitato, que pode reduzir a absorção de minerais, como zinco, ferro e cálcio.

Diante disso, teste seus conhecimentos sobre os alimentos integrais. Um quiz revela qual a melhor maneira de consumir esse tipo de alimento. 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Lave o nariz todos os dias e aproveite estes sete benefícios



Prática previne doenças respiratórias e melhora até dores de cabeça


O hábito traz tantas vantagens à saúde que deveria ser uma regra tão comum quanto escovar os dentes todos os dias. Lavar o nariz com soro fisiológico não só ajuda a limpá-lo de impurezas e secreção como  combate mal-estar e doenças de ouvido ou garganta. O ideal é utilizar o soro comprado pronto na farmácia com a ajuda de um aplicador (parecido com um conta-gotas), mas também é possível fazer uma mistura caseira em casos de emergência: um litro de água que tenha sido fervida com, aproximadamente, uma colher de chá de sal.

Descubra sete benefícios que essa prática traz à sua saúde, apontados pelos otorrinolaringologistas José Antonio Pinto, do Hospital São Camilo, e Rodolfo Scalia, da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). Mais conforto em dias de tempo seco
Quando o ar está seco, as narinas ficam muito ressecadas - ainda mais em ambientes poluídos ou com ar-condicionado. Lavar o nariz ajuda a hidratá-lo e evitar esse ressecamento desagradável de todo o trato respiratório. "A anatomia nasal apresenta um fluxo laminar, onde o ar circula pelos seios da face e é aquecido e umidificado antes de sua chegada aos pulmões", explica o otorrinolaringologista Rodolfo Scalia.  

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Mania de perseguição nem sempre é percebida por quem tem; faça o teste e avalie-se



Basta um olhar torto do chefe, da amiga ou até de um desconhecido na fila do cinema para os piores pensamentos virem à tona: “Ele me odeia”, “O que será que fiz de errado dessa vez?”, “Está achando minha roupa cafona”... Muita gente pena, calada, com a mania de perseguição. Ela pode ser interpretada como uma necessidade inconsciente de ser o centro das atenções –a pessoa que acredita que os outros estão prestando atenção nela, no fundo, se sente isolada e sozinha e anseia camuflar uma grande timidez. Mas não é uma regra.
"Quem acha que o tempo todo é vigiado, em geral, é inseguro, possui baixa autoestima e não tem autoconfiança”, diz a psicóloga Cecília Zylberstajn, de São Paulo, que explica que todos nós temos uma consciência que nos aponta como o outro nos percebe. Quem tem mania de perseguição, porém, conta com essa percepção distorcida e leva tudo para o lado pessoal, sem considerar o contexto. É o caso de alguém que passa perto de um grupo em que todo mundo está rindo e, imediatamente, se coloca como alvo de chacota.
A intensidade com que a mania de perseguição acontece varia de indivíduo para indivíduo, mas sempre causa angústia e mal-estar. Quando exagerada, prejudica, e muito, a vida social, pois a reclusão é a solução para evitar o público, já que há um medo terrível de ser alvo de comentários negativos, recriminação, desaprovação ou risadas. “A pessoa passa a achar que o mundo conspira contra ela e desconfia de todos”, diz a psicóloga Marina Vasconcellos, que lembra que o comportamento pode estar associado ao estresse pós-traumático -depois de ser vítima de um assalto, por exemplo.
Na maior parte das vezes, a vítima não se dá conta de que apresenta a mania de perseguição –está tão imersa na certeza absoluta de que os outros não param de prestar atenção nela, que não conseguem fazer uma autoavaliação. Os especialistas avisam que, em exagero, o comportamento pode se tornar patológico e ser sintoma de alguma doença psiquiátrica mais séria, como o início de uma síndrome do pânico –caso que requer tratamento com terapia e medicamentos.
Dicas para encarar o problema
Mas como diferenciar? Se algum episódio isolado desencadear alguma desconfiança –ver aquela colega venenosa conversando com outras pessoas e olhando para você com uma expressão irônica, por exemplo–, não há problema. Mas se você se sente o tempo todo observado, enganado, excluído, traído ou perseguido pode estar paranoico. Nos ambientes corporativos, em especial os muito competitivos, é comum a mania se manifestar, acompanhada de uma sensação de insegurança em relação ao emprego. É preciso pensar com frieza sobre o assunto, pois quem é vítima desse problema, frequentemente, não o percebe.
“A mania de perseguição também costuma dar as caras em situações de estresse, quando as pessoas estão com os nervos à flor da pele”, diz a psicóloga Angélica Capelari, professora da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp). Nesses casos, o perfeccionismo e a intolerância com os próprios defeitos fazem com que a pessoa veja no outro seu próprio reflexo, o que a torna vítima do excesso de autocrítica.
Por mais difícil que seja, é possível combater o transtorno no dia a dia. “O primeiro passo é questionar as próprias atitudes e assumir a parcela de responsabilidade no relacionamento, pois toda relação tem dois lados”, explica Cecília Zylberstajn. Um exemplo? Antes de julgar que a cara feia do chefe é resultado de algo que você fez, pergunte-se se realmente você fez algo tão grave que justifique tamanho mau humor.
Outra dica, dessa vez de Angélica Capelari, é aprender a controlar os próprios pensamentos. “Quando achar que alguém está olhando torto em sua direção ou criticando você, tente desviar a mente para outro assunto. Não alimente algo que pode ser apenas uma impressão.”
Marina Vasconcellos prefere apostar no diálogo. “Se acredita que todo mundo fala de você, divida essa impressão com as pessoas mais próximas. Ouça a resposta e depois tire as próprias conclusões”. A especialista também aconselha uma checagem direta. “Pergunte, com jeitinho, é claro, se fulano estava falando de você. E, aí, com uma boa conversa, resolva o que tiver de resolver.” Evitar que a dúvida continue a te corroer é, definitivamente, a melhor estratégia.

Antipatia à primeira vista tem explicação; saiba qual é e como agir



Todo mundo já passou por isso: conheceu alguém e a primeira impressão foi negativa. Essa repulsa instintiva pode mudar ao nos darmos a chance de conhecer melhor o indivíduo, mas também pode se confirmar. Porém, poucas pessoas param para pensar que essas sensações em relação a outra pessoa se originam em situações e fatos de nossa história pessoal. "Em geral, o comportamento do outro nos remete a algo ou alguém que não nos fez bem. É um mecanismo de alerta e defesa que nos faz dar um passo atrás, ficar espertos e observando o outro", afirma Olga Tessari, psicóloga e autora do livro "Dirija Sua Vida Sem Medo", editado por ela. 
Segundo a psicóloga, a antipatia será mais forte quanto mais desagradável tiver sido a experiência do passado. "E pode estar também relacionada a valores diferentes dos nossos. Se eu cultivar a humildade, por exemplo, vou me incomodar com pessoas esnobes. Essas diferenças podem dar espaço para que nasça a antipatia", diz a escritora. A psicóloga Daniela Levy concorda com Olga. "Se conhecermos pessoas com físico ou jeito que nos lembra alguém do passado que não nos proporcionou uma experiência positiva, projetaremos sentimentos negativos sobre ela que, às vezes, nem é desse jeito" diz Daniela.
Ambas concordam, também, quanto à importância de dar uma segunda chance à pessoa com a qual o "santo não bateu". "Essa primeira impressão nem sempre corresponde à realidade. Mas, se houver confirmação de que ela é realmente antipática, deixe para lá. Melhor não insistir. Se tiver de nascer algum sentimento positivo, acontecerá naturalmente", afirma Olga. E antes de dar outra oportunidade a quem causou essa repulsa é necessário ter disposição para olhar para si. "É importante tentar descobrir porque a pessoa desencadeou a emoção negativa. Há a possibilidade de que, nessa nova tentativa, a sensação de que a pessoa é antipática seja reforçada", afirma Daniela.
Segundo Olga, é muito comum que pessoas tímidas sejam rotuladas de arrogantes. "Essas pessoas costumam ser mais isoladas, não conversam, passam essa impressão errada. Por isso, vale a pena criar uma oportunidade para mudar de ideia".

Se apesar das tentativas a pessoa ainda continua parecer antipática, o melhor é evitá-la. Se isso não for possível, lembre-se de que não temos o controle sobre os outros e não desperdice energia. "É preciso aceitar a pessoa que faz parte do nosso círculo familiar ou profissional como ela é e tentar conviver com cordialidade. Assim, evitamos problemas e sofrimento", diz Olga.

Quando você desperta a antipatia alheia
Não podemos nos esquecer do outro lado da moeda: quando nós parecemos antipáticos para as pessoas. "Também podemos ter jeitos e trejeitos que incomodam, mexem sem querer em alguma ferida, e levam alguém a lembrar uma mágoa ou situação ruim", explica Olga. Para esses casos, vale o mesmo conselho, principalmente quando temos de conviver com aqueles que não foram com nossa cara.

"Se é alguém com  quem se trabalha, por exemplo, acho interessante insistir e mostrar que você é uma boa pessoa. Se for um indivíduo que não faz diferença, é gasto de energia desnecessário", diz Daniela, lembrando que isso não deve virar uma missão de vida. "É bom tentar mostrar que se é legal, mas se não rolou, deixe correr, porque tem gente que vive em função de querer agradar e acaba não se orientando pelos próprios desejos". 
Se os "santos não batem" no trabalho
Se as pessoas antipatizam com você, humildade é importante para quem quer desfazer essa má impressão, principalmente no ambiente profissional. "É preciso ouvir com o coração aberto o porquê de as pessoas te acharem antipático. Normalmente, não há certo ou errado. Tem parte que faz sentido e outra que não faz. Mas ouvir o outro é mais positivo do que se fechar, pois afasta ainda mais as pessoas", opina Henrique Pistilli, administrador de empresas com especialização em comportamento e desenvolvimento humano.
A situação pode ser mais complexa quando essa repulsa parte do funcionário em relação ao chefe. Para Pistilli, se o superior não for uma pessoa aberta para conversar e se comunicar, a convivência se tornará complicada. "Ficará difícil mudar qualquer coisa. Nos casos mais críticos, o melhor é tentar trocar de área ou de empresa."
Não é novidade para Pistilli situações em que a postura da chefia gera antipatia nos funcionários. "Fui contratado por uma empresa cujo dono era muito tímido e controlador. Ele colocou câmeras em todas as salas para saber o que acontecia. Concluímos que ele gerava medo e antipatia nas pessoas. Tivemos de fazer um processo de mudança de cultura na companhia", conta o administrador que costuma trabalhar com instituições em momento de conflitos. 

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