segunda-feira, 11 de março de 2013

Principais concursos públicos somam 35 mil vagas com remuneração de até R$ 24.057


Nesta segunda-feira (11), os 20 principais concursos públicos oferecem 35.328 vagas em várias regiões do país. Existem oportunidades em diversos cargos destinados a candidatos de todos os níveis escolares. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 24.057, dependendo da função desejada.

Confira os 20 principais concursos:

Órgão Vagas Escolaridade Salário Inscrição  
Banco do Brasil CR* Nível médio R$ 1.892 14/3 a 12/4 Edital
Serpro 360 Níveis médio e superior R$ 2.399 a R$ 5.203 Até 27/3 Edital
Polícia Civil (SP) 113 Nível fundamental R$ 3.015 a R$ 3.200 Até 12/4 Edital
Aeronáutica 241 Níveis médio e superior Até R$ 9.490 Até 23/4 Edital
Marinha 1.620 Nível fundamental R$ 1.250 18/3  a 18/4 Edital
Marinha 2.200 Nível fundamental --- Até 15/3 Edital
Justiça Militar 9 Nível superior R$ 24.057 Até 20/3 Edital
Polícia Militar (DF) 1.000 Nível superior R$ 3.322 a R$ 4.306 Até 11/3 Edital
Iceam 432 Todos os níveis R$ 1.017 a R$ 3.051 Até 22/3 Edital
Guimarânia (MG) 220 Todos os níveis R$ 665 a R$ 7.645 Até 19/3 Edital
Fuabc 2.068 Todos os níveis R$ 899 a R$ 3.874 Até 22/3 Edital
UFRGS 189 Todos os níveis R$ 1.473 a R$ 2.989 Até 11/3 Edital
Hemominas (MG) 398 Níveis médio e superior R$ 887 a R$ 11.050 Até 19/3 Edital
Polícia Militar (MG) 1.300 Nível médio R$ 1.123 28/4 a 28/5 Edital
Ciuenp (PR) 377 Todos os níveis R$ 709 a R$ 6.109 Até 1/4 Edital
Sudesb (BA) 108 Nível superior R$ 900 a R$ 2.400 Até 15/3 Edital
Seplag (CE) 92 Nível superior R$ 3.542 a R$ 7.580 Até 20/3 Edital
Seduc (RS) 10.000 Níveis médio e superior R$ 783 a R$ 1.465 Até 13/3 Edital
Educação (PR) 13.771 Nível superior R$ 1.348 Até 9/4 Edital
Bombeiros (MG) 830 Nível médio R$ 2.152 a R$ 3.541 27/3 Edita


sábado, 9 de março de 2013

Se houver consenso, Brasil deve saber nome do novo papa por volta das 15h de terça


O Vaticano informou neste sábado (9) que os fiéis e a imprensa devem prestar atenção à chaminé da Capela Sistina em busca da fumaça que indicará o resultado das votações para a escolha do sucessor de Bento 16 por volta das 19h no horário local (15h em Brasília) de terça-feira (12), dia em que começa o conclave. A fumaça preta indicará que ainda não há consenso entre os cardeais eleitores. A fumaça branca, por sua vez, confirmará que há um vencedor na eleição. Será feita apenas uma votação na terça-feira.
A partir do segundo dia de votação, serão dois escrutínios pela manhã e dois à tarde. Segundo o Vaticano, o esquema é o mesmo: pode-se esperar fumaça por volta das 12h e depois, às 19h no horário local. Mas, se houver definição no primeiro escrutínio da manhã, a fumaça branca poderá ser vista entre as 10h30 e as 11h no horário local. Caso a escolha seja após o primeiro escrutínio da tarde, a fumaça branca poderá ser vista entre as 17h30 e as 18h. No entanto, mantido o impasse, só haverá fumaça depois dos dois escrutínios.
A partir das 7h da manhã de terça, os cardeais que participarão da eleição poderão ocupar os seus respectivos quartos na Casa Santa Marta, onde ficarão instalados durante o conclave. Para preservar o sigilo do processo, os cardeais não terão contato com ninguém de fora nem acesso aos meios de comunicação.
Antes de se confinarem na Capela Sistina, onde acontecem as votações, será celebrada às 10h da manhã uma missa ("Pro eligendo Romano Pontifice") na Basílica de São Pedro. O evento, aberto ao público, marca o início do processo.
O porta-voz da Igreja, padre Federico Lombardi, afirmou que a data divulgada foi a primeira proposta considerando o tempo necessário para terminar a preparação da Capela Sistina e da Casa Santa Marta. Na manhã deste sábado, foi instalada no telhado da Capela Sistina a chaminé por onde sairá a fumaça que indicará se o papa tiver sido eleito. 

Escolha do novo papa

  • Veja todos os passos do conclave
  • Número de católicos no mundo
  • Glossário da Igreja Católico
  • Duração dos últimos conclaves
  • Papas da ficção

Crise

 
A eleição acontece em meio a uma crise de credibilidade que afetou parte da Cúria Romana. Até a definição da data do conclave, passaram-se oito dias desde a saída oficial de Bento 16, em 28 de fevereiro.
 
O agora papa emérito justificou a sua renúncia alegando estar com a saúde fragilizada. No entanto, um dossiê, elaborado a pedido de Bento 16 para investigar casos de corrupção e nepotismo no Vaticano, teria tido influência na decisão dele. O relatório também identificou os diferentes grupos que disputam poder na cúpula católica e um esquema de chantagem contra clérigos homossexuais.
 
A demora, então, para definir a data do conclave a exigência por parte de alguns grupos de cardeais em ter acesso ao dossiê. O Vaticano, porém, negou com veemência. Nas coletivas de imprensa, Lombardi afirmou diversas vezes que os cardeais não estavam com pressa por se tratar de um processo que exigia reflexão.
 
Na terça-feira, haverá apenas votação à tarde. Nos demais dias, estão previstos dois escrutínios pela manhã e outros dois à tarde. Se não houver definição após quatro dias, no quinto é feita uma pausa para orações. A votação é retomada com uma nova rodada no dia seguinte e segue até o 12º, com pausas no sétimo e no décimo dias. Após 12 dias e 34 votações, o sistema muda e a escolha passa a ser entre os dois mais votados.
 

Como é a votação

 
Não há uma previsão de quanto tempo o conclave poderá durar até sair o novo nome que liderará a Igreja Católica. Em 2005, o conclave que escolheu Bento 16 foi bastante rápido: em apenas dois dias, chegou-se a um consenso sobre o novo pontífice.
 
O Colégio de Cardeais, composto por aqueles com menos de 80 anos, tem 115 integrantes. Para ser eleito, é necessário receber dois terços mais um dos votos, equivalente, neste caso, a 77 votos favoráveis.
 
Entre os eleitores estão cinco brasileiros: dom Odilo Scherer, dom Raymundo Damasceno, dom Cláudio Hummes, dom João Braz Aviz e dom Geraldo Majella.
 
Se nenhum cardeal receber os dois terços dos votos, as cédulas são queimadas, uma fumaça preta sai da chaminé da basílica e a votação é retomada.
 

Veja vídeos sobre escolha do novo papa - 9 vídeos

10 profissões que tiveram o maior aumento de salário nos últimos 10 anos



De acordo com a Pesquisa Salarial e de Benefícios Online do siteCatho, essas foram as profissões com os maiores aumentos salariais nos últimos dez anos no Brasil. Confira as dez mais: 
Média mensal Brasil 2012 - Porcentagem de aumento em 10 anos 


Administrador Hospitalar: R$ 6.758,13 - 190%

Atuário/Estatístico: R$ 5.162,24 - 181,4%

Engenheiro Civil Júnior: R$ 6.324,10 - 153,6%

Químico: R$ 4.179,51 - 142,2%

Consultor Interno: R$ 8.435,85 - 139,5%

Projetista Mecânico: R$ 3.733,16 - 129,6%

Presidente de Empresa: R$ 60.397,54 - 128,3%

Coordenador de Engenharia de Produção: R$ 9.797,86 - 122,3%

Coordenador de Medicina Clínica: R$ 11.011,18 - 119,4%

Coord. de Eng. Geológica/Cartográfica: R$ 10.385,68 - 114,7%


Fonte: Catho

quinta-feira, 7 de março de 2013

Falta de libido é a principal queixa de 65% das mulheres, aponta levantamento


Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Hospital das Clínicas da FMUSP, chama atenção para um tema que, ainda considerado tabu, é o responsável pelo maior número de queixas registradas no Ambulatório de Sexualidade da Ginecologia: a falta de libido feminina.
Levantamento feito pelo HC mostra que 65% das mulheres que procuram o ambulatório se queixam de falta de libido. Por mês, o HC registra entre 150 e 200 pacientes no ambulatório, sempre encaminhados por outras unidades de saúde. Dessas, além das 65% que reclamam da falta de libido, 23% sofrem de anorgasmia (ausência de orgasmo) e 13% se queixam de "vaginismo" (contração involuntária de músculos próximos da vagina).
Elsa Gay, sexóloga do HC, explica que são mulheres que procuram a clínica em busca de um medicamento, uma fórmula mágica para o problema, cuja prevalência independe da idade e do extrato social.
Na maioria dos casos, o desinteresse pelo sexo está ligado a fatores emocionais, sendo um dos motivos mais reclamados a monotonia conjugal.  A diminuição do desejo pode acontecer já no segundo ano de casamento.
No ambulatório do HC, as pacientes são submetidas à terapia cognitiva comportamental em grupo. O tratamento leva oito semanas e os resultados dependem de como a mulher vivencia a sua sexualidade, como ela lida com o seu desejo, com o seu medo, com o seu corpo e com as suas fantasias.
Segundo a sexóloga, durante o tratamento a mulher aprende a investir no relacionamento e a trabalhar a sexualidade, hoje relegada em último plano, em função dos diferentes papéis que desempenha no seu dia-a-dia. A partir daí, a paciente passa a conhecer o corpo, comunicar e negociar com o parceiro para evitar, inclusive, o sexo por obrigação.
A sexóloga afirma que a menopausa também não é justificativa para perda de libido.
De acordo com Elsa, descobrir o seu próprio erotismo, imaginar e estimular a fantasia são fatores que tornam a vida sexual mais prazerosa, em qualquer idade.

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Hospital das Clínicas da FMUSP, chama atenção para um tema que, ainda considerado tabu, é o responsável pelo maior número de queixas registradas no Ambulatório de Sexualidade da Ginecologia: a falta de libido feminina.
Levantamento feito pelo HC mostra que 65% das mulheres que procuram o ambulatório se queixam de falta de libido. Por mês, o HC registra entre 150 e 200 pacientes no ambulatório, sempre encaminhados por outras unidades de saúde. Dessas, além das 65% que reclamam da falta de libido, 23% sofrem de anorgasmia (ausência de orgasmo) e 13% se queixam de "vaginismo" (contração involuntária de músculos próximos da vagina).
Elsa Gay, sexóloga do HC, explica que são mulheres que procuram a clínica em busca de um medicamento, uma fórmula mágica para o problema, cuja prevalência independe da idade e do extrato social.
Na maioria dos casos, o desinteresse pelo sexo está ligado a fatores emocionais, sendo um dos motivos mais reclamados a monotonia conjugal.  A diminuição do desejo pode acontecer já no segundo ano de casamento.
No ambulatório do HC, as pacientes são submetidas à terapia cognitiva comportamental em grupo. O tratamento leva oito semanas e os resultados dependem de como a mulher vivencia a sua sexualidade, como ela lida com o seu desejo, com o seu medo, com o seu corpo e com as suas fantasias.
Segundo a sexóloga, durante o tratamento a mulher aprende a investir no relacionamento e a trabalhar a sexualidade, hoje relegada em último plano, em função dos diferentes papéis que desempenha no seu dia-a-dia. A partir daí, a paciente passa a conhecer o corpo, comunicar e negociar com o parceiro para evitar, inclusive, o sexo por obrigação.
A sexóloga afirma que a menopausa também não é justificativa para perda de libido.
De acordo com Elsa, descobrir o seu próprio erotismo, imaginar e estimular a fantasia são fatores que tornam a vida sexual mais prazerosa, em qualquer idade.

Mel é menos calórico que açúcar, combate o estresse e previne osteoporose


Ideal é consumir com frutas, cereais integrais e iogurte

por Redação
Mel é menos calórico que açúcar, combate o estresse e previne osteoporose title=Foto: SHUTTERSTOCK
O mel é uma rica fonte de carboidratos, vitaminas do complexo B e sais minerais, cálcio, ferro, fósforo, potássio, proteínas e vitamina C. E além de todos esses benefícios, é menos calórico que o açúcar (possui cerca de 290 calorias/100g, enquanto o açúcar possui cerca de 394 calorias/100g). “O mel é mais indicado que o açúcar para adoçar alimentos. Ele pode ser consumido com frutas, com leite, iogurte ou até mesmo com pães e cereais integrais. Pode ser tomado puro também”, afirma o endocrinologista Alfredo Cury, diretor do SPA Posse do Corpo.
Outros benefícios do mel é que ele desintoxica o organismo, favorece a digestão, neutraliza a ação de agentes tóxicos nocivos, combate o estresse e o cansaço, previne a osteoporose, aumentando a fixação de cálcio nos tecidos, e possui ação prebiótica, agindo beneficamente sobre a flora intestinal. “O mel contém uma substância chamada inibina, que age como um antibiótico natural. Tem ação anti-séptica, antiinflamatória, antioxidante, antimicrobiana. É imunoestimulante, sendo eficaz contra os sintomas de gripes e resfriados, e um bom coadjuvante no tratamento de problemas pulmonares e da garganta. Ele pode ser incluído também numa dieta para dar mais energia, com sucos de frutas, alimentos leves e saudáveis”, recomenda.
Apesar de todos esses pontos positivos, o médico recomenda moderação no consumo. Afinal, como todo alimento que possui calorias, o mel pode engordar. “Uma pessoa que tem taxas de glicose altas ou que sofre de diabetes não deve consumir o mel sem orientação médica, apesar de 100% natural é rico em açúcares. Para pessoas que não tem nenhum tipo de problema, indico um consumo moderado para não obter aumento do peso. Consuma no máximo duas vezes ao dia, 2 colheres de sopa por dia. Uma dica é consumir com alimentos de baixa caloria”, orienta.

As 5 desculpas que os casais dão para não fazer sexo


Crédito: Thinkstock
Tracey Cox é uma escritora britânica responsável por diversos livros sobre sexo e relacionamentos. Em sua coluna semanal no jornal The Daily Mail, a autora abordou um tema polêmico sobre os casais: as desculpas mais comuns que os parceiros dão para evitar o sexo.
Segundo ela, uma boa noite de sexo não é um presente, mas sim uma conquista. Como todas as coisas boas da vida, Cox lembra que é preciso investir no parceiro, afinal, quando mais tempo um casal passa na cama, maiores são as chances de aumentarem seu desejo e se sentirem mais satisfeitos.
O problema é que, muitas vezes, somos resistentes a mudanças e acabamos sabotando nossa própria vida sexual. Para evitar que isso aconteça no seu relacionamento, confira quais são as desculpas mais comuns que você ou seu parceiro podem estar usando na cama.
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“Estou muito velho para isso!”

A especialista acredita que se ainda podemos comer, respirar e sorrir, estamos plenamente aptos para experimentar coisas novas entre quatro paredes. A idade, que costuma servir como justificativa para muitos, é apenas uma questão de atitude.
Certamente, com o passar do tempo o corpo perde a forma e habilidade para colocar certas coisas em prática. Mas Tracey Cox defende que se negar a tentar algo diferente só porque você acredita que seja apenas para “jovens” é bobeira.

“Estou feliz com um sexo meia-boca.”

A especialista começa explicando que nem todo mundo busca uma noite incrível de sexo. Algumas pessoas simplesmente têm uma libido naturalmente baixa e não conseguem entender porque as pessoas procuram ter momentos inesquecíveis na cama.
Relações sexuais mornas também podem representar uma falta de comprometimento. “Sexo intenso geralmente significa um relacionamento intenso e isso pode resultar em uma dor intensa se tudo der errado”, explica a autora.
Tracey Cox ainda ressalta que se o casal não sente necessidade de inovar na cama, isso não será um problema na relação. No entanto, se esse tipo de atitude incomoda apenas um dos parceiros, pode ser necessário rever o que acontece entre quatro paredes. “Desencontros nas expectativas sexuais abrem uma brecha para casos extraconjugais”, alerta a especialista.
 
Crédito: Thinkstock

“Mas e as crianças?”

Considerando que não é preciso prender as crianças no quarto para poder ter um momento de privacidade, Tracey Cox acredita que existem várias maneiras de driblar os filhos.
Entre as dicas que ela dá, contratar uma babá para uma ocasião especial ou planejar rapidinhas para o horário em que as crianças estão entretidas com a televisão costuma funcionar. A especialista ainda recomenda fazer amizades com outros pais para que possam revezar nos cuidados com os pequenos.
“Se as crianças pegarem vocês no ato, não entre em pânico”, aconselha a escritora. Para os pequenos, basta explicar calmamente que isso é uma coisa que os adultos fazem quando são casados e se amam. Já com os mais velhos, o flagra pode ser uma ótima oportunidade para começar um diálogo sobre o assunto.

“Não gosto de mudanças.”

Tracey Cox explica que pessoas extrovertidas recebem bem as mudanças, enquanto os introvertidos procuram evitá-las. O segredo dessa atitude está na autoconfiança e na autoestima. Se você é uma pessoa segura, maiores são as chances de experimentar coisas novas. Afinal, se você passar vergonha, qual é o problema?


Crédito: Thinkstock
Se o parceiro se sentir nervoso ao tentar algo diferente, deixe claro que vocês podem parar a qualquer momento caso ele não se agrade. Mas se você se sentir insegura em alguma situação que desconhece, pense consigo mesma e descubra o que realmente a incomoda. “Às vezes, somente o fato de admitir nossos medos faz com que possamos nos dar conta de quão bobos eles são”, explica Cox.

“Sou muito tímida e sentiria vergonha.”

A autora comenta que ficar pensando que você soará idiota caso vocês finjam ser outras pessoas, ficar pensando que não ficará nada sexy naquela fantasia de enfermeira ou ter receio de que no final tudo sairá errado são alguns exemplos de medos que todos nós temos.
“O truque para experimentar coisas novas é começar com as coisas que causam menos receio, até você acabar encarando novas ideias. Se você não faz o tipo exibicionista, algumas coisas podem não agradar. Nesses casos, deixe seu parceiro assumir o papel principal”, finaliza Cox.

Quanto tempo esperar para retornar a vida sexual após a gravidez?


Crédito: Thinkstock
Noites em claro, troca de fraldas, adaptação à nova rotina com um bebê: todas essas novidades fazem parte de quem acabou de ter filho e podem ser bastante cansativas para a mãe. Nesse turbilhão de novas experiências, a maioria das mulheres deixa a vida sexual de lado por um bom tempo, mesmo porque o corpo ainda está se recuperando do parto.
Mas quanto tempo as novas mamães esperam para retornar ao sexo após o parto? Segundo uma nova pesquisa feita na Austrália e divulgada no Daily Mail, quase metade das participantes (41%) esperam apenas seis semanas após o nascimento da criança para voltar à atividade.
Esse índice acontece com mães mais novas (do primeiro filho) e que passaram por parto normal. Entre as mulheres mais velhas ou as que deram à luz por cesariana, o retorno à vida sexual demorou um pouco mais. O relatório mostrou ainda que existem porcentagens altas de grupos que esperam 12 semanas e alguns que esperam até seis meses.
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O estudo mostrou que aquelas que tiveram relações sexuais após seis semanas do parto tinham menos probabilidade de ter passado por uma cirurgia, parto a fórceps ou que necessitaram de corte na região pélvica. No entanto, o estudo também afirmou que apenas cerca de 10% das mulheres que têm um primeiro bebê conseguem um parto natural sem uma lesão ou corte na área genital.
A pesquisa revelou ainda que a proporção de mães mais velhas que voltaram a ter relações dentro do período de seis semanas após o parto também é menor, sendo 40% entre as mulheres de 30 a 34 anos, em comparação a 63% entre aquelas com 18 a 24 anos de idade.
A avaliação foi realizada pelo Murdoch Children’s Research Institute, em Victoria, na Austrália e publicado na revista BJOG: An International Journal of Obstetrics and Gynaecology. De acordo com os especialistas, não existe um tempo certo de espera após o nascimento para retornar para o sexo. Ele é definido conforme os pais e mães se sintam confortáveis a retomar as relações com penetração.
A principal autora do estudo, a Professora Stephanie Brown, disse: "O achado mais importante do estudo é o intervalo de tempo mais longo que os casais levam para retomar o sexo após o parto. A maioria dos casais não retoma a vida sexual entre seis a oito semanas, eles demoram muito mais tempo. Esta é uma informação útil para que os casais saibam antes de seu bebê nascer, e pode ajudar a reduzir os sentimentos de ansiedade e culpa por não retomar a atividade sexual mais cedo", explica.

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