terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Dentista: um parceiro e tanto no combate ao tabagismo

Dentista: um parceiro e tanto no combate ao tabagismo

Em seu trabalho de doutorado, a dentista Ecinele Francisca Rosa, da Faculdade de Odontologia Universidade de São Paulo, resolveu averiguar como cuidar dos dentes poderia auxiliar quem pretende largar o cigarro. Além disso, ela queria entender se abandonar o vício otimizaria o tratamento da periodontite, uma doença causada por bactérias que atacam a gengiva. Para isso, ela recrutou 116 pacientes para receber um atendimento multidisciplinar de dois anos – fora os dentistas, o time contava com médicos, psicólogos e outros profissionais de saúde. Ao final do estudo, restaram somente 61 voluntários no projeto. Desse total, 29,5%, ainda bem, deixaram de compor o grupo dos adeptos do tabagismo. Com um contato bem próximo aos pacientes, a equipe conseguiu incentivá-los a deixar o cigarro, mostrando todos os danos que o hábito causa no organismo. Ao mesmo tempo, os especialistas apresentaram as melhoras visíveis nos dentes das pessoas – livres das tragadas, elas se poupavam também dos prejuízos causados pela tal periodontite, já que a doença tende a se agravar na boca dos fumantes.

Foto: Dentista: um parceiro e tanto no combate ao tabagismo 

Em seu trabalho de doutorado, a dentista Ecinele Francisca Rosa, da Faculdade de Odontologia Universidade de São Paulo, resolveu averiguar como cuidar dos dentes poderia auxiliar quem pretende largar o cigarro. Além disso, ela queria entender se abandonar o vício otimizaria o tratamento da periodontite, uma doença causada por bactérias que atacam a gengiva. Para isso, ela recrutou 116 pacientes para receber um atendimento multidisciplinar de dois anos – fora os dentistas, o time contava com médicos, psicólogos e outros profissionais de saúde. Ao final do estudo, restaram somente 61 voluntários no projeto. Desse total, 29,5%, ainda bem, deixaram de compor o grupo dos adeptos do tabagismo. Com um contato bem próximo aos pacientes, a equipe conseguiu incentivá-los a deixar o cigarro, mostrando todos os danos que o hábito causa no organismo. Ao mesmo tempo, os especialistas apresentaram as melhoras visíveis nos dentes das pessoas – livres das tragadas, elas se poupavam também dos prejuízos causados pela tal periodontite, já que a doença tende a se agravar na boca dos fumantes.

Perigo na latinha: ela pode fazer mal ao coração

Perigo na latinha: ela pode fazer mal ao coração

E a culpa, segundo pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coréia do Sul, é do bisfenol. A substância, utilizada na fabricação de embalagens tanto de alumínio como de plástico, é velha suspeita de provocar sérios danos ao organismo. Para checar se ela prejudicaria o peito, os cientistas recrutaram para o estudo 60 participantes, todos sexagenários. A recomendação era que tomassem leite de soja – a bebida foi entregue a eles dentro de uma lata de alumínio ou garrafa de vidro. Cabe ressaltar que o leite de soja foi escolhido porque não apresenta ingredientes que elevem a pressão. Pois bem: duas horas depois de engolirem o líquido, os voluntários se submeteram a uma série de testes. E os resultados foram surpreendentes. Para ter ideia, quem consumiu a bebida na latinha viu a concentração de bisfenol aumentar em até 1600% e a pressão arterial subir cerca de 4,5 mmHg em comparação àqueles que ingeriram o alimento das garrafas de vidro. Embora os autores da investigação peçam cautela, talvez seja melhor evitar certos recipientes, principalmente se estiverem amassados, arranhados ou danificados.

Quer saber outros problemas que o bisfenol pode causar? Então não deixe de conferir a reportagem “Desreguladores endócrinos: a química do mal”, na nova edição de SAÚDE, que já está nas bancas. Nela, há um monte de evidências científicas capazes de colocar no banco dos réus produtos e equipamentos que fazem parte da nossa vida, a exemplo de celulares, tintas e garrafas de plástico. Suspeita-se de que eles sejam responsáveis pela aumento nos casos de obesidade, transtornos mentais e outros tantos chabus.
Foto: Perigo na latinha: ela pode fazer mal ao coração

E a culpa, segundo pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coréia do Sul, é do bisfenol. A substância, utilizada na fabricação de embalagens tanto de alumínio como de plástico, é velha suspeita de provocar sérios danos ao organismo. Para checar se ela prejudicaria o peito, os cientistas recrutaram para o estudo 60 participantes, todos sexagenários. A recomendação era que tomassem leite de soja – a bebida foi entregue a eles dentro de uma lata de alumínio ou garrafa de vidro. Cabe ressaltar que o leite de soja foi escolhido porque não apresenta ingredientes que elevem a pressão. Pois bem: duas horas depois de engolirem o líquido, os voluntários se submeteram a uma série de testes. E os resultados foram surpreendentes. Para ter ideia, quem consumiu a bebida na latinha viu a concentração de bisfenol aumentar em até 1600% e a pressão arterial subir cerca de 4,5 mmHg em comparação àqueles que ingeriram o alimento das garrafas de vidro. Embora os autores da investigação peçam cautela, talvez seja melhor evitar certos recipientes, principalmente se estiverem amassados, arranhados ou danificados. 

Quer saber outros problemas que o bisfenol pode causar? Então não deixe de conferir a reportagem “Desreguladores endócrinos: a química do mal”, na nova edição de SAÚDE, que já está nas bancas. Nela, há um monte de evidências científicas capazes de colocar no banco dos réus produtos e equipamentos que fazem parte da nossa vida, a exemplo de celulares, tintas e garrafas de plástico. Suspeita-se de que eles sejam responsáveis pela aumento nos casos de obesidade, transtornos mentais e outros tantos chabus.

Meditação tem tudo (mesmo) a ver com saúde

Meditação tem tudo (mesmo) a ver com saúde

A pessoa se senta em um lugar tranquilo, respira de forma cadenciada e deixa a mente trabalhar, sem estresse. Esses passos, típicos da meditação conhecida como mindfullness, foram reconhecidos por pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, como aliados de um cérebro em forma, mesmo com o passar dos anos. É que eles analisaram pessoas de meia-idade adeptas da técnica e perceberam que esses indivíduos apresentavam uma capacidade cognitiva digna de jovens de 25 anos. Não pense que os benefícios param por aí. As transformações positivas relacionadas à meditação alcançam o corpo todo – e ainda ajudam na proteção contra outras encrencas, como a pressão alta.

Quer conhecer mais vantagens de meditar e as versões existentes por aí? Então corra para a banca e confira a matéria “Meditação decifrada”, na nova edição de SAÚDE. No vídeo abaixo, você descobre como o nosso talentoso time de designers elaborou o visual da reportagem

Suco de beterraba baixa a pressão

Suco de beterraba baixa a pressão

Cientistas da Barts and the London School of Medicine and Dentistry, no Reino Unido, encontraram mais evidências de que esse alimento traz benefícios para a saúde do peito. Os louros vão para o nitrato, substância precursora do óxido nítrico, um elemento que relaxa os vasos. Nesse novo estudo, os americanos avaliaram participantes que já sofriam com a pressão nas alturas. Uma parte foi orientada a beber 250 mililitros de suco de beterraba diariamente, enquanto a outra ficou com o placebo – uma bebida de beterraba que não continha nitrato. Quem ingeriu o refresco verdadeiro teve uma melhora de 20% na função do endotélio, ou seja, a camada interna que recobre as artérias – o que faz o sangue fluir melhor. Quer mais motivos para apreciar colocar as beterrabas na rotina? Elas carregam potássio e flavonoides, dupla que também favorece a derrocada da pressão.

Foto: Suco de beterraba baixa a pressão 

Cientistas da Barts and the London School of Medicine and Dentistry, no Reino Unido, encontraram mais evidências de que esse alimento traz benefícios para a saúde do peito. Os louros vão para o nitrato, substância precursora do óxido nítrico, um elemento que relaxa os vasos. Nesse novo estudo, os americanos avaliaram participantes que já sofriam com a pressão nas alturas. Uma parte foi orientada a beber 250 mililitros de suco de beterraba diariamente, enquanto a outra ficou com o placebo – uma bebida de beterraba que não continha nitrato. Quem ingeriu o refresco verdadeiro teve uma melhora de 20% na função do endotélio, ou seja, a camada interna que recobre as artérias – o que faz o sangue fluir melhor. Quer mais motivos para apreciar colocar as beterrabas na rotina? Elas carregam potássio e flavonoides, dupla que também favorece a derrocada da pressão.

Conheça 12 fatores que atrapalham os exames

 IDADE
Com o passar dos anos, os órgãos deixam de trabalhar como deveriam. Os rins, para citar um caso, perdem parte da capacidade de eliminar substâncias tóxicas - daí, ureia e creatinina naturalmente aparecem mais elevadas nos exames de sangue. Mas isso, por si só, não quer dizer que a dupla filtradora mereça uma intervenção. "Nessa e em outras situações, temos que traçar o diagnóstico dos pacientes mais velhos com testes complementares", explica Nairo Sumita, assessor médico do Fleury Medicina e Saúde, em São Paulo.

Os exercícios que afastam a enxaqueca crônica

Os exercícios que afastam a enxaqueca crônica

Quem sofre com a dor de cabeça insistente já pode contar com mais um aliado para aliviar o incômodo: os exercícios aeróbicos. A descoberta vem de um estudo encabeçado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os 60 voluntários do projeto (com idades entre 18 e 50 anos) foram divididos em dois grupos: no primeiro, a medicação era combinada a caminhadas ao ar livre três vezes por semana, e, no segundo, os participantes só tomavam os remédios. Durante dois anos, todo esse pessoal respondeu questionários sobre a rotina de atividades físicas e a intensidade e o número de crises de enxaqueca. Ao fim da investigação, os experts concluíram que, entre os indivíduos que suavam a camisa, a frequência com que a dor martelava a cabeça era quase cinco vezes menor – despencou de 23 dias em um mês para apenas 5. Que tal fazer o teste?
Foto: Os exercícios que afastam a enxaqueca crônica

Quem sofre com a dor de cabeça insistente já pode contar com mais um aliado para aliviar o incômodo: os exercícios aeróbicos. A descoberta vem de um estudo encabeçado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os 60 voluntários do projeto (com idades entre 18 e 50 anos) foram divididos em dois grupos: no primeiro, a medicação era combinada a caminhadas ao ar livre três vezes por semana, e, no segundo, os participantes só tomavam os remédios. Durante dois anos, todo esse pessoal respondeu questionários sobre a rotina de atividades físicas e a intensidade e o número de crises de enxaqueca. Ao fim da investigação, os experts concluíram que, entre os indivíduos que suavam a camisa, a frequência com que a dor martelava a cabeça era quase cinco vezes menor – despencou de 23 dias em um mês para apenas 5. Que tal fazer o teste?

Tome café para prevenir Alzheimer

Tome café para prevenir Alzheimer

A recomendação parte de um relatório do Instituto para Informações Científicas sobre o Café, uma organização sem fins lucrativos dedicada exclusivamente a estudar esse grão. Segundo seus pesquisadores, beber diariamente de três a cinco xícaras parece ser o suficiente para diminuir em até 20% o risco de um indivíduo vir a sofrer com essa doença que apaga as lembranças. E o documento também dá, digamos, nomes aos bois: a cafeína e os polifenois encontrados na bebida seriam os responsáveis por esse efeito protetor. É que enquanto a cafeína ajuda a prevenir a formação de placas amiloides e emaranhados neurofibrilares, que destroem as ligações entre os neurônios, os polifenois podem reduzir a inflamação e a deterioração das células da massa cinzenta, especialmente as do hipocampo e do córtex, áreas cruciais para a memória. Depois dessa, que tal fazer uma pausa para um cafezinho?

Foto: Tome café para prevenir Alzheimer

A recomendação parte de um relatório do Instituto para Informações Científicas sobre o Café, uma organização sem fins lucrativos dedicada exclusivamente a estudar esse grão. Segundo seus pesquisadores, beber diariamente de três a cinco xícaras parece ser o suficiente para diminuir em até 20% o risco de um indivíduo vir a sofrer com essa doença que apaga as lembranças. E o documento também dá, digamos, nomes aos bois: a cafeína e os polifenois encontrados na bebida seriam os responsáveis por esse efeito protetor. É que enquanto a cafeína ajuda a prevenir a formação de placas amiloides e emaranhados neurofibrilares, que destroem as ligações entre os neurônios, os polifenois podem reduzir a inflamação e a deterioração das células da massa cinzenta, especialmente as do hipocampo e do córtex, áreas cruciais para a memória. Depois dessa, que tal fazer uma pausa para um cafezinho?

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